{"id":50757,"date":"2022-06-19T10:51:05","date_gmt":"2022-06-19T13:51:05","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=50757"},"modified":"2022-06-19T10:51:05","modified_gmt":"2022-06-19T13:51:05","slug":"marcus-hemerly-mes-do-cinema-nacional-e-dez-anos-sem-carlos-reinchenbach-o-ultimo-utopista","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=50757","title":{"rendered":"Marcus Hemerly: &#039;M\u00eas do Cinema Nacional e dez anos sem Carlos Reinchenbach: o \u00faltimo utopista"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F50757&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F50757&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><h2><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/marcus-hemerly-mes-do-cinema-nacional-e-dez-anos-sem-carlos-reinchenbach-o-ultimo-utopista\/jornal-cultural-o-rol-3\/\" rel=\"attachment wp-att-50759\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"50759\" data-permalink=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/?attachment_id=50759\" data-orig-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Jornal-cultural-o-rol-3.png\" data-orig-size=\"800,600\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"Jornal cultural o rol (3)\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Jornal-cultural-o-rol-3.png\" class=\"wp-image-50759 aligncenter\" src=\"http:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Jornal-cultural-o-rol-3-300x225.png\" alt=\"\" width=\"452\" height=\"339\" \/><\/a><\/h2>\n<h2 style=\"text-align: center;\">M\u00eas do cinema nacional e dez anos sem Carlos Reinchenbach: o \u00faltimo utopista<\/h2>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>Em 1898, Afonso Segreto registrava sua chegada a Ba\u00eda de Guanabara pelo navio Br\u00e9sil, data que seria escolhida como dia do cinema brasileiro, ocasi\u00e3o das primeiras imagens gravadas em pel\u00edcula no territ\u00f3rio nacional. Apesar de alguns historiadores divergirem acerca do efetivo registro primevo da imagem em movimento no Brasil,19 de junho \u00e9 a data oficial comemorativa da s\u00e9tima arte em terras tupiniquins, a despeito do 5 de novembro, data da primeira exibi\u00e7\u00e3o p\u00fablica.<\/p>\n<p>Nesse m\u00eas, precisamente no dia 14, lembramos dez anos de partida do diretor Carlos Reichenbach. Nascido no Rio Grande do Sul, em 14 de junho de 1945, de pais editores, viveu desde cedo em S\u00e3o Paulo, podendo ser inserido como um forte representante do cinema da Boca do Lixo, realizado na regi\u00e3o de mesmo nome localizada no centro de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>\u00c9 cedi\u00e7o que em meio aos filmes do chamado Cinema Marginal, marcado pelas produ\u00e7\u00f5es r\u00e1pidas e de baixo or\u00e7amento, balizavam-se algumas obras-primas dentre ao que se convencionou chamar, n\u00e3o raro, injustamente, de pornochanchadas. Reichenbach, ou \u201cCarl\u00e3o\u201d, como era conhecido, destacou-se inicialmente como diretor de fotografia e roteirista, passando a dirigir trabalhos que gravitavam em torno do cinema existencial, intimista, e, ao mesmo tempo, que retratava as realidades brasileiras. \u00caxodo rural, pobreza em contraposi\u00e7\u00e3o \u00e0 industrializa\u00e7\u00e3o, a insurg\u00eancia aos costumes e \u00e0 ditadura, eram fei\u00e7\u00f5es robustas nos anos sessenta e setenta. Carl\u00e3o, que se aos olhos da cr\u00edtica era um mestre do improviso, em suas pr\u00f3prias palavras, o fazia\u00a0 \u201ca partir de um roteiro de ferro\u201d; e como bom espectador das mazelas brasileiras, as transp\u00f4s \u00e0 tela num olhar sens\u00edvel, emergido da \u00f3tica dos oper\u00e1rios do ABC paulista, da austeridade industrial das classes privilegiadas, e daqueles que flutuavam ao derredor.<\/p>\n<p>Com \u201cFilme Dem\u00eancia\u201d de 1985, anagrama para \u201cfilme de cinema\u201d, desenhou uma intertextualidade com o Fausto de Goethe exsurgindo da Selva de Pedra, numa releitura daquela obra, considerado seu melhor e mais denso filme. A contraposi\u00e7\u00e3o do pessimismo ao realismo tamb\u00e9m foi bem retratada em suas \u00faltimas obras dos anos 2000. Pode-se dizer que na \u201cBoca\u201d, existiam majoritariamente duas vertentes de cinema: a pornochanchada, de um lado, e do outro, os s\u00edmbolos mais experimentais, formatados a partir da preocupa\u00e7\u00e3o com a qualidade e profundidade, fortemente libert\u00e1rias,\u00a0reflexivas, artesanais. O Jornalista\u00a0 Marcelo Lyra, autor da obra \u201cO cinema como raz\u00e3o de viver\u201d, da Cole\u00e7\u00e3o Aplauso, (Imprensa Oficial, 2007, pp. 38\/39), pondera:<\/p>\n<p><em>\u201cDepois de dois epis\u00f3dios em longas que ele mesmo renega, estreou em um\u00a0 longa solo com Corrida em Busca do Amor (1970),\u00a0 que est\u00e1 longe de seus melhores trabalhos. \u00c9 um filme que come\u00e7a de forma convencional e s\u00f3 a\u00a0 partir da segunda metade, quando a produ\u00e7\u00e3o\u00a0 fica sem dinheiro, passa a incorporar alguns elementos do cinema marginal, ainda sim de forma\u00a0 ca\u00f3tica, exibindo uma corrida de autom\u00f3veis\u00a0 onde n\u00e3o se sabe quem est\u00e1 na frente, aonde se\u00a0vai chegar ou o que est\u00e1 acontecendo. O recurso mais constante \u00e9 um humor inspirado nas antigas chanchadas, e que estaria presente em\u00a0 praticamente toda a obra do diretor. S\u00f3 em Lilian\u00a0 M. (1971) come\u00e7aria a se delinear o cineasta que\u00a0 atingiria seu auge em meados dos anos 80 com\u00a0 dois grandes trabalhos: Filme Dem\u00eancia (1985)\u00a0 e Anjos do Arrabalde (1986). O primeiro \u00e9 uma\u00a0abordagem sombria da decad\u00eancia, da perda\u00a0 dos valores seguida de uma descida aos infernos\u00a0 da pr\u00f3pria alma, em clima on\u00edrico. Inspirado em Goethe e com elementos de S\u00e3o Paulo S.A., de\u00a0 seu mestre Luiz S\u00e9rgio Person, o filme \u00e9 tamb\u00e9m\u00a0 uma releitura da sua rela\u00e7\u00e3o com o pai, morto\u00a0 precocemente. J\u00e1 Anjos&#8230; envereda pelo estilo do italiano Valerio Zurlini, outra constante fonte inspiradora.\u201d<\/em><\/p>\n<p>Nesse passo, primou pela entrega de uma obra\u00a0feita primordialmente para satisfa\u00e7\u00e3o de seu criador, como resultado art\u00edstico em detrimento da fei\u00e7\u00e3o comercial; um cinema em grande parte feito pelo amor do fazer cinema. Se, numa primeira an\u00e1lise, os cineastas do chamado cinema marginal digladiavam-se com a repress\u00e3o est\u00fapida, em raz\u00e3o do teor er\u00f3tico das produ\u00e7\u00f5es, por outro giro, o intento combativo pol\u00edtico \u00e0s vezes passava despercebido aos olhos rasos dos sensores. Tal aspecto seria refletindo, inclusive, nos \u00faltimos filmes de Carl\u00e3o, em tom de rememora\u00e7\u00e3o, apontando a nebulosidade nociva do regime militar, outrora criticado em tom mais velado, dada a contemporaneidade da amea\u00e7a.<\/p>\n<p>Atentando \u00e0 escala evolutiva do cinema nacional, hoje mais privilegiado nos quesitos de produ\u00e7\u00e3o e distribui\u00e7\u00e3o, imposs\u00edvel dissociar o nome de Carlos Reichenbach e o cinema marginal do plano hist\u00f3rico de amadurecimento da arte. Assim como o cinema novo de Glauber Rocha, de igual forma eminentemente experimental, o olhar do que \u201cest\u00e1 \u00e0 margem\u201d apura uma riqueza que, infelizmente, \u00e9 desconhecida de seu pr\u00f3prio povo, mat\u00e9ria prima humana se sua cria\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong><u>Trabalhos como diretor<\/u><\/strong><\/p>\n<p>Falsa loira (2007)<\/p>\n<p>Bens confiscados (2005)<\/p>\n<p>Garotas do ABC (2004)<\/p>\n<p>Equil\u00edbrio e gra\u00e7a (2002). Curta-metragem realizado atrav\u00e9s do programa Petrobr\u00e1s Cinema.<\/p>\n<p>Dois c\u00f3rregos (1999)<\/p>\n<p>Alma cors\u00e1ria (1994)<\/p>\n<p>Anjos do arrabalde (1987). Pr\u00eamio de melhor filme e melhor atriz (Betty Faria) no Festival de Gramado.<\/p>\n<p>Filme dem\u00eancia (1985)<\/p>\n<p>Para\u00edso proibido (1980)<\/p>\n<p>Amor, palavra prostituta (1979)<\/p>\n<p>O imp\u00e9rio do desejo (1978)<\/p>\n<p>A ilha dos prazeres proibidos (1977)<\/p>\n<p>Lilian M., relat\u00f3rio confidencial(1974)<\/p>\n<p>Esta rua t\u00e3o Augusta (1969). Curta-metragem.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>M\u00eas do cinema nacional e dez anos sem Carlos Reinchenbach: o \u00faltimo utopista<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":50759,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[1094,1663,5388,5613],"class_list":["post-50757","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-comunicacao","tag-artigo","tag-carlos-reichenbach","tag-marcus-hemerly","tag-mes-do-cinema-nacional"],"aioseo_notices":[],"views":0,"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Jornal-cultural-o-rol-3.png","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":57707,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=57707","url_meta":{"origin":50757,"position":0},"title":"O \u2018Poeta Maldito\u2019, na obra de Carlos Reichenbach","author":"Marcus Hemerly","date":"24 de junho de 2023","format":false,"excerpt":"Uma figura ex\u00f3tica de olhar fixo, perdido e contemplativo, frequentemente agregava aos filmes de Carlos Reichenbach, emprestando uma aura prof\u00e9tica...","rel":"","context":"Em &quot;Arte&quot;","block_context":{"text":"Arte","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=9286"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/Jornal-cultural-o-rol-1.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/Jornal-cultural-o-rol-1.jpg?resize=350%2C200&ssl=1 1x, https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/Jornal-cultural-o-rol-1.jpg?resize=525%2C300&ssl=1 1.5x, https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/Jornal-cultural-o-rol-1.jpg?resize=700%2C400&ssl=1 2x"},"classes":[]},{"id":50492,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=50492","url_meta":{"origin":50757,"position":1},"title":"Marcus Hemerly: &#039;As produ\u00e7\u00f5es da boca paulistana do cinema&#039;","author":"Marcus Hemerly","date":"6 de junho de 2022","format":false,"excerpt":"Entre uma cerveja e outra no famoso Bar Soberano, um caf\u00e9 e um cigarro, discutiam-se roteiros, possibilidade de colabora\u00e7\u00e3o, loca\u00e7\u00f5es, distribui\u00e7\u00f5es das fitas e vendas de cotas \u00c9 sabido que nas \u00faltimas d\u00e9cadas, um pouco do preconceito do grande p\u00fablico quanto ao consumo da produ\u00e7\u00e3o cinematogr\u00e1fica nacional vem sendo mitigado.\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Comunica\u00e7\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"Comunica\u00e7\u00e3o","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=7"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/4d0e8aec-f49a-4310-8ab5-b95b527bde33-300x225.jpg?resize=350%2C200","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":52562,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=52562","url_meta":{"origin":50757,"position":2},"title":"Marcus Hemerly: &#039;Cinema em tela: A s\u00e9tima arte em mem\u00f3rias&#039;","author":"Marcus Hemerly","date":"7 de novembro de 2022","format":false,"excerpt":"Cinema em tela: A s\u00e9tima arte em mem\u00f3rias 05 de novembro, Di\u03b1 Mundi\u03b1l do Cinem\u03b1. P\u03b1r\u03b1b\u00e9ns \u00e0 s\u00e9tim\u03b1 \u03b1rte! Design\u03b1\u00e7\u00e3o concebid\u03b1 pelo it\u03b1li\u03b1no Ricciotto C\u03b1nudo, n\u03b1 obr\u03b1 M\u03b1nifesto d\u03b1s Sete \u03b1rtes, de 1912. \"Cine\", de origem greg\u03b1, signific\u03b1 movimento, e o sufixo \"\u03b1gr\u03b1fo\", (de cinem\u03b1t\u00f3gr\u03b1fo), reflete o intuito de \"gr\u03b1v\u03b1r\".\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Comunica\u00e7\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"Comunica\u00e7\u00e3o","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=7"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/Jornal-cultural-o-rol-2-300x225.jpg?resize=350%2C200","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":52257,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=52257","url_meta":{"origin":50757,"position":3},"title":"Marcus Hemerly: &#039;Cinema em Tela: Filme Dem\u00eancia \u2013 A lenda do Fausto Moderno&#039;","author":"Marcus Hemerly","date":"13 de outubro de 2022","format":false,"excerpt":"\u201cNa vida, a coisa in\u00fatil, \u00e9 carga a desprezar; s\u00f3 o que o instante oferece \u00e9 bem aproveit\u00e1vel.\u201d\u00a0 (Fausto \u2013 Goethe) A conhecida hist\u00f3ria de Fausto, derivou in\u00fameras adapta\u00e7\u00f5es nas mais diversas formas art\u00edsticas, como pe\u00e7as teatrais, filmes, romances, desenhos animados em tom de s\u00e1tira, entre outros. A mais famosa\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Comunica\u00e7\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"Comunica\u00e7\u00e3o","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=7"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/10\/Jornal-cultural-o-rol-2-2-1-300x225.png?resize=350%2C200","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":58782,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=58782","url_meta":{"origin":50757,"position":4},"title":"S\u00e3o Paulo S.A. &#8211;\u00a0 A constru\u00e7\u00e3o da obra-prima de Luiz Sergio Person","author":"Marcus Hemerly","date":"14 de julho de 2023","format":false,"excerpt":"Por um lado, se h\u00e1 o aforismo pelo qual n\u00e3o existe nada perfeito, de outra vis\u00e3o, existem composi\u00e7\u00f5es art\u00edsticas que beiram tal defini\u00e7\u00e3o. \u00c9 o caso do...","rel":"","context":"Em &quot;Arte&quot;","block_context":{"text":"Arte","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=9286"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/Jornal-cultural-o-rol-1.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/Jornal-cultural-o-rol-1.jpg?resize=350%2C200&ssl=1 1x, https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/Jornal-cultural-o-rol-1.jpg?resize=525%2C300&ssl=1 1.5x, https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/Jornal-cultural-o-rol-1.jpg?resize=700%2C400&ssl=1 2x"},"classes":[]},{"id":46628,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=46628","url_meta":{"origin":50757,"position":5},"title":"Marcus Hemerly: &#039;Martin Scorsese: uma c\u00e2mera, um olhar&#039;","author":"Marcus Hemerly","date":"20 de novembro de 2021","format":false,"excerpt":"Martin Scorsese: uma c\u00e2mera, um olhar No dia 17 de novembro, aniversariou uma ilustre lenda viva do cinema, o diretor nova-iorquino Martin Scorsese, que revolucionou a s\u00e9tima arte, estimulando e inspirando in\u00fameros diretores desde os anos 70. Injustamente, Scorsese foi por muito tempo rotulado como especialista em fazer filmes sobre\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Comunica\u00e7\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"Comunica\u00e7\u00e3o","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=7"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/FOTO.-MARCUS-HEMERLY-150x150.jpg?resize=350%2C200","width":350,"height":200},"classes":[]}],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/50757","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=50757"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/50757\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/50759"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=50757"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=50757"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=50757"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}