{"id":53655,"date":"2023-02-08T07:28:57","date_gmt":"2023-02-08T10:28:57","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=53655"},"modified":"2023-02-08T07:28:57","modified_gmt":"2023-02-08T10:28:57","slug":"marcus-hemerly-babenco-o-poder-da-vontade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=53655","title":{"rendered":"Marcus Hemerly: &#039;Babenco, o poder da vontade&#039;"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F53655&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F53655&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><h2 style=\"text-align: center;\"><em><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/marcus-hemerly-babenco-o-poder-da-vontade\/jornal-cultural-o-rol-1-3\/\" rel=\"attachment wp-att-53656\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"53656\" data-permalink=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/?attachment_id=53656\" data-orig-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Jornal-cultural-o-rol-1.jpg\" data-orig-size=\"800,600\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}\" data-image-title=\"Jornal cultural o rol (1)\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Jornal-cultural-o-rol-1.jpg\" class=\"wp-image-53656 aligncenter\" src=\"http:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Jornal-cultural-o-rol-1-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"359\" height=\"269\" \/><\/a><strong>\u201cVoc\u00ea n\u00e3o passa impunemente pelo que acontece com voc\u00ea. \u00c9 \u00f3bvio que cicatrizes ficam. N\u00e3o no corpo, mas na alma.\u201d Hector Babenco<\/strong><\/em><\/h2>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>Existem diretores a respeito dos quais frequentemente pensamos que sua contribui\u00e7\u00e3o poderia ter sido mais numerosa, para deleite dos f\u00e3s e estudiosos do cinema. Esse \u00e9 o caso de Hector, que n\u00e3o filmou de forma mais prol\u00edfica, n\u00e3o por falta de oportunidades &#8211; ou de vontade &#8211; mas em decorr\u00eancia de sua franqueza e fidelidade consigo pr\u00f3prio. Ap\u00f3s amealhar consider\u00e1vel fama internacional em decorr\u00eancia de seus filmes distribu\u00eddos por produtores americanos, n\u00e3o foram poucos os roteiros lhe enviados, no entanto, o pr\u00f3prio diretor reconhece que n\u00e3o eram para ele, e uma vez n\u00e3o detectada a conectividade, seja de perfil ou sentimental, era o primeiro a dizer que projeto n\u00e3o era para o seu engajamento. Instintivamente, outras pessoas, n\u00e3o t\u00e3o sens\u00edveis \u00e0 pr\u00f3pria hist\u00f3ria, teriam aceitado dire\u00e7\u00f5es apenas para manter-se no nicho de proje\u00e7\u00e3o, e at\u00e9 ent\u00e3o, profissionais do cinema brasileiro n\u00e3o haviam desbravado, salvo raras exce\u00e7\u00f5es, e de forma t\u00e3o proeminente, o mercado mundial.<\/p>\n<p>Falecido em 2016, v\u00edtima de c\u00e2ncer, mas, evidentemente, nunca esquecido, H\u00e9ctor Eduardo Babenco deixou uma filmografia completa em todos os sentidos. Aos amantes do cinema, uma vertente especial de an\u00e1lise salta aos olhos; o drama humano transmitido em cotejo \u00e0 qualidade e t\u00e9cnica dos mestres, que se descortina no trabalho do cineasta argentino naturalizado brasileiro. Profissional que sempre elevou o nome do Brasil a v\u00e1rios panoramas, com produ\u00e7\u00f5es que conquistaram plateias e se inseriram indissoci\u00e1veis \u00e0 hist\u00f3ria do cinema mundial, coadunando cr\u00edtica e bilheteria.<\/p>\n<p>A despeito de se sentir ao mesmo tempo acolhido e esquecido em terras brasileiras, nunca se divorciou totalmente do pa\u00eds, em especial, da capital paulista, mesmo diante do cen\u00e1rio global que conquistava. \u00a0Seu quarto filme, &#8216;O Beijo da Mulher Aranha&#8217;, de 1986, produ\u00e7\u00e3o brasileira e americana, foi inteiramente gravado em S\u00e3o Paulo, at\u00e9 mesmo nas cenas ambientadas em Paris, havendo William Hurt recebido o Oscar de melhor ator, em 1985. Sentado na plateia do teatro em Los Angeles, Babenco dividiu os holofotes com Akira Kurosawa, John Houston e Sydney Pollack, vencedor da noite na categoria de Melhor Diretor, por &#8216;Entre dois Amores&#8217;. Ap\u00f3s relativo sucesso com sua primeira incurs\u00e3o cinematogr\u00e1fica em &#8216;O Rei da Noite&#8217;, estrelada por Paulo Jos\u00e9, no qual retratava a boemia paulistana, galgou as grades bilheterias com &#8216;Pixote, A Lei do mais fraco&#8217;, e o policial &#8216;L\u00facio Fl\u00e1vio, O passageiro da agonia&#8217;.<\/p>\n<p>O p\u00fablico brasileiro e mundial ainda foi brindado com o document\u00e1rio &#8216;Babenco: Algu\u00e9m tem que ouvir o cora\u00e7\u00e3o e dizer: parou&#8217;, dirigido por sua esposa, Barbara Paz. Ap\u00f3s seu lan\u00e7amento em larga escala nas salas de cinema ter sido frustrado pela pandemia, o filme, indicado em novembro anterior pela Academia Brasileira de Cinema \u2013 ABC, para representar o pa\u00eds no Oscar 2021, acabou ficando fora da premia\u00e7\u00e3o. Na pel\u00edcula, s\u00e3o retratados os \u00faltimos meses de Babenco, atrav\u00e9s de um olhar sens\u00edvel, por\u00e9m incisivo, ao tra\u00e7ar momentos importantes em sua carreira. Rememora-se, dentre outros momentos, a sele\u00e7\u00e3o para concorrer \u00e0 estatueta de melhor diretor, quando foi diagnosticado com c\u00e2ncer pela primeira vez, \u00a0a produ\u00e7\u00e3o do festejado &#8216;Pixote, A lei do mais fraco&#8217;, at\u00e9 o crep\u00fasculo de sua exist\u00eancia dando dicas ranzinzas de enquadramentos de c\u00e2mera \u00e0 sua esposa\/cineasta.<\/p>\n<p>O resultado: <em>Babenco,<\/em> \u00e9 uma ode visual \u00e0s artes, e n\u00e3o apenas ao cinema, jun\u00e7\u00e3o de v\u00e1rias modalidade de express\u00e3o, pois o di\u00e1logo entre a vida que vemos e sentimos pulsa de forma incontida a cada minuto da produ\u00e7\u00e3o. Nessa vis\u00e3o, a arte como forma de escapismo, a cria\u00e7\u00e3o aliada \u00e0s complexidades da viv\u00eancia \u2013 e aqui se separa o viver do simples existir \u2013 s\u00e3o aplaudidos de p\u00e9 na imagem em movimento.<\/p>\n<p>O tom de despedida entrela\u00e7ado \u00e0 trajet\u00f3ria do respons\u00e1vel por obras como<strong>\u00a0&#8216;Ironweed&#8217; (1987) e &#8216;Carandiru\u2019 (2003), registrado por meio da s\u00e9tima arte, \u00e9 impactante e comovente em sua bel\u00edssima fotografia em preto e branco.\u00a0 Disse Babenco:<\/strong> <em>\u201cEu j\u00e1 vivi minha morte, agora s\u00f3 falta fazer um filme sobre ela\u201d, <\/em>e o faz como protagonista, de forma magistral como o fez atr\u00e1s das c\u00e2meras.<\/p>\n<p>Seu \u00faltimo filme, produzido em 2015, &#8216;Meu Amigo Hindu&#8217;\u201d, gravita em torno de um diretor de cinema que se descobre em fase terminal de c\u00e2ncer, interpretado por Willem Dafoe. As fei\u00e7\u00f5es autobiogr\u00e1ficas s\u00e3o patentes, e assim como no filme de Barbara Paz, n\u00e3o se detecta uma vis\u00e3o fatalista dos percal\u00e7os humanos, mas a beleza encontrada em todos os desdobramentos da vida. Dafoe, que \u00e9 um dos produtores associados de <em>Babenco<\/em>, ponderou sobre o diretor que sua obra e imagina\u00e7\u00e3o \u00e9 <em>\u201cuma medita\u00e7\u00e3o po\u00e9tica, um poema de amor para ele, para a vida, para a morte e para o cinema\u201d.<\/em><\/p>\n<p>Recentemente, a distribuidora Vers\u00e1til coordenou o relan\u00e7amento em m\u00eddia f\u00edsica da filmografia completa do diretor, com amplo conte\u00fado extra aos interessados em um olhar que transborda o do mero expectador. Percep\u00e7\u00e3o complexa (e completa) que melhor honra a mem\u00f3ria do artista.<\/p>\n<p><strong>TRABALHOS DE HECTOR BABENCO<\/strong><\/p>\n<p>1975 &#8211;\u00a0O Rei da Noite<\/p>\n<p>1977 &#8211;\u00a0L\u00facio Fl\u00e1vio, o Passageiro da Agonia<\/p>\n<p>1980 &#8211;\u00a0Pixote, a Lei do Mais Fraco<\/p>\n<p>1985 &#8211;\u00a0O Beijo da Mulher Aranha,<\/p>\n<p>1987 &#8211;\u00a0Ironweed<\/p>\n<p>1990 &#8211;\u00a0Brincando nos Campos do Senhor<\/p>\n<p>1998 &#8211;\u00a0Cora\u00e7\u00e3o Iluminado<\/p>\n<p>2003 &#8211;\u00a0Carandiru<\/p>\n<p>2007 &#8211;\u00a0O Passado<\/p>\n<p>2014\u00a0\u00a0\u00a0 Words with Gods (Cap\u00edtulo: O Homem que roubou um pato)<\/p>\n<p>2016 &#8211;\u00a0Meu Amigo Hindu<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cVoc\u00ea n\u00e3o passa impunemente pelo que acontece com voc\u00ea. \u00c9 \u00f3bvio que cicatrizes ficam. 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