{"id":52616,"date":"2022-11-13T20:15:20","date_gmt":"2022-11-13T23:15:20","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=52616"},"modified":"2022-11-13T20:15:20","modified_gmt":"2022-11-13T23:15:20","slug":"de-luanda-angola-para-o-quadro-de-colunistas-do-rol-agostinho-mulombo-domingos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=52616","title":{"rendered":"De Luanda, Angola, para o Quadro de Colunistas do ROL, Agostinho Mulombo Domingos"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F52616&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F52616&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><h2 style=\"text-align: center;\"><\/h2>\n<figure id=\"attachment_52625\" aria-describedby=\"caption-attachment-52625\" style=\"width: 162px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/de-luanda-angola-para-o-quadro-de-colunistas-do-rol-agostinho-mulombo-domingos\/db800802-2201-4450-a07c-72c8d7e47bbc\/\" rel=\"attachment wp-att-52625\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"52625\" data-permalink=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/?attachment_id=52625\" data-orig-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/db800802-2201-4450-a07c-72c8d7e47bbc.jpg\" data-orig-size=\"640,739\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"db800802-2201-4450-a07c-72c8d7e47bbc\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"&lt;p&gt;Agostinho Mulombo&lt;\/p&gt;\n\" data-large-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/db800802-2201-4450-a07c-72c8d7e47bbc.jpg\" class=\" wp-image-52625\" src=\"http:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/db800802-2201-4450-a07c-72c8d7e47bbc-260x300.jpg\" alt=\"\" width=\"162\" height=\"187\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-52625\" class=\"wp-caption-text\">Agostinho Mulombo Domingos<\/figcaption><\/figure>\n<h2 style=\"text-align: center;\">Com Agostinho Mulombo, Angola e Brasil se unem cada vez mais nas letras e nas culturas!<\/h2>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><strong>Agostinho Mulombo Domingos,<\/strong> natural de Luanda (Angola), 26, \u00e9 licenciado em Ensino da L\u00edngua Portuguesa, pela Escola Superior Pedag\u00f3gica do Bengo, membro afecto ao Projecto de Defini\u00e7\u00e3o de Espa\u00e7o das L\u00ednguas Nacionais da Escola Superior Pedag\u00f3gica do Bengo, e afecto ao Departamento de Letras Modernas da mesma institui\u00e7\u00e3o; Revisor lingu\u00edstico oficial do Projecto de Extens\u00e3o Universit\u00e1ria Saber-fazer &amp; Saber-ser, da ESP-Bengo. Professor de L\u00edngua Portuguesa e investigador em assuntos lingu\u00edsticos.<\/p>\n<p>Abaixo, a primeira contribui\u00e7\u00e3o de Agostinho Mulombo.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>O lado rid\u00edculo do angolano e a autocoloniza\u00e7\u00e3o lingu\u00edstica: As infer\u00eancias a Fanon e Bagno<\/strong><\/p>\n<p>O objectivo deste texto \u00e9 abordar o que chamamos de problema p\u00f3s-colonial na situa\u00e7\u00e3o lingu\u00edstica angolana, com um olhar minucioso para aquilo que tratamos de portugu\u00eas angolano e portugu\u00eas europeu, de maneira que se perceba at\u00e9 que ponto essas duas variedades se demarcam do ponto de vista pr\u00e1tico, isto \u00e9, como a norma que se tem como ideal lingu\u00edstico no territ\u00f3rio angolano n\u00e3o corresponde, evidentemente, com o real comportamento lingu\u00edstico do falante angolano. No meio deste cen\u00e1rio, pretende-se tamb\u00e9m compreender, neste estudo de petul\u00e2ncia, o papel rid\u00edculo do angolano em imprimir artif\u00edcios para falar como um portugu\u00eas e a sua autocoloniza\u00e7\u00e3o lingu\u00edstica, fazendo, por fim, infer\u00eancias a autores como Bagno e Fanon, atrav\u00e9s das obras Preconceito Lingu\u00edstico (o que \u00e9\u00a0 e como se faz) e Pele Negra, M\u00e1scaras Brancas, para a compreens\u00e3o do comportamento lingu\u00edstico do angolano.<\/p>\n<p>Pretende-se tamb\u00e9m descrever o papel rid\u00edculo do angolano ante a norma padr\u00e3o, e os estudos p\u00f3s-coloniais ajudam-nos a lan\u00e7ar o grito de socorro para dizer que o PE n\u00e3o se compagina com os <em>modus pensandi<\/em> e <em>vivendi<\/em> do angolano,\u00a0 e fazer um rompimento a tal coloniza\u00e7\u00e3o do saber, consentida a partir do momento em que \u00e9 imposta a norma padr\u00e3o, motivo pelo qual, muitas vezes, o falante angolano tende a imitar o modo de falar do portugu\u00eas, acabando num processo que aqui chamamos de auto-coloniza\u00e7\u00e3o lingu\u00edstica.<\/p>\n<p>A leitura de Preconceito Lingu\u00edstico, o que \u00e9 e como se faz, de Marcos Bagno, torna-se \u00fatil para a valoriza\u00e7\u00e3o e aceita\u00e7\u00e3o da exist\u00eancia de um portugu\u00eas angolano que se demarca do portugu\u00eas europeu, e para propor \u00e0 escola angolana que, no ensino desta l\u00edngua, n\u00e3o se deixe de lado o comportamento lingu\u00edstico real do angolano. A partir dessa obra, foi poss\u00edvel fazer algumas coloca\u00e7\u00f5es praz\u00edveis e adequ\u00e1-las \u00e0 realidade local, reconhecendo o facto de o autor ter escrito para o contexto brasileiro..<\/p>\n<p>Por outro lado, as infer\u00eancias que se fizeram de Pele Negra, M\u00e1scaras Brancas, fazem nascer uma ilha de reflex\u00f5es e cr\u00edticas, e traz a magnitude dessa obra de Fanon, no que a linguagem diz respeito.<\/p>\n<p>Embora Bagno tivesse escrito para o contexto brasileiro, cogitamos ser \u00fatil o seu contributo para a manuten\u00e7\u00e3o, discuss\u00e3o e incita\u00e7\u00e3o da consci\u00eancia cr\u00edtica do angolano em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s enormes diferen\u00e7as entre o portugu\u00eas angolano e o europeu. Tal como afirma o autor:<\/p>\n<p>Na l\u00edngua falada, as diferen\u00e7as entre o portugu\u00eas de Portugal e o portugu\u00eas do Brasil s\u00e3o t\u00e3o grandes que muitas vezes surgem dificuldades de compreens\u00e3o: no vocabul\u00e1rio, nas constru\u00e7\u00f5es sint\u00e1ticas, no uso de certas express\u00f5es, sem mencionar, \u00e9 claro, as tremendas diferen\u00e7as de pron\u00fancia \u2014 no portugu\u00eas de Portugal existem vogais e consoantes que nossos ouvidos brasileiros custam a reconhecer, porque n\u00e3o fazem parte de nosso sistema fon\u00e9tico. E muitos estudos t\u00eam mostrado que os sistemas pronominais do portugu\u00eas europeu e do portugu\u00eas brasileiro s\u00e3o totalmente diferentes.(BAGNO, 23).<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o ao ensino e a oficializa\u00e7\u00e3o do portugu\u00eas em Angola, \u00e9 mais que evidente que at\u00e9 aos dias actuais, voltados cerca de 40 anos de independ\u00eancia, o Estado angolano continua a n\u00e3o enxergar ou n\u00e3o aceitar essas diferen\u00e7as, permitindo-se autocolonizar e com os olhos voltados para uma norma estranha e inf\u00e9rtil no territ\u00f3rio nacional.\u00a0 A autocoloniza\u00e7\u00e3o lingu\u00edstica \u00e9 um processo de conformismo do uso do portugu\u00eas europeu pelo angolano atrav\u00e9s da imita\u00e7\u00e3o, processo legal e intencional.<\/p>\n<p>A autocoloniza\u00e7\u00e3o pode ser pol\u00edtica, desde que o Estado angolano, por lei, reconhe\u00e7a o portugu\u00eas de Portugal como sendo a l\u00edngua oficial e l\u00edngua de ensino, num contexto em que essa variedade constitui uma utopia; E individual, quando o falante angolano subestima o falar local, que lhe \u00e9 natural, para adoptar o que lhe \u00e9 estranho, por meio da imita\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Fanon (1952), tentando compreender a rela\u00e7\u00e3o entre negro e branco, teve v\u00e1rias coloca\u00e7\u00f5es que nos ajudam perceber a quest\u00e3o que chamamos de autocoloniza\u00e7\u00e3o lingu\u00edstica e o desejo do angolano em se deixar (neo) colonizar, embora se refira, sobretudo, \u00e0 realidade nas Antilhas.<\/p>\n<p>O negro tem duas dimens\u00f5es. Uma com o seu semelhante e outra com o branco. Um negro comporta-se diferentemente com o branco e com outro negro. N\u00e3o h\u00e1 d\u00favida de que esta cissiparidade \u00e9 uma consequ\u00eancia directa da aventura colonial&#8230; (&#8230;) (FANON, 1952, 33)<\/p>\n<p>Essa, provavelmente, seja tamb\u00e9m a posi\u00e7\u00e3o do angolano\u00a0 em Portugal.<\/p>\n<p>O angolano mesmo n\u00e3o estando em Portugal, j\u00e1 se empenha para falar como um portugu\u00eas, treina a voz e o modo de pronunciar as palavras, mostrando que est\u00e1 radicalmente transformado. Isto \u00e9 autocolonizar-se!<\/p>\n<p>Quando o angolano, radicalmente encolhe os l\u00e1bios, abre menos a boca e apresenta uma apar\u00eancia facial esfor\u00e7ada para usar o portugu\u00eas europeu, isso \u00e9 um artif\u00edcio. \u00c9 o sepultamento da sua originalidade lingu\u00edstica e o seu fen\u00f3tipo sofre uma transforma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Fanon, na tentativa de compreens\u00e3o da rela\u00e7\u00e3o entre o negro e o branco, rela\u00e7\u00e3o essa estabelecida pela linguagem, percebe que o sentimento de rejei\u00e7\u00e3o do negro sobre si, n\u00e3o s\u00f3 ocorre pela aceita\u00e7\u00e3o da l\u00edngua do branco como tamb\u00e9m pela ado\u00e7\u00e3o do seu sotaque e do seu modo de articula\u00e7\u00e3o das palavras.<\/p>\n<p>Um cruzamento que se pode fazer entre essa realidade e a situa\u00e7\u00e3o lingu\u00edstica do angolano, \u00e9 que, de um tempo a esta parte, o falante angolano tem adoptado o mesmo comportamento em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 linguagem. A esta altura, a discuss\u00e3o n\u00e3o estaria no facto de o angolano aceitar e falar o portugu\u00eas. A discuss\u00e3o est\u00e1, sobretudo, no portugu\u00eas que aceita e se empenha para falar.<\/p>\n<p>Como poder\u00e1 compreender Fanon que \u201cUm homem que possui a linguagem possui, em contrapartida, o mundo que essa linguagem expressa e que lhe \u00e9 impl\u00edcito\u2019\u2019. Nesta linha de pensamento, o portugu\u00eas de Angola (PA) transparece o mundo angolano, desde as periferias \u00e0s cidades, atrav\u00e9s dos aspectos morfol\u00f3gicos, sint\u00e1cticos, sem\u00e2nticos e sobretudo lexicais. Por exemplo, a unidade lexical \u2018\u2019maka\u2019\u2019 no portugu\u00eas falado em Angola, aos ouvidos de um angolano, pode ser, para al\u00e9m do seu valor sem\u00e2ntico, um convite \u00e0 cultura angolana e valoriza\u00e7\u00e3o do que \u00e9 nosso.<\/p>\n<p>Por essa raz\u00e3o, a adop\u00e7\u00e3o e discuss\u00e3o\u00a0 do portugu\u00eas de Angola n\u00e3o significa apagamento e desvaloriza\u00e7\u00e3o das l\u00ednguas angolanas elevadas ao estatuto das l\u00ednguas nacionais:<\/p>\n<p>Primeiro, porque toda e qualquer l\u00edngua revela um modo de pensar;<\/p>\n<p>Segundo, porque o portugu\u00eas de angolano (PA), diferente do portugu\u00eas europeu (PE), \u00e9 ao mesmo tempo uma via de valoriza\u00e7\u00e3o das l\u00ednguas bantu de Angola.<\/p>\n<p><strong>Agostinho Mulombo<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com Agostinho Mulombo, Angola e Brasil se unem cada vez mais nas letras e nas culturas!<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":52625,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[],"class_list":["post-52616","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-comunicacao"],"aioseo_notices":[],"views":575,"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/db800802-2201-4450-a07c-72c8d7e47bbc.jpg","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":52835,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=52835","url_meta":{"origin":52616,"position":0},"title":"Agostinho Mulombo: &#039;Lusofonia: utopia ou um projecto p\u00f3s-colonial?&#039;","author":"Agostinho Mulombo Domingos","date":"5 de dezembro de 2022","format":false,"excerpt":"Lusofonia: utopia ou um projecto p\u00f3s-colonial? 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