{"id":54080,"date":"2023-03-15T07:45:14","date_gmt":"2023-03-15T10:45:14","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=54080"},"modified":"2023-05-29T10:31:41","modified_gmt":"2023-05-29T13:31:41","slug":"bruna-rosalem-a-baleia-2022-sobre-o-pesar-da-existencia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=54080","title":{"rendered":"Bruna Rosalem: &#039;A Baleia (2022): sobre o pesar da exist\u00eancia"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F54080&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F54080&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><figure id=\"attachment_47120\" aria-describedby=\"caption-attachment-47120\" style=\"width: 100px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/WhatsApp-Image-2021-11-13-at-14.33.29.jpeg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"47120\" data-permalink=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/?attachment_id=47120\" data-orig-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/WhatsApp-Image-2021-11-13-at-14.33.29.jpeg\" data-orig-size=\"734,1304\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"WhatsApp Image 2021-11-13 at 14.33.29\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/WhatsApp-Image-2021-11-13-at-14.33.29.jpeg\" class=\" wp-image-47120\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/WhatsApp-Image-2021-11-13-at-14.33.29-169x300.jpeg\" alt=\"\" width=\"100\" height=\"177\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-47120\" class=\"wp-caption-text\">Bruna Rosalem<\/figcaption><\/figure>\n<h2 style=\"text-align: center;\">PSICAN\u00c1LISE E COTIDIANO<\/h2>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>A Baleia (2022): sobre o pesar da exist\u00eancia \u00a0<\/strong><\/h2>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>Ao olhar aquele enorme homem esparramado em seu sof\u00e1, com dificuldades para andar, fazer gestos simples como alcan\u00e7ar algum objeto mais longe, locomover-se, respirar, que engasga quando chora ou ri, o sentimento que parece surgir ao presenciar esta cena cotidiana \u00e9 de um imenso inc\u00f4modo, mal-estar, estranhamento.<\/p>\n<p>No longa A Baleia (2022), acompanhamos um professor de literatura, Charlie, praticamente entregue \u00e0 obesidade m\u00f3rbida que o aflige h\u00e1 alguns anos, desde que o companheiro, seu ex-aluno, tirou a pr\u00f3pria vida. Al\u00e9m de sentir-se constantemente culpado pela trag\u00e9dia, ainda precisa lidar com outros pesos em sua consci\u00eancia: o do pr\u00f3prio corpo e o afastamento de sua filha Ellie aos oito anos de idade, quando Charlie decide abandonar a fam\u00edlia para viver com o namorado.<\/p>\n<p>A trama nos provoca nuances de emo\u00e7\u00f5es o tempo todo. Consegue misturar o belo e o repugnante durante as cenas. Ora \u00e9 poss\u00edvel sentir empatia e carinho por Charlie, pois ele \u00e9 doce, am\u00e1vel, gentil. Ora raiva, indigna\u00e7\u00e3o e revolta por sua resist\u00eancia em buscar melhorar sua maneira de encarar a vida, de ter mais amor pr\u00f3prio e olhar para si com apre\u00e7o.<\/p>\n<p>Ao mesmo tempo que Charlie, por um lado, como professor de literatura, exprime tamanha sensibilidade com os ensaios escritos pelos seus alunos, os ajuda, os orienta, faz apontamentos, \u00e9 dedicado, l\u00ea com eles passagens dram\u00e1ticas, po\u00e9ticas, agarra-se a um ensaio em especial, que mais \u00e0 frente do filme, trata-se de uma produ\u00e7\u00e3o feita pela sua filha; por outro lado, ele demonstra aspereza e teimosia em aceitar ajuda de sua amiga enfermeira que suplica a ele que v\u00e1 ao hospital, pois seu estado de sa\u00fade \u00e9 cr\u00edtico. Prefere entregar-se a comilan\u00e7a desenfreada deixando o ambiente sujo, f\u00e9tido, desorganizado. Mal consegue assear-se, seu apartamento \u00e9 sempre escuro e sufocante.<\/p>\n<p>Na vida de Charlie parece n\u00e3o haver espa\u00e7o para luz, esperan\u00e7a ou salva\u00e7\u00e3o. Ele apenas sobrevive e passa os dias relembrando o passado, comendo e evitando as pessoas. Apesar de lecionar na modalidade on-line, ou seja, mesmo tendo uma tela que o separa fisicamente de seus alunos, ele desliga a c\u00e2mera para n\u00e3o revelar sua condi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Tentativas de ajud\u00e1-lo v\u00e3o surgindo ao longo da narrativa, al\u00e9m da amiga enfermeira que o visita diariamente, h\u00e1 a presen\u00e7a regular de um rapaz que busca convert\u00ea-lo aos ensinamentos b\u00edblicos e de um entregador de pizza, que todos os dias deixava duas pizzas grandes na porta de Charlie sem nunca poder v\u00ea-lo. O garoto tenta se aproximar, fazer contato, por\u00e9m sem sucesso. \u00c9 orientado pelo homem a pegar o dinheiro na caixa de correios e sair.<\/p>\n<p>Sua filha Ellie expressa tempestuosa revolta contra o professor, pois carrega um sentimento de rejei\u00e7\u00e3o torturante ao ser trocada pelo amante de Charlie logo t\u00e3o crian\u00e7a. Cresceu sem nunca sentir a presen\u00e7a de um pai. Insulta-o, agride-o com palavras, deixa bem claro que, agora adolescente, n\u00e3o precisa mais dele, afinal Charlie n\u00e3o consegue nem ao menos ficar em p\u00e9 sem a ajuda do andador. Numa das cenas mais angustiantes do filme, Ellie com \u00f3dio, desafio o pai a ir at\u00e9 seu encontro, incita-o, provoca-o com xingamentos, zombaria. Ele at\u00e9 tenta, mas desaba logo em seguida, quebrando os m\u00f3veis ao seu redor.<\/p>\n<p>Entre idas e vindas de pessoas que v\u00e3o at\u00e9 sua casa, sua amiga cuidadora, a ex-esposa, o rapaz da igreja, o entregador de pizza, sua filha, Charlie segue os dias entre conflitos di\u00e1rios, tentativas de reaproxima\u00e7\u00e3o com Ellie, momentos de conversa e choro\u00a0 com a \u00fanica amizade que preserva, gra\u00e7as \u00e0 insist\u00eancia por parte dela que ainda nutre esperan\u00e7as de que ele se encaminhe para o hospital. Mesmo a enfermeira dizendo que seus dias estavam contados, que ele definitivamente viria a \u00f3bito at\u00e9 o final da semana, Charlie segue mantendo seu prop\u00f3sito: aguentar at\u00e9 onde puder, mesmo sentindo terr\u00edveis dores do peito, agonizando aos poucos, buscando o ar que quase n\u00e3o entra mais em seus pulm\u00f5es, at\u00e9 que tudo se acabe de vez.<\/p>\n<p>O \u00faltimo ato do longa nos deixa com esta imagem: Ellie, \u00e0 porta, lendo para ele seu ensaio que tanto Charlie admirava (falava da hist\u00f3ria de Moby Dick), enquanto re\u00fane todas as for\u00e7as de seu pesado corpo para levantar do sof\u00e1 sem o apoio do andador, na tentativa de caminhar at\u00e9 ela. Uma cena bel\u00edssima de reden\u00e7\u00e3o em meio ao caos do ambiente e a express\u00e3o de dor de Charlie. Dor em todos os sentidos: de seu imenso corpo que impede os movimentos e tranca a respira\u00e7\u00e3o e dos sentimentos devastadores que o acompanharam nesse tempo de reclus\u00e3o.<\/p>\n<p>Mais uma vez, a narrativa do filme consegue ser delicada e perturbadora. Mergulhamos na afli\u00e7\u00e3o de Charlie e sofremos com ele na tentativa fracassada de libert\u00e1-lo daquele corpo que o aprisiona. Ao se deixar levar pela doen\u00e7a, ele encerra a sua hist\u00f3ria. Talvez assim, possa sentir plenitude ao menos uma vez: da leveza de sua alma.<\/p>\n<p><strong>Bruna Rosalem<\/strong><\/p>\n<p>Psicanalista Cl\u00ednica<\/p>\n<p>@psicanalistabrunarosalem<\/p>\n<p>www.psicanaliseecotidiano.com.br<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>PSICAN\u00c1LISE E COTIDIANO A Baleia (2022): sobre o pesar da exist\u00eancia \u00a0<\/p>\n","protected":false},"author":51,"featured_media":47120,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[8957,1094,1490,9181,7237],"class_list":["post-54080","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-comunicacao","tag-a-baleia","tag-artigo","tag-bruna-rosalem","tag-pesar-da-existencia","tag-psicanalise-e-cotidiano"],"aioseo_notices":[],"views":673,"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/WhatsApp-Image-2021-11-13-at-14.33.29.jpeg","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":63421,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=63421","url_meta":{"origin":54080,"position":0},"title":"A Baleia (2022): o pesar da culpa e a busca por reden\u00e7\u00e3o\u00a0","author":"Bruna Rosalem","date":"28 de novembro de 2023","format":false,"excerpt":"Para os amantes da s\u00e9tima arte, em termos de premia\u00e7\u00e3o o Oscar tem sido popular e obliterando o festival de Cannes, o mais importante do cinema Mundial.","rel":"","context":"Em &quot;artigos&quot;","block_context":{"text":"artigos","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=9398"},"img":{"alt_text":"Banner da coluna 'Cinema e Psican\u00e1lise","src":"https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/IMG-20231127-WA0003.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/IMG-20231127-WA0003.jpg?resize=350%2C200&ssl=1 1x, https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/IMG-20231127-WA0003.jpg?resize=525%2C300&ssl=1 1.5x, https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/IMG-20231127-WA0003.jpg?resize=700%2C400&ssl=1 2x, https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/IMG-20231127-WA0003.jpg?resize=1050%2C600&ssl=1 3x, https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/IMG-20231127-WA0003.jpg?resize=1400%2C800&ssl=1 4x"},"classes":[]},{"id":68748,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=68748","url_meta":{"origin":54080,"position":1},"title":"O vazio","author":"Bruna Rosalem","date":"15 de agosto de 2024","format":false,"excerpt":"Vazio. 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