{"id":50673,"date":"2022-06-11T23:41:03","date_gmt":"2022-06-12T02:41:03","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=50673"},"modified":"2022-06-11T23:41:03","modified_gmt":"2022-06-12T02:41:03","slug":"neusa-bernado-coelho-nacao-guarani-mbya","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=50673","title":{"rendered":"Neusa Bernado Coelho: &#039;Na\u00e7\u00e3o Guarani &#8211; Mbya&#039;"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F50673&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F50673&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><figure id=\"attachment_37150\" aria-describedby=\"caption-attachment-37150\" style=\"width: 125px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/FOTO-Neusa....jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"37150\" data-permalink=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/?attachment_id=37150\" data-orig-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/FOTO-Neusa....jpg\" data-orig-size=\"467,550\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;7.1&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;Canon EOS 7D&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;946685164&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;53&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;2000&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0.016666666666667&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}\" data-image-title=\"FOTO Neusa&amp;#8230;\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"&lt;p&gt;Neusa Bernado Coelho&lt;\/p&gt;\n\" data-large-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/FOTO-Neusa....jpg\" class=\" wp-image-37150\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/FOTO-Neusa...-150x150.jpg\" alt=\"\" width=\"125\" height=\"125\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-37150\" class=\"wp-caption-text\">Neusa Bernado Coelho<\/figcaption><\/figure>\n<h2 style=\"text-align: center;\">Na\u00e7\u00e3o Guarani &#8211; Mbya<\/h2>\n<p><!--more--><\/p>\n<figure id=\"attachment_50674\" aria-describedby=\"caption-attachment-50674\" style=\"width: 285px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Picsart_22-06-11_23-11-51-213.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-50674\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Picsart_22-06-11_23-11-51-213.jpg\" alt=\"\" width=\"285\" height=\"328\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-50674\" class=\"wp-caption-text\">Arquivo Neusa &#8211; Pintura Rute Cardoso<\/figcaption><\/figure>\n<p>No passado, o limite territorial ind\u00edgena era definido e respeitado entre as diferentes etnias existentes no Brasil. Com a chegada dos europeus, teve in\u00edcio o processo de coloniza\u00e7\u00e3o e dom\u00ednio desses povos que foram perdendo espa\u00e7o.<\/p>\n<p>O tronco tupi-guarani \u00e9 constitu\u00eddo de numerosa fam\u00edlia lingu\u00edstica, sendo o Mbya, ou embi\u00e1, um dialeto da etnia guarani\u00a0<strong>. <\/strong>Inicialmente denominados carij\u00f3s, foram um dos primeiros povos das terras brasileiras a habitar a costa atl\u00e2ntica, desde a Barra da Cananeia at\u00e9 o Rio Grande do Sul. Concentrados preferencialmente na Mata Atl\u00e2ntica, se estabeleceram entre rios e montanhas, em terras f\u00e9rteis pr\u00f3prias para o plantio.<\/p>\n<p>S\u00edmbolo nacional, tema de \u00f3peras e poesias, o Guarani carrega consigo a imagem de \u00edndio integrado, que fala o portugu\u00eas e usa vestes ocidentais. Essa adapta\u00e7\u00e3o se deve ao fato de que o Mby\u00e1, integrado \u00e0 civiliza\u00e7\u00e3o, se viu obrigado a incorporar alguns aspectos alheios a sua cultura milenar.<\/p>\n<p>Superadas as quest\u00f5es de escraviza\u00e7\u00e3o pelas bandeiras de apresamento no s\u00e9culo XVI e as doen\u00e7as que reduziram suas popula\u00e7\u00f5es, resistiram com estrat\u00e9gias de luta por direitos. Suas vozes ecoaram no Congresso Nacional, e em todos os cantos do Pa\u00eds quando as terras conquistadas foram amea\u00e7adas por projetos considerados de risco \u00e0 sua sobreviv\u00eancia.<\/p>\n<p>Protegidos por legisla\u00e7\u00f5es no decorrer das \u00faltimas d\u00e9cadas, acompanhados pelo Servi\u00e7o de Prote\u00e7\u00e3o ao \u00cdndio e depois pela FUNAI &#8211; Funda\u00e7\u00e3o Nacional do \u00cdndio, foi a Constitui\u00e7\u00e3o de 1988 que garantiu terra, sa\u00fade, educa\u00e7\u00e3o, costume, l\u00edngua, cren\u00e7a, tradi\u00e7\u00e3o, organiza\u00e7\u00e3o social e pol\u00edtica aos povos origin\u00e1rios. Muitos desses direitos n\u00e3o foram alcan\u00e7ados na plenitude, deixando-os na condi\u00e7\u00e3o de &#8216;sem-terra&#8217;. A grande conquista, entretanto, \u00e9 que o povo guarani, ainda mant\u00e9m a identidade tradicional da sua cultura, resistindo aos desafios sociais, pol\u00edticos e conflitos econ\u00f4micos, desde os prim\u00f3rdios da coloniza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Aspectos culturais Guarani<\/strong><\/p>\n<p>Os Mbya, conhecidos como \u00edndios da floresta, se organizam em n\u00facleos familiares de numerosas pessoas. A arte, cultura, educa\u00e7\u00e3o e espiritualidade, s\u00e3o transmitidas de gera\u00e7\u00e3o em gera\u00e7\u00e3o pelos mais velhos, s\u00e1bios, av\u00f3s e pais. Uma peculiaridade da fam\u00edlia \u00e9 ensinar aos filhos bondade, viver em harmonia, dividir qualquer coisa com seus pares e com outras fam\u00edlias. Esses h\u00e1bitos ancestrais representam a perman\u00eancia da cultura guarani h\u00e1 500 anos, embora adaptada aos novos tempos. Os cerimoniais acompanham o desenvolvimento da crian\u00e7a desde o batismo, celebrado pelo curandeiro, que lhe d\u00e1 o nome. A festividade geralmente ocorre no Ano Novo, comemorado em agosto, \u00e9poca em que acontece a festa do milho, da \u00e1gua e da erva-mate. Outra tradi\u00e7\u00e3o mantida na aldeia est\u00e1 relacionada \u00e0s meninas, quando ocorre a primeira menstrua\u00e7\u00e3o; seus cabelos s\u00e3o cortados, e sob a observa\u00e7\u00e3o da m\u00e3e, fica isolada por dois meses, segundo a lenda, para n\u00e3o ser possu\u00edda por esp\u00edritos mal\u00e9ficos.<\/p>\n<p>Toda aldeia tem a &#8216;Casa de Reza&#8217;\u00a0desempenhando h\u00e1 s\u00e9culos papel fundamental na cultura guarani. \u00c9 local de ora\u00e7\u00e3o, medita\u00e7\u00e3o, dan\u00e7a e canto, e onde as crian\u00e7as aprendem desde cedo a respeitar a natureza, as aves, as plantas medicinais. Nas cerim\u00f4nias, o cachimbo fumado por homens e mulheres \u00e9 instrumento de eleva\u00e7\u00e3o espiritual num ritual para obter paz, coragem, sa\u00fade, cura e for\u00e7a para viver bem e feliz, seguido pelo <em>kara\u00ed<\/em>, um canto durante o qual todas as pessoas ficam em p\u00e9 e dan\u00e7am juntamente. A dan\u00e7a do <em>txondaro<\/em> \u00e9 praticada por protetores e guerreiros, ao som de instrumentos musicais. A colheita e a divindade celestial \u00e9 celebrada com a dan\u00e7a chamada (<em>djerodjy)<\/em>.<\/p>\n<p>Os h\u00e1bitos alimentares s\u00e3o baseados na ca\u00e7a, pesca, coleta de mel, frutas, palmito, ra\u00edzes e sementes da natureza. Outros, s\u00e3o plantados: mandioca, batata, moranga, ab\u00f3bora, melancia, pepino. O milho \u00e9 considerado sagrado pelo guarani; dele fazem farofa, pamonha, mingau, bolo ralado na cinza e bebida. O rio tem import\u00e2ncia na vida dos povos origin\u00e1rios; al\u00e9m do lazer, servem para pescar.<\/p>\n<p>A cultura milenar do artesanato \u00e9 praticada para uso pr\u00f3prio ou para venda. Na confec\u00e7\u00e3o dos cestos, arcos e flechas utilizam madeira e taquara; balaios com desenhos significam amor, e os que n\u00e3o t\u00eam significam paz. O colar representa o fortalecimento do esp\u00edrito. As encantadoras pinturas corporais os distinguem entre as tribos e as fam\u00edlias, s\u00e3o utilizadas no dia a dia; s\u00e3o diferenciados em rituais comemorativos ou de combate.<\/p>\n<p>Em Santa Catarina, as aldeias Guarani est\u00e3o presentes em v\u00e1rios munic\u00edpios. Na regi\u00e3o do Massiambu e Morro dos Cavalos, em Palho\u00e7a\/SC, a primeira presen\u00e7a \u00e9 documentada em 1576. Atualmente, vivem pr\u00f3ximos da sede do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro, sobrevivem nas ruas da cidade esmolando ou vendendo seus artesanatos aos turistas. Reclamam da falta do Tekoa, espa\u00e7o de terras f\u00e9rteis para plantar, rios e florestas para a coleta, pesca e ca\u00e7a.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Neusa Bernado Coelho<\/h3>\n<p>farmaciadobetinho@yahoo.com<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Fontes consultadas:<\/strong><\/p>\n<p>Revista de Hist\u00f3ria da Biblioteca Nacional-Clarice Cohn p.18-21. N.91 de 2013<\/p>\n<p>Revista de Hist\u00f3ria Catarina p.72-82.<\/p>\n<p>Revista-Hist\u00f3ria\/SC-Aldo Litaiff, p. 76-78-ed. 46-2012.<\/p>\n<p>Mbya Reko (Vida Guarani). Projeto Microbacias 2, 2006.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na\u00e7\u00e3o Guarani &#8211; Mbya<\/p>\n","protected":false},"author":29,"featured_media":50684,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[1094,5941,6011],"class_list":["post-50673","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-comunicacao","tag-artigo","tag-nacao-guarani-mbya","tag-neusa-bernado-coelho"],"aioseo_notices":[],"views":757,"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Picsart_22-06-11_23-11-51-213-1.jpg","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":45198,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=45198","url_meta":{"origin":50673,"position":0},"title":"Neusa Bernado Coelho: &#039;S\u00edtios Arqueol\u00f3gicos: Ilha do Coral&#039; &#8211; Palho\u00e7a\/SC","author":"Neusa Maria Bernado Coelho","date":"29 de setembro de 2021","format":false,"excerpt":"S\u00edtios Arqueol\u00f3gicos:\u00a0Ilha do Coral - Palho\u00e7a\/SC H\u00e1 cerca de 5.000 anos o litoral catarinense passou a ser ocupado pelos \u00edndios carij\u00f3s, da fam\u00edlia tupi-guarani, e, no s\u00e9culo XVI foram os primeiros a contactar com os navegadores europeus. 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