{"id":51162,"date":"2022-07-18T12:01:22","date_gmt":"2022-07-18T15:01:22","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=51162"},"modified":"2022-07-18T12:01:22","modified_gmt":"2022-07-18T15:01:22","slug":"magna-aspasia-fontenelle-entrevista-o-escritor-portugues-joaquim-tempera","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=51162","title":{"rendered":"Magna Asp\u00e1sia Fontenelle entrevista o escritor portugu\u00eas Joaquim Tempera"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F51162&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F51162&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><h2><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/magna-aspasia-fontenelle-entrevista-o-escritor-portugues-joaquim-tempera\/screenshot_20220415-090719_chrome-4\/\" rel=\"attachment wp-att-51163\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"51163\" data-permalink=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/?attachment_id=51163\" data-orig-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/Screenshot_20220415-090719_Chrome.jpg\" data-orig-size=\"300,348\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}\" data-image-title=\"Screenshot_20220415-090719_Chrome\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/Screenshot_20220415-090719_Chrome.jpg\" class=\" wp-image-51163 aligncenter\" src=\"http:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/Screenshot_20220415-090719_Chrome-259x300.jpg\" alt=\"\" width=\"313\" height=\"363\" \/><\/a><\/h2>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><em>&#8220;N\u00e3o creio que haja um texto que me defina. Em meu entender, os textos, todos os textos, s\u00e3o de uma forma ou de outra, mais ou menos intensamente, reflexo daquilo que somos.&#8221;<\/em><\/h2>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><strong><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/magna-aspasia-fontenelle-entrevista-o-escritor-portugues-joaquim-tempera\/image-9\/\" rel=\"attachment wp-att-51164\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"51164\" data-permalink=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/?attachment_id=51164\" data-orig-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/image-9.png\" data-orig-size=\"1440,1920\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"image (9)\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/image-9.png\" class=\"size-medium wp-image-51164 alignright\" src=\"http:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/image-9-225x300.png\" alt=\"\" width=\"225\" height=\"300\" \/><\/a>1 &#8211; Quem \u00e9 Joaquim Tempera?<\/strong><\/p>\n<p>Ser\u00e1 que algum de n\u00f3s poder\u00e1 verdadeiramente dizer quem \u00e9 ou, sobretudo, o que \u00e9?<\/p>\n<p>Eu, a tanto n\u00e3o me atrevo. Poderei, quanto muito, adiantar alguns dados e breves apontamentos biogr\u00e1ficos que mais n\u00e3o ser\u00e3o do que elementos indicativos da pessoa que se reveste com o nome de Joaquim Tempera.<\/p>\n<p>Assim, direi apenas que o meu nome completo \u00e9 <strong>Joaquim Ant\u00f3nio Bravo Tempera<\/strong>, nasci h\u00e1 74 anos em Portugal, numa pequena, linda e pacata vila algarvia e que a\u00ed cresci at\u00e9 \u00e0 idade de 9 anos, altura em que, l\u00e1grimas no rosto, com a inten\u00e7\u00e3o (dos meus pais, claro) de estudar mais do que me seria permitido fazer nessa que era a minha terra natal, me mudei para a cidade de Silves, tamb\u00e9m no Algarve. A\u00ed, terra cheia de hist\u00f3ria e para mim at\u00e9 ent\u00e3o totalmente desconhecida, mas que me acolheu melhor que m\u00e3e adotiva, completei o ensino b\u00e1sico obrigat\u00f3rio e, na Escola Industrial e Comercial local, tirei o Curso de Forma\u00e7\u00e3o Geral de Com\u00e9rcio, findo o qual, e por mais l\u00e1 n\u00e3o ter como prosseguir os estudos, tive que me deslocar diariamente para Faro (capital do Algarve) onde tirei as Sec\u00e7\u00f5es Preparat\u00f3rias para ingresso nos Institutos Comerciais.<\/p>\n<p>De origens modestas, mas determinado a prosseguir os estudos, migrei para Lisboa com o fim de, trabalhando &#8211; necessariamente trabalhando -, frequentar o Instituto Comercial que me poderia habilitar ao exerc\u00edcio da profiss\u00e3o de Contabilista e\/ou ao ingresso no Instituto Superior de Ci\u00eancias Econ\u00f3micas e Financeiras, onde era ministrada a forma\u00e7\u00e3o m\u00e1xima daquela \u00e1rea de ensino. No entanto, algo estava menos bem e foi ent\u00e3o que, j\u00e1 quase completado o curso de Contabilista, descobri que os n\u00fameros n\u00e3o eram propriamente a minha voca\u00e7\u00e3o. Teriam sido, no m\u00e1ximo e por falta de alternativas, a \u00fanica sa\u00edda poss\u00edvel como resposta \u00e0 minha determina\u00e7\u00e3o de progredir na aprendizagem, tirando um curso superior. Certo de que estava certo, fiz um esfor\u00e7o complementar e preparei-me para ingressar na Universidade Cl\u00e1ssica de Lisboa, onde me licenciei no Curso de Direito, este sim, penso, muito mais adequado \u00e0s minhas aptid\u00f5es ou inclina\u00e7\u00f5es naturais.<\/p>\n<p>Nos intervalos do estudo e do trabalho, algum pouco tempo que sobrava aproveitava para leituras variadas, algumas tentativas de escrita e para participar, como <em>diseur,<\/em> em saraus de poesia, em casas particulares ou em locais p\u00fablicos, promovidos por mecenas ligados \u00e0s artes liter\u00e1rias.<\/p>\n<p>Na vida profissional, trabalhei durante mais de 40 anos para um dos Maiores Grupos Econ\u00f3micos de Portugal, onde, desde as \u00e1reas das Contabilidades, as de Direito e as da Gest\u00e3o de Recursos Humanos, desempenhei diversas fun\u00e7\u00f5es em v\u00e1rias empresas do Grupo, enquanto T\u00e9cnico, Gestor e Consultor.<\/p>\n<p>Casado, pai de dois rapazes e av\u00f4 babado do maroto mais lindo do mundo, hoje estou reformado e, como tal, bem pouco fa\u00e7o que refer\u00eancia mere\u00e7a.<\/p>\n<p>Agora quem sou eu verdadeiramente (?), n\u00e3o terei a pretens\u00e3o de o saber e muito menos de o dizer, acreditando embora que a opini\u00e3o de outros, os que me conhecem bem, ainda que com alguma natural margem de erro, possa estar mais pr\u00f3xima daquilo que realmente sou.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>2 &#8211; De que maneira o Jornalismo e a literatura, entraram na sua vida?<\/strong><\/p>\n<p>N\u00e3o poderei dizer que o jornalismo entrou na minha vida, nem eu alguma vez tive a pretens\u00e3o de entrar no jornalismo. Apesar de, por uma outra vez, alguns pequenos escritos meus terem sido publicados, por vezes sob pseud\u00f3nimo, em jornais de prov\u00edncia e em revistas locais como ve\u00edculo de comunica\u00e7\u00e3o de organiza\u00e7\u00f5es de caracter associativo, isso n\u00e3o me permite afirmar, ou sequer insinuar, que tais simples e ocasionais colabora\u00e7\u00f5es correspondam a eventuais tentativas de entrada no jornalismo, nem de abertura para que o jornalismo entrasse em mim.<\/p>\n<p>J\u00e1 quanto \u00e0 literatura, a coisa \u00e9 diferente. E \u00e9 diferente desde sempre.<\/p>\n<figure id=\"attachment_51165\" aria-describedby=\"caption-attachment-51165\" style=\"width: 677px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/magna-aspasia-fontenelle-entrevista-o-escritor-portugues-joaquim-tempera\/aljezur_-_view_from_the_castle_13424090405\/\" rel=\"attachment wp-att-51165\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"51165\" data-permalink=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/?attachment_id=51165\" data-orig-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/Aljezur_-_view_from_the_castle_13424090405.jpg\" data-orig-size=\"800,533\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"Aljezur_-_view_from_the_castle_(13424090405)\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/Aljezur_-_view_from_the_castle_13424090405.jpg\" class=\"wp-image-51165\" src=\"http:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/Aljezur_-_view_from_the_castle_13424090405-300x200.jpg\" alt=\"\" width=\"677\" height=\"451\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-51165\" class=\"wp-caption-text\">Aljezur. Vista do Castelo. 25 de fevereiro de 2014, 16:56. Autor: muffinn de Worcester, Reino Unido. https:\/\/commons.wikimedia.org\/wiki\/File:Aljezur_-_view_from_the_castle_%2813424090405%29.jpg<\/figcaption><\/figure>\n<p>Quando pequeno, em minha casa n\u00e3o havia r\u00e1dio e muito menos televis\u00e3o. <strong>Aljezur<\/strong>, a minha terra natal, ainda n\u00e3o estava eletrificada e, mesmo que estivesse, os meus pais n\u00e3o teriam recursos que nos permitissem usufruir de tais \u201cluxos\u201d. A minha m\u00e3e, ainda que s\u00f3 com a forma\u00e7\u00e3o escolar b\u00e1sica (mas orgulhosamente \u201cAprovada com Distin\u00e7\u00e3o\u201d no exame final da ent\u00e3o quarta classe) adorava ler e, nas longas e frias noites de inverno, principalmente nas noites de inverno porque no ver\u00e3o o calor seria incomodativo, levava-me a mim e ao meu irm\u00e3o para a sua cama e, cobertos pelas pesadas mantas que a frieza das noites exigia, \u00e0 luz de um simples candeeiro a petr\u00f3leo, lia-nos em voz alta os livros que andava a ler. O meu irm\u00e3o n\u00e3o sei se a ouvia ou se ia dormitando, mas creio que a ouviria com entusiasmo. Eu, enfiado nas mantas, apenas deixava as orelhas de fora para bem a ouvir e na sua voz viajar por terras remotas e conhecer gentes de outras paragens, com gostos e h\u00e1bitos t\u00e3o diferentes daqueles a que a humildade do meu ambiente me ia habituando. E, maravilhado, quantas vezes eu pr\u00f3prio me deixava ir nas palavras dos autores para, dentro dos meus fracos recursos de crian\u00e7a ignorante, disfar\u00e7adamente me introduzir naquilo que eu conseguia perceber dos meandros das narrativas. Claro que a minha m\u00e3e, por iniciativa pr\u00f3pria ou a meu pedido, me ia informando e esclarecendo acerca das m\u00faltiplas d\u00favidas que a minha curiosidade e o meu t\u00e3o pouco e inocente saber iam frequentemente levantando. Noites maravilhosas que me abriram o interesse e o gosto pelas coisas da literatura.<\/p>\n<p>Depois, em Silves e j\u00e1 um rapazote, tive a sorte de conhecer e conviver com tr\u00eas poetas locais, a quem aqui aproveito para fazer uma saudosa e singela homenagem, de seus nomes Sebasti\u00e3o da Silva, Jo\u00e3o Jacinto e Jo\u00e3o de Sousa Cabrita, este \u00faltimo, pai do grande artista pl\u00e1stico, escritor e ilustre Professor Rocha de Sousa que, com enorme carinho e inusitada paci\u00eancia, n\u00e3o s\u00f3 me deleitavam com a leitura dos seus poemas, como ainda lhes sobrava generosidade para me ouvirem e incentivarem nos meus primeiros arremedos po\u00e9ticos.<\/p>\n<p>Em paralelo, na Escola, os professores, particularmente os de Portugu\u00eas\/Literatura, enchiam-me de vaidade ao expressarem em plena aula o meu jeito para as coisas da escrita, o que, reconhe\u00e7o, sempre constituiu forte incentivo para, pelo menos, tentar fazer, tentar escrever.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>3 &#8211; Qual foi o seu trabalho que marcou o in\u00edcio da sua vida de escritor?<\/strong><\/p>\n<p>Bom, se me permitem, gostaria de sublinhar que adoraria poder considerar-me um escritor. Mas n\u00e3o, n\u00e3o sou. Reconhe\u00e7o-me efetiva e t\u00e3o simplesmente como um amante da escrita e, quanto muito, serei um escrevinhador.<\/p>\n<p>Assim, partindo deste princ\u00edpio, o trabalho que talvez tenha marcado o in\u00edcio da minha vida de escrevinhador tenha sido um pequeno poema que aos 16 anos de idade vi publicado num jornal regional, \u201cVoz do Sul\u201d. Nesse poema, contava o que, em determinado momento, me foi dado observar atrav\u00e9s de uma janela. E que vi eu? Uma rua e a vida. A rua com a agita\u00e7\u00e3o pr\u00f3pria da vida e a vida com os seus defeitos e virtudes. Foi um poema que surpreendeu os leitores, talvez n\u00e3o pelas suas qualidades t\u00e9cnicas e est\u00e9ticas, mas pela sensibilidade com que, um jovem de idade t\u00e3o pouca, descrevia alguns aspetos genu\u00ednos da vida que passa a nosso lado e a que nem sempre damos a aten\u00e7\u00e3o que ela merece. E as pessoas que o leram e que me conheciam com palavras amigas incentivaram-me a continuar porque o come\u00e7o era prometedor. Mas, convenhamos, uma coisa \u00e9 a promessa, outra coisa \u00e9 o seu cumprimento\u2026!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>4 &#8211; Voc\u00ea escreve poesias, sonetos, poemas. Tens planos de tentar outros g\u00eaneros liter\u00e1rios ou escrever algo diferente? Quais?<\/strong><\/p>\n<p>Planos, n\u00e3o direi propriamente. Mas j\u00e1 tenho avan\u00e7ado para g\u00e9neros distintos, como cr\u00f3nicas, contos e at\u00e9 romance. Ali\u00e1s, em coautoria com um grande amigo meu e um ilustre membro da Academia de Letras do Brasil seccional de Uberaba, Ant\u00f3nio dos Reis Noronha, brevemente sair\u00e1 do prelo um dos v\u00e1rios contos que temos escritos a duas m\u00e3os e cujo t\u00edtulo \u00e9 \u201cPara Al\u00e9m da Janela\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>5 &#8211; O que te inspira a escrever?<\/strong><\/p>\n<p>A vida com toda a sua beleza e amargura e as pessoas na sua generosidade, no seu ego\u00edsmo, nas suas palavras e atitudes, na sua complexidade, na sua coer\u00eancia ou na contrariedade de si pr\u00f3prias. Enfim, talvez o mar enquanto fonte de vida, a terra enquanto o p\u00f3 que somos ou em que nos havemos de tornar e o C\u00e9u enquanto dimens\u00e3o extrassensorial que alguns acreditam alcan\u00e7\u00e1vel e pelo qual porfiam confiadamente.<\/p>\n<p><strong>6 &#8211; Qual dos teus textos te define?<\/strong><\/p>\n<p>N\u00e3o creio que haja um texto que me defina. Em meu entender, os textos, todos os textos, s\u00e3o de uma forma ou de outra, mais ou menos intensamente, reflexo daquilo que somos. E n\u00f3s somos o que nascemos, somos o que vivemos enquanto recetadores do meio e do ambiente que nos envolve, como somos naturalmente o que fazemos e como fazemos. E se o que fazemos, ou quando fazemos, \u00e9 a escrita, ent\u00e3o na escrita, seja em que texto for e n\u00e3o apenas num, est\u00e1 sempre um pouco do que n\u00f3s somos. Assim, julgo, \u00e9 comigo. N\u00e3o me defino num texto. Defino-me em cada um dos textos que vou escrevinhando e nos muitos que nunca escreverei.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>7 &#8211; Seu principal crit\u00e9rio para a escolha de uma leitura \u00e9 o t\u00edtulo, o autor ou o assunto? Qual o seu autor preferido?<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 claro que a primeira impress\u00e3o \u00e9 a capa. A capa se bem concebida deve ser o elemento emissor da primeira mensagem endere\u00e7ada ao leitor e deve ter a clareza, a harmonia e a for\u00e7a capazes de lhe chamarem a aten\u00e7\u00e3o para um tema ou assunto apenas sugerido e que logo de seguida ser\u00e1 refor\u00e7ada pela identifica\u00e7\u00e3o do autor e de um breve flash minimamente identificativo do assunto tratado, de forma a suscitar ao leitor o interesse da sua confirma\u00e7\u00e3o pelo ato da sua leitura. Mas, para mim, a capa, sendo a primeira chamada de aten\u00e7\u00e3o, s\u00f3 por si n\u00e3o me leva a comprar um livro, se o autor e o assunto me disserem pouco ou nada.<\/p>\n<p>O meu autor preferido \u00e9 todo aquele que, atrav\u00e9s do que escreve e da forma como interpreta a vida, me faz sentir vivo e vibrar com o calor dos sentimentos, a for\u00e7a da criatividade e a verdade das palavras.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/magna-aspasia-fontenelle-entrevista-o-escritor-portugues-joaquim-tempera\/image-10-2\/\" rel=\"attachment wp-att-51166\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"51166\" data-permalink=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/?attachment_id=51166\" data-orig-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/image-10.png\" data-orig-size=\"1512,2016\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"image (10)\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/image-10.png\" class=\"size-medium wp-image-51166 alignright\" src=\"http:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/image-10-225x300.png\" alt=\"\" width=\"225\" height=\"300\" \/><\/a>8 &#8211; Tem sonhos liter\u00e1rios? Quais?<\/strong><\/p>\n<p>Sonhos, n\u00e3o propriamente. Mas gostaria de.<\/p>\n<p>Gostaria de continuar a escrever e a escrever enquanto a vida n\u00e3o acaba, porque para mim, assim o entendo, escrever \u00e9 viver.<\/p>\n<p>Gostaria de publicar alguns escritos: poemas talvez, contos e um romance que tenho aqui no ba\u00fa a criar bolor e que \u00e9 o \u201cManuel Mete Medo\u201d, do qual j\u00e1 fiz uma edi\u00e7\u00e3o dom\u00e9stica, mas que disso n\u00e3o passou.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>9 &#8211; \u00c9 not\u00edvago ou s\u00f3 cria \u00e0 luz do dia?<\/strong><\/p>\n<p>O meu tempo de cria\u00e7\u00e3o, perdoem-me o pretenciosismo do termo, n\u00e3o tem noite nem dia, tem apenas o momento em que me surge uma ideia, em que considere valer a pena dar-lhe corpo, em que surja uma linha de condu\u00e7\u00e3o ou de continuidade de coisas j\u00e1 iniciadas, em que sinta que as palavras, mesmo que trabalhosamente, acabar\u00e3o por surgir. Esse \u00e9 o momento em que me fundo com o papel onde alguma coisa h\u00e1 de surgir.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>10 &#8211; J\u00e1 deixou de escrever para n\u00e3o magoar pessoa muito chegada?<\/strong><\/p>\n<p>Procuro e procurarei sempre n\u00e3o magoar as pessoas, quer seja nas palavras que escrevo, quer seja nas palavras que digo, quer seja mesmo nas muitas outras palavras que calo.<\/p>\n<p>Perguntar-me-\u00e3o: e consegue?<\/p>\n<p>Nem sempre o terei conseguido, com certeza, mas ningu\u00e9m alguma vez me exigiu um pedido de desculpas pela m\u00e1goa ocasionada por algo que tenha escrito, dito ou omitido. E, se um dia algu\u00e9m mo pedir e justificadamente me provar a raz\u00e3o que n\u00e3o assiste \u00e0 raz\u00e3o que me levou a escrever, dizer ou calar o que m\u00e1goa provocou, n\u00e3o terei qualquer pejo em reconhecer o erro e em pedir desculpa a quem a merecer.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>11 \u2013 Qual \u00e9 a sua opini\u00e3o sobre a reforma ortogr\u00e1fica?<\/strong><\/p>\n<p>A l\u00edngua n\u00e3o nasce, n\u00e3o existe, nem evolui por for\u00e7a de um Decreto-Lei. S\u00e3o os falantes que lhe d\u00e3o vida e a fazem evoluir. E os falantes falam de acordo com os seus h\u00e1bitos, os seus usos e costumes e o que de novo vai surgindo, expressando naturalmente, dessa forma, a cultura do meio e as novas tend\u00eancias da regi\u00e3o onde se encontram.<\/p>\n<p>Eu, por for\u00e7a da minha atividade profissional, tive que fazer um esfor\u00e7o e adaptar-me \u00e0 nova norma. Por\u00e9m, confesso que n\u00e3o estou certo que sempre tenha tido sucesso nesse meu objetivo, tanto mais que por aqui o povo costuma dizer que \u201cburro velho n\u00e3o aprende l\u00ednguas\u201d. E deixem-me que vos diga que se n\u00e3o aprendo tamb\u00e9m n\u00e3o temo que da\u00ed me venha grande dano e que os meus interlocutores n\u00e3o me entendam.<\/p>\n<p>Relativamente \u00e0s realidades do Brasil e de Portugal, permitam que, com a devida v\u00e9nia, transcreva um excerto de um artigo da autoria de Rui Pereira, ilustre Professor Universit\u00e1rio que, sob o t\u00edtulo \u201cParadoxo Ortogr\u00e1fico\u201d, publicado no Jornal Correio da Manh\u00e3 em 26.01.12, em determinada altura diz: \u201cEstou certo de que o p\u00fablico brasileiro continuar\u00e1 a preferir, em geral, obras e textos escritos em portugu\u00eas do Brasil, bem como tradutores e int\u00e9rpretes que usem esse portugu\u00eas na constru\u00e7\u00e3o fr\u00e1sica, na escolha de voc\u00e1bulos e, claro est\u00e1, na pron\u00fancia. Do lado de c\u00e1 do Atl\u00e2ntico acontecer\u00e1, seguramente, o inverso. Nada disso retira uma certa utilidade \u00e0 unifica\u00e7\u00e3o da grafia, sobretudo para as editoras e em documentos oficiais. Mas essa unifica\u00e7\u00e3o \u00e9 imperfeita, visto que o acordo admite que muitas palavras se escrevam de duas maneiras diferentes. Por\u00e9m, o que me causa maior perplexidade no acordo \u00e9 a mudan\u00e7a de grafia de palavras que se escreviam da mesma maneira em Portugal e no Brasil. &#8220;Abjec\u00e7\u00e3o&#8221; e &#8220;acep\u00e7\u00e3o&#8221;, por exemplo, passam a escrever-se, em Portugal, &#8220;abje\u00e7\u00e3o&#8221; e &#8220;ace\u00e7\u00e3o&#8221;, mas continuam a escrever-se \u00e0 maneira antiga no Brasil. Esta nova diverg\u00eancia resulta de a consoante suprimida ser muda para os portugueses e pronunciada pelos brasileiros. Em nome da fon\u00e9tica, que \u00e9 e continuar\u00e1 a ser diferente nos dois pa\u00edses, torna-se agora diferente, paradoxalmente, a grafia das palavras.<strong>\u201d<\/strong><\/p>\n<p>E mais n\u00e3o digo, porque melhor n\u00e3o diria.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>12 \u2013 Deixe uma mensagem para os leitores do Jornal Rol.<\/strong><\/p>\n<p>Caro leitor, n\u00e3o sou ningu\u00e9m para deixar mensagens, sobretudo daquelas que cheiram a conselhos. No entanto, mas sem a intens\u00e3o de vos aconselhar, arrisco apenas a dizer aquilo que sinto na escrita e na leitura: Evas\u00e3o.<\/p>\n<p>Se me quiserem acompanhar, por favor, venham comigo, terei imenso prazer.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;N\u00e3o creio que haja um texto que me defina. 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