{"id":48900,"date":"2022-03-03T18:15:51","date_gmt":"2022-03-03T21:15:51","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=48900"},"modified":"2022-03-03T18:15:51","modified_gmt":"2022-03-03T21:15:51","slug":"bruna-rosalem-coluna-psicanalise-e-cotidiano-a-vida-em-extremos-o-jeito-borderline-de-ser","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=48900","title":{"rendered":"Bruna Rosalem: Coluna Psican\u00e1lise e Cotidiano: &#039;A vida em extremos: o jeito borderline de ser"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F48900&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F48900&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><p>&nbsp;<\/p>\n<figure id=\"attachment_47120\" aria-describedby=\"caption-attachment-47120\" style=\"width: 100px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/WhatsApp-Image-2021-11-13-at-14.33.29.jpeg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"47120\" data-permalink=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/?attachment_id=47120\" data-orig-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/WhatsApp-Image-2021-11-13-at-14.33.29.jpeg\" data-orig-size=\"734,1304\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"WhatsApp Image 2021-11-13 at 14.33.29\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/WhatsApp-Image-2021-11-13-at-14.33.29.jpeg\" class=\" wp-image-47120\" src=\"http:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/WhatsApp-Image-2021-11-13-at-14.33.29-169x300.jpeg\" alt=\"\" width=\"100\" height=\"178\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-47120\" class=\"wp-caption-text\">Bruna Rosalem<\/figcaption><\/figure>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>COLUNA PSICAN\u00c1LISE E COTIDIANO<\/strong><\/h2>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>A vida em extremos: o jeito borderline de ser<\/strong><\/h2>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><em>[&#8230;] s\u00e3o pessoas participantes da <\/em><\/p>\n<p><em>sociedade, por\u00e9m carregam consigo<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0tamanha intensidade em viver cada dia como se fosse o \u00faltimo.<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>N\u00f3s seres humanos temos em nossa estrutura ps\u00edquica a capacidade de sentir e pensar. E fazemos isto de maneira din\u00e2mica, elaborada, intra e inter relacional. Somos raz\u00e3o e emo\u00e7\u00e3o. E, mais especificamente, no campo das emo\u00e7\u00f5es, os nossos sentimentos s\u00e3o muito mais avan\u00e7ados e complexos quando se considera toda uma cadeia energ\u00e9tica que nos comanda: a atividade neural, as rela\u00e7\u00f5es ps\u00edquicas interiores e exteriores, as influ\u00eancias sociais, culturais e ambientais. Diante disso, \u00e9 poss\u00edvel inferir que enquanto ser humano, \u00e0 medida que vamos nos estabelecendo neste mundo como tal, precisamos iniciar um processo de constru\u00e7\u00e3o de lugar, n\u00e3o um lugar f\u00edsico, palp\u00e1vel, \u00e9 um lugar subjetivo consigo mesmo e com rela\u00e7\u00e3o ao outro.<\/p>\n<p>Ningu\u00e9m se define sozinho, nos manifestamos sempre na perspectiva do outro, desde o nascimento quando o beb\u00ea se depara com a figura materna, e progressivamente, vai identificando a si mesmo e desfazendo-se da imagem atrelada a outro ser. Ele se v\u00ea um sujeito independente e a m\u00e3e \u00e9 outro completamente diferente. \u00c9 o princ\u00edpio do surgimento do eu e toda a sua complexidade no decorrer de seu processo de matura\u00e7\u00e3o e desenvolvimento biopsicossocial.<\/p>\n<p>\u00c9 fato que toda esta din\u00e2mica descrita brevemente n\u00e3o \u00e9 nada simples. Os tipos de personalidade s\u00e3o um ponto de partida para a compreens\u00e3o do funcionamento de algu\u00e9m. Afinal cada um tem um estilo singular de ser e entender a vida sob a sua \u00f3tica que \u00e9 influenciada, como j\u00e1 dito, por in\u00fameros elementos internos e externos. E definir um tipo de personalidade de modo reducionista \u00e9, muitas vezes, limitar o modo de ser de um indiv\u00edduo. \u00c9 por isso que em personalidades descritas como <em>borderlines<\/em>, o diagn\u00f3stico para chegar a esta conclus\u00e3o \u00e9 complicado e leva tempo.<\/p>\n<p>Pessoas com transtorno de personalidade borderline (cerca de 2% da popula\u00e7\u00e3o mundial) s\u00e3o descritas como parte dos transtornos de personalidade emocionalmente inst\u00e1veis, este termo <em>border <\/em>(em ingl\u00eas, fronteira) \u00e9 justamente onde o sujeito se encontra: na fronteira entre a neurose e a psicose. A pessoa que integra este quadro cl\u00ednico apresenta a tend\u00eancia marcante em agir impulsivamente sem considerar as consequ\u00eancias ou refletir a respeito, em associa\u00e7\u00e3o a instabilidade afetiva. Sua capacidade \u00e9 m\u00ednima para planejar, age deliberadamente, e tem acessos intensos de raiva, podendo levar a praticar atos violentos, inclusive, em casos extremos, crimes passionais.<\/p>\n<p><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>Os indiv\u00edduos com TPB (Transtorno de Personalidade Borderline) tem o que chamamos de personalidade flu\u00edda. Isto quer dizer que eles passam abruptamente de um estado de humor depressivo generalizado para uma agita\u00e7\u00e3o ansiosa ou raiva intensa, e ainda, podem envolver-se impulsivamente em a\u00e7\u00f5es que, logo depois, as consideram irracionais e invi\u00e1veis.<\/p>\n<p>Seus relacionamentos afetivos s\u00e3o sempre uma bomba-rel\u00f3gio, envolvem-se intensamente a ponto de morrer pela outra pessoa, rejeitando totalmente o menor ind\u00edcio de abandono. Por essa raz\u00e3o, o n\u00famero de pessoas que tiram a pr\u00f3pria vida pode ser considerado alto, seja alavancado por demonstra\u00e7\u00f5es devastadoras de um amor patol\u00f3gico, seja pelos \u00e1pices de euforia e depress\u00e3o seguidos de um profundo sentimento de vazio, de n\u00e3o preenchimento de si.<\/p>\n<p>Mesmo que esses sujeitos apresentem dificuldades acentuadas nos relacionamentos interpessoais, \u00e9 interessante pensar que, diametralmente oposto a isso, estas pessoas podem obter sucesso em muitas profiss\u00f5es, como por exemplo, artistas, em atividade mais voltadas a dramaturgia, a arte, a encena\u00e7\u00e3o, por justamente transitar t\u00e3o facilmente entre os personagens que precisam incorporar com bastante intensidade. E nos relacionamentos afetivos \u00e9 poss\u00edvel notar certa tend\u00eancia a uma vida cheia de altos e baixos, algo quase que aventuresco, como a exemplo de mulheres que vivem com traficantes, presidi\u00e1rios, chefes de fac\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O borderline, ainda que um sujeito flu\u00eddo, tem \u201cum p\u00e9 na realidade\u201d, ou seja, pode-se dizer que h\u00e1 um lado neur\u00f3tico. Em psican\u00e1lise, \u00e9 poss\u00edvel afirmar que sua parte eg\u00f3ica \u00e9 muita fragmentada, dissociada, distorcida em sua pr\u00f3pria imagem. Borderlines possuem um entendimento de si bastante aqu\u00e9m do que gostariam de ser, sempre se avaliam com elementos negativos. Neste caso, a quest\u00e3o da castra\u00e7\u00e3o &#8211; conceito ed\u00edpico marcante durante o desenvolvimento psicossexual &#8211; \u00a0\u00a0n\u00e3o \u00e9 o foco principal do borderline, e sim a ang\u00fastia de separa\u00e7\u00e3o, da perda do objeto, pois a forma\u00e7\u00e3o do ego depende do olhar do outro, e \u00e9 a partir deste outro que nos constitu\u00edmos.<\/p>\n<p>O que acontece \u00e9 que o paciente com TPB segue assim, desfragmentado de si e da realidade, causando uma sensa\u00e7\u00e3o de vazio existencial. Por isso que ele precisa do outro para existir, como codependente, e isto justamente andaria na contram\u00e3o da constitui\u00e7\u00e3o de um ego forte, dominante que seja mais independente do superego (inst\u00e2ncia julgadora) e dominador das investidas do id (inst\u00e2ncia das puls\u00f5es).<\/p>\n<p><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>O sujeito borderline apresenta basicamente tr\u00eas crit\u00e9rios que o caracteriza: difus\u00e3o da personalidade, n\u00edvel de opera\u00e7\u00f5es defensivas (principalmente a clivagem de seu self e de objetos externos em compara\u00e7\u00f5es extremas: ou se \u00e9 muito bom ou se \u00e9 muito mau) e presen\u00e7a, mesmo que confusa da realidade (parte neur\u00f3tica). Ele \u00e9 considerado um hist\u00e9rico grave ou perverso.<\/p>\n<p>Por justamente projetar no outro o seu ideal, este sujeito \u00e9 capaz de transformar-se naquilo que encontra fora de si. Por exemplo, se a pessoa se relaciona com um cozinheiro, ela pode vir a se tornar tamb\u00e9m uma chefe de cozinha. Se est\u00e1 com algu\u00e9m que \u00e9 um triatleta, passa ent\u00e3o a querer dominar esta pr\u00e1tica esportiva. Isto s\u00f3 demonstra o quanto ela \u00e9 um \u201csujeito vazio\u201d, \u00e9 despersonalizado, \u00e9 incapaz de sentir emo\u00e7\u00f5es genu\u00ednas e mesmo que as venha ter, n\u00e3o consegue suport\u00e1-las. Tamb\u00e9m podem encenar epis\u00f3dios de histeria com rea\u00e7\u00f5es emocionais exageradas, fazem uso excessivo de \u00e1lcool e drogas, podem cometer delitos, t\u00eam rela\u00e7\u00f5es sexuais patol\u00f3gicas, numa busca intensa em fugir da sensa\u00e7\u00e3o de v\u00e1cuo existencial que as consomem.<\/p>\n<p>Comp\u00f5e tamb\u00e9m em seu quadro cl\u00ednico a depress\u00e3o. Em sujeitos borderlines, a depress\u00e3o \u00e9 caracterizada pelo vazio, como j\u00e1 mencionado, e pela solid\u00e3o. Muitos destes indiv\u00edduos se declaram antissociais e n\u00e3o conseguem manter rela\u00e7\u00f5es de trabalho est\u00e1veis. Outro tra\u00e7o \u00e9 ser avesso a rotina, regras, cr\u00edticas, n\u00e3o toleram a frustra\u00e7\u00e3o, n\u00e3o se esfor\u00e7am para serem mais perseverantes em seus objetivos, quando muito possuem metas, mas ao mesmo tempo querem recompensas desproporcionais a realidade que vivem e ao empenho que demonstram.<\/p>\n<p>Ocasionalmente relacionar-se com uma pessoa borderline em eventuais encontros sociais para conversar e trocar ideias pode at\u00e9 ser divertido, porque o tra\u00e7o <em>border <\/em>caracteriza um sujeito que em tese \u00e9 animado, brincalh\u00e3o, engra\u00e7ado, tem um bom papo, \u00e9 extrovertido, sens\u00edvel, culto. \u00a0Por\u00e9m, conforme a rela\u00e7\u00e3o amorosa ou de amizade vai se estreitando, a personalidade inst\u00e1vel do borderline vai se revelando gradativamente conforme demanda demais a presen\u00e7a do outro, \u201csuga a sua energia\u201d, para satisfazer seu lado narc\u00edsico. T\u00e3o imediato quanto a esta satisfa\u00e7\u00e3o que precisa ser atendida, \u00e9 a perda do prazer e de seu valor quase que imediatamente. Portanto, em sujeitos com TPB a tend\u00eancia de se evitar o desprazer se faz mais incisivo que a busca pelo prazer. E \u00e9 justamente o seu comportamento que leva a rejei\u00e7\u00e3o, motivo t\u00e3o temido por este sujeito.<\/p>\n<p>O borderline sofre e faz sofrer. \u00c9 muito dif\u00edcil este tipo de paciente procurar ajuda em terapias. Talvez procuraria, possivelmente, quando tem acessos de raiva ou ang\u00fastia, frutos de rejei\u00e7\u00e3o, que para ele seria insuport\u00e1vel.<\/p>\n<p>A sua organiza\u00e7\u00e3o ps\u00edquica despende muita energia (sistema l\u00edmbico) para viver sentimentos t\u00e3o extremos, ora euforia, ora ang\u00fastia, ora histeria, ora introspec\u00e7\u00e3o. Dificulta em muito a sua vida cotidiana e das pessoas que fazem parte de seu conv\u00edvio social e familiar. Quando a pessoa que \u00e9 borderline realmente adere ao tratamento terap\u00eautico (em associa\u00e7\u00e3o, muitas vezes, ao medicamentoso) ela, de fato, quer melhorar a sua qualidade de vida como um todo, pois \u00e9 cansativo viver com o constante medo da rejei\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Todos n\u00f3s buscamos o equil\u00edbrio ps\u00edquico, a capacidade de administrar de maneira inteligente as nossas emo\u00e7\u00f5es e tomar decis\u00f5es racionais saud\u00e1veis. Com o paciente borderline, n\u00e3o seria diferente. A grande problem\u00e1tica est\u00e1 em fechar um diagn\u00f3stico preciso deste transtorno, pois pode levar anos, e uma vez estando consciente disso, \u00e9 fundamental que ele esteja adepto a interven\u00e7\u00e3o terap\u00eautica adequada, o que se torna um grande desafio para este sujeito que, semelhante a qualquer um de n\u00f3s, est\u00e1 buscando uma qualidade de vida melhor. E cabe ressaltar que, para al\u00e9m de qualquer r\u00f3tulo, s\u00e3o pessoas participantes da sociedade, por\u00e9m carregam consigo tamanha intensidade em viver cada dia como se fosse o \u00faltimo. A vida sempre em \u00e1pices!<\/p>\n<p><strong>Bruna Rosalem<\/strong><\/p>\n<p>Psicanalista Cl\u00ednica<\/p>\n<p>@psicanalistabrunarosalem<\/p>\n<p>www.psicanaliseecotidiano.com.br<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; COLUNA PSICAN\u00c1LISE E COTIDIANO A vida em extremos: o jeito borderline de ser<\/p>\n","protected":false},"author":51,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[529,1094,1490,2127],"class_list":["post-48900","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-comunicacao","tag-a-vida-em-extremos-o-jeito-borderline-de-ser","tag-artigo","tag-bruna-rosalem","tag-coluna-psicanalise-e-cotidiano"],"aioseo_notices":[],"views":593,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":54670,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=54670","url_meta":{"origin":48900,"position":0},"title":"Bruna Rosalem: &#039;Sobre a \u00e9tica e a figura do analista&#039;","author":"Bruna Rosalem","date":"22 de abril de 2023","format":false,"excerpt":"COLUNA PSICAN\u00c1LISE E COTIDIANO Sobre a \u00e9tica e a figura do analista Quando se fala em \u00e9tica, remetemos ao entendimento de que se trata de uma \u00e1rea da Filosofia respons\u00e1vel pela investiga\u00e7\u00e3o dos valores morais e de padr\u00f5es comportamentais que regem a maneira como nos dirigimos ao outro. \u00c9 comum\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Comunica\u00e7\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"Comunica\u00e7\u00e3o","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=7"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/WhatsApp-Image-2021-11-13-at-14.33.29-169x300.jpeg?resize=350%2C200","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":67144,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=67144","url_meta":{"origin":48900,"position":1},"title":"Os borderlines","author":"Maze Oliver","date":"4 de junho de 2024","format":false,"excerpt":"As pessoas que s\u00e3o Borderlines s\u00e3o inst\u00e1veis, e, por serem emocionalmente imaturas, est\u00e3o enquadradas pela Psiquiatria no grupo B, onde est\u00e3o todos os...","rel":"","context":"Em &quot;artigos&quot;","block_context":{"text":"artigos","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=9398"},"img":{"alt_text":"Transtornos de personalidade","src":"https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/OIG4-1.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":53279,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=53279","url_meta":{"origin":48900,"position":2},"title":"Bruna Rosalem: &#039;Ano novo, metas novas. 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