{"id":51275,"date":"2022-07-26T00:06:55","date_gmt":"2022-07-26T03:06:55","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=51275"},"modified":"2022-07-26T00:06:55","modified_gmt":"2022-07-26T03:06:55","slug":"aquilo-que-nunca-perdi-sobre-a-cantora-e-compositora-alzira-e-chega-aos-cinemas-em-08-de-setembro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=51275","title":{"rendered":"&#039;Aquilo que nunca perdi&#039;, sobre a cantora e compositora Alzira E, chega aos cinemas em 08 de setembro"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F51275&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F51275&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><p><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/aquilo-que-nunca-perdi-sobre-a-cantora-e-compositora-alzira-e-chega-aos-cinemas-em-08-de-setembro\/setembro\/\" rel=\"attachment wp-att-51276\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"51276\" data-permalink=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/?attachment_id=51276\" data-orig-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/setembro.jpg\" data-orig-size=\"750,500\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"setembro\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/setembro.jpg\" data-large-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/setembro.jpg\" class=\"aligncenter size-full wp-image-51276\" src=\"http:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/setembro.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"500\" \/><\/a><\/p>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><em>Dirigido por Marina Thom\u00e9, document\u00e1rio que recebeu o pr\u00eamio de Melhor Filme no Festival In-Edit Brasil, traz a intimidade e o processo criativo da artista<\/em><\/h2>\n<p><!--more--><\/p>\n<div id=\"m_911534414475933446m_958083073539128923text-text-section-5\">\n<table role=\"presentation\" border=\"0\" width=\"100%\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" bgcolor=\"transparent\">\n<tbody>\n<tr>\n<td valign=\"top\">Vida e obra da artista Alzira E s\u00e3o o foco do document\u00e1rio\u00a0<strong>AQUILO QUE EU NUNCA PERDI<\/strong>, dirigido por Marina Thom\u00e9, e vencedor do Festival IN-EDIT Brasil de 2021. Selecionado pelo Rumos Ita\u00fa Cultural, o longa chega aos cinemas no dia do anivers\u00e1rio de Alzira, em 08 de setembro, com produ\u00e7\u00e3o do Est\u00fadio CRUA e distribui\u00e7\u00e3o da Descoloniza Filmes.<\/p>\n<p>Completando 45 anos de carreira, Alzira E \u00e9 refer\u00eancia na cena musical independente de S\u00e3o Paulo. A cantora, compositora e instrumentista sul-matogrossense atravessa e transfigura gera\u00e7\u00f5es na m\u00fasica contempor\u00e2nea brasileira. O filme re\u00fane mem\u00f3rias, imagens e arte e contempla, por meio do cinema, a trajet\u00f3ria de experimenta\u00e7\u00e3o musical de Alzira com parceiros como Ney Matogrosso, Arrigo Barnab\u00e9, Almir Sater, Alice Ruiz e Itamar Assump\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Essa cinebiografia musical, que entrecorta fotos, jornais, materiais de arquivo, shows e sequ\u00eancias \u00edntimas e bem-humoradas de Alzira, tamb\u00e9m conta com lembran\u00e7as de seus parceiros sobre o processo de composi\u00e7\u00e3o e can\u00e7\u00f5es in\u00e9ditas das d\u00e9cadas de 1970 e 1980, encontradas em grava\u00e7\u00f5es caseiras, em arranjos feitos exclusivamente para o filme. A montagem r\u00edtmica, que transita por contrastes e afetos, permite que sua trajet\u00f3ria seja redescoberta ao mesmo tempo em que leva a artista a um novo p\u00fablico.<\/p>\n<p>H\u00e1 mais de 15 anos, a cineasta e artista visual Marina Thom\u00e9 acompanha Alzira E de perto. \u201c<em>Comecei a fotografar seus shows, fomos ficando mais pr\u00f3ximas com o passar dos anos, e fui conhecendo tamb\u00e9m sua fam\u00edlia. Hoje em dia \u00e9 uma grande amiga e parceira de trabalho, sempre presente<\/em>\u201d, conta.<\/p>\n<p>Marina conta que queria produzir um filme que contemplasse as v\u00e1rias facetas dessa mulher fascinante e inspiradora, que podem ser vistas pelos olhos do p\u00fablico at\u00e9 mesmo no ato de mudar seu nome art\u00edstico de Alzira Esp\u00edndola para Alzira E. A diretora costuma dizer que tem com Alzira \u201cuma rela\u00e7\u00e3o cinematogr\u00e1fica\u201d. Al\u00e9m de fotografar seus shows, criou v\u00eddeo-cen\u00e1rios, videoclipes, capas e fotografias da CORTE, a nova banda de rock liderada por Alzira.<\/p>\n<p>A partir da rela\u00e7\u00e3o constru\u00edda com a protagonista, a diretora teve acesso a um vasto acervo de fitas MDs, VHSs e K7s, entre v\u00eddeos e m\u00fasicas, que foi digitalizado especialmente para esse document\u00e1rio.\u00a0<strong>AQUILO QUE EU NUNCA PERDI<\/strong>\u00a0traz tamb\u00e9m grava\u00e7\u00f5es e entrevistas in\u00e9ditas que tecem a narrativa do filme, dando conta das importantes transforma\u00e7\u00f5es ao longo da carreira da artista, assim como suas parcerias com figuras como Anelis Assump\u00e7\u00e3o, Tigan\u00e1 Santana, Benjamim Taubkin, Renato Teixeira, Luli e Lucina.<\/p>\n<p>Para Alzira E, profiss\u00e3o e fam\u00edlia andam juntas, por isso o document\u00e1rio retrata tamb\u00e9m a rela\u00e7\u00e3o com sua fam\u00edlia de artistas, como os irm\u00e3os Geraldo, Celito, Humberto, Jerry e Tet\u00ea Esp\u00edndola, al\u00e9m de suas filhas Iara Renn\u00f3 e Luz Marina, que s\u00e3o cantoras e compositoras como ela.<\/p>\n<p>Para\u00a0<strong>AQUILO QUE EU NUNCA PERDI<\/strong>, produzido por Marcia Mansur, Marina contou com o trabalho de outros tr\u00eas pesquisadores, o que lhe ajudou a trazer ainda mais profundidade de informa\u00e7\u00f5es para o filme. \u201c<em>Um especializado em m\u00eddias mais tradicionais, como TVs, r\u00e1dios, e jornais de alcance nacional, outro apenas focado no Mato Grosso do Sul, que encontrou coisas maravilhosas da fam\u00edlia Esp\u00edndola. Al\u00e9m disso, uma terceira pesquisadora fez um trabalho bonito em SP, coletando arquivos biogr\u00e1ficos com muitos amigos e parceiros de Alzira<\/em>.\u201d<\/p>\n<p>O processo de montagem durou 6 meses e contou com roteiro feito com Dellani Lima. \u201c<em>O roteiro gerou 4h de filme na primeira montagem. O processo todo durou aproximadamente 6 meses e tive a consultoria de Id\u00ea Lacreta e Renato Vallone, que foram essenciais para o processo<\/em>.\u201d<\/p>\n<p>O filme teve sua estreia mundial no BAFICI &#8211; Buenos Aires Festival Internacional de Cine Independiente, na Argentina, seguindo para v\u00e1rios festivais nacionais e internacionais, como o brasileiro In-Edit \u2013 Festival Internacional do Document\u00e1rio Musical, no qual levou o pr\u00eamio de Melhor Filme, a CineOP \u2013 Mostra de Ouro Preto, e tamb\u00e9m os estrangeiros WOMEX &#8211; The World Music Expo, em Portugal, e o Festival Internacional de Cinema de Crac\u00f3via, na Pol\u00f4nia. No pr\u00eamio ABC 2022, promovido pela Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Cinematografia,\u00a0<strong>AQUILO QUE EU NUNCA PERDI<\/strong>\u00a0foi indicado em duas categorias: Melhor Montagem (Marina Thom\u00e9) e Melhor Equipe de Som Longa-Metragem Documental (Victor Jaramillo, Ricardo Zollner, Simone Alves e Ariel Henrique).<\/p>\n<p>\u201c<em>Quanta emo\u00e7\u00e3o \u00e9 Alzira no document\u00e1rio\u00a0<\/em><strong>AQUILO QUE EU NUNCA PERDI<\/strong><em>. Um ganho para nossa alma<\/em>\u201d, escreveu Marcelino Freire, na Folha de S. Paulo. \u201c<em>Com ineg\u00e1vel vigor, o filme faz um acerto de contas e exibe a artista em um esplendor milagroso<\/em>\u201d, escreveu David Obarrio, do BAFICI.<\/p>\n<p><strong>Sinopse<\/strong><\/p>\n<p>Nascida no Mato Grosso do Sul, Alzira E come\u00e7ou a compor com seus irm\u00e3os, Geraldo e Tet\u00ea Esp\u00edndola. Nos anos 80, emigrou para S\u00e3o Paulo onde construiu uma s\u00f3lida carreira como instrumentista e compositora com parceiros como Itamar Assump\u00e7\u00e3o e Ney Matogrosso. Aos 65 anos, Alzira E lidera uma banda de rock.<\/p>\n<p><strong>Ficha T\u00e9cnica<\/strong><\/p>\n<p><strong>Dire\u00e7\u00e3o, Fotografia e Montagem:\u00a0<\/strong>Marina Thom\u00e9<\/p>\n<p><strong>Produ\u00e7\u00e3o<\/strong>: Marcia Mansur<\/p>\n<p><strong>Roteiro<\/strong>: Dellani Lima<\/p>\n<p><strong>Produ\u00e7\u00e3o executiva e dire\u00e7\u00e3o de produ\u00e7\u00e3o<\/strong>: Marcia Mansur<\/p>\n<p><strong>Pesquisa de Imagem<\/strong>: Naiara Magalh\u00e3es, Vitor Santi, Rodolfo Ikeda<\/p>\n<p><strong>Produ\u00e7\u00e3o<\/strong>: Est\u00fadio Crua<\/p>\n<p><strong>Distribui\u00e7\u00e3o<\/strong>: Descoloniza Filmes<\/p>\n<p><strong>Ano<\/strong>: 2021<\/p>\n<p><strong>Dura\u00e7\u00e3o<\/strong>: 86 min.<\/p>\n<p><strong>Sobre Marina Thom\u00e9<\/strong><\/p>\n<p>Cineasta e fot\u00f3grafa, desenvolve projetos documentais para plataformas multim\u00eddia, cinema e m\u00fasica. Seus filmes foram apresentados em festivais como Biarritz Am\u00e9rique Latine (FR), Margaret Mead Film Festival (NY), BAFICI &#8211; Buenos Aires Festival Internacional de Cinema Independente (AR) e MiradasDoc (ES). Possui mestrado em Document\u00e1rio Criativo pela UAB (Espanha, 2011) e Comunica\u00e7\u00e3o, Arte e Tecnologia pela Belas Artes (Brasil, 2006). Atuou na \u00e1rea de Comunica\u00e7\u00e3o da Cinemateca Brasileira entre 2016 e 2018.\u00a0<a href=\"http:\/\/www.marinathome.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=http:\/\/www.marinathome.com.br&amp;source=gmail&amp;ust=1658871968650000&amp;usg=AOvVaw1NTeDeHrun1OFv47PKrdDG\">www.marinathome.com.br<\/a><\/p>\n<p><strong>Sobre a Descoloniza Filmes<\/strong><\/p>\n<p>Fundada em 2017 por Ibir\u00e1 Machado, a Descoloniza Filmes nasceu com o prop\u00f3sito de equiparar a distribui\u00e7\u00e3o de filmes dirigidos por mulheres e que tragam novas propostas narrativas e tem\u00e1ticas, contribuindo com a constru\u00e7\u00e3o de uma nova forma de pensar. Em 2018, a Descoloniza lan\u00e7ou o filme argentino &#8220;Minha Amiga do Parque&#8221;, de Ana Katz, vencedor do pr\u00eamio de melhor roteiro no Festival de Sundance, &#8220;H\u00edbridos &#8211; Os Esp\u00edritos do Brasil&#8221;, de Priscilla Telmon e Vincent Moon, o chileno &#8220;Rei&#8221;, de Niles Attalah, vencedor do grande pr\u00eamio do j\u00fari no Festival de Roterd\u00e3, e &#8220;Como Fotografei os Yanomami&#8221;, de Otavio Cury. Em 2019 codistribuiu junto \u00e0 Vitrine Filmes a obra &#8220;Los Silencios&#8221;, de Beatriz Seigner, e levou aos cinemas &#8220;Carta Para Al\u00e9m dos Muros&#8221;, de Andr\u00e9 Canto. Durante a pandemia, lan\u00e7ou diretamente no streaming os filmes &#8220;Saudade Mund\u00e3o&#8221;, de Julia Hannud e Catharina Scarpellini, e &#8220;Castelo de Terra&#8221;, de Oriane Descout, retomando os lan\u00e7amentos em salas no segundo semestre de 2021, com &#8220;Cavalo&#8221;, de Rafhael Barbosa e Werner Sales, &#8220;Parque Oeste&#8221;, de Fabiana Assis, e &#8220;Aleluia, o canto infinito do Tinco\u00e3&#8221;, de Tenille Barbosa. Agora em 2022 realizou os lan\u00e7amentos de &#8220;Sem Rosto&#8221;, de Sonia Guggisberg, e\u00a0 &#8220;Gyuri&#8221;, de Mariana Lacerda, e prepara os lan\u00e7amento de &#8220;Aquilo que eu Nunca Perdi&#8221;, de Marina Thom\u00e9,\u00a0 &#8220;Espera&#8221;, de Cao Guimar\u00e3es, &#8220;Para Onde Voam as Feiticeiras&#8221;, de Eliane Caff\u00e9, Carla Caff\u00e9 e Beto Amaral, dentre outros.<\/p>\n<p><strong>Sobre o Est\u00fadio CRUA<\/strong><\/p>\n<p>O Est\u00fadio CRUA atua entre S\u00e3o Paulo e Lisboa, produzindo document\u00e1rios e desenvolvendo projetos que utilizam novas tecnologias para impacto social e promo\u00e7\u00e3o cultural. As s\u00f3cias Marcia Mansur e Marina Thom\u00e9, possuem 15 anos de experi\u00eancia em produ\u00e7\u00e3o de conte\u00fado document\u00e1rio e projetos interativos, como o premiado projeto de document\u00e1rio expandido &#8220;O Som dos Sinos&#8221; (2016), pioneiro no uso de novas m\u00eddias e tecnologia para promo\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio cultural brasileiro. O longa-metragem do projeto participou do 26\u00ba Festival Biarritz Am\u00e9rique Latine e 42\u00ba Margaret Mead Film Festival no Museu de Hist\u00f3ria Natural de Nova Iorque. No Brasil, foi premiado como Melhor Dire\u00e7\u00e3o de Fotografia da Mostra Sesc de Cinema Paulista e Melhor Document\u00e1rio pelo j\u00fari no Florian\u00f3polis Audiovisual Mercosul. O projeto transm\u00eddia \u201cSom dos Sinos\u201d ganhou o 29\u00ba Rodrigo Melo Franco de Andrade, principal pr\u00eamio para projetos de promo\u00e7\u00e3o e preserva\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio cultural brasileiro. Em 2017, a produtora lan\u00e7ou o curta document\u00e1rio &#8220;GARY&#8221;, filmado em NYC, selecionado para festivais em diversos pa\u00edses, incluindo 11\u00ba Festival Internacional de Cine Documental de Uruguay &#8211; Atlantidoc, 12\u00ba Festival de Cine Documental MiradasDoc (Espanha), 8\u00ba Art of Brooklyn Film Festival (USA) e 11\u00ba Porto7 &#8211; Festival Internacional de Curtas-Metragens do Porto (Portugal). Atualmente, o Est\u00fadio CRUA est\u00e1 produzindo dois novos longas metragens: &#8220;C\u00e9u Vermelho&#8221;, projeto selecionado para resid\u00eancia de desenvolvimento da Arch\u00e9 no Porto\/Post\/Doc 2021 realizada em parceria com Apordoc &#8211; Associa\u00e7\u00e3o pelo Document\u00e1rio e Doclisboa e &#8220;The Dual Nature of Light&#8221;, document\u00e1rio selecionado durante o Festival Biarritz Amerique Latine para desenvolvimento na Resid\u00eancia Lizi\u00e9res (Fran\u00e7a) em 2018. O Estu\u0301dio atua tamb\u00e9m na frente de formac\u0327a\u0303o pela qual organiza atividades de formac\u0327a\u0303o na a\u0301rea de narrativas transmi\u0301dia, memo\u0301ria e territo\u0301rio, assim como laborato\u0301rios de criac\u0327a\u0303o e atelie\u0302s de desenvolvimento de projetos em institui\u00e7\u00f5es culturais diversas como Sesc S\u00e3o Paulo, Oficina Oswald de Andrade, Poesis, SP Cine, Universidade S\u00e3o Paulo e festivais de fotografia e Cinema.<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/div>\n<div id=\"m_911534414475933446m_958083073539128923text-text-section-6\">\n<table role=\"presentation\" border=\"0\" width=\"100%\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" bgcolor=\"transparent\">\n<tbody>\n<tr>\n<td valign=\"top\"><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dirigido por Marina Thom\u00e9, document\u00e1rio que recebeu o pr\u00eamio de Melhor Filme no Festival In-Edit Brasil, traz a intimidade e o processo criativo da artista<\/p>\n","protected":false},"author":34,"featured_media":51276,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7,11],"tags":[794,1024,1868],"class_list":["post-51275","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-comunicacao","category-cultura","tag-alzira-e","tag-aquilo-que-nunca-perdi","tag-chega-aos-cinemas"],"aioseo_notices":[],"views":498,"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/setembro.jpg","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":45944,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=45944","url_meta":{"origin":51275,"position":0},"title":"Premiada anima\u00e7\u00e3o &#039;Bob Cuspe, n\u00f3s n\u00e3o gostamos de gente&#039; far\u00e1 sua estreia nacional na 45\u00aa Mostra de S\u00e3o Paulo","author":"Veronica Moreira","date":"25 de outubro de 2021","format":false,"excerpt":"Diretor do filme, Cesar Cabral, participar\u00e1 de oficina de anima\u00e7\u00e3o stopmotion online e gratuita durante o festival Um dos personagens mais famosos dos quadrinhos nacionais, Bob Cuspe chega aos cinemas com o filme\u00a0BOB CUSPE, N\u00d3S N\u00c3O GOSTAMOS DE GENTE, que ganhou o principal pr\u00eamio da Mostra Contrechamp, em Annecy, que\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Comunica\u00e7\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"Comunica\u00e7\u00e3o","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=7"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/bob-cuspe.jpg?resize=350%2C200","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/bob-cuspe.jpg?resize=350%2C200 1x, https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/bob-cuspe.jpg?resize=525%2C300 1.5x, https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/bob-cuspe.jpg?resize=700%2C400 2x"},"classes":[]},{"id":50206,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=50206","url_meta":{"origin":51275,"position":1},"title":"Feira Beco do Inferno promove a 1\u00aa Medalha Cultural Alzira Sucuri","author":"Carlos Carvalho Cavalheiro","date":"17 de maio de 2022","format":false,"excerpt":"A premia\u00e7\u00e3o visa indicar somente pessoas\/projetos\/entidades ou institui\u00e7\u00f5es de SOROCABA.\u00a0As indica\u00e7\u00f5es t\u00eam como foco a atua\u00e7\u00e3o do(a) indicado(a) durante o exerc\u00edcio de 2021 e 2022 Vem a\u00ed a 1\u00aa MEDALHA CULTURAL ALZIRA SUCURI! 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