{"id":54103,"date":"2023-03-20T09:02:57","date_gmt":"2023-03-20T12:02:57","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=54103"},"modified":"2023-05-29T10:31:40","modified_gmt":"2023-05-29T13:31:40","slug":"carlos-carvalho-cavalheiro-a-memoria-ancestral-na-arte-de-joao-candido-da-silva","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=54103","title":{"rendered":"Carlos Carvalho Cavalheiro: &#039;A mem\u00f3ria ancestral na arte de Jo\u00e3o C\u00e2ndido da Silva&#039;"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F54103&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F54103&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><figure id=\"attachment_26459\" aria-describedby=\"caption-attachment-26459\" style=\"width: 122px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/fabio-avila-bras-um-distrito-de-sao-paulo\/carlos-foto-andre-pinto-2018-1-7\/\" rel=\"attachment wp-att-26459\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"26459\" data-permalink=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/?attachment_id=26459\" data-orig-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/Carlos-Foto-Andr\u00e9-Pinto-2018-1-2.jpg\" data-orig-size=\"219,338\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;Andr\\u00e9 Pinto Fotografia&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1532262722&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;\\u00a9 2018 Andr\\u00e9 Pinto Fotografia&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}\" data-image-title=\"Carlos Carvalho Cavalheiro\" data-image-description=\"&lt;p&gt;Carlos Carvalho Cavalheiro&lt;\/p&gt;\n\" data-image-caption=\"&lt;p&gt;Carlos Carvalho Cavalheiro&lt;\/p&gt;\n\" data-large-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/Carlos-Foto-Andr\u00e9-Pinto-2018-1-2.jpg\" class=\" wp-image-26459\" src=\"https:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/Carlos-Foto-Andre-Pinto-2018-1-2-194x300.jpg\" alt=\"\" width=\"122\" height=\"189\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-26459\" class=\"wp-caption-text\">Carlos Cavalheiro<\/figcaption><\/figure>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>A mem\u00f3ria ancestral na arte de Jo\u00e3o C\u00e2ndido da Silva<\/strong><\/h2>\n<p><!--more--><\/p>\n<figure id=\"attachment_54104\" aria-describedby=\"caption-attachment-54104\" style=\"width: 603px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/carlos-carvalho-cavalheiro-a-memoria-ancestral-na-arte-de-joao-candido-da-silva\/joao-candido-da-silva-e-sua-obra-696x416\/\" rel=\"attachment wp-att-54104\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"54104\" data-permalink=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/?attachment_id=54104\" data-orig-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Joao-Candido-da-Silva-e-sua-obra-696x416.jpeg\" data-orig-size=\"696,416\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"Joao-Candido-da-Silva-e-sua-obra-696&amp;#215;416\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Joao-Candido-da-Silva-e-sua-obra-696x416.jpeg\" class=\"wp-image-54104\" src=\"http:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Joao-Candido-da-Silva-e-sua-obra-696x416-300x179.jpeg\" alt=\"\" width=\"603\" height=\"360\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-54104\" class=\"wp-caption-text\">Jo\u00e3o C\u00e2ndido da Silva e sua obra. Fotografia: DR<\/figcaption><\/figure>\n<p>Anota o historiador e escritor Alberto da Costa e Silva que dentro da perversa hist\u00f3ria da escravid\u00e3o existe uma narrativa dram\u00e1tica em torno do ritual de embarque dos escravizados da \u00c1frica para as Am\u00e9ricas. Na sua escrita, Costa e Silva diz que \u201co\u00a0<em>oukenon\u00a0<\/em>era um sacerdote que controlava o acesso \u00e0 praia e o embarque dos escravos: antes que estes subissem nas canoas que os levaria aos navios \u2013 afirma uma \u201ctradi\u00e7\u00e3o\u201d que parce ter sido constru\u00edda no fim do s\u00e9culo passado, mas possu\u00ed alto valor simb\u00f3lico \u2013, que deviam dar tr\u00eas\u00a0 voltas a uma grande \u00e1rvore, a \u00e1rvore do esquecimento, a fim de se desvincularem para sempre da vida anterior\u201d (SILVA, 2004, p. 139).<\/p>\n<p>A desconfian\u00e7a de que essa narrativa seja apenas uma inven\u00e7\u00e3o, ou, como diria Eric Hobsbawn, uma tradi\u00e7\u00e3o inventada, parece inexistir para Nei Lopes, pesquisador que chega a classificar a \u00e1rvore do esquecimento como \u201cs\u00edtio hist\u00f3rico no Benin\u201d, em cujo centro \u201csitua-se uma \u00e1rvores, em torno da qual os escravos que embarcavam para a travessia do Atl\u00e2ntico eram obrigados a dar voltas (nove, para os homens; sete para as mulheres), num ritual tendente a provocar-lhes amn\u00e9sia sobre o momento que vivenciavam\u201d (LOPES, 2004, p. 76).<\/p>\n<p>Realidade ou cria\u00e7\u00e3o de mem\u00f3ria, isso pouco importa. Em ambas as possibilidades, o que ressalta \u00e9 a crueldade da escraviza\u00e7\u00e3o, a qual desumanizava as pessoas roubando-lhes tudo o que \u00e9 pr\u00f3prio do ser humano. Incluindo suas cren\u00e7as, sua vis\u00e3o de mundo e sua identidade \u00e9tnica.<\/p>\n<p>A migra\u00e7\u00e3o coercitiva, chamada de di\u00e1spora, foi respons\u00e1vel por tornar os africanos como \u201cp\u00e1rias em terras estrangeiras\u201d (SILV\u00c9RIO, 2013, p. 51). Nessas terras estrangeiras das Am\u00e9ricas, os africanos da di\u00e1spora estiveram expostos \u00e0 \u201cinflu\u00eancia do ambiente f\u00edsico e social do lugar onde haviam sido transplantados\u201d (IDEM). Assim, nesse processo de escraviza\u00e7\u00e3o, \u201csua l\u00edngua e seus costumes mudaram, seus valores e objetivos transformaram-se. Sua ideia do mundo, de si pr\u00f3prio e dos outros foi modelada por v\u00e1rios s\u00e9culos de impregna\u00e7\u00e3o da cultura euro-americana, e a lembran\u00e7a de sua heran\u00e7a africana, ainda que firmemente ancorada neles, acabou se ofuscando, velada por anos de aus\u00eancia e afastamento\u201d (IDEM).<\/p>\n<p>Desse modo, a \u201ctradi\u00e7\u00e3o\u201d da \u00e1rvore do esquecimento nem precisaria ser escorada em fatos: a pr\u00f3pria institui\u00e7\u00e3o da escravid\u00e3o faria o trabalho de produzir a amn\u00e9sia cultural dos africanos e seus descendentes na di\u00e1spora.<\/p>\n<p>Mas como as coisas possuem sua dial\u00e9tica, o movimento de rea\u00e7\u00e3o e de reaproxima\u00e7\u00e3o com os referenciais africanos parece ter estado presente em todos os momentos da vida dos que foram escravizados e, posteriormente, dos afrodescendentes ap\u00f3s a Aboli\u00e7\u00e3o da escravid\u00e3o. Prova disso \u00e9 a chegada aos nossos tempos de tantas manifesta\u00e7\u00f5es da cultura africana, ainda que remodeladas pela influ\u00eancia de outras culturas, como o batuque, o candombl\u00e9, o samba, o maracatu, a congada, o Mo\u00e7ambique, entre tantos outros.<\/p>\n<p>Essas refer\u00eancias est\u00e3o presentes na extensa obra do artista Jo\u00e3o C\u00e2ndido da Silva e podem ser vistas pelo p\u00fablico na Exposi\u00e7\u00e3o \u201c<strong>JO\u00c3O C\u00c2NDIDO, 90 \u2013 Hist\u00f3rias Silvafricanas<\/strong>\u201d, inaugurada no s\u00e1bado, dia 11 de mar\u00e7o, no Centro Cultural dos Correios, em S\u00e3o Paulo, Brasil.<\/p>\n<p>O que impressiona, de imediato, \u00e9 a multiplicidade de t\u00e9cnicas e de tem\u00e1ticas produzidas por Jo\u00e3o C\u00e2ndido. A cada quadro, uma t\u00e9cnica. A cada escultura, uma inova\u00e7\u00e3o. Mas todas, quase que sem exce\u00e7\u00e3o, recuperando a mem\u00f3ria, os vest\u00edgios da presen\u00e7a africana no Brasil. Em todos os cantos e recantos do Brasil.<\/p>\n<p>Nascido em Campo Belo, Estado de Minas Gerais, em 11 de mar\u00e7o de 1933, Jo\u00e3o C\u00e2ndido pertence a uma fam\u00edlia de artistas. Sua m\u00e3e, Maria Trindade de Almeida Silva, nascida em Sorocaba (cidade do interior de S\u00e3o Paulo, Brasil) aos 6 de janeiro de 1909, tornou-se artista pl\u00e1stica, sendo uma das fundadoras, ao lado de Solano Trindade, do movimento que ficou conhecido como Embu das Artes, na cidade de Embu. Teve 18 filhos, muitos dos quais se tornaram tamb\u00e9m artistas: Silva o escultor Vicente Paulo da Silva (1930 \u2013 1980), que foi casado com Raquel Trindade, filha do poeta e artista Solano Trindade; o artes\u00e3o e pintor Benedito da Silva (1953 \u2013 1998), o desenhista e pintor Sebasti\u00e3o C\u00e2ndido da Silva (1928), o pintor e escultor Jo\u00e3o C\u00e2ndido da Silva (1933), a pintora Concei\u00e7\u00e3o Aparecida Silva (1938), a poeta Nat\u00e1lia Natalice da Silva (1948), a pintora Gina, nome pelo qual \u00e9 conhecida Georgina Penha da Silva (1947), a contadora de hist\u00f3rias Efig\u00eania Ros\u00e1rio da Silva (1937) e Maria Auxiliadora Silva (1935 \u2013 1974), a mais famosa artista da fam\u00edlia, cujas obras est\u00e3o espalhadas em diversos pa\u00edses. Maria Auxiliadora teve sua biografia organizada pelo tamb\u00e9m artista Pietro Maria Bardi em 1977, com textos de Max Fourny, diretor do Museu de Arte Na\u00eff de l\u2019Ile na Fran\u00e7a e Emanuel von Lauenstein Massarani, adido cultural do Brasil na Su\u00ed\u00e7a.<\/p>\n<p>O colorido \u00e9 outro elemento que ressalta na pintura de Jo\u00e3o C\u00e2ndido. As cores fortes e vibrantes revelam a luz do sol deste lado do planeta e o quanto isso se reflete na cria\u00e7\u00e3o cultural do povo negro do Brasil. Um quadro, em especial, chama a aten\u00e7\u00e3o pelas imagens arquet\u00edpicas e retrata o pesadelo, como revela o pr\u00f3prio autor da pintura. Nela, seres fant\u00e1sticos comungam do mesmo espa\u00e7o, aterrorizando o sono. Ainda assim, na constru\u00e7\u00e3o dessas personagens, verifica-se refer\u00eancias a elementos do imagin\u00e1rio afro-brasileiro.<\/p>\n<p>S\u00e3o Benedito tamb\u00e9m se faz presente nessa exposi\u00e7\u00e3o, ao lado de orix\u00e1s, de moradores das periferias de grandes cidades, dos bailes e festas do interior. \u00c9 um memorial, da ancestralidade africana recuperada pelos tra\u00e7os, cores e entalhes de Jo\u00e3o C\u00e2ndido da Silva.<\/p>\n<p>A dire\u00e7\u00e3o geral e a curadoria da exposi\u00e7\u00e3o \u00e9 assinada pelo competente Paulo Pedrini que selecionou 40 trabalhos, entre pinturas (30 obras) e esculturas (10 pe\u00e7as), produzidas ao longo dos \u00faltimos 50 anos.<\/p>\n<p>De acordo com o material de divulga\u00e7\u00e3o do evento, \u201cA ideia da exposi\u00e7\u00e3o \u00e9 acompanhar o itiner\u00e1rio e o imagin\u00e1rio, transposto \u00e0s artes pl\u00e1sticas diversas, por um dos multiartistas negros vivos mais longevos e criativos do Brasil, oriundo de uma das fam\u00edlias de artistas negros mais significativas do pa\u00eds, com vasta contribui\u00e7\u00e3o e legado, vivos, ainda n\u00e3o t\u00e3o conhecidos do grande p\u00fablico\u201d.<\/p>\n<p>Recentemente, Jo\u00e3o C\u00e2ndido esteve em uma viagem patrocinada pelo Institut de Sciences Politiques de Paris, organiza\u00e7\u00e3o estrangeira que tem como objetivo divulgar o trabalho dos artistas brasileiros na Fran\u00e7a.<\/p>\n<p>Por meio de sua arte, Jo\u00e3o C\u00e2ndido da Silva reestabelece o v\u00ednculo, at\u00e9 ent\u00e3o perdido, com a \u00c1frica. Se \u00e9 verdade que a \u00e1rvore do esquecimento encontra-se no Benin, podemos dizer que aqui no Brasil brotou outra \u00e1rvore, a da mem\u00f3ria. E esta foi plantada, seguramente, pelas m\u00e3os de Jo\u00e3o C\u00e2ndido da Silva.<\/p>\n<p><strong>Carlos Carvalho Cavalheiro<\/strong><\/p>\n<p>17\/03\/2023<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A mem\u00f3ria ancestral na arte de Jo\u00e3o C\u00e2ndido da Silva<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":54104,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[1057,1094,1651,9102,9132],"class_list":["post-54103","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-comunicacao","tag-arte","tag-artigo","tag-carlos-carvalho-cavalheiro","tag-joao-candido-da-silva","tag-memoria-ancestral"],"aioseo_notices":[],"views":0,"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Joao-Candido-da-Silva-e-sua-obra-696x416.jpeg","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":20682,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=20682","url_meta":{"origin":54103,"position":0},"title":"CD de poesias ter\u00e1 participa\u00e7\u00e3o do professor Carlos Carvalho Cavalheiro","author":"Sergio Diniz da Costa","date":"5 de setembro de 2018","format":false,"excerpt":"No pr\u00f3ximo dia 15 de Setembro o INSTITUTO JO\u00c3O C\u00c2NDIDO \u2013 CCN \u2013 Centro Cultural do Negro, de S\u00e3o Paulo, comemorar\u00e1 o seu 3\u00ba Anivers\u00e1rio de funda\u00e7\u00e3o. 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