{"id":51593,"date":"2022-08-17T17:32:38","date_gmt":"2022-08-17T20:32:38","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=51593"},"modified":"2022-08-17T17:32:38","modified_gmt":"2022-08-17T20:32:38","slug":"bruna-rosalem-o-proposito-de-kant","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=51593","title":{"rendered":"Bruna Rosalem: &#039;O prop\u00f3sito de Kant&#039;"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F51593&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F51593&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><figure id=\"attachment_47120\" aria-describedby=\"caption-attachment-47120\" style=\"width: 112px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/marcus-hemerly-entrevista-a-psicanalista-bruna-rosalem-sobre-o-tema-saude-mental-em-tempos-pre-e-pos-pandemia\/whatsapp-image-2021-11-13-at-14-33-29\/\" rel=\"attachment wp-att-47120\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"47120\" data-permalink=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/?attachment_id=47120\" data-orig-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/WhatsApp-Image-2021-11-13-at-14.33.29.jpeg\" data-orig-size=\"734,1304\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"WhatsApp Image 2021-11-13 at 14.33.29\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/WhatsApp-Image-2021-11-13-at-14.33.29.jpeg\" class=\" wp-image-47120\" src=\"http:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/WhatsApp-Image-2021-11-13-at-14.33.29-169x300.jpeg\" alt=\"\" width=\"112\" height=\"199\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-47120\" class=\"wp-caption-text\">Bruna Rosalem<\/figcaption><\/figure>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>COLUNA PSICAN\u00c1LISE E COTIDIANO <\/strong><\/h2>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>O prop\u00f3sito de Kant<\/strong><!--more--><\/h2>\n<p><em>O prop\u00f3sito de Kant est\u00e1 em indagar sobre <\/em><\/p>\n<p><em>at\u00e9 que ponto \u00e9 poss\u00edvel ao homem<\/em><\/p>\n<p><em>conhecer o que realmente conhece.<\/em><\/p>\n<p><em>At\u00e9 onde? Qual limite? Quais possibilidades?<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Na coluna desta semana, irei por um caminho mais filos\u00f3fico. Apesar de ser devoradora de livros de Psican\u00e1lise, uma das minhas paix\u00f5es s\u00e3o as personalidades do campo da Filosofia, afinal, nossos maiores questionamentos acerca dos mist\u00e9rios da mente humana, do universo, do finito e do infinito, do corpo e da alma, vida e morte, surgiram h\u00e1 milhares de anos nas mentes de grandes pensadores. Neste presente texto, discorrerei em breves palavras sobre Immanuel Kant e o seu prop\u00f3sito.<\/p>\n<p>Nascido em 22 de abril de 1704 na cidade de K\u00f6nigsberg, Pr\u00fassia Oriental, Immanuel Kant era o quarto irm\u00e3o mais velho de onze irm\u00e3os. De fam\u00edlia humilde, seu pai Jo\u00e3o Jorge Kant era seleiro, homem honesto e trabalhador. Sua m\u00e3e Ana Regina Reuter, profundamente religiosa, apresentou-lhe uma s\u00f3lida educa\u00e7\u00e3o moral.<\/p>\n<p>Kant estudou no Col\u00e9gio Fridericianum e na Universidade de K\u00f6nigsberg; nesta \u00faltima tornou-se professor catedr\u00e1tico. Ele n\u00e3o se casou, nem teve filhos e nunca saiu de sua terra natal. Levou uma vida extremamente met\u00f3dica, tanto \u00e9, diz a lenda, que os habitantes da cidade regulavam seus rel\u00f3gios quando o viam caminhar \u00e0s 15 horas e 30 minutos. Kant faleceu em 12 de fevereiro de 1804. Era um homem um tanto baixo e franzino.<\/p>\n<p>A s\u00edntese entre racionalismo e empirismo que o levou a buscar respostas, marca um movimento chamado Criticismo Kantiano, e vai nos apontar para duas problematiza\u00e7\u00f5es centrais: na vertente racionalista dogm\u00e1tica (dos principais pensadores Descartes, Spinoza, Leibniz, Wolff) em que a raz\u00e3o \u00e9 a pr\u00f3pria origem e valida\u00e7\u00e3o do conhecimento, faz-se um exerc\u00edcio anal\u00edtico <em>a priori<\/em>, fundamentado no princ\u00edpio das ideias inatas e no m\u00e9todo dedutivo-matem\u00e1tico. Assim, atrav\u00e9s do princ\u00edpio de identidade, que apresenta universalidade e necessidade, os racionalistas pretendiam demonstrar a validade e a verdade de seus pressupostos cient\u00edficos. A cr\u00edtica de Kant neste sentido \u00e9 a de que o conhecimento, por esta vis\u00e3o, se apresentaria puramente tautol\u00f3gico, elucidativo, apenas explicativo de uma senten\u00e7a. Por exemplo, ao falar que \u201co homem \u00e9 racional\u201d, o predicado racional \u00e9 necessariamente parte integrante do conceito de homem; n\u00e3o teria como falar de homem sem falar de racional e continuar mantendo sua ess\u00eancia. Apesar desta observa\u00e7\u00e3o, Kant diz que o racionalismo permite pensar o todo, o universal.<\/p>\n<p>J\u00e1 na vertente empirista c\u00e9tica (dos principais pensadores Bacon, Locke, Hume) o conhecimento \u00e9 produzido a partir da experi\u00eancia num exerc\u00edcio sint\u00e9tico <em>a posteriori<\/em> em que o predicado <em>n\u00e3o<\/em> se relaciona <em>necessariamente<\/em> com o sujeito. Isso quer dizer que o conhecimento \u00e9 produzido a partir de outros tipos de representa\u00e7\u00e3o de acordo com a experi\u00eancia particular do sujeito com o objeto; os empiristas tinham fortes cr\u00edticas \u00e0s ideias inatas.<\/p>\n<p>Para eles, a experi\u00eancia \u00e9 algo contingente, ou seja, alguma coisa pode ser ou pode n\u00e3o ser, mas n\u00e3o deixa de manter sua ess\u00eancia. Por exemplo, ao falar \u201ca luz est\u00e1 acesa\u201d, mesmo estando acesa ou apagada, a luz continua sendo luz, n\u00e3o haver\u00e1 dentro do conceito de luz o predicado &#8216;acesa&#8217; como parte integrante para constituir o conceito de luz. A cr\u00edtica de Kant \u00e9 que se o empirismo parte daquilo que \u00e9 particular e contingente, como ent\u00e3o seria poss\u00edvel obter conhecimentos universais e necess\u00e1rios. No entanto, ele mesmo reconhece que as experimenta\u00e7\u00f5es de fato trouxeram contribui\u00e7\u00f5es de alguma maneira para a Ci\u00eancia.<\/p>\n<p>Apesar de as duas posi\u00e7\u00f5es, empirismo e racionalismo, conterem argumentos elaborados de maneira rigorosa, a novidade que Kant traz, fazendo um paralelo entre estas vertentes, \u00e9 que existem determinados ju\u00edzos que s\u00e3o formados tanto por elementos <em>a posteriori<\/em> como pelo componente <em>a priori<\/em>. De acordo com Kant, toda mudan\u00e7a tem que ter necessariamente uma causa, isso seria rigorosamente universal e necess\u00e1ria; por\u00e9m essa conclus\u00e3o \u00e9 sint\u00e9tica <em>a priori<\/em>, porque apesar de ser universal e necess\u00e1ria, o conceito de \u2018mudan\u00e7a\u2019 somente pode ser obtido atrav\u00e9s da experi\u00eancia.<\/p>\n<p>Diante disso, tem-se de um lado o ju\u00edzo anal\u00edtico, que possui a universalidade e a necessidade trazidas pelo racionalismo dogm\u00e1tico, mas \u00e9 incapaz de acrescentar algo novo ao conhecimento; e de outro lado tem-se o ju\u00edzo sint\u00e9tico fruto da experi\u00eancia, que torna poss\u00edvel obter conhecimentos, mas que n\u00e3o possibilita pens\u00e1-los de modo universal e necess\u00e1rio.<\/p>\n<p>Kant pretende superar essa dicotomia, pois tanto uma posi\u00e7\u00e3o quanto a outra deixa um abismo que divide a produ\u00e7\u00e3o do conhecimento e suas rela\u00e7\u00f5es. As duas posi\u00e7\u00f5es separam a raz\u00e3o da mat\u00e9ria, os conceitos do conte\u00fado. Para o pensador, o conhecimento seria ent\u00e3o uma s\u00edntese entre um sujeito e um objeto. E isso aconteceria da seguinte maneira: atrav\u00e9s dos nossos esquemas mentais n\u00f3s organizar\u00edamos o mundo (que aparentemente \u00e9 um caos; as coisas s\u00e3o formadas por \u00e1tomos e est\u00e3o dispostas em todo lugar e cabe a n\u00f3s organiz\u00e1-las mentalmente) e ent\u00e3o o compreender\u00edamos a partir da realidade que a pr\u00f3pria raz\u00e3o produz. Assim o conhecimento \u00e9 ao mesmo tempo s\u00edntese do produto da raz\u00e3o e do produto da sensibilidade. Logo, para que haja conhecimento \u00e9 preciso utilizar-se da experi\u00eancia, fornecida pela nossa capacidade da sensibilidade, como tamb\u00e9m de conceito, fornecido pela nossa capacidade de entendimento.<\/p>\n<p>Para Kant, o conceito vai muito al\u00e9m de considerar ideias inatas, pois para ele n\u00e3o h\u00e1 conhecimento inato, o que existe s\u00e3o formas e conte\u00fados vazios que ser\u00e3o preenchidos atrav\u00e9s da experi\u00eancia. Kant afirma que a estrutura da raz\u00e3o \u00e9 inata, mas n\u00e3o o conhecimento. Logo, para ele, a Ci\u00eancia faz justamente isso: \u00e9 uma s\u00edntese <em>a priori<\/em> de condi\u00e7\u00f5es subjetivas do sujeito que permitem acrescentar algo \u00e0 experi\u00eancia que n\u00e3o est\u00e1 contida na experi\u00eancia por si s\u00f3. Esta \u00e9 a grande genialidade de Kant: a possibilidade do ju\u00edzo sint\u00e9tico <em>a priori<\/em>, que re\u00fane conte\u00fado e forma, superando a concep\u00e7\u00e3o racionalista dogm\u00e1tica pautada em ju\u00edzos de explica\u00e7\u00e3o e a concep\u00e7\u00e3o empirista c\u00e9tica fundamentada nos ju\u00edzos de extens\u00e3o.<\/p>\n<p>Bem, at\u00e9 aqui, Kant vem discutindo a partir dessas duas vertentes os principais caminhos da Ci\u00eancia para a constru\u00e7\u00e3o do conhecimento. A grande quest\u00e3o de Kant, que por sua vez, culmina para a elabora\u00e7\u00e3o da sua Est\u00e9tica Transcendental (leitura extremamente complexa) \u00e9: enquanto David Hume afirmava que a Ci\u00eancia era algo meramente prov\u00e1vel, Kant realmente atribuiu \u00e0 Ci\u00eancia o <em>status<\/em> de algo poss\u00edvel, v\u00e1lido. A sua \u00e1rdua tarefa \u00e9 dizer como ela se tornou poss\u00edvel. E mais: atribuir \u00e0 Metaf\u00edsica o mesmo grau de certeza equivalente aos conhecimentos vindos da L\u00f3gica, da Matem\u00e1tica e da F\u00edsica. Aqui uma observa\u00e7\u00e3o interessante: Sigmund Freud tamb\u00e9m encarou um \u00e1rduo desafio em sua \u00e9poca (s\u00e9culo XX) de conceber a Psican\u00e1lise como uma Ci\u00eancia, algo como uma metapsicologia. Igualmente ao fil\u00f3sofo foi duramente criticado.<\/p>\n<p>Embora Kant fizesse ferrenhos apontamentos ao empirismo c\u00e9tico de David Hume quando este dizia que a Ci\u00eancia n\u00e3o ultrapassaria o <em>status<\/em> de prov\u00e1vel e muito menos atribuir a Metaf\u00edsica a capacidade de produzir conhecimentos racionais e certos, foi este mesmo pensador que levou Kant a compreender a necessidade de repensar toda a Metaf\u00edsica tradicional. Ele reconheceu que esta \u00e1rea do conhecimento at\u00e9 ent\u00e3o n\u00e3o atingiu a mesma confiabilidade das ci\u00eancias. O fil\u00f3sofo prussiano conduziu-se consciente da incerteza das conclus\u00f5es da Metaf\u00edsica e da fraqueza dos argumentos em que esta se assentava.<\/p>\n<p>De fato, \u00e9 nela que est\u00e3o relacionadas as problem\u00e1ticas que envolvem conceitos como infinito, totalidade, absoluto, imortalidade da alma, Deus, liberdade do homem. S\u00e3o questionamentos que sempre fizeram parte das especula\u00e7\u00f5es do homem (e at\u00e9 hoje s\u00e3o angustiantes) e n\u00e3o os tornam indiferentes \u00e0 pr\u00f3pria exist\u00eancia humana. Ainda que n\u00e3o pud\u00e9ssemos ser capazes de resolv\u00ea-los, \u00e9 poss\u00edvel pens\u00e1-los, cogit\u00e1-los, reflet\u00ed-los. \u00c9 como se o homem n\u00e3o conseguisse se esquivar dessas quest\u00f5es durante sua vida.<\/p>\n<p>Kant, ainda, problematiza que a raz\u00e3o humana n\u00e3o pode ser limitada \u00e0 experi\u00eancia, contudo \u00e9 da pr\u00f3pria experi\u00eancia que surgem determinadas lacunas que nos levam a pensar para al\u00e9m dos limites dela e a conceber realidades transcendentes, tais como a alma, o mundo, a natureza, assim por diante; quando n\u00e3o h\u00e1 como viver uma experi\u00eancia, a raz\u00e3o v\u00ea-se abandonada \u00e0s pr\u00f3prias for\u00e7as. No entanto, segundo o pensador, a mesma situa\u00e7\u00e3o ocorre com outras disciplinas como L\u00f3gica, Matem\u00e1tica e F\u00edsica que formularam conceitos certos e racionais na medida em encontram na natureza as exig\u00eancias <em>a priori <\/em>da raz\u00e3o. Tais disciplinas \u201cdescobriram\u201d o caminho seguro da Ci\u00eancia e progrediram infalivelmente. A Metaf\u00edsica, ao contr\u00e1rio, continua a tatear.<\/p>\n<p>Para finalizar, o prop\u00f3sito de Kant est\u00e1 em indagar sobre at\u00e9 que ponto \u00e9 poss\u00edvel ao homem conhecer o que realmente conhece. At\u00e9 onde? Qual limite? Quais possibilidades? Para quem ficou curioso pelo seu empreendimento, a leitura de Cr\u00edtica da Raz\u00e3o Pura e o projeto para uma Est\u00e9tica Transcendental s\u00e3o recomend\u00e1veis. Mas fica o alerta: \u00e9 altamente envolvente e desafiador!<\/p>\n<p><strong>Bruna Rosalem<\/strong><\/p>\n<p>Psicanalista Cl\u00ednica<\/p>\n<p>@psicanalistabrunarosalem<\/p>\n<p>www.psicanaliseecotidiano.com.br<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>COLUNA PSICAN\u00c1LISE E COTIDIANO O prop\u00f3sito de Kant<\/p>\n","protected":false},"author":51,"featured_media":47120,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[1094,1490,2390,4935],"class_list":["post-51593","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-comunicacao","tag-artigo","tag-bruna-rosalem","tag-cotidiano-e-psicanalise","tag-kant"],"aioseo_notices":[],"views":628,"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/WhatsApp-Image-2021-11-13-at-14.33.29.jpeg","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":68748,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=68748","url_meta":{"origin":51593,"position":0},"title":"O vazio","author":"Bruna Rosalem","date":"15 de agosto de 2024","format":false,"excerpt":"Vazio. 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O historiador franc\u00eas Alain Corbin, em seu livro \u201cA Hist\u00f3ria do sil\u00eancio: do Renascimento aos nossos dias\u201d nos presenteia com uma brilhante narrativa trazendo o sil\u00eancio como protagonista. 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