{"id":53485,"date":"2023-01-23T15:23:39","date_gmt":"2023-01-23T18:23:39","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=53485"},"modified":"2023-05-29T09:38:11","modified_gmt":"2023-05-29T12:38:11","slug":"claudia-lundgren-arvores-e-cavernas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=53485","title":{"rendered":"Claudia Lundgren: &#039;\u00c1rvores e cavernas&#039;"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F53485&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F53485&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><figure id=\"attachment_51823\" aria-describedby=\"caption-attachment-51823\" style=\"width: 150px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/20220807_113857-e1662216083175.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"51823\" data-permalink=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/?attachment_id=51823\" data-orig-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/20220807_113857-e1662216083175.jpg\" data-orig-size=\"2448,3264\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"20220807_113857\" data-image-description=\"&lt;p&gt;Cl\u00e1udia Lundgren&lt;\/p&gt;\n\" data-image-caption=\"&lt;p&gt;Claudia Lundgren &lt;\/p&gt;\n\" data-large-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/20220807_113857-e1662216083175.jpg\" class=\"size-thumbnail wp-image-51823\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/20220807_113857-e1662216083175-150x150.jpg\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"150\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-51823\" class=\"wp-caption-text\">Claudia Lundgren<\/figcaption><\/figure>\n<h2 style=\"text-align: center;\">\u00c1rvores e cavernas<\/h2>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/20210821_114044.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"53486\" data-permalink=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/?attachment_id=53486\" data-orig-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/20210821_114044.jpg\" data-orig-size=\"1800,2988\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;2&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;SM-A315G&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1629546044&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;4.6&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;25&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0.0036&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}\" data-image-title=\"20210821_114044\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/20210821_114044.jpg\" class=\"size-medium wp-image-53486 alignleft\" src=\"http:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/20210821_114044.jpg\" alt=\"\" width=\"181\" height=\"300\" \/><\/a>N\u00e3o s\u00e3o poucas as vezes que eu, assim como Elias, desejo sentar embaixo de uma \u00e1rvore e ali adormecer. Existe momentos em que os p\u00e9s se cansam, em que o mundo se levanta e somos tomados pelo medo; queremos permanecer ali, embaixo dela, se poss\u00edvel para sempre.<\/p>\n<p>De repente, toca o despertador; nos deparamos com o choque da realidade; temos que comparecer \u00e0quela reuni\u00e3o inadi\u00e1vel; est\u00e1 na hora do trabalho; o filho adoece e precisamos providenciar a compra do rem\u00e9dio; nos sentimos sem for\u00e7as para levantar. Ent\u00e3o, no momento exato, o Criador vem e nos fornece o alimento necess\u00e1rio para enfrentarmos o dia. \u00c9 como se ele mesmo organizasse a nossa agenda, com uma s\u00e9rie de compromissos, nos impelindo a prosseguir; \u00e9 como se Ele nos dissesse: \u2018Coragem! Toma o seu caf\u00e9 e v\u00e1!\u2019.<\/p>\n<p>Quantas vezes um sorriso esconde a tristeza na alma; quantas vezes voc\u00ea aconselha um amigo com o peito em frangalhos; quantas vezes sua inten\u00e7\u00e3o \u00e9 boa, mas tudo sai errado; quantas vezes voc\u00ea consegue matar os ursos e os le\u00f5es do seu dia, e na volta para casa voc\u00ea avista novamente aquela \u00e1rvore e deseja ent\u00e3o se despir de tudo, jogar no ch\u00e3o sua bolsa pesada, e ser simplesmente voc\u00ea: um ser fr\u00e1gil desejando abrigar-se, esconder-se, isolar-se repousar; hibernar, sem que nada e nem ningu\u00e9m lhe incomode.<\/p>\n<p>Voc\u00ea planeja aquele encontro em fam\u00edlia, compra o que h\u00e1 de melhor, prepara o alimento. Seu cabelo preso, o rosto lavado sem maquiagem, aquela roupa de andar em casa; voc\u00ea n\u00e3o teve tempo para si, porque priorizou os outros. A casa estava limpa, a comida e a sobremesa prontas; tudo parecia perfeito; \u00a0voc\u00ea p\u00f4s amor em tudo isso, mas ningu\u00e9m percebeu. A massa desandou; o almo\u00e7o familiar terminou em discuss\u00f5es. E avistamos a \u00e1rvore;\u00a0 ela animosamente nos atrai, e nos diz: \u2018Vem!\u2019.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, de repente bem cedo o beb\u00ea chora querendo mamar; o telefone toca e a sua m\u00e3e precisa de ajuda; \u00e9 segunda-feira, dia de passar o lixeiro. No fundo a gente queria era permanecer dormindo debaixo da \u00e1rvore. Acomoda\u00e7\u00e3o? Nem sempre.<\/p>\n<p>E o Criador p\u00f5e uma farta mesa de caf\u00e9 matinal, e mais uma vez nos diz: \u2018Alimente-se e v\u00e1!\u2019.<\/p>\n<p>Muitas vezes necessitamos mais do que uma \u00e1rvore para nos servir de abrigo; \u00a0tem dias que o que desejamos mesmo \u00e9 de uma caverna para \u2018sumirmos do mapa\u2019; um lugar distante, onde ningu\u00e9m possa nos encontrar; onde a gente possa esbravejar e chorar sem sermos vistos ou julgados. T\u00eam dias em que os ursos e os le\u00f5es di\u00e1rios \u00e9 que desejam nos matar; t\u00eam dias que os ventos s\u00e3o fort\u00edssimos, e n\u00f3s, em busca de prote\u00e7\u00e3o, buscamos o fundo da caverna. Nesses per\u00edodos, somente o caf\u00e9 da manh\u00e3 n\u00e3o \u00e9 o suficiente para nos sustentar, seria \u00a0preciso uma refei\u00e7\u00e3o refor\u00e7ada. At\u00e9 que a gente escuta a voz do Criador nos dizendo para chegarmos at\u00e9 a entrada da caverna e observarmos que, no lugar do furac\u00e3o que, sedento, almejava nos tragar, a atmosfera mudou: uma brisa doce e suave toma conta do ambiente, nos convidando e nos impulsionando a seguir nossa jornada.<\/p>\n<p>Algu\u00e9m disse que seria f\u00e1cil, que n\u00e3o existiriam os percal\u00e7os?<\/p>\n<p>Somos humanos, vulner\u00e1veis, fr\u00e1geis, p\u00f3, e muitas vezes a nossa vontade \u00e9 a de ceder aos chamados das \u00e1rvores e cabanas, assim como fez Elias; e muitas vezes necessitamos mesmo desse tempo; mas o Criador, percebendo qu\u00e3o profundo est\u00e1 o nosso sono, amorosamente nos desperta, nos alimenta e nos encoraja, at\u00e9 que a nossa miss\u00e3o na Terra seja completamente cumprida.<\/p>\n<h3>Claudia Lundgren<\/h3>\n<p>tiaclaudia05@hotmail.com<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c1rvores e cavernas<\/p>\n","protected":false},"author":37,"featured_media":53486,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[9392],"tags":[8999,2043,2456],"class_list":["post-53485","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-cronicas","tag-arvores-e-cavernas","tag-claudia-lundgren","tag-cronica"],"aioseo_notices":[],"views":612,"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/20210821_114044.jpg","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":50713,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=50713","url_meta":{"origin":53485,"position":0},"title":"Claudia Lundgren: &#039;\u00c1rvore da vida&#039;","author":"Claudia Lundgren","date":"15 de junho de 2022","format":false,"excerpt":"\u00c1rvore da vida Olhando o meu eu, enxergo outras vidas, pois sou composta por fragmentos do passado; mescla de atributos e caracter\u00edsticas, um ser \u00fanico, assim elaborado. 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