{"id":52668,"date":"2022-11-15T09:05:49","date_gmt":"2022-11-15T12:05:49","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=52668"},"modified":"2022-11-15T09:05:49","modified_gmt":"2022-11-15T12:05:49","slug":"bruna-rosalem-o-que-e-isso-que-habita-em-mim-que-me-controla-o-tempo-todo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=52668","title":{"rendered":"Bruna Rosalem: &#039;O que \u00e9 isso que habita em mim? Que me controla o tempo todo?&#039;"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F52668&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F52668&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><figure id=\"attachment_47120\" aria-describedby=\"caption-attachment-47120\" style=\"width: 100px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/marcus-hemerly-entrevista-a-psicanalista-bruna-rosalem-sobre-o-tema-saude-mental-em-tempos-pre-e-pos-pandemia\/whatsapp-image-2021-11-13-at-14-33-29\/\" rel=\"attachment wp-att-47120\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"47120\" data-permalink=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/?attachment_id=47120\" data-orig-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/WhatsApp-Image-2021-11-13-at-14.33.29.jpeg\" data-orig-size=\"734,1304\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"WhatsApp Image 2021-11-13 at 14.33.29\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/WhatsApp-Image-2021-11-13-at-14.33.29.jpeg\" class=\" wp-image-47120\" src=\"http:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/WhatsApp-Image-2021-11-13-at-14.33.29-169x300.jpeg\" alt=\"\" width=\"100\" height=\"178\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-47120\" class=\"wp-caption-text\">Bruna Rosalem<\/figcaption><\/figure>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>PSICAN\u00c1LISE E COTIDIANO<\/strong><\/h2>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>O que \u00e9 <em>isso<\/em> que habita em mim? Que me controla o tempo todo?<\/strong><\/h2>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>O <em>isso<\/em>, propositalmente em destaque no t\u00edtulo, \u00e9 a tradu\u00e7\u00e3o mais pr\u00f3xima do alem\u00e3o <em>es <\/em>para o que chamamos de inconsciente.<\/p>\n<p>Jacques Lacan (1901-1981), um ic\u00f4nico psicanalista franc\u00eas, nos apresenta um inconsciente que vai muito al\u00e9m daquilo que estaria em alguma profundeza; ele seria estruturado como linguagem, isto \u00e9, refere-se \u00e0 descri\u00e7\u00e3o do sintoma e do desejo que habitam em n\u00f3s como met\u00e1foras e meton\u00edmias e, ainda refor\u00e7a, que haveria toda uma estrutura de linguagem que preconiza o poder da palavra: n\u00e3o h\u00e1 nada o que procurar al\u00e9m dela, mas s\u00f3 a partir dela. N\u00e3o h\u00e1 dizer sem inten\u00e7\u00e3o, n\u00e3o h\u00e1 palavra sem sentido, n\u00e3o h\u00e1 equ\u00edvocos quando se trata do inconsciente. Ele simplesmente \u00e9 o que \u00e9: singular, marcante, assertivo.<\/p>\n<p>J\u00e1 parou para pensar nas diversas vezes que voc\u00ea falou consigo mesmo? Cria questionamentos, depois os responde, coloca-se em d\u00favida, martiriza-se, vangloria-se, enfurece-se&#8230; como uma esp\u00e9cie de debate constante com as in\u00fameras vozes que habitam em ti, cada uma dizendo coisas diferentes. E neste caos, voc\u00ea se acha ou se perde mais ainda.<\/p>\n<p>Parece que possu\u00edmos um outro ser (ou seres) dentro de n\u00f3s, algo que escapa \u00e0s luzes da consci\u00eancia, que governa nossa respira\u00e7\u00e3o, digest\u00e3o, batidas do cora\u00e7\u00e3o e \u00e9 dep\u00f3sito de nossas mais profundas lembran\u00e7as e sentimentos. Este <em>isso, <\/em>quase como se fosse inomin\u00e1vel, foi uma descoberta que nos proporcionou nos aproximar de nossa subjetividade e, talvez clarear, as origens das ang\u00fastias, medos, afli\u00e7\u00f5es, ansiedades, conte\u00fados recalcados, inacess\u00edveis, &#8216;lixos abissais&#8217;\u201d, escondidos em lugares profundos da mente. E este &#8216;lugar&#8217; nunca se esquece de nada. Se compararmos a algo que permanece, \u00e9 como se fosse tatuagem, em suas mais diversas cores, texturas, nuances, imagens, representa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Sigmund Freud bem lembrava que poetas e fil\u00f3sofos &#8211; e incluiria artistas tamb\u00e9m &#8211; j\u00e1 haviam descoberto o inconsciente muito tempo antes, afinal, de onde tirariam tanto material criativo e at\u00e9 delirante, sublimados em pensamentos, imagens, desenhos, pinturas, textos, esculturas, entre outros? Freud, com muito trabalho \u00e1rduo, criou um m\u00e9todo cient\u00edfico para estudar o <em>isso<\/em>. A psican\u00e1lise est\u00e1 a\u00ed, para nos lembrar que n\u00e3o controlamos muita coisa que nos afeta, que nos faz agir, que nos faz pensar. E, por vezes, ousamos nos defender: \u201cN\u00e3o fui eu, s\u00f3 pode ter sido meu inconsciente!\u201d. E a quem ele pertence, <em>cara p\u00e1lida<\/em>? At\u00e9 tentamos afast\u00e1-lo quando dizemos: \u201cAgora, pensando de maneira consciente&#8230;\u201d. N\u00e3o meus caros, <em>isso<\/em> n\u00e3o descansa, nem pode ser colocado de lado, ele atua o tempo todo, <em>isso<\/em> te escapa, <em>isso<\/em> \u00e9 maior forte; movimenta-se at\u00e9 dormindo.<\/p>\n<p>O ato de sonhar \u00e9 pura liberdade para o inconsciente! Est\u00e1 livre para colocar em a\u00e7\u00e3o desde os maiores prazeres como voar fazendo acrobacias no ar, teletransportar-se, dar um passe de m\u00e1gica, andar nu, fazer amor com v\u00e1rias pessoas (e ao mesmo tempo!), at\u00e9 os mais nefastos desejos como matar algu\u00e9m, bater nos pais, se livrar dos filhos, atirar no chefe, roubar, dirigir pela contram\u00e3o etc&#8230; Sem censura, pudor ou limite. \u00c9 adentrar numa vol\u00fapia de sensa\u00e7\u00f5es e emo\u00e7\u00f5es condensadas nas mais loucas imagens que somente nos sonhos poderiam se revelar. Sem cronologia, l\u00f3gica, tempo.<\/p>\n<p>Alguns sonhos s\u00e3o t\u00e3o tenebrosos que imediatamente nos d\u00e1 uma sensa\u00e7\u00e3o de al\u00edvio quando despertamos. Outros t\u00e3o envolventes que n\u00e3o queremos mais acordar. Sem contar, quando ficamos impulsionados pela imagina\u00e7\u00e3o a querer dar continuidade \u00e0quela hist\u00f3ria fascinante que est\u00e1vamos sonhando. \u00c9 claro, uma tentativa frustrada, j\u00e1 que assim que retornamos ao estado de vig\u00edlia, a repress\u00e3o massacrante entra em cena, dissipando tudo.<\/p>\n<p>Mesmo o inconsciente sendo algo t\u00e3o dominante, din\u00e2mico e imenso, ele \u00e9 impalp\u00e1vel, por\u00e9m faz quest\u00e3o de atuar insistentemente: falhas nas a\u00e7\u00f5es, os pr\u00f3prios sintomas, trope\u00e7os nas palavras, lapsos de mem\u00f3ria. Parafraseando Freud: \u00e9 aquela voz sutil dentro da cabe\u00e7a da gente que n\u00e3o descansa at\u00e9 ser ouvida! Ele age silenciosamente, mas pode fazer um estrago ensurdecedor. \u00c9 inapreens\u00edvel, por\u00e9m faz quest\u00e3o de deixar seus rastros na hist\u00f3ria do sujeito. \u00c9 dual: ama e odeia; ao mesmo tempo que preza pela vida, anseia em destru\u00ed-la.<\/p>\n<p>Antero de Quental no soneto &#8216;O inconsciente\u201d parece querer identificar este <em>isso <\/em>sombrio, fantasmag\u00f3rico que carrega consigo:<\/p>\n<p>O espectro familiar que anda comigo,<\/p>\n<p>Sem que pudesse ver-lhe o rosto,<\/p>\n<p>Que umas vezes encaro com desgosto,<\/p>\n<p>E outras muitas ansioso espreito e sigo,<\/p>\n<p>\u00c9 um espectro mudo, grave, antigo,<\/p>\n<p>Que parece a conversas mal disposto&#8230;<\/p>\n<p>Ante este vulto, asc\u00e9tico e composto,<\/p>\n<p>Mil vezes abro a boca e nada digo.<\/p>\n<p>S\u00f3 uma vez ousei interrog\u00e1-lo:<\/p>\n<p>_ Quem \u00e9s (lhe perguntei com grande abalo),<\/p>\n<p>Fantasma a quem odeio e a quem amo?<\/p>\n<p>_ Teus irm\u00e3os (respondeu), os v\u00e3os humanos<\/p>\n<p>[&#8230;] Mas eu por mim n\u00e3o sei como me chamo&#8230;<\/p>\n<p>Pois \u00e9, tarefa imposs\u00edvel.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Bruna Rosalem<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Psicanalista Cl\u00ednica<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">@psicanalistabrunarosalem<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">www.psicanaliseecotidiano.com.br<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>\u00a0<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>PSICAN\u00c1LISE E COTIDIANO O que \u00e9 isso que habita em mim? 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