{"id":51210,"date":"2022-07-20T16:25:19","date_gmt":"2022-07-20T19:25:19","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=51210"},"modified":"2022-07-20T16:25:19","modified_gmt":"2022-07-20T19:25:19","slug":"bruna-rosalem-um-menino-que-quer-ser-menina-uma-analise-do-filme-belga-minha-vida-em-cor-de-rosa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=51210","title":{"rendered":"Bruna Rosalem: &quot;Um menino que quer ser menina: uma an\u00e1lise do filme belga &#039;Minha vida em cor de rosa&#039;\u201d"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F51210&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F51210&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><figure id=\"attachment_47120\" aria-describedby=\"caption-attachment-47120\" style=\"width: 122px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/marcus-hemerly-entrevista-a-psicanalista-bruna-rosalem-sobre-o-tema-saude-mental-em-tempos-pre-e-pos-pandemia\/whatsapp-image-2021-11-13-at-14-33-29\/\" rel=\"attachment wp-att-47120\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"47120\" data-permalink=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/?attachment_id=47120\" data-orig-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/WhatsApp-Image-2021-11-13-at-14.33.29.jpeg\" data-orig-size=\"734,1304\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"WhatsApp Image 2021-11-13 at 14.33.29\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/WhatsApp-Image-2021-11-13-at-14.33.29.jpeg\" class=\" wp-image-47120\" src=\"http:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/WhatsApp-Image-2021-11-13-at-14.33.29-169x300.jpeg\" alt=\"\" width=\"122\" height=\"217\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-47120\" class=\"wp-caption-text\"><strong>Bruna Rosalem<\/strong><\/figcaption><\/figure>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>COLUNA: PSICAN\u00c1LISE E COTIDIANO<\/strong><\/h2>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>Um menino que quer ser menina: uma an\u00e1lise do filme belga &#8216;Minha vida em cor de rosa<\/strong><\/h2>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><em>E quem estaria certo ou errado? N\u00e3o cabe a nenhum de n\u00f3s julgar<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A sexualidade humana sempre foi tema de grandes debates, diverg\u00eancias, tabus, interpreta\u00e7\u00f5es e entendimentos. No longa metragem belga lan\u00e7ado em 1997, \u201cMinha vida em cor de rosa\u201d, n\u00e3o \u00e9 diferente, ele carrega consigo a narrativa de como a sexualidade, ou melhor dizendo, as sexualidades podem ser um terreno f\u00e9rtil de discuss\u00f5es e embates. O filme conta a hist\u00f3ria de Ludovic, um garoto que, aos sete anos de idade, come\u00e7a a se perceber como uma menina e passa a se vestir e se comportar como tal.<\/p>\n<p>Sua fam\u00edlia era bem relacionada com toda a vizinhan\u00e7a, composta pela m\u00e3e Hanna, seu pai Pierre, uma irm\u00e3 e dois irm\u00e3os. Os pais ficavam confusos com as atitudes de Ludovic: ora o repreendiam por usar o vestido de uma amiga, ora o permitiam que fosse de saia a uma festa aos arredores do bairro.<\/p>\n<p>Certa vez, na festa de anivers\u00e1rio de Ludovic, seus familiares e amigos o aguardavam no quintal de casa, quando ent\u00e3o ele surge usando vestido rosa, maquiagem, brincos e salto alto. O susto de todos que estavam presentes foi imediato. A situa\u00e7\u00e3o vai ganhando novos contornos quando Ludovic persiste nessa identifica\u00e7\u00e3o feminina, questionando at\u00e9 o que significaria ser um garoto e reivindicando casar-se com Jerome, seu colega de classe. Em sua inoc\u00eancia de crian\u00e7a, acreditava que um dia se tornaria uma menina, que seria apenas uma quest\u00e3o de tempo. Enquanto aguardava, vivia fantasiando uma linda amizade com uma fada chamada Pam, uma personagem de propagandas de televis\u00e3o, muito semelhante \u00e0 boneca americana Barbie.<\/p>\n<p>Diante dos acontecimentos, a fam\u00edlia de Ludovic toma uma s\u00e9rie de provid\u00eancias acreditando que o menino pudesse abandonar estes comportamentos, ent\u00e3o o leva ao psiquiatra, conversa com o garoto sobre a impossibilidade de se casar com meninos e corta o seu cabelo. Neste ensejo, os pais come\u00e7am uma discuss\u00e3o buscando compreender onde eles erraram na cria\u00e7\u00e3o do menino. A m\u00e3e aponta que a figura do pai era ausente, pois dizia que a falta de um referencial masculino leva \u00e0 homossexualidade dos filhos meninos. A solu\u00e7\u00e3o proposta pela fam\u00edlia foi fazer Ludovic ficar mais pr\u00f3ximo de seu pai, ent\u00e3o come\u00e7a a jogar futebol e fazer s\u00f3 \u201ccoisas de menino\u201d, o que quer que isso signifique.<\/p>\n<p>Um momento bem marcante que o filme nos traz \u00e9 como Ludovic, em seu entendimento de crian\u00e7a, interpreta o que aconteceu com ele: ao ouvir de sua irm\u00e3 explica\u00e7\u00f5es biol\u00f3gicas sobre as diferen\u00e7as entre meninos e meninas, ele conclui que Deus pretendia que ele nascesse menina, mas um dos seus cromossomos X ao inv\u00e9s de passar pela chamin\u00e9 de sua casa, quando vindos do c\u00e9u, o X bateu e caiu para fora, portanto se perdera pelo caminho, ficando ent\u00e3o XY. No pensamento do menino, algum dia esse erro seria concertado. Esta singela explica\u00e7\u00e3o fazia todo o sentido na cabe\u00e7a de Ludovic, que a considerava \u201cpuramente cient\u00edfica\u201d. Assim, ele se dizia um \u201cmenino-menina\u201d, aguardando ansiosamente as suas c\u00f3licas menstruais, sinais de que ele estaria se tornando uma \u201cmenina de verdade\u201d. De fato, a esperan\u00e7a era tanta que, diante da primeira dor de barriga, Ludovic j\u00e1 saia feliz pela casa.<\/p>\n<p>Durante o desenrolar do longa, \u00e9 poss\u00edvel refletir o quanto a persist\u00eancia de Ludovic em construir sua identidade enquanto menina gera conflitos em todos. A fam\u00edlia n\u00e3o compreende, a vizinhan\u00e7a, os colegas e a comunidade escolar lan\u00e7am olhares de reprova\u00e7\u00e3o e julgamento, as singularidades (crian\u00e7a ou adulto) s\u00e3o colocadas \u00e0 prova o tempo todo, e lidar com a diversidade e as formas de sexualidade n\u00e3o \u00e9 nada trivial.<\/p>\n<p>A rela\u00e7\u00e3o entre psican\u00e1lise e homossexualidade dificilmente pode ser considerada est\u00e1vel. Freud, muito \u00e0 frente de seu tempo, j\u00e1 dizia que a homossexualidade <em>n\u00e3o \u00e9 motivo de vergonha, n\u00e3o \u00e9 uma degrada\u00e7\u00e3o, n\u00e3o \u00e9 um v\u00edcio e n\u00e3o pode ser considerada uma doen\u00e7a<\/em>. Apesar disso, durante d\u00e9cadas as institui\u00e7\u00f5es psicanal\u00edticas promoveram uma vis\u00e3o moralizante da conduta sexual, preconizando a heterossexualidade reprodutiva como destino de uma sexualidade supostamente normal.<\/p>\n<p>Antes mesmos de nascermos, ainda no \u00fatero, Freud j\u00e1 propunha o conceito de bissexualidade estrutural para todo ser humano. N\u00e3o sabemos para qual ser\u00e1 nosso objeto de desejo at\u00e9 ent\u00e3o. Portanto, a origem da homossexualidade n\u00e3o pode ser taxativa, atribu\u00edda a um ou outro fator, como por exemplo, aus\u00eancia da figura paterna, como pregava a fam\u00edlia de Ludovic. Tanto a homo quanto a heterossexualidade se apresentam de maneira polideterminada, seja de natureza biol\u00f3gica, sociocultural, psicol\u00f3gica, e assim por diante.<\/p>\n<p>Diante dessa discuss\u00e3o, \u00e9 interessante refletir o quanto o ser humano apresenta singularidades com rela\u00e7\u00e3o ao seu desejo, e considerar essa caracter\u00edstica \u00e9 crucial para uma \u00e9tica pautada nos desejos, objeto da psican\u00e1lise. Nesse sentido, David Zimerman, m\u00e9dico psiquiatra e psicanalista, sugere que o termo seja tratado enquanto \u201chomossexualidades\u201d pois leva em considera\u00e7\u00e3o \u00e0 diversidade do ser humano e de suas manifesta\u00e7\u00f5es, longe de qualquer tentativa de normaliza\u00e7\u00e3o. \u00a0Contudo, estes fen\u00f4menos, sejam naturais ou patol\u00f3gicos, s\u00e3o igualmente complexos, e buscar simplific\u00e1-los ou reduzi-los a explica\u00e7\u00f5es moment\u00e2neas e rasas, perde-se importantes conte\u00fados de escuta.<\/p>\n<p>As sexualidades se estruturam para al\u00e9m de classifica\u00e7\u00f5es sexol\u00f3gicas convencionais, como a distin\u00e7\u00e3o entre hetero, homo e bissexualidade e, portanto, cada vez mais o trabalho de investiga\u00e7\u00e3o anal\u00edtica se faz uma constante para desnudar os nossos mais multifacetados desejos e emo\u00e7\u00f5es. No caso da fam\u00edlia de Ludovic, seria interessante escut\u00e1-los como sujeitos, pois cada membro tem suas pr\u00f3prias convic\u00e7\u00f5es, vis\u00e3o de mundo, interpreta\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>E quem estaria certo ou errado? N\u00e3o cabe a nenhum de n\u00f3s julgar.<\/p>\n<p>A vida de Ludovic pode ser cor de rosa, como diz o t\u00edtulo do filme, mas a minha pode ser roxa, a sua azul, a do colega amarela, a da vizinha verde. E est\u00e1 tudo bem.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Bruna Rosalem<\/strong><\/p>\n<p>Psicanalista Cl\u00ednica<\/p>\n<p>@psicanalistabrunarosalem<\/p>\n<p>www.psicanaliseecotidiano.com.br<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>COLUNA: PSICAN\u00c1LISE E COTIDIANO Um menino que quer ser menina: uma an\u00e1lise do filme belga &#8216;Minha vida em cor de rosa<\/p>\n","protected":false},"author":51,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[861,1490,3938,7237,8568],"class_list":["post-51210","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-comunicacao","tag-analise","tag-bruna-rosalem","tag-filma","tag-psicanalise-e-cotidiano","tag-um-menino-que-quer-ser-menina"],"aioseo_notices":[],"views":2360,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":52059,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=52059","url_meta":{"origin":51210,"position":0},"title":"Bruna Rosalem: &#039;Uma experi\u00eancia soco no est\u00f4mago: falando do longa-metragem Miss Violence&#039;","author":"Bruna Rosalem","date":"27 de setembro de 2022","format":false,"excerpt":"COLUNA: PSICAN\u00c1LISE E COTIDIANO Uma experi\u00eancia soco no est\u00f4mago: falando do longa-metragem Miss Violence Miss Violence parece nos mostrar a face obscura e perversa do ser humano. Apesar do nome do filme conter \u201cviolence\u201d, n\u00e3o se trata de viol\u00eancia expl\u00edcita com cenas banhadas a sangue e entranhas. Vai muito mais\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Comunica\u00e7\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"Comunica\u00e7\u00e3o","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=7"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/WhatsApp-Image-2021-11-13-at-14.33.29-169x300.jpeg?resize=350%2C200","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":52976,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=52976","url_meta":{"origin":51210,"position":1},"title":"Bruna Rosalem: &#039;Cegos pelo fanatismo no longa O Milagre (2022)&#039;","author":"Bruna Rosalem","date":"15 de dezembro de 2022","format":false,"excerpt":"COLUNA PSICAN\u00c1LISE E COTIDIANO Cegos pelo fanatismo no longa O Milagre (2022) Anna O\u00b4Donnell apresenta um comportamento, no m\u00ednimo, estranho: faz quatro meses que n\u00e3o se alimenta, mesmo assim continua apresentando \u00f3timas condi\u00e7\u00f5es de sa\u00fade, sem altera\u00e7\u00f5es. Nada de magreza ou fraqueza. Pele brilhante, rosto corado, cheia de energia. Menina\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Comunica\u00e7\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"Comunica\u00e7\u00e3o","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=7"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/WhatsApp-Image-2021-11-13-at-14.33.29-169x300.jpeg?resize=350%2C200","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":50626,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=50626","url_meta":{"origin":51210,"position":2},"title":"Bruna Rosalem: &#039;O filme O Quarto do Filho e a trag\u00e9dia de um analista&#039;","author":"Bruna Rosalem","date":"9 de junho de 2022","format":false,"excerpt":"COLUNA PSICAN\u00c1LISE E COTIDIANO O filme O Quarto do Filho e a trag\u00e9dia de um analista Ele que tanto ajudava seus analisantes, n\u00e3o aceitou ser socorrido. Lan\u00e7ado em 2001, o filme italiano O Quarto do Filho conta a hist\u00f3ria de Giovanni, um psicanalista que reside e trabalha na cidade de\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Comunica\u00e7\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"Comunica\u00e7\u00e3o","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=7"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/WhatsApp-Image-2021-11-13-at-14.33.29-169x300.jpeg?resize=350%2C200","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":48296,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=48296","url_meta":{"origin":51210,"position":3},"title":"Bruna Rosalem: Coluna Psican\u00e1lise e Cotidiano: &quot;&#039;Foi sem querer, querendo!&quot;\u00a0Nossos atos falhos de cada dia&#039;","author":"Bruna Rosalem","date":"2 de fevereiro de 2022","format":false,"excerpt":"Coluna Psican\u00e1lise e Cotidiano:\u00a0 \"'Foi sem querer, querendo!\"\u00a0Nossos atos falhos de cada dia' Todo ato falho \u00e9 um discurso bem sucedido (Jacques Lacan) Lembrando da velha m\u00e1xima dita pelo personagem da s\u00e9rie mexicana Chaves: \"Foi sem querer, querendo!\",\u00a0que intitula este texto, \u00e9 poss\u00edvel 'psicanalisar' acerca dessa constante afirma\u00e7\u00e3o do menino\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Comunica\u00e7\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"Comunica\u00e7\u00e3o","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=7"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/WhatsApp-Image-2021-11-13-at-14.33.29-169x300.jpeg?resize=350%2C200","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":60957,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=60957","url_meta":{"origin":51210,"position":4},"title":"Sobre envelhecer","author":"Bruna Rosalem","date":"11 de setembro de 2023","format":false,"excerpt":"Apesar de querermos associar a velhice com a chegada mais pr\u00f3xima da morte, isto nada quer dizer, pois o final da vida pode vir muito antes, na inf\u00e2ncia...","rel":"","context":"Em &quot;artigos&quot;","block_context":{"text":"artigos","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=9398"},"img":{"alt_text":"Bruna Rosalem","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/Bruna-Rosalem.png?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":54670,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=54670","url_meta":{"origin":51210,"position":5},"title":"Bruna Rosalem: &#039;Sobre a \u00e9tica e a figura do analista&#039;","author":"Bruna Rosalem","date":"22 de abril de 2023","format":false,"excerpt":"COLUNA PSICAN\u00c1LISE E COTIDIANO Sobre a \u00e9tica e a figura do analista Quando se fala em \u00e9tica, remetemos ao entendimento de que se trata de uma \u00e1rea da Filosofia respons\u00e1vel pela investiga\u00e7\u00e3o dos valores morais e de padr\u00f5es comportamentais que regem a maneira como nos dirigimos ao outro. \u00c9 comum\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Comunica\u00e7\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"Comunica\u00e7\u00e3o","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=7"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/WhatsApp-Image-2021-11-13-at-14.33.29-169x300.jpeg?resize=350%2C200","width":350,"height":200},"classes":[]}],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/51210","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/51"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=51210"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/51210\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=51210"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=51210"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=51210"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}