{"id":50420,"date":"2022-06-01T15:53:32","date_gmt":"2022-06-01T18:53:32","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=50420"},"modified":"2022-06-01T15:53:32","modified_gmt":"2022-06-01T18:53:32","slug":"documentario-vai-e-vem-parte-do-dialogo-entre-suas-diretoras-para-retratar-o-mundo-contemporaneo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=50420","title":{"rendered":"Document\u00e1rio &#039;Vai e Vem&#039;  parte do di\u00e1logo entre suas diretoras para retratar o mundo contempor\u00e2neo"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F50420&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F50420&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><h2 style=\"text-align: center;\"><em><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/documentario-vai-e-vem-parte-do-dialogo-entre-suas-diretoras-para-retratar-o-mundo-contemporaneo\/cinema\/\" rel=\"attachment wp-att-50421\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-50421\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/cinema.jpg\" alt=\"\" width=\"268\" height=\"379\" \/><\/a>Filme experimental abrir\u00e1 o 11\u00ba. Olhar de Cinema, em 01 de junho, e chega aos cinemas em 2023<\/em><\/h2>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>Duas amigas, dois pa\u00edses diferente, dois cen\u00e1rios pr\u00f3ximos de caos e destrui\u00e7\u00e3o. O document\u00e1rio\u00a0<strong>VAI E VEM<\/strong>\u00a0nasce da liga\u00e7\u00e3o e das trocas entre suas duas diretoras, Chica Barbosa e Fernanda Pessoa, morando Los Angeles (EUA) e S\u00e3o Paulo, respectivamente. O momento \u00e9 2020, come\u00e7o da pandemia, e ambos pa\u00edses marcados por governos negligentes e a escalada da Covid. O longa ser\u00e1 lan\u00e7ado em cinemas pela Boulevard Filmes, em 2023, mas, antes disso, abrir\u00e1 o 11o Olhar de Cinema, em 01 de junho.<\/p>\n<p>\u201c<em>Eu queria que a Chica tivesse um pouco da sensa\u00e7\u00e3o do que era estar no Brasil naquele momento \u2013 os panela\u00e7os di\u00e1rios, a obsess\u00e3o com as not\u00edcias, a cidade que deveria estar vazia, mas na verdade nunca ficou, os trabalhadores que n\u00e3o tiveram a chance de parar porque o capital, os empreendimentos imobili\u00e1rios nunca param por aqui. Por outro lado, queria entender como ela estava vivendo esse momento l\u00e1, rec\u00e9m-chegada aos Estados Unidos de Trump<\/em>\u201d, explica Fernanda.<\/p>\n<p>Para estabelecer esse di\u00e1logo, as duas jovens cineastas partiram de uma esp\u00e9cie de jogo, tendo como base um livro da professora americana R. Blaetz sobre o cinema experimental dirigido por mulheres. A publica\u00e7\u00e3o \u00e9 composta de 16 artigos sobre diversas cineastas, e Fernanda e Chica se comunicariam por meio de v\u00eddeo-cartas curtas, cada uma inspirada por uma dessas mulheres.<\/p>\n<p>Al\u00e9m da lista de Blaetz, a dupla tamb\u00e9m buscou nomes de outras diretoras para enriquecer o processo. \u201c<em>N\u00e3o foi simples. Apesar de termos claro que existe uma variedade de artistas experimentais latino-americanas e negras, ainda existe o empecilho de ter um f\u00e1cil acesso aos seus trabalhos. Quer\u00edamos encontrar nomes dos quais pud\u00e9ssemos levar nossa pesquisa com mais profundidade para assim aplic\u00e1-la na nossa correspond\u00eancia<\/em>\u201d, explica Chica.<\/p>\n<p>O vai e vem das correspond\u00eancias digitais durou meses, e atravessou momentos pol\u00edticos marcantes \u2013 como processos eleitorais nos dois pa\u00edses. \u201c<em>No Brasil, quando o filme come\u00e7ou, havia uma esperan\u00e7a de que Bolsonaro ca\u00edsse. O caos social e a pandemia davam muito medo, mas ao tempo parecia que havia uma possibilidade de mudan\u00e7a muito radical. No entanto, pouco a pouco parece que fomos nos acostumando com os absurdos desse governo e da pandemia<\/em>\u201d, conta Fernanda.<\/p>\n<p>\u201c<em>Apesar de sentirmos um ind\u00edcio de esperan\u00e7a com a vit\u00f3ria do Biden, 2021 iniciou com a invas\u00e3o do capit\u00f3lio e o discurso absurdo sobre a fraude do resultado das elei\u00e7\u00f5es. Nem a grande representatividade na equipe do Biden foi suficiente para sentirmos verdadeiramente um avan\u00e7o no pa\u00eds desde ent\u00e3o<\/em>\u201d, complementa Chica.<\/p>\n<p>Para al\u00e9m das transforma\u00e7\u00f5es sociais e pol\u00edticas que o filme acompanha nos dois pa\u00edses,\u00a0<strong>VAI E VEM<\/strong>\u00a0foi uma experi\u00eancia que mudou a vida das diretoras. Fernanda ingressou no doutorado com um projeto sobre o cinema experimental feito por mulheres na Am\u00e9rica Latina.<\/p>\n<p>\u201c<em>Com a pesquisa que eu e a Chica fizemos juntas, e a descoberta da falta de bibliografias e materiais sobre as mulheres latinas do experimental, decidi me aprofundar nesse caminho. J\u00e1 no \u00e2mbito pessoal, al\u00e9m de refor\u00e7ar minha amizade e admira\u00e7\u00e3o pela Chica, me fez buscar mais comunidade entre mulheres<\/em>.\u201d<\/p>\n<p>\u201c<em>Eu n\u00e3o venho de uma forma\u00e7\u00e3o acad\u00eamica, mas todo esse tempo entre pesquisa e pr\u00e1xis com a Fernanda, \u00e0 nossa maneira e a partir das nossas pr\u00f3prias regras, resultou em uma belo estudo que me fez entender melhor o cinema que desejo realizar a partir de agora. O filme tamb\u00e9m me conectou com diversos coletivos de cinema de mulheres, e diversos tamb\u00e9m entre si, entre documentaristas, de latinas, \u201cbrown\u201d e \u201cBIPOC\u201d &#8211; termo que acolhe toda mulher que n\u00e3o \u00e9 identificada como branca nos Estados Unidos<\/em>\u201d, conta Chica.<\/p>\n<p>Combinado diversos tipos de imagens, fotografia e texturas,\u00a0<strong>VAI E VEM<\/strong>\u00a0\u00e9 um document\u00e1rio com a urg\u00eancia do presente, e uma observa\u00e7\u00e3o potente de duas jovens cineastas sobre o mundo em que habitam. \u201c<em>Para n\u00f3s, j\u00e1 era hora de questionar a est\u00e9tica cinematogr\u00e1fica e como contamos hist\u00f3rias, por meio de novas pesquisas, influ\u00eancias, lentes e olhares. Uma das raz\u00f5es pelas quais decidimos ter essas diretoras como ponto de partida formal \u00e9 tomar o cinema experimental como uma forma de cria\u00e7\u00e3o livre, sem amarras e sem conven\u00e7\u00f5es, mas ainda assim capaz de ressoar com o p\u00fablico<\/em>\u201d, concordam as duas.<\/p>\n<p><strong>VAI E VEM<\/strong>\u00a0ser\u00e1 lan\u00e7ado no Brasil pela Boulevard Filmes.<\/p>\n<p><strong>Sinopse<\/strong><\/p>\n<p>O ano em que tudo mudou radicalmente, onde as fronteiras reais e invis\u00edveis ganharam outra dimens\u00e3o, \u00e9 a raiz de uma provoca\u00e7\u00e3o f\u00edlmica. Duas amigas separadas pelos hemisf\u00e9rios norte e sul da Am\u00e9rica pretendem dan\u00e7ar no tumulto de imagens, viol\u00eancias, frustra\u00e7\u00f5es e desejos. Fazem-no atrav\u00e9s de um jogo onde o registro de si e das mulheres ao seu redor se transforma em um di\u00e1logo real e l\u00fadico, como um encontro e um abra\u00e7o decididos a resistir \u00e0 dist\u00e2ncia.<\/p>\n<p><strong>Ficha T\u00e9cnica<\/strong><\/p>\n<p><strong>Escrito, dirigido, editado e fotografado<\/strong>\u00a0por Chica Barbosa e Fernanda Pessoa<\/p>\n<p><strong>Produ\u00e7\u00e3o<\/strong>: Vulcana Cinema e Pessoa Produ\u00e7\u00f5es<\/p>\n<p><strong>Produzido<\/strong>\u00a0por Paola Wink e Jessica Luz<\/p>\n<p><strong>Edi\u00e7\u00e3o e mixagem de som<\/strong>: Tiago Bello, Chica Barbosa e Fernanda Pessoa<\/p>\n<p><strong>Colorido<\/strong>\u00a0por Daniel Dode e Gustavo Zuchowski<\/p>\n<p><strong>Trilha sonora original<\/strong>: Aline Ara\u00fajo, Julia Teles e Thiago Zanato<\/p>\n<p><strong>Ano<\/strong>: 2022<\/p>\n<p><strong>Dura\u00e7\u00e3o<\/strong>: 82 minutos<\/p>\n<p><strong>As diretoras<\/strong><\/p>\n<p><strong>Chica Barbosa<\/strong>\u00a0\u00e9 uma premiada diretora brasileira-mexicada residente em Los Angeles. Seu trabalho \u00e9 focado no cinema de n\u00e3o-fic\u00e7\u00e3o, experimental e com narrativas h\u00edbridas, tratando de temas como imigra\u00e7\u00e3o, conoliza\u00e7\u00e3o, LGBTQ+, identidade e f\u00e9 como um ato de resist\u00eancia. Seu curta-metrabem &#8220;La Flaca&#8221; (The Bony Lady, 2018) foi selecionado para mais de 100 festivais ao redor do mundo e ganhou diversos pr\u00eamios. Seus trabalhos foram exibido no IDFA, RIDM, DOC NYC, Message to Man, Frameline, Fribourg IFF, entre outros.<\/p>\n<p><strong>Fernanda Pessoa<\/strong>\u00a0\u00e9 diretora e artista brasileira. Como doutoranda na USP, pesquisa o cinema experimental latino americano feito por mulheres, \u00e9 mestre pela Sorbonne Nouvelle. Seu primeiro document\u00e1rio &#8220;Hist\u00f3rias que nosso cinema (n\u00e3o) contava&#8221; (2017) foi exibido em mais de 25 festivais e distribuido na Netflix no Brasil. Seu segundo document\u00e1rio &#8220;Zona \u00c1rida&#8221; (2019) recebeu uma Men\u00e7\u00e3o do J\u00fari no DOK Leipzig. Seus trabalhos foram exibido no IDFA, RIDM, Doclisboa, DOC NYC, Festival du Nouveau Cin\u00e9ma, BIENALSUR, CalArts, entre outros.<\/p>\n<p><strong>Sobre a Vulcana Cinema<\/strong><\/p>\n<p>Vulcana Cinema \u00e9 produtora brasileira criada em 2018 por Jessica Luz e Paola Wink, que acumulam mais de dez anos de experi\u00eancia como produtoras das empresas Besouro Filmes e Tokyo Filmes em Porto Alegre. Elas produziram mais de vinte curtas entre eles O TETO SOBRE N\u00d3S (Locarno Competition 2015) e DAMIANA (Cannes Competition 2017, TIFF Competition 2017) e longas como CASTANHA (Berlinale Forum 2014), RIFLE (Berlinale Forum 2016) e TINTA BRUTA (Berlinale Panorama 2018), al\u00e9m de diversas s\u00e9ries para TV. Em 2021, o longa em coprodu\u00e7\u00e3o com Uruguai, Argentina e Fran\u00e7a O EMPREGADO E O PATR\u00c3O teve sua estreia na Quinzena dos Realizadores em Cannes. Com foco em filmes arthouse, primeiros longas e mercado internacional, seus projetos foram premiados em importantes fundos internacionais como Hubert Bals Fund, IDFA Bertha Fund e Visions sud Est e participaram em laborat\u00f3rios renomados como EAVE Puentes, Berlinale Talent Project Market, Torino Film Lab e Binger Film Lab.<\/p>\n<p><strong>Sobre a Pessoa Produ\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p>Pessoa Produ\u00e7\u00f5es \u00e9 uma produtora paulista focada em cinema, v\u00eddeo e videoinstala\u00e7\u00f5es. Fundada em 2014 pela diretora e produtora Fernanda Pessoa, produziu nove curtas, exibidos em festivais nacionais e internacionais, como IDFA, DocLisboa, \u00c9 Tudo Verdade, Hot Docs, DOK Leipzig, Mostra de Tiradentes, RIDM, Oberhausen, al\u00e9m de videoclipes para cantores e bandas. Produziu o document\u00e1rio \u201cHist\u00f3rias que nosso cinema (n\u00e3o) contava\u201d (2017) e coproduziu o document\u00e1rio &#8220;Zona \u00c1rida&#8221; (2019).<\/p>\n<p><strong>Distribuidora: Boulevard Filmes<\/strong><\/p>\n<p>A Boulevard Filmes, criada em 2013, \u00e9 uma produtora e distribuidora audiovisual que busca o equil\u00edbrio entre projetos autorais e demandas de mercado, focando em estrat\u00e9gias de produ\u00e7\u00e3o e de distribui\u00e7\u00e3o compat\u00edveis com cada projeto. A empresa\u00a0 se dedica principalmente \u00e0 produ\u00e7\u00e3o (curtas e longas) e distribui\u00e7\u00e3o (longas) de cinema brasileiro independente. A versatilidade e a busca pela diversidade s\u00e3o suas principais caracter\u00edsticas, firmando parcerias com diretores e produtoras do norte ao sul do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Enquanto distribuidora, \u00e9 respons\u00e1vel pelo lan\u00e7amento comercial de filmes como Raia 4, Hist\u00f3rias que o nosso cinema (n\u00e3o) contava, Proibido Nascer no Para\u00edso, Libelu &#8211; Abaixo a Ditadura, Sobre Sete Ondas Verdes Espumantes, Legalidade, Amor, Pl\u00e1stico e Barulho, A\u00e7\u00facar, entre outros.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Filme experimental abrir\u00e1 o 11\u00ba. 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