{"id":4902,"date":"2016-05-09T11:55:58","date_gmt":"2016-05-09T14:55:58","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=4902"},"modified":"2016-05-09T11:55:58","modified_gmt":"2016-05-09T14:55:58","slug":"genealogia-afranio-mello-fornece-gratuitamente-informacoes-sobre-as-familias-garcia-espanho-garcia-rodrugues-e-rodriguez","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=4902","title":{"rendered":"Genealogia: Afr\u00e2nio Mello fornece gratuitamente informa\u00e7\u00f5es sobre as familias GARCIA ESPANHO, GARCIA, RODRUGUES e RODRIGUEZ"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F4902&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F4902&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><h1><u><strong>Afr\u00e2nio Franco de Oliveira Mello &#8211; ATENDIMENTOS N\u00daMEROS 706, 707, 708 e\u00a0 709<\/strong><\/u><\/h1>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Prezada Vera, boa tarde.<\/p>\n<p>Respondi a sua outra mensagem sobre a procura de endere\u00e7os e nesta envio os arquivos<\/p>\n<p>que tenho sobre os sobrenomes mencionados :<\/p>\n<p><strong>GARCIA ESPANHOL<\/strong>&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.\u00a0\u00a0 2 paginas e sem bras\u00e3o;<\/p>\n<p><strong>GARCIA<\/strong>&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.\u00a0 30 p\u00e1ginas e 51 bras\u00f5es ( o maior arquivo de bras\u00f5es de sobrenomes ) ;<\/p>\n<p><strong>RODRIGUES<\/strong>&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..\u00a0\u00a0 22 p\u00e1ginas e 13 bras\u00f5es ;<\/p>\n<p><strong>RODRIGUEZ<\/strong>&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 2 p\u00e1ginas e sem bras\u00e3o<\/p>\n<p>Vera Fontes, em minha cidade tem uma mo\u00e7a chamada Vera Fontes, igual ao seu nome.<\/p>\n<p>Que coincid\u00eancia&#8230;&#8230;<\/p>\n<p>Espero ter atendido voc\u00ea ao seu gosto.<\/p>\n<p>Afr\u00e2nio Franco de Oliveira Mello<br \/>\nIHGGI \/ ROL &#8211; Regi\u00e3o\u00a0On Line<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h1><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/mail.google.com\/mail\/u\/2\/?ui=2&amp;ik=d4016f14b7&amp;view=fimg&amp;th=15478007796a014f&amp;attid=0.0.1&amp;disp=emb&amp;attbid=ANGjdJ-xDNbAs2ExfCByEN5aTgB8d1hX6NM-31_j_2gAeWw2HCW-UX7xUgApYDnALlRDJaifJ8PS0xCgWyfJHmY_C3jO0zvEr87lE_JLEcIkjdNR5T5k7VO5jyrEpyc&amp;sz=w332-h432&amp;ats=1462798927902&amp;rm=15478007796a014f&amp;zw&amp;atsh=1\" alt=\"clip_image002\" \/>\u00a0 \u00a0\u00a0<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/mail.google.com\/mail\/u\/2\/?ui=2&amp;ik=d4016f14b7&amp;view=fimg&amp;th=15478007796a014f&amp;attid=0.0.2&amp;disp=emb&amp;attbid=ANGjdJ8potPXkoc6Gnbpvq5hq4KYkX_QsPy9EWPzas5T1zoXMt_A5sxJkfDDobfIX497b68n-6y9pN1bLQ14_5VG7lWRLrhXPcgyoxO-1dUDG8hLybSAmzni627Pgms&amp;sz=w328-h446&amp;ats=1462798927902&amp;rm=15478007796a014f&amp;zw&amp;atsh=1\" alt=\"clip_image004\" \/><span style=\"text-decoration: underline;\"><em><strong>G<\/strong><strong>arcia<\/strong><\/em><\/span><\/h1>\n<p>sobrenome de origem espanhola. Sendo este um patron\u00edmico, \u00e9 natural que existam muitas fam\u00edlias que o tenham adotado por apelido sem estarem ligados entre si.<\/p>\n<p>Dentre elas, por\u00e9m, algumas houve que se destacaram e tornaram mais not\u00e1veis, como a dos Garcias de Chaves, que prov\u00e9m, ao que parece, de Lu\u00eds de Mendanha e de sua mulher, que era filha de Afonso Garcia de Chaves, contempor\u00e2neo de D. Jo\u00e3o II e de seu sucessor e primo, D. Manuel I.<\/p>\n<p>Daqueles foi filho Pedro Garcia de Chaves, que deixou descend\u00eancia que lhe continuou esse nome.<\/p>\n<p>Outros afamados Garcias foram os de Mascarenhas, que se fixaram na Beira e que remontam ao s\u00e9culo XV.<\/p>\n<p>E h\u00e1, por \u00faltimo, os Garcias de Gondim, estirpe de que um membro, Gaspar Rodrigues, teve carta de armas por vir dos \u00abGarcias de Godim\u00bb, e com armas que se costumam atribuir a todos os demais Garcias, por prov\u00e1vel ignor\u00e2ncia dos Reis d&#8217;Armas que est\u00e3o contidas numa carta de 26 de Janeiro de 1543.<\/p>\n<p>Nome de batismo por vezes usado como nome de fam\u00edlia. Garcia tem por forma patron\u00edmica <em>Garcez<\/em> (Antenor Nascentes, II, 122). Sobrenome ibero do vascon\u00e7o \u00ab<em>harsea<\/em>\u00bb, o urso (Anu\u00e1rio Geneal\u00f3gico Latino, IV, 22). Galiza: o genealogista, frei Jos\u00e9 S. Crespo Pozo, O. de M., em sua obra <em>Linajes y Blasones de <\/em>Galicia, dedica-se ao estudo desta fam\u00edlia [Pozo &#8211; Linajes de Galicia]. No Rio de Janeiro, entre as mais antigas, encontra-se a de Miguel Garcia, n. por volta de 1566, que deixou descend\u00eancia, a partir de 1597, com Maria da Cunha (Rheingantz, II, 231). Rheingantz registra mais 19 fam\u00edlias com este sobrenome nos s\u00e9cs. XVI e XVII, que deixaram numerosa descend\u00eancia no Rio de Janeiro. Em S\u00e3o Paulo, entre as mais antigas, registra-se a de Miguel Garcia, fal. em 1640, que foi cas. com Maria Fernandes (AM, Piratininga, 83). Registra-se, tamb\u00e9m, a numerosa e importante fam\u00edlia de Garcia Rodrigues e sua mulher Isabel Velho, naturais do Porto, Portugal, que mereceram um cap\u00edtulo da obra do genealogista Silva Leme, em sua Nobiliarchia Paulistana &#8211; T\u00edtulo Garcias Velhos. Vieram a S. Vicente trazendo em sua companhia filhos e filhas. Entre os descendentes do casal, registram-se: I &#8211; a filha, Maria Rodrigues, natural do Porto, que, por seu casamento, tornou-se a matriarca da numeros\u00edssima fam\u00edlia Pires (v.s.), de S\u00e3o Paulo; II &#8211; a filha, Isabel Velho, natural do Porto, que, por seu casamento, tornou-se a matriarca da numeros\u00edssima fam\u00edlia Moreira (v.s.), de S\u00e3o Paulo; III &#8211; o filho, padre Garcia Rodrigues Velho, vig\u00e1rio da matriz de S\u00e3o Paulo; e IV &#8211; a filha, Agostinha Rodrigues Velho, que, por seu casamento, tornou-se a matriarca da numeros\u00edssima fam\u00edlia Jorge Velho (v.s.), de S\u00e3o Paulo. Na Bahia, entre as mais antigas, destaca-se a de Domingos Garcia de Melo [? -1673], de quem descendem os Garcia de Melo (v.s.); e de Pedro Garcia [? &#8211; 1624], de quem procedem os Garcia de Ara\u00fajo (v.n.). Ainda na Bahia, encontra-se a antiga fam\u00edlia de Jer\u00f4nimo Rodrigues Garcia, que deixou gera\u00e7\u00e3o do seu cas. com Isabel Teles de Gois, procedente da antiga fam\u00edlia Ara\u00fajo Gois (v.s.), da Bahia [Afonso Costa &#8211; Genealogia Baiana, Cat\u00e1logo de Jaboat\u00e3o, n. 715]. Em Minas Gerais, registra-se uma das maiores do Brasil, constitu\u00edda de abastados propriet\u00e1rios de fazendas de caf\u00e9. Seus integrantes procedem de Diogo Garcia [Ilha do Faial &#8211; 1762, MG], filho de Mateus Lu\u00eds e de Ana Garcia. Deixou espantosa descend\u00eancia de seu cas. com J\u00falia Maria da Caridade [Faial &#8211; c.1784, MG], de quem descendem quase todas as grandes fam\u00edlias mineiras. Chegaram no Brasil, por volta de 1715. Propriet\u00e1rios do grande latif\u00fandio do Rio Grande, com milhares de alqueires, que servia de pastorio ao gado vacum, e que se localiza hoje no povoado chamado Congonhal, distrito de Nepomuceno (RD &#8211; Diogo Garcia, VII). Contraparentes de todo o grupo Rezende e Junqueira. No Rio de Janeiro, entre outras, registra-se a numerosa descend\u00eancia de Ant\u00f4nio Gon\u00e7alves Garcia [1815, Lisboa &#8211; 1879, RJ], filho de Jo\u00e3o Garcia e de Joana Genoveva Gon\u00e7alves. Foi cas., em 1846, no Rio, com Maria Marcolina Pacheco [1827, RJ &#8211; 1898, RJ], filha de Jos\u00e9 Pereira da Rocha Paranhos, dos Paranhos do Rio de Janeiro. Sobrenome de uma fam\u00edlia origin\u00e1ria das ilhas portuguesas, estabelecida no Rio Grande do Sul, para onde foi Francisco Garcia Cairos, nasc. por volta de 1706, na Freguesia de Nossa Senhora da Luz da Ribeira dos Flamengos, concelho de Horta, bispado de Angra, Ilha do Faial, Arquip\u00e9lago dos A\u00e7ores. Filho de Francisco Garcia e Maria de Faria. Sobrenome de uma fam\u00edlia origin\u00e1ria das ilhas portuguesas, estabelecida no Rio Grande do Sul, para onde foi Manuel Garcia, nasc. por volta de 1715, na Freguesia do Esp\u00edrito Santo da Feteira, concelho de Horta, Ilha do Faial, bispado de Angra, Arquip\u00e9lago dos A\u00e7ores. Filho de Manuel Garcia e de Violante Pereira. Sobrenome de uma fam\u00edlia de origem espanhola, estabelecida em S\u00e3o Paulo, procedente de Vigo. Chegou ao Brasil, a 15.06.1885, a bordo do vapor a bordo do vapor Savoie, Vicente Garcia, natural da Espanha, 30 anos de idade, com destino \u00e0 capital do Estado de S\u00e3o Paulo, SP [Hospedaria dos Imigrantes &#8211; S\u00e3o Paulo, Livro 002, p\u00e1g. 232 &#8211; 15.06.1885]. Sobrenome de uma fam\u00edlia de origem espanhola, estabelecida no Brasil, onde chegou, em 06.08.1882, a bordo do vapor Pampa, Jos\u00e9 Garcia Gomez, natural da Espanha, procedente das Ilhas Can\u00e1rias, cat\u00f3lico, 31 anos de idade, com destino a Esta\u00e7\u00e3o de Rio Claro, Estado de S\u00e3o Paulo, para trabalhar na fazenda de Jo\u00e3o Antonio Gon\u00e7alvez. Veio em sua companhia, a esposa, Maria Cabrera Rodriguez, natural da Espanha, cat\u00f3lica, 28 anos de idade, e os seguintes filhos: 1. Geronima, natural da Espanha, 6 anos de idade; 2. Ernestina, natural da Espanha, 4 anos de idade; 3. Juanna, natural da Espanha, 2 anos de idade [Hospedaria dos Imigrantes &#8211; S\u00e3o Paulo, Livro 001, p\u00e1g. 034 &#8211; 06.08.1882].<\/p>\n<p>=====================================================================================================================<\/p>\n<h1><em><strong><u>GARCIA ESPANHOL<\/u><\/strong><\/em><\/h1>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"561\">Su origen, historia y hechos GARCIA es apellido patron\u00edmico, proviene de un nombre. Fue Navarra la primera que us\u00f3 el romance o dialecto latino en sus documentos, en donde aparecen los patron\u00edmicos mucho antes que Castilla. Se ha presentado la duda de si el apellido Garc\u00eda tuvo origen en Euskalerr\u00eda. Men\u00e9ndez Pidal dice: &#8220;El nombre vasco Garc\u00eda es ya citado entre los a\u00f1os 789 y 791 en Castilla. La reina Jimena de Le\u00f3n, antes princesa navarra, lo introdujo en Castilla. Uno de sus hijos se llam\u00f3 Garc\u00eda, nombre introducido en Occidente por influencia navarra. En esta \u00e9poca hubo numerosos emigrantes vascos que se establecieron en Asturias y Le\u00f3n, formando n\u00facleos de entronque vasco y, aunque perdieron sus caracter\u00edsticas originarias, conservaron sus nombres&#8221;. Ante la invasi\u00f3n \u00e1rabe, muchas familias de Castilla, Arag\u00f3n y Vasconia, huyeron. Tan grande fue la desbandada y tan confusa que se lleg\u00f3 a perder el contacto familiar y los ni\u00f1os olvidaron hasta su nombre. Motivo por el que gran cantidad de ellos eligieron el de Garc\u00eda, lo que hizo popular el dicho: &#8220;Quien nombre no ten\u00eda, Garc\u00eda se pon\u00eda&#8221;. Lo anterior se refiere al nombre. \u00bfY el apellido? \u00bfEfectivamente es vasco? Garc\u00eda procede de Hortza, Artza, Bartze o Hartze. Es oriundo de Iparralde, lugar donde se aspira la &#8220;h&#8221;, en un sonido parecido a &#8220;g&#8221;, por esto se aplic\u00f3 dicha letra por los amanuenses y como no sab\u00edan pronunciar la &#8220;tz&#8221; sufri\u00f3 muchas variaciones en su escritura. Los blasones que usaron en el Pa\u00eds Vasco fueron: Los de Asiain, Iru\u00f1a; cuartelado. 1 de oro, con dos vacas de gules, andantes y puestas en palo. 2\u00ba de plata, con una pe\u00f1a de su color sumada de un ave de sable. 3 de oro con un caldero de sable y 4 de gules con cinco paneles de plata puestos en sotur. Los de Larraga, Tafalla: Banda engolada en cabeza de dragones, acompa\u00f1ada en lo alto de un creciente ranversado y en lo bajo, de una estrella. Los de Noreda, Alava: Una cruz de oro en campo azur, partido de oro, una espada acompa\u00f1ada de seis paneles de sinople. Y bordura en este de gules con ocho aspas de oro y un tercer cuartel en gules, con un \u00e1rbol y un le\u00f3n rampante al tronco, ambos en su color. Ahora bien, Garc\u00eda en idioma godo significa &#8220;pr\u00edncipe de vista agraciada&#8221; lo cual indica que antes de la invasi\u00f3n musulmana, ya exist\u00eda como nombre en otras regiones godas espa\u00f1olas. Es posible que alguien se hiciera notar, bien por el color o la belleza de sus ojos, o por tener vista muy aguda, y fuera designado como &#8220;de vista agraciada&#8221;. Para comprender la antig\u00fcedad de este apellido hay que remontarse al a\u00f1o 843 en la persona de Ramiro de Garc\u00eda, Potestad y Gobernador en aquella lejana fecha. Sobre el 981, se destacaron Nu\u00f1o y Fort\u00fan Garc\u00eda, Se\u00f1or de la Torre de Tovar. Tambi\u00e9n Sancho Garc\u00eda, conde de Castilla (siglo X). G\u00f3mez Garc\u00eda, hijo del conde de Cabra, esposo de la infanta do\u00f1a Elvira. Y tambi\u00e9n al h\u00e9roe de la conquista de Arag\u00f3n, Garc\u00eda-Jim\u00e9nez, que tom\u00f3 y fortific\u00f3 Ainsa, nombr\u00e1ndose rey de Sobrarbe. Tres hermanos Garc\u00eda, h\u00e9roes de la defensa de Le\u00f3n, son considerados como progenitores de familias Garc\u00eda que fueron extendi\u00e9ndose por Espa\u00f1a. Parece que la rama de Arag\u00f3n, desciende de Garc\u00eda-Jimenez, rey de Sobrarbe. Otros la hacen descender de los reyes de Navarra, se\u00f1alando a Fort\u00fan Garc\u00eda, ascendiente de Monf\u00f3s Garc\u00eda, que particip\u00f3 en la conquista de Valencia. Tambi\u00e9n la lista de los reyes navarros se inicia con Garc\u00eda I\u00f1iguez, (siglo IX), hijo de I\u00f1igo Arista. Con Jaime I &#8220;el conquistador&#8221;, aparece en la conquista de Mallorca, Sancho Garc\u00eda. Con Alfonso III de Arag\u00f3n, otro Garc\u00eda era capit\u00e1n de su Ej\u00e9rcito y particip\u00f3 de la deflnitiva conquista de la isla. Ser\u00eda interminable consignar a cuantos Garc\u00eda destacaron en el pasado, no obstante, se\u00f1alaremos a: Ruy Garc\u00eda, Cabo de las tropas del rey Pedro I, &#8220;el Cruel&#8221;, famoso en el sitio de Montiel. Rodrigo y Suero Garc\u00eda, pasaron a Portugal y casaron con damas de las familias de Zafra: Chaves, Meneses, Tello y Haro. Ruy Garc\u00eda y Mart\u00edn Garc\u00eda crearon familias en Ciudad Real, Almagro y Daimiel. Romero Garc\u00eda y Gonzalo del Soto Garc\u00eda, con Sancho S\u00e1nches Garc\u00eda se establecieron en Toledo, Madrid y Guadalajara. El apellido Garc\u00eda es frecuente entre los conquistadores, pero incluso antes del descubrimiento, un Garc\u00eda tuvo mucho que ver con aquella epopeya. El m\u00e9dico de Palos, Garc\u00eda H\u00e9m\u00e1ndez frecuentaba el Monasterio de La R\u00e1bida donde se reun\u00eda con personas amantes de la navegaci\u00f3n, como Pedro V\u00e1zquez de la Frontera, el piloto Sebasti\u00e1n Rodr\u00edguez y los hermanos Mart\u00edn y Vicente Pinz\u00f3n. Y este m\u00e9dico proporcion\u00f3 cartas de recomendaci\u00f3n a Col\u00f3n para el duque de Medinaceli, y junto al padre Marchena anim\u00f3 a Col\u00f3n a no desmayar en sus esfuerzos. Una vez descubierto el continente, entre los primeros que emprendieron la conquista, se encuentra Diego Garc\u00eda de Paredes, nacido en Trujillo, al igual que Hern\u00e1n Cort\u00e9s, hijo de un famoso capit\u00e1n de los Reyes Cat\u00f3licos. Apenas lleg\u00f3 al Per\u00fa se alist\u00f3 con Francisco Pizarro y Diego de Almagro. Sufri\u00f3 privaciones sin cuento. Finalizada la conquista del Per\u00fa, pas\u00f3 a Venezuela donde combati\u00f3 con los nativos que ofrec\u00edan feroz resistencia. Los venci\u00f3 y fund\u00f3 una ciudad: Trujillo. Nombrado gobernador de Pocay\u00e1n decidi\u00f3 emprender nuevas conquistas, en direcci\u00f3n a tierras de los caribes, muy feroces y temidos. Fue su \u00faltima aventura. Muri\u00f3 a manos de los indios. Alejo Garc\u00eda es el h\u00e9roe de la conquista del R\u00edo de la Plata. Una expedici\u00f3n al mando de Juan D\u00edaz de Sol\u00eds, con tres naves y sesenta hombres, lleg\u00f3 al estuario del R\u00edo de la Plata, llamado Mar Dulce, en febrero del 1.516. Sol\u00eds recorri\u00f3 el estuario y descendi\u00f3 por la costa oriental, trabando conocimiento con los nativos charruas y guaran\u00eds, con tr\u00e1gico destino para \u00e9l ya que fue muerto por estos. Decidieron regresar y en el retorno una de las carabelas naufrag\u00f3 en el golfo de Santa Catalina. Un superviviente era Alejo Garc\u00eda. Junto con quince hombres decidi\u00f3 emprender la b\u00fasqueda del Rey Blanco, un legendario reino rico en oro. Pero no encontraron reino alguno, viniendo a morir en la selva. En Paraguay, Diego Garc\u00eda remont\u00f3 el r\u00edo Paran\u00e1 y fund\u00f3 la poblaci\u00f3n de Spiritu Sanctus. V\u00edctima de las fiebres regres\u00f3 a Espa\u00f1a para morir oscuramente. Garc\u00eda Hurtado de Mendoza, pacific\u00f3 Chile contra los araucanos. En una \u00e9poca en que Garc\u00eda se hab\u00eda convertido ya en apellido, se encuentra esta excepci\u00f3n. De la feroz resistencia de los araucanos basta se\u00f1alar que, mientras las conquistas de M\u00e9jico y Per\u00fa se llevaron a cabo en dos a\u00f1os, Chile, cost\u00f3 diecis\u00e9is, pacificarlo totalmente. Garc\u00eda era hijo del Virrey del Per\u00fa, Andr\u00e9s Hurtado de Mendoza. La \u00fanica sombra de su biograf\u00eda es un hecho del que no tuvo responsabilidad alguna. Alonso de Reinoso consigui\u00f3 capturar al jefe araucano Caupolic\u00e1n y sin consultar con Garc\u00eda, lo hizo empalar vivo. En Colombia, encontramos a Garc\u00eda de Lerma, gobernador de Santa Marta, (fundada en 1.526), que con 800 hombres desembarc\u00f3 para poner fin a las disputas que sosten\u00edan, sangrientamente, Pedro Palomino y Pedro de Vadillo. Garc\u00eda de Lerma fund\u00f3, entre otras poblaciones, la de Cartagena de Indias. No todos los Garc\u00eda fueron conquistadores. Alonso Garc\u00eda Bravo fue el constructor de la ciudad de M\u00e9jico despu\u00e9s de conquistada por Hern\u00e1n Cort\u00e9s. Sobre las ruinas, Garc\u00eda puso manos a la obra el 8 de marzo de 1.524. Los planos se basaron en un centro, el actual Z\u00f3calo, del que partir\u00edan distintos n\u00facleos urban\u00edsticos. Entre los hombres que acompa\u00f1aron al Libertador Sim\u00f3n Bolivar estaba Juan Garc\u00eda del Rey, primeramente estuvo unido al General San Mart\u00edn con el que particip\u00f3 en distintas batallas contra las tropas espa\u00f1olas, como coronel. Luch\u00f3 en Chile y en Per\u00fa y m\u00e1s tarde, con Sim\u00f3n Bolivar, tom\u00f3 parte en la emancipaci\u00f3n de Am\u00e9rica de la Corona de Espa\u00f1a. Todas las familias Garc\u00eda de Am\u00e9rica tienen su origen en los que primero dieron lo mejor de s\u00ed mismos al Nuevo Mundo en la lucha, las fiebres y las enfermedades y los que despu\u00e9s llega<br \/>\nron como colonizadores llevando con ellos la cultura hisp\u00e1nica y la religi\u00f3n.<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>=====================================================================================================================<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h1><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/mail.google.com\/mail\/u\/2\/?ui=2&amp;ik=d4016f14b7&amp;view=fimg&amp;th=15478007796a014f&amp;attid=0.0.3&amp;disp=emb&amp;attbid=ANGjdJ-RkJb0aQ8lBcfotvhBtxQ1e8P5sxLATYV_1h9gGaZ4P5He5pRnCJn4Hkc_scyTuea998TK1roMHQERmeAF5719RJ5KAShkliQ6qdUeFl_oKPK5AeaHYhA2DIs&amp;sz=w314-h364&amp;ats=1462798927907&amp;rm=15478007796a014f&amp;zw&amp;atsh=1\" alt=\"clip_image002[3]\" \/>\u00a0 \u00a0\u00a0<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/mail.google.com\/mail\/u\/2\/?ui=2&amp;ik=d4016f14b7&amp;view=fimg&amp;th=15478007796a014f&amp;attid=0.0.4&amp;disp=emb&amp;attbid=ANGjdJ9g--JjHlGgPrKc1WyJOFKIqMQX6mExRpqImxOsCeeRO9Y7vknuG-xIXlZnftvpvrDjwL2KSuwSRMOVWIJFB0HLChASPNXwYYfCBDW8vArVU5_BdMcvvyO0OLs&amp;sz=w264-h556&amp;ats=1462798927907&amp;rm=15478007796a014f&amp;zw&amp;atsh=1\" alt=\"clip_image004\" \/>\u00a0 \u00a0\u00a0<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/mail.google.com\/mail\/u\/2\/?ui=2&amp;ik=d4016f14b7&amp;view=fimg&amp;th=15478007796a014f&amp;attid=0.0.5&amp;disp=emb&amp;attbid=ANGjdJ_osPicY3QbIxgF5mRQn3KZhviaFGHN3EQ7JgWF79b-jrIkhq5ULJRsD-Dd8vxVl9LFz638CE2uPWnMzH58G00FLN-VJB1r9NvScvEMty5JwwlNhv_oC_0ZR64&amp;sz=w276-h326&amp;ats=1462798927907&amp;rm=15478007796a014f&amp;zw&amp;atsh=1\" alt=\"clip_image006\" \/>\u00a0 \u00a0\u00a0<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/mail.google.com\/mail\/u\/2\/?ui=2&amp;ik=d4016f14b7&amp;view=fimg&amp;th=15478007796a014f&amp;attid=0.0.6&amp;disp=emb&amp;attbid=ANGjdJ9qz03n_oP0ljIySpPmGmZh0pOj29S47H-nGt1PdjF2Ns7n28wXe1RhFhCnFNXfHDrpm0ZNB__Ze1AaigkZ4GZCUrhH82VnN_13uMCY_a42XfzJH3Ja_BADxVI&amp;sz=w260-h308&amp;ats=1462798927907&amp;rm=15478007796a014f&amp;zw&amp;atsh=1\" alt=\"clip_image005\" \/>\u00a0 \u00a0\u00a0<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/mail.google.com\/mail\/u\/2\/?ui=2&amp;ik=d4016f14b7&amp;view=fimg&amp;th=15478007796a014f&amp;attid=0.0.7&amp;disp=emb&amp;attbid=ANGjdJ9Z-ehwy9z_FE4uKxURrbVKoL8mthciUiiZn4kYStq4dI8sCgbGg4qnoOvBgqY_UEwKwR14aBKUReQbHKyUbLTLn4oBrOA-G-qgVPj-Bc_1YsJ5Q7BuUOufsKc&amp;sz=w260-h538&amp;ats=1462798927907&amp;rm=15478007796a014f&amp;zw&amp;atsh=1\" alt=\"clip_image007\" \/><span style=\"text-decoration: underline;\"><em><strong>R<\/strong><strong>odrigues, <\/strong><strong>R<\/strong><strong>odriguez<\/strong><\/em><\/span><\/h1>\n<p>sobrenome de origem luso-espanhola. Classificado como Patron\u00edmico bastante abundante, tanto quanto era o nome pr\u00f3prio Rodrigo ou Rui que o originou nos s\u00e9culos XIV e XV, in\u00fameras s\u00e3o as fam\u00edlas que o adotaram por apelido sem existirem os menores la\u00e7os de consang\u00fcinidade entre elas.<\/p>\n<p>Isso n\u00e3o impede que algumas dentre elas ascendessem \u00e0 nobreza da fidalguia de cota de armas, o que sucedeu particularmente com tr\u00eas. Teremos assim, e para come\u00e7ar, a que procede de um desconhecido Martim Rodrigues, cujas armas figuram j\u00e1 no Livro do Armeiro-Mor.<\/p>\n<p>Sobrenome de forma\u00e7\u00e3o patron\u00edmica &#8211; o filho de <em>Rodrigo <\/em>(v.s.). Documentou-se as formas <em>Roderiquici <\/em>[no ano de 1074], <em>rodoriquici <\/em>[em 1075], <em>rodoriquiz <\/em>[em 1081],<em>roderiguiz <\/em>[em 1079], <em>rodorigiz <\/em>[em 966], <em>rodrigiz <\/em>[em 1096] e <em>rodriguez<\/em>, forma espanhola (Antenor Nascentes, II, 264). Patron\u00edmicos s\u00e3o apelidos que consistem numa deriva\u00e7\u00e3o do prenome paterno. No latim ib\u00e9rico constituiu-se esse tipo de apelido com o sufixo \u201c-\u00edcus\u201d no genitivo, isto \u00e9, \u201c-\u00edci\u201d. \u00c9 quase certo que se trata de um sufixo ib\u00e9rico \u201c-ko\u201d, indicativo de descend\u00eancia, com as desin\u00eancias latinas da 2\u00aa declina\u00e7\u00e3o. Assim, por evolu\u00e7\u00e3o fon\u00e9tica temos no portugu\u00eas medieval -ez (escrito -es, porque \u00e1tono) -iz, -az (escrito -as, quando \u00e1tono). Por exemplo: Lopes (que vem de Lopo), Fernandes (filho de Fernando) e Perez ou Peres ou Pires (filho de Pero, variante arcaica de Pedro). Portanto Peres (parox\u00edtona\/Portugal) e Perez (ox\u00edtona\/Espanha) t\u00eam por significado \u00abFilho de Pedro\u00bb. Regsitram-se, entre muitas, quatro antigas fam\u00edlias com este sobrenome, com bras\u00e3o de armas diferente: I &#8211; Martim Rodrigues, Ant\u00f4nio Rodrigues e Paio Rodrigues, obtiveram as mesmas armas; II &#8211; Ant\u00f4nio Rodrigues, outro, principal rei de armas Portugal, no tempo de D. Manuel I, rei de Portugal em 1495; III &#8211; Paio Rodrigues; e IV &#8211; Rodrigues de Varillas (de Salamanca, Espanha). Procede do conde D. Vela, filho de D. Ramiro, fal. em 1094, rei de Arag\u00e3o. Registra-se, ainda, Diogo Rodrigues das Varillas, que no tempo do rei D. Felipe II, passou a Portugal, onde se casou e seu neto Diogo Rodrigues, em 1629, registrou bras\u00e3o de armas (Anu\u00e1rio Geneal\u00f3gico Latino, I, 82). Brasil: Assim como os demais patron\u00edmicos antigos &#8211; Eanes, Fernandes, Henriques, etc. &#8211; este sobrenome espalhou-se, desde os primeiros anos de povoamento do Brasil, por todo o seu vasto territ\u00f3rio. Em S\u00e3o Paulo, entre as mais antigas, registra-se a fam\u00edlia de Braz Rodrigues, carpinteiro da ribeira, com gera\u00e7\u00e3o de seu cas. com Br\u00edgida Ramalho &#8211; falecidos antes de 1582. Ainda em S\u00e3o Paulo: Diogo Rodrigues [1560, Santo Amaro], Baltazar Rodrigues [1562, S. Paulo], Braz Rodrigues [1579, S. Paulo], Martim Rodrigues Ten\u00f3rio [1589, S. Paulo], Manuel Rodrigues de Gois [1599, S. Paulo] (AM, Piratininga, 165) e Ant\u00f4nio Rodrigues de Alvarenga [c.1555, Lamego &#8211; 1614, SP], de quem tamb\u00e9m descendem os Alvarengas (v.s.), de S\u00e3o Paulo. Ainda, em S\u00e3o Paulo, registra-se os descendentes de Pedro Rodrigues, que deixou gera\u00e7\u00e3o do seu cas., por volta de 1899, com Palmira Dumont, filha de Gustavo Dumont. Entre os descendentes do casal, registram-se: I &#8211; o filho, Jos\u00e9 Rodrigue [26.08.1902 &#8211; 31.01.1961], que deixou gera\u00e7\u00e3o do seu cas. com Yolanda Negrini [1910-1992], integrante da fam\u00edlia Negrini (v.s.), de S\u00e3o Paulo; II &#8211; a neta, Neide Negrino Rodrigues, filha da anterior. Casada na fam\u00edlia Gomes. Ainda em S\u00e3o Paulo, registra-se, entre muitas, a fam\u00edlia de Fortunato Jos\u00e9 Rodrigues [05.04.1895 &#8211; 09.04.1971], estabelecido em Itapeva. Residiu nazona rural do Bairro do Col\u00e9gio no distrito de Itapeva. Com gera\u00e7\u00e3o do seu cas. com Maximiana Francisca de Oliveira [25.04.1901, Itapeva, SP &#8211; 12.10.1988]. Entre os descendentes do casal, registram-se: I &#8211; o filho, Jos\u00e9 Rodrigues da Cruz [14.11.1922, Itapeva, SP -], que, ainda religioso, setrviu como capel\u00e3o dos antigos ter\u00e7os cantado de Itapeva. Mestre da tradicional dan\u00e7a de S\u00e3o Gom\u00e7alo, a qual aprendeu com seu pai. Deixou gera\u00e7\u00e3o [nove filhos] do seu cas. com sua prima leg\u00edtima Ana Joaquina de Oliveira [13.05.1926, Itapeva, SP -], filha de Joaquim Alves da Rocha [18.09.1882, Itapeva, SP &#8211; 09.12.1947] e de Maria Joaquina de Oliveira [03.07.1894 &#8211; 22.05.1963], irm\u00e3 de Maximiana Francisca de Oliveira, citada no item I; II &#8211; a neta, Marili Oliveira Cruz, filha do anterior; III &#8211; a neta, Matilde de Oliveira Cruz, irm\u00e3 do anterior; IV &#8211; o neto, Jos\u00e9 Hip\u00f3lito de Oliveira Cruz [13.08.1962, Itapeva, SP-], irm\u00e3o da anterior. Uma das mais antigas fam\u00edlias com este sobrenome, no Brasil, tem origem ind\u00edgena &#8211; detalhes adiante. No Rio de Janeiro, entre as mais antigas, cabe mencionar a de Manuel Rodrigues de Alvarenga [c.1605- ?], que deixou gera\u00e7\u00e3o do seu cas., c.1635, com Barbara de Andrade (Rheingantz, III, 123). Rheingantz registra mais 9 fam\u00edlias com este sobrenome, nos s\u00e9cs. XVI e XVII, que deixaram numerosa descend\u00eancia no Rio de Janeiro. Ainda no Rio de Janeiro, cabe destacar a fam\u00edlia de Carlos Jos\u00e9 Alves Rodrigues, estabelecid em Cantagalo, Prov\u00edncia do Rio de Janeiro. Foi pai do destacado jornalista Jos\u00e9 Carlos Rodrigues [07.1844, Cantagalo, RJ -], cursou o Col\u00e9gio Pedro II. Bacharel em Ci\u00eancias Jur\u00eddicas e Sociais pela Faculdade de Direito de S\u00e3o Paulo [1864]. Aos treze anos de idade, ainda estudante do Pedro II, publicou e redigiu um jornal liter\u00e1rio, intitulado Gentio<em>.<\/em> Jurisconsulto.<\/p>\n<p>=====================================================================================================================<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h1><span style=\"text-decoration: underline;\"><em><strong>R<\/strong><strong>odr\u00edguez<\/strong><\/em><\/span><\/h1>\n<p>sobrenome de origem espanhola. A grafia Rodrigues \u00e9 de origem portuguesa. Sua origem, hist\u00f3ria e feitos Se trata de um apelido patron\u00edmico, derivado do nome pr\u00f3prio Rodrigo. Seu ponto de origem parece ser Asturias e, em geral o norte da Pen\u00ednsula. Os que sustem esta opini\u00e3o se baseam no rei Dom Rodrigo, a quem tem uns dos primeiros deste nome. N\u00e3o obstante a anterior, outros mantem a opini\u00e3o de que este nome, Rodrigo, foi espanholizado, por decerto ,\u00a0 que o original do monarca Visigodo era Rodrerich. De todos modos, como seja que ante a historia e para todos os efeitos o que consta \u00e9 ele,\u00a0 Rodrigo, e a ele n\u00f3s fixaremos nossa aten\u00e7\u00e3o . Possivelmente, durante a monarquia Visigoda junto com outros com este nome,\u00a0 na realidade, \u00e9 o que menos importa. Tambem \u00e9 bem certo que, durante a reconquista, depois da reconquista e incluso atualmente, este nome, Rodrigo, se mantem diferenciado do apelido Rodr\u00edguez. Examinenos, pois ao primeiro Rodrigo para mais tarde estudar as ra\u00edzes do apelido: Temos a um Dom Rodrigo, rei Visigodo da Hispania. Se tomarmos\u00a0 este personagem o nome para que, com o passar dos anos, se converteria no primeiro apelido?. Em primeiro lugar, convem saber de quem estamos falando. Em que ra\u00edzes se fundamenta o nome de Rodrigo? Acaso na voz latina &#8220;rodrig\u00f3n&#8221;?. E que significado tem esta voz? Rodrigo, en Castelhano, significa un resultado entre as vozes latinas &#8220;rudica&#8221; e &#8220;ridica&#8221;, e &#8220;rodrig\u00f3n&#8221; que vem de &#8220;rodriga&#8221; \u00e9 a vara, ou cana que se clava ao p\u00e9 de uma planta e serve para sustentar,\u00a0 com ligaduras, seus talos e ramos. Claro que tamb\u00e9m\u00a0aplica-se ao criado mudo que servia para acompanhar senhoras. Podemos supor que, em determinada \u00e9poca certo personagem mui ligado ao poder real serviu a este como conselheiro, que o apoiou em tudo e gra\u00e7as a seus esfor\u00e7os o rei se manteve firme no trono? Neste caso, se tem a tenta\u00e7\u00e3o de super que, num principio, esse nome, Rodrigo provem dum apoio, \u00e9 dizer dum &#8220;rodrig\u00f3n&#8221;, um valido real ao que por sua forma de proceder que lhe apoiou de tal forma e que, com o tempo, como tantos e tantos apelidos, porque n\u00e3o dizer todos, partiu dum m\u00f3vel\u00a0 se convirteu no Rodrigo. Que algum antepassado do rei deste nome exerceu como &#8220;rodrig\u00f3n&#8221;?. Havemos que ter muito em conta que a biografia deste rei provem caso toda ela de fontes \u00e1rabes e que n\u00e3o \u00e9 pouco o elemento legend\u00e1rio que na mesma pode-se encontrar. Ao parece, Rodrigo era um nobre Visigodo (antes do ano 710) que a\u00a0 morte do rei Witiza conseguiu ser elegido para o trono ao contar com a maior parte da nobreza Visigoda, em face de quem teria mais direitos \u00e0 Coroa que ele, que era Ahkila, o filho do monarca falecido. Por tanto, assim temos um &#8220;rodrig\u00f3n&#8221; que ao tomar \u00e0 nobreza Visigoda e seus privil\u00e9gios, se apoiou nesta para escalar o trono. Pelo ocorrido que o leg\u00edtimo rei, Ahkila, no se conformou com a manobra e tamb\u00e9m contava com partid\u00e1rios, o que levou praticamente a divis\u00e3o do reino. Aa B\u00e9tica, a Lusitania e a Cartaginense, apoiaram a Rodrigo. A Tarraconense e a Narbolense seguiram, na pr\u00e1tica, as consignas de Ahkila. Foi nesse\u00a0 momento quando este \u00faltimo entrou em contato com os dirigentes \u00e1rabes do norte da Africa, buscando com eles uma alian\u00e7a que o ajudaria a derrotar a seu rival. Existe a tradi\u00e7\u00e3o historicamente pouco comprovada, de certo Conde Don Juli\u00e1n, ao que alguns dizem que foi governador de Ceuta o, senhor de C\u00e1diz, se posicionou de acordo com os mu\u00e7ulmanos e estes desembarcaram na Algeciras. O rei Rodrigo\u00a0 enfrentou-os na batalha de Gudalete e parece ser que, tra\u00eddo por grande parte de seu ex\u00e9rcito cujo mando havia confiado aos parentes de Ahkila, sucumbiu na batalla. Posteriormente a este Rodrigo, e muitos outros, e \u00e9 tarefa imposs\u00edvel fixar com exatid\u00e3o se h\u00e1 elos com a origem ao apelido Rodr\u00edguez. Pelos dados que se podem obter, o \u00fanico que est\u00e1 na nossa m\u00e3o, \u00e9 que os primeiros deste apelido aparecem na zona norte da Espanha. Com toda sinceridade, devemos dizer que ignoramos o lugar exato. O \u00fanico que est\u00e1 a nosso alcance \u00e9 informar que foram muitos os desta linhagem que provaram repetidamente sua nobreza, em diversas \u00e9pocas. Foram numerosos os cavaleiros que ingressaram nas Ordens Militares, tais como Montesa, Alc\u00e1ntara, Calatrava, Orden de Carlos III, etc. para o qual estabeleceram as devidas\u00a0 fidalguia e nobreza de sangue ente as Reais Chancelarias de Valladolid, Granada, Real Audiencia de Oviedo y Real Compa\u00f1\u00eda de Guardias y Marinas. Os t\u00edtulos com que conta este apelido s\u00e3o muyito numerosos: No\u00a0 ano 1.688, Don Mart\u00edn Rodr\u00edguez de Medina, foi criado Marqu\u00eas de Buenavista; em 1.691, Don Juan Antonio Rodr\u00edguez de Varcarcel, Marqu\u00eas de Medina, em 1.706, Don Francisco Esteban Rodr\u00edguez de los R\u00edos, Marqu\u00eas de Santiago; em 1.712, Don Mart\u00edn Rodr\u00edguez de la Milla, Marqu\u00eas de Saltillo, em 1.713, Don Sebasti\u00e1n Antonio Rodr\u00edguez de Madrid, Marqu\u00eas de Villamedina; em 1.730, Don Francisco Rodr\u00edguez Chac\u00f3n, Marqu\u00eas de Iniza; em 1.732, Don Bernardo Rodr\u00edguez del Toro, Marqu\u00eas del Toro; em 1.749, Don Manuel Rodr\u00edguez y Saenz de Pedroso, Conde de San Bartolom\u00e9 de Jala; em 1.771, Don Alonso Rodr\u00edguez Valderr\u00e1bano, Marqu\u00eas de Trebolar, em 1.780, Don Pedro Rodr\u00edguez de Campomanes, Conde Campomanes; em 1.797, Don Jos\u00e9 Rodr\u00edguez, Conde del Parque y em 1.866, Don Fernando Rodr\u00edguez de Rivas, Conde de Castillejos de Guzm\u00e1n. O apelido Rodr\u00edguez n\u00e3o podia estar ausente na conquista da Am\u00e9rica e assim, a historia cita a Don Juan Rodr\u00edguez Su\u00e1rez, nascido em M\u00e9rida e muerto na Venezuela no ano 1.561, participou em todas as campanhas que se levaram a efeito no Novo Reino de Granada, e tomou parte na conquista de Pamplona provavelente da que posteriormente foi alcaide no ano 1.558, na regi\u00e3o das Sierras de M\u00e9rida, fundou o povoado de Santiago de los Caballeros. Passou logo a ser tenente governador da prov\u00edncia de Caracas, desde donde empreendeu a conquista das terras ocupadas pelos nativos &#8220;teques&#8221; donde se distinguiu por seu valor,\u00a0enfrentado al caudilho Guaicaipuro, morreu a m\u00e3os deste. O apelido Rodr\u00edguez se encontra muito estendido por toda a Am\u00e9rica<br \/>\n====================================================================================================================<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>From:<\/strong> <a href=\"mailto:vcgfontes@gmail.com\">vera fontes<\/a><\/p>\n<p><strong>Sent:<\/strong> Sunday, April 24, 2016 9:43 PM<\/p>\n<p><strong>To:<\/strong> <a href=\"mailto:afranio@tintaspig.com.br\">afranio@tintaspig.com.br<\/a><\/p>\n<p><strong>Subject:<\/strong> Re: genealogia<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Prezado Sr. Afranio,<\/p>\n<p>Pe\u00e7o desculpas,por um engano enviei o email incompleto.<br \/>\nDesejo, se possivel, noticias da familia e descendentes de FERNANDO PEDRORODRIGUEZ GARCIA, nascido em Totana em 18 de setembro de 1899, filho de ALFONSO RODRIGUEZ VIDAL e de EULALIA GARCIA, acta de nacimiento , folio 69, numero 269.<br \/>\nDesde ja agrade\u00e7o sua aten\u00e7\u00e3o.<br \/>\nGrata<\/p>\n<p>Em 24\/04\/2016 21:25, <a href=\"mailto:vcgfontes@gmail.com\">vcgfontes@gmail.com<\/a> escreveu:<\/p>\n<p>PrezadoSr. Afranio,tive conhecimento de seu trabalho por isso tomo a liberdade de encaminhar esta mensagem.<br \/>\nA familia do lado materno\u00a0 de meu esposo \u00e9 natural de Totana.<br \/>\nO av\u00f4 de meu esposo,\u00a0 FERNANDO PEDRO RODRIGUEZ GARCIA (falecido),de meu marido, natural de Totana, Murcia, Espanha veio ainda rapazinho para o Brasil ainda solteiro. Aqui casou-se com a tamb\u00e9m espanhola Catarina Soares que n\u00e3o era natural da mesma regi\u00e3o (era de Caceres). Estabeleceram-se por ultimo na cidade de Cambar\u00e1, Paran\u00e1, Brasil (seus filhos: Maria, Eulalia<br \/>\nEduardo, Jo\u00e3o, Afonso<br \/>\nFernando e Alfredo), Fernando deixou familiares em Totana. Meu marido conseguiu a cidadania espanhola gra\u00e7as ao Sr. Fernando, e gostaria de fazer contato com familiares de Totana.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Afr\u00e2nio Franco de Oliveira Mello &#8211; ATENDIMENTOS N\u00daMEROS 706, 707, 708 e\u00a0 709<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[657,3712,4152],"class_list":["post-4902","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-comunicacao","tag-afranio-mello","tag-familias","tag-genealogia"],"aioseo_notices":[],"views":0,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":4957,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=4957","url_meta":{"origin":4902,"position":0},"title":"Genealogia: Afr\u00e2nio Mello fornece informa\u00e7\u00f5es sobre a familia PORTILLO","author":"Helio Rubens","date":"16 de maio de 2016","format":false,"excerpt":"Afr\u00e2nio Franco de Oliveira Mello - ATENDIMENTO N\u00daMERO 724 \u00a0 Preado Lucas, boa tarde. 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