{"id":50492,"date":"2022-06-06T04:12:42","date_gmt":"2022-06-06T07:12:42","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=50492"},"modified":"2022-06-06T04:12:42","modified_gmt":"2022-06-06T07:12:42","slug":"marcus-hemerly-as-producoes-da-boca-paulistana-do-cinema","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=50492","title":{"rendered":"Marcus Hemerly: &#039;As produ\u00e7\u00f5es da boca paulistana do cinema&#039;"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F50492&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F50492&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><h2><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/marcus-hemerly-as-producoes-da-boca-paulistana-do-cinema\/4d0e8aec-f49a-4310-8ab5-b95b527bde33\/\" rel=\"attachment wp-att-50493\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"50493\" data-permalink=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/?attachment_id=50493\" data-orig-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/4d0e8aec-f49a-4310-8ab5-b95b527bde33.jpg\" data-orig-size=\"800,600\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"4d0e8aec-f49a-4310-8ab5-b95b527bde33\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/4d0e8aec-f49a-4310-8ab5-b95b527bde33.jpg\" class=\" wp-image-50493 aligncenter\" src=\"http:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/4d0e8aec-f49a-4310-8ab5-b95b527bde33-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"408\" height=\"306\" \/><\/a><\/h2>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><em>Entre uma cerveja e outra no famoso Bar Soberano, um caf\u00e9 e um cigarro, discutiam-se roteiros, possibilidade de colabora\u00e7\u00e3o, loca\u00e7\u00f5es, distribui\u00e7\u00f5es das fitas e vendas de cotas<\/em><\/h2>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>\u00c9 sabido que nas \u00faltimas d\u00e9cadas, um pouco do preconceito do grande p\u00fablico quanto ao consumo da produ\u00e7\u00e3o cinematogr\u00e1fica nacional vem sendo mitigado. Todavia, infelizmente, o leitor poder ter ouvido de algum interlocutor \u2013 ou mesmo, com ele ter feito coro de vozes \u2013 ressalvas quanto \u00e0 qualidade das pel\u00edculas brasileiras.<\/p>\n<p>A partir do final dos anos noventa e in\u00edcio dos anos 2000, nosso cinema j\u00e1 contava com investimentos de produ\u00e7\u00e3o e divulga\u00e7\u00e3o interna e no exterior, a n\u00edvel milion\u00e1rio, muito devido \u00e0s participa\u00e7\u00f5es na premia\u00e7\u00e3o do Oscar, que solidificaram as carreiras e credibilidade de cineastas como Walter Salles e Fernando Meirelles. Ainda que a meca da ind\u00fastria, tanto em mat\u00e9ria de\u00a0produ\u00e7\u00e3o e audi\u00eancia tenha se amoldado em torno do mercado norte-americano, o Brasil, no cen\u00e1rio p\u00f3s-guerra, delineou um p\u00fablico \u00e1vido pela s\u00e9tima arte.<\/p>\n<p>Diferente dos americanos, caracterizados por uma cultura de consumo do pr\u00f3prio cinema, as fitas internacionais sempre tiveram popularidade acentuada em nossas terras, tanto que o hist\u00f3rico de confec\u00e7\u00e3o da dublagem nacional \u00e9 bem precoce em rela\u00e7\u00e3o aos demais pa\u00edses. Ressalte-se tamb\u00e9m a versatilidade das realiza\u00e7\u00f5es nacionais, principalmente a partir dos anos sessenta, gravitando em torno de com\u00e9dias pastel\u00e3o, horror, suspenses, dramas e, at\u00e9 mesmo, faroestes. Imposs\u00edvel esquecer dos filmes de Grande Otelo e Oscarito pela produtora carioca Atl\u00e2ntida, e os da Vera Cruz, sediada em S\u00e3o Bernardo do Campo, SP. Um par\u00eantese interessante \u00e9 que mesmo sem gozar da mesma popularidade no Brasil, o saudoso Jos\u00e9 Mojica Marins, o \u201cZ\u00e9 Do Caix\u00e3o\u201d, recentemente falecido, \u00e9 extremamente conhecido e cultuado na Am\u00e9rica e Europa, onde o g\u00eanero do horror sempre foi bastante valorizado, de modo acentuado, na Inglaterra, com o lend\u00e1rio est\u00fadio Hammer.<\/p>\n<p>Ali\u00e1s, um quantitativo consider\u00e1vel de filmes era produzido na chamada \u201cBoca do lixo\u201d, ou Boca do Cinema, na regi\u00e3o central de S\u00e3o Paulo, que detinha um hist\u00f3rico de concentra\u00e7\u00e3o de escrit\u00f3rios das produtoras, principalmente dos anos sessenta aos oitenta, pela proximidade \u00e0 esta\u00e7\u00e3o ferrovi\u00e1ria da Luz e da antiga rodovi\u00e1ria, quadro que facilitava a distribui\u00e7\u00e3o dos rolos de filme. In\u00fameros cineastas talentosos enriqueceram esse, que mesmo n\u00e3o chamado de movimento propriamente dito \u2013 seria mais adequado rotular de fen\u00f4meno &#8211; foi um reduto extremamente importante para diretores como Carlos \u201cCarl\u00e3o\u201d Reichenbach, que concebeu o controverso \u201cLilian M:Confiss\u00f5esAmorosas (Relat\u00f3rio Confidencial)\u201d de 1975 e Rog\u00e9rio Sganzerla, respons\u00e1vel pelo inovador \u201cO Bandido da Luz Vermelha\u201d de 1968.<\/p>\n<p>Paralelamente ao chamado pela hist\u00f3rica de cinema marginal, marcado pelo realismo visceral, nascia o movimento do cinema novo, caracter\u00edstico pelo tra\u00e7o de an\u00e1lise das desigualdades brasileiras, numa releitura das peculiaridades afetas a industrializa\u00e7\u00e3o em contraposi\u00e7\u00e3o \u00e0 mis\u00e9ria nas regi\u00f5es menos favorecidas. Uma fus\u00e3o de pol\u00edtica, regionalismo hist\u00f3rico, religi\u00e3o e folclore bem caracter\u00edsticos do Brasil, em uma roupagem intelectualizada de forte inspira\u00e7\u00e3o na <em>nouvelle vague <\/em>francesa, o que Glauber Rocha definiu como <em>\u201cuma c\u00e2mera na m\u00e3o e uma ideia na cabe\u00e7a\u201d.<\/em><\/p>\n<p>De outro giro, com recorrentes tem\u00e1ticas er\u00f3ticas, muitas vezes cr\u00edticas em seu tom de cinema mais popular e comercial, foi objeto de tolhimento pela censura durante a ditadura militar. O pr\u00f3prio Reichenbach, muito pertinentemente ponderou o contraste do enlatado glamourizado t\u00edpico do cinema americano e a realidade crua e incisiva dos roteiros da \u201cboca\u201d, no que, indevida e imprecisamente, se convencionou chamar de pornochanchada.<\/p>\n<p>\u201cChanchada\u201d, consoante apontado em linhas acima, como uma deriva\u00e7\u00e3o das com\u00e9dias, inclusive de forte inspira\u00e7\u00e3o no cinema italiano que adquiriu, n\u00e3o precipuamente, os contornos da sensualidade. Diante disso, a todos os subg\u00eaneros realizados na Rua do Triumpho, atribu\u00eda-se pejorativamente o prefixo \u201cporno\u201d, (porno terror, porno policial etc.). O falecido cineasta e jornalista Alfredo Sternheim, um dos \u00faltimos reis da boca do lixo, definiu muito bem em entrevistas, que existia uma diversidade para a qual a cr\u00edtica n\u00e3o se atentava, no famoso \u201cn\u00e3o vi e n\u00e3o gostei\u201d, ponderando, ainda, que os cineastas n\u00e3o contavam com o mecenato generoso da Embrafilme.<\/p>\n<p>Em sua festejada obra \u201cBoca do Lixo &#8211; Cinema e Classes Populares\u201d, Nuno Cesar\u00a0 Abreu, (Editora Unicamp), relata:<\/p>\n<p><em>\u00a0\u201cA rejei\u00e7\u00e3o das elites ao cinema brasileiro (generalizado como pornochanchada) como sintoma de rejei\u00e7\u00e3o da realidade. A pornochanchada como pedagogia er\u00f3tica, trazendo a &#8220;revolu\u00e7\u00e3o sexual&#8221; para o universo popular, produzindo o maior fen\u00f4meno de bilheteria da hist\u00f3ria do cinema brasileiro\u201d.<\/em><\/p>\n<p>Como decorr\u00eancia, cuidava-se de um cinema que se autossustentava, no qual os ganhos de um filme eram investidos na produ\u00e7\u00e3o subsequente, tempo no qual fazer sucesso era lotar uma estreia no Cine Marab\u00e1, da Avenida Ipiranga com a S\u00e3o Jo\u00e3o. Um cinema popular, feito por brasileiros para o brasileiro.\u00a0 Entre uma cerveja e outra no famoso Bar Soberano, um caf\u00e9 e um cigarro, discutiam-se roteiros, possibilidade de colabora\u00e7\u00e3o, loca\u00e7\u00f5es, distribui\u00e7\u00f5es das fitas e vendas de cotas. Em produ\u00e7\u00f5es r\u00e1pidas e sem or\u00e7amentos sofisticados, criava-se cinema sem grandes recursos; n\u00e3o amador, mas empregando in\u00fameros colaboradores amadores que se profissionalizaram na escola do dia a dia, ao lado de figuras j\u00e1 experimentadas. Evidentemente, in\u00fameros profissionais derivavam da televis\u00e3o e teatro, contribuindo para uma tend\u00eancia de <em>filmaking<\/em> em massa.<\/p>\n<p>Estima-se que grande percentual da produ\u00e7\u00e3o de cinema nos anos setenta teve origem na boca do lixo, que inclusive foi respons\u00e1vel por grandes sucessos hist\u00f3ricos, como \u201cIndepend\u00eancia ou Morte\u201d, e \u201cO Pagador de Promessas\u201d, \u00fanico filme nacional a vencer a Palma de Ouro em Cannes, ambos emergindo do antigo quadril\u00e1tero do pecado, formado pelas ruas Aurora, Triumpho e Vit\u00f3ria. J\u00e1 foi dito que Jos\u00e9 Mojica Marins era especialista em criar com pouco or\u00e7amento ou sem or\u00e7amento nenhum, demonstrando, novamente, o tom artesanal das fitas extremamente populares no eixo Rio &#8211; S\u00e3o Paulo, que lotavam as salas de cinema, concorrendo at\u00e9 mesmo com os t\u00edtulos internacionais, traduzindo a realidade numa po\u00e9tica das ruas. Decerto, \u00e9 uma das caracter\u00edsticas da genialidade, a habilidade de criar com parcos recursos.<\/p>\n<p>As pornochanchadas foram respons\u00e1veis por massificar a proje\u00e7\u00e3o de atores e diretores como David Cardoso, S\u00edlvio de Abreu, Jean Garrett, Odyr Fraga, Cl\u00e1udio Cunha, Ant\u00f4nio Ciambra, Alfredo Sternheim, al\u00e9m das musas, Nicole Puzzi, Helena Ramos, D\u00e9bora Muniz Jussara Calmon, Zilda Mayo, Aldine M\u00fcller, Noelle Pine, entre outros nomes que marcaram uma gera\u00e7\u00e3o. Destacam-se ainda as produtoras de Alfredo Pal\u00e1cios, Ant\u00f4nio Polo Gante e Augusto Cervantes.<\/p>\n<p>\u00c9 cedi\u00e7o que as posteriores produ\u00e7\u00f5es de sexo expl\u00edcito revelaram-se mais intensas no in\u00edcio da d\u00e9cada de 80, fazendo com que grande parte do elenco e dire\u00e7\u00e3o n\u00e3o migrasse para aquele novo estilo, que a partir de ent\u00e3o passaram a dominar o quadro de distribui\u00e7\u00e3o, minando o jeito de fazer cinema da boca do lixo, intensamente caracterizado nos anos setenta, a partir da libera\u00e7\u00e3o de duas d\u00e9cadas de pornografia estrangeira represada. Diante da concorr\u00eancia, foi o final da Boca.\u00a0 Ainda nas palavras do professor Nuno Cesar Abreu:<\/p>\n<p><em>\u201cA potente entrada dos filmes estrangeiros de sexo expl\u00edcito, num momento de esgotamento do modelo da pornochanchada, a desorganiza\u00e7\u00e3o do circuito exibidor, com a sa\u00edda do distribuidor\/exibidor da produ\u00e7\u00e3o, e a desobedi\u00eancia das leis protecionistas aceleram a r\u00e1pida decad\u00eancia do cinema paulista de mercado, abalando os fr\u00e1geis alicerces da Boca, sobretudo ao provocar divis\u00f5es internas quanto \u00e0 ades\u00e3o ou n\u00e3o \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de filmes de sexo expl\u00edcito como forma de sobreviv\u00eancia\u201d<\/em><\/p>\n<p>Apesar de indevidamente criticado, o cinema da Boca foi respons\u00e1vel pela populariza\u00e7\u00e3o da s\u00e9tima arte consumida pelos brasileiros, conforme mencionado, ao tratar da realidade e cotidiano, criando uma empatia entre p\u00fablico e elenco, um dos fatores inquestion\u00e1veis de seu sucesso, marcando uma segunda fase de procura do p\u00fablico pelo que \u00e9 tipicamente nacional.<\/p>\n<p>Nas \u00faltimas duas d\u00e9cadas, percebe-se um gradual renascimento do interesse do p\u00fablico brasileiro pelas nossas produ\u00e7\u00f5es, seja a partir da redescobertas de t\u00edtulos cl\u00e1ssicos ou mesmo pelas fitas contempor\u00e2neas, que serviram como trampolim para alguns artistas em suas carreiras internacionais. Desse modo, tanto no que tange \u00e0s grandes produ\u00e7\u00f5es ou ao ramo independente, quando se escolhe um filme de nossa p\u00e1tria, boas surpresas se descortinam.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entre uma cerveja e outra no famoso Bar Soberano, um caf\u00e9 e um cigarro, discutiam-se roteiros, possibilidade de colabora\u00e7\u00e3o, loca\u00e7\u00f5es, distribui\u00e7\u00f5es das fitas e vendas de cotas<\/p>\n","protected":false},"author":22,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[1094,1420,1975,5388],"class_list":["post-50492","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-comunicacao","tag-artigo","tag-boca-do-lixo","tag-cinema-brasileiro","tag-marcus-hemerly"],"aioseo_notices":[],"views":0,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":48592,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=48592","url_meta":{"origin":50492,"position":0},"title":"Marcus Hemerly: &#039;Babenco, o cora\u00e7\u00e3o ainda bate&#039;","author":"Marcus Hemerly","date":"17 de fevereiro de 2022","format":false,"excerpt":"Babenco, o cora\u00e7\u00e3o ainda bate \u201cVoc\u00ea n\u00e3o passa impunemente pelo que acontece com voc\u00ea. \u00c9 \u00f3bvio que cicatrizes ficam. 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