{"id":54393,"date":"2023-03-30T17:05:12","date_gmt":"2023-03-30T20:05:12","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=54393"},"modified":"2023-05-29T10:30:49","modified_gmt":"2023-05-29T13:30:49","slug":"sesc-sao-paulo-promove-exposicao-imersiva-e-interativa-inedita-no-pais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=54393","title":{"rendered":"Sesc S\u00e3o Paulo promove exposi\u00e7\u00e3o imersiva e interativa in\u00e9dita no pa\u00eds"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F54393&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F54393&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><p><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/sesc-sao-paulo-promove-exposicao-imersiva-e-interativa-inedita-no-pais\/natuureza\/\" rel=\"attachment wp-att-54394\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"54394\" data-permalink=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/?attachment_id=54394\" data-orig-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/natuureza.jpg\" data-orig-size=\"300,300\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"natuureza\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/natuureza.jpg\" class=\"aligncenter  wp-image-54394\" src=\"http:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/natuureza.jpg\" alt=\"\" width=\"363\" height=\"363\" \/><\/a><\/p>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><em>Com concep\u00e7\u00e3o e curadoria de Daniel Lima e participa\u00e7\u00e3o de lideran\u00e7as e artistas negros e ind\u00edgenas, Terra de Gigantes estreia no Sesc Guarulhos no pr\u00f3ximo dia 30 de mar\u00e7o e reflete sobre um futuro de na\u00e7\u00e3o baseado na perspectiva afro-amer\u00edndia<\/em><\/h2>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>O que significa ser negro e ser ind\u00edgena no mundo contempor\u00e2neo? A pergunta ecoa e funciona como um elo entre as obras da instala\u00e7\u00e3o\u00a0<strong>Terra de Gigantes<\/strong>, com concep\u00e7\u00e3o e curadoria de Daniel Lima, que ocupa o\u00a0<strong>Sesc Guarulhos<\/strong>\u00a0entre\u00a0<strong>30 de mar\u00e7o e 03 de setembro de 2023<\/strong>.\u00a0<strong>A mostra prop\u00f5e uma experi\u00eancia imersiva coletiva<\/strong>\u00a0cujo aparato tecnol\u00f3gico foi desenvolvido para garantir uma viv\u00eancia interativa singular ao espectador.<\/p>\n<p>Daiara Tukano, Davi Kopenawa Yanomami, Denilson Baniwa, Jonathan Neguebites, Jota Momba\u00e7a, Ju\u00e7ara Mar\u00e7al, Kat\u00fa Mirim, Leg\u00edtima Defesa, Marcelino Freire, Nan\u00e1 Vasconcelos e Naruna Costa comp\u00f5em o time de artistas e coletivos convidados que atualizam a vis\u00e3o de na\u00e7\u00e3o brasileira a partir da experi\u00eancia de ser um corpo negro e ind\u00edgena no pa\u00eds. \u201c<strong>Terra de Gigantes<\/strong>\u00a0tem como proposi\u00e7\u00e3o cruzar essas gera\u00e7\u00f5es de artistas negros e ind\u00edgenas para questionar um ide\u00e1rio brasileiro contempor\u00e2neo, reivindicando outra imagem de Brasil, n\u00e3o aquela criada pelo Modernismo a partir da perspectiva branca\u201d, explica Lima.<\/p>\n<p>Pensada a partir das mem\u00f3rias dos parques tem\u00e1ticos \u2013 trem fantasma, labirinto de espelhos, montanhas e rodas \u2013,\u00a0<strong>Terra de Gigantes<\/strong>\u00a0prop\u00f5e um jogo de propor\u00e7\u00f5es em que o visitante \u00e9 reduzido ou ampliado diante de proje\u00e7\u00f5es em diferentes escalas. \u00c0s vezes gigante, \u00e0s vezes min\u00fasculo, o p\u00fablico \u00e9 constantemente convidado a interagir com os artistas que, em cada obra, se tornam personagens desse percurso constru\u00eddo como um longa de fic\u00e7\u00e3o, num passeio atrav\u00e9s de cenas que, juntas, comp\u00f5em uma ambi\u00eancia fant\u00e1stica.<\/p>\n<p>Um dos cora\u00e7\u00f5es da mostra, Davi Kopenawa Yanomami, lideran\u00e7a ianom\u00e2mi e autor do livro \u201cA queda do C\u00e9u\u201d, aguarda seu interlocutor antes de se apresentar gigantescamente em cena. Em sua obra, ele fala ao espectador sobre a for\u00e7a de resist\u00eancia que existe n\u00e3o s\u00f3 em sua figura, mas na cultura do povo ianom\u00e2mi que, simbolicamente, atrav\u00e9s da dan\u00e7a de seus xam\u00e3s, garante que o c\u00e9u permane\u00e7a sobre nossas cabe\u00e7as e n\u00e3o caia. Em\u00a0<strong>Terra de Gigantes<\/strong>, a imensa figura de Kopenawa, projetado em escala aumentada de 800%, aborda temas sens\u00edveis e atuais, como a dimens\u00e3o atual da crise ianom\u00e2mi e o projeto de civiliza\u00e7\u00e3o que se construiu a partir de um progresso destrutivo.<\/p>\n<p>Daiara Tukano, artista que pesquisa o direito \u00e0 mem\u00f3ria dos povos ind\u00edgenas, exp\u00f5e dez pinturas da s\u00e9rie \u201cKahpi Hori\u201d que, em\u00a0<strong>Terra de Gigantes<\/strong>, deixam o suporte da tela e ganham anima\u00e7\u00e3o em formato tridimensional. Nesta sala de imers\u00e3o visual e sonora de imensas dimens\u00f5es (3m x 3m x 3m), Tukano instaura um outro tempo de mira\u00e7\u00e3o dentro da exposi\u00e7\u00e3o, operando como um mergulho no universo simb\u00f3lico de uma das express\u00f5es da arte ind\u00edgena contempor\u00e2nea brasileira. Imerso em um cubo com proje\u00e7\u00f5es mapeadas nas paredes e no piso, e sonorizado com cantos entoados pela pr\u00f3pria artista, o espectador vivencia uma experi\u00eancia que sugere vis\u00f5es alcan\u00e7adas por meio do caapi (ayahuasca), a medicina de origem de todo o conhecimento, hist\u00f3ria, l\u00edngua, cantos e desenhos do povo Tukano.<\/p>\n<p>Jonathan Neguebites, dan\u00e7arino da 1<sup>a<\/sup>\u00a0gera\u00e7\u00e3o do passinho carioca, explora essa manifesta\u00e7\u00e3o cultural e perif\u00e9rica ligada \u00e0s batidas mais maduras do funk enquanto dan\u00e7a ao som vocal de Ju\u00e7ara Mar\u00e7al, expoente da renova\u00e7\u00e3o da\u00a0m\u00fasica\u00a0popular brasileira. Aos dois, junta-se m\u00fasica de Nan\u00e1 Vasconcelos (1944 &#8211; 2016), papa da percuss\u00e3o.<\/p>\n<p>Naruna Costa, atriz, diretora e musicista, dialoga com a obra do escritor Marcelino Freire, interpretando o texto \u201cDa paz\u201d, que ganhou notoriedade em\u00a0<em>slams<\/em>\u00a0e competi\u00e7\u00f5es de poemas ao falar sobre uma m\u00e3e que teve um filho morto pela pol\u00edcia e se recusa a ir em uma manifesta\u00e7\u00e3o pela paz. Costa \u00e9 mais uma gigante da mostra, interpretando uma figura materna que simboliza a revolu\u00e7\u00e3o por um novo Brasil que somente as m\u00e3es de filhos que sofreram viol\u00eancias podem convocar.<\/p>\n<p>Ao todo, s\u00e3o 11 cenas audiovisuais que, entre diferentes caminhos po\u00e9ticos, como textos, m\u00fasicas, performances, entrevistas e anima\u00e7\u00f5es, examinam os significados sobre ser negro e ser ind\u00edgena no mundo contempor\u00e2neo, abrindo espa\u00e7o para se pensar o amanh\u00e3 a partir de referenciais plurais. \u00c9 o aparato tecnol\u00f3gico desenvolvido para a instala\u00e7\u00e3o que garante a experi\u00eancia imersiva em um universo onde as for\u00e7as po\u00e9ticas e mitol\u00f3gicas da cultura afro-amer\u00edndia s\u00e3o evocadas atrav\u00e9s de sons, luzes e imagens.<\/p>\n<p>Terra de Gigantes ocupa o espa\u00e7o expositivo do Sesc Guarulhos, uma \u00e1rea com cerca de 450m<sup>2,<\/sup>\u00a0na qual o visitante far\u00e1 uma experi\u00eancia vivencial de pelo menos 45 minutos, embalada pelo tema Africadeus, de Nan\u00e1 Vasconcelos, m\u00fasica incidental que amarra toda a instala\u00e7\u00e3o. A exposi\u00e7\u00e3o cria uma nova obra musical, na qual o pr\u00f3prio Nan\u00e1, Ju\u00e7ara Mar\u00e7al e Daiara Tukano mesclam berimbau e vozes em diferentes canais, numa colagem que origina uma \u00f3pera musical afro-ind\u00edgena.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>SOBRE O CURADOR<\/strong><\/p>\n<p><strong><u>Daniel Lima<\/u><\/strong><u>, Natal, 1973<\/u><\/p>\n<p>Daniel Lima \u00e9 artista, curador, editor e pesquisador. Bacharel em Artes Pl\u00e1sticas, Mestre em Psicologia Cl\u00ednica e doutorando em Meios e Processos Audiovisuais pela Universidade de S\u00e3o Paulo e membro do laborat\u00f3rio LabArteM\u00eddia. Desde 2001, cria investiga\u00e7\u00f5es-a\u00e7\u00f5es em pesquisas relacionadas \u00e0 m\u00eddia, quest\u00f5es raciais, resist\u00eancias coletivas, presente colonial e an\u00e1lises geopol\u00edticas. Membro fundador de diversos coletivos, entre eles, a Frente 3 de Fevereiro com trabalhos desenvolvidos em v\u00e1rias cidades do mundo. Recebeu diversos pr\u00eamios nas \u00e1reas de Artes Visuais, Cinema e Estudos Sociais \u2013 recentemente agraciado com o 64\u00ba Pr\u00eamio Jabuti (2022) como editor na categoria \u201cArtes\u201d. Participou de diversas exposi\u00e7\u00f5es, festivais e semin\u00e1rios nacionais e internacionais. Dirige a produtora e editora Invis\u00edveis Produ\u00e7\u00f5es (<a href=\"https:\/\/issuu.com\/invisiveisproducoes\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/issuu.com\/invisiveisproducoes&amp;source=gmail&amp;ust=1680291096762000&amp;usg=AOvVaw2UgeSv7OgbakmSskNn7GlE\">https:\/\/issuu.com\/<wbr \/>invisiveisproducoes<\/a>).<\/p>\n<p><strong>SOBRE OS ARTISTAS:<\/strong><\/p>\n<p><strong>Daiara Tukano<\/strong><\/p>\n<p>Daiara Hori Figueroa Sampaio &#8211; Duhig\u00f4, do povo ind\u00edgena Tukano \u2013 Y\u00e9&#8217;p\u00e1 Mahs\u00e3, cl\u00e3 Eremiri H\u00e3usiro Parameri do Alto Rio Negro na amaz\u00f4nia brasileira, nascida em S\u00e3o Paulo. Artista, ativista, educadora e comunicadora. Graduada em Artes Visuais e Mestre em direitos humanos pela Universidade de Bras\u00edlia &#8211; UnB; pesquisa o direito \u00e0 mem\u00f3ria e \u00e0 verdade dos povos ind\u00edgenas. Foi coordenadora da R\u00e1dio Yand\u00ea, primeira web-r\u00e1dio ind\u00edgena do Brasil &#8211;\u00a0<a href=\"http:\/\/www.radioyande.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=http:\/\/www.radioyande.com&amp;source=gmail&amp;ust=1680291096762000&amp;usg=AOvVaw0zVP57Ky48NlkS1metHRWP\">www.radioyande.com<\/a>\u00a0de 2015 \u00e0 2021. Ganhadora do Pr\u00eamio PIPA Online 2021, organizado pelo Instituto PIPA como mais relevante pr\u00eamio brasileiro de artes visuais. Estuda a cultura, hist\u00f3ria e espiritualidade tradicional de seu povo junto \u00e0 sua fam\u00edlia. Reside em Bras\u00edlia, DF.<\/p>\n<p><strong>Davi Kopenawa Yanomami<\/strong><\/p>\n<p>Lideran\u00e7a reconhecida internacionalmente em sua luta pela defesa do territ\u00f3rio. Foi tradutor e chefe de posto da Funai (Funda\u00e7\u00e3o Nacional do \u00cdndio). Na d\u00e9cada de 1970, percorreu a \u00e1rea ianom\u00e2mi em fun\u00e7\u00e3o de diversos trabalhos, tomando consci\u00eancia de sua extens\u00e3o e de sua unidade cultural. No auge da invas\u00e3o garimpeira, engajou-se na luta pela demarca\u00e7\u00e3o do seu territ\u00f3rio, junto da CCPY (Comiss\u00e3o pela Cria\u00e7\u00e3o do Parque Ianom\u00e2mi), numa campanha que durou cerca de 14 anos. Por sua atua\u00e7\u00e3o, recebeu o pr\u00eamio global 500 da ONU e diversas outras homenagens nacionais e internacionais, como o pr\u00eamio Ita\u00fa Cultural 30 anos, em 2017. \u00c9 doutor Honoris-Causa pela Unifesp, outorgado em mar\u00e7o de 2023. Autor do livro \u201cA Queda do C\u00e9u\u201d, \u00e9 codiretor do document\u00e1rio experimental \u201cXapiri\u201d, e assina o roteiro do filme \u201cA \u00faltima Floresta\u201d em parceria com Luis Bolognesi.<\/p>\n<p><strong>Denilson Baniwa<\/strong><\/p>\n<p>Nasceu em Mariu\u00e1, Rio Negro, Amazonas. \u00c9 artista visual e comunicador que tem, a partir do Movimento Ind\u00edgena Amaz\u00f4nico e tr\u00e2nsito pelo universo n\u00e3o-ind\u00edgena, seus processos art\u00edsticos e sociais. \u00c0s vezes o desafio n\u00e3o \u00e9 ocupar posi\u00e7\u00f5es. Por exemplo, quando as que existem n\u00e3o servem, \u00e9 necess\u00e1rio criar algo novo. Denilson Baniwa \u00e9 um artista ind\u00edgena; \u00e9 ind\u00edgena e \u00e9 artista, e seu ser ind\u00edgena lhe leva a inventar um outro jeito de fazer arte, onde processos de imaginar e fazer s\u00e3o por for\u00e7a interven\u00e7\u00f5es em uma din\u00e2mica hist\u00f3rica (a hist\u00f3ria da coloniza\u00e7\u00e3o dos territ\u00f3rios ind\u00edgenas que hoje conhecemos como Brasil) e interpela\u00e7\u00f5es a aqueles que o encontram a abra\u00e7ar suas responsabilidades.<\/p>\n<p><strong>Jonathan Neguebites<\/strong><\/p>\n<p>Cria de Realengo, Zona Oeste do Rio de Janeiro, Neguebites conquistou o Brasil e o mundo com a sua dan\u00e7a. O dan\u00e7arino e professor ficou conhecido em 2016, quando come\u00e7ou a ganhar suas primeiras Batalhas de Passinho, tendo sido campe\u00e3o de 4 delas: Batalha da Flupp, Batalha do Batan, Desafio do Passinho e Hip Funk Festival. Foi na \u00e9poca das suas primeiras batalhas que foi convidado a participar de um evento do Heavy Baile e, depois disso, nunca mais saiu: hoje ele \u00e9 um dos artistas que comp\u00f5em o coletivo de funk carioca.<\/p>\n<p><strong>Jota Momba\u00e7a<\/strong><\/p>\n<p>Artista e escritora indisciplinar cujo trabalho deriva de poesia, teoria cr\u00edtica e performance. Sua pr\u00e1tica est\u00e1 relacionada \u00e0 cr\u00edtica anticolonial e \u00e0 desobedi\u00eancia de g\u00eanero. Atrav\u00e9s da performance, da fic\u00e7\u00e3o vision\u00e1ria e de estrat\u00e9gias situacionais de produ\u00e7\u00e3o de conhecimento, pretende ensaiar o fim do mundo tal como o conhecemos e a figura\u00e7\u00e3o do que vem depois de desalojarmos o sujeito colonial-moderno de seu p\u00f3dio. J\u00e1 apresentou trabalhos em diversos contextos institucionais, como as 32\u00aa e 34\u00aa Bienal de S\u00e3o Paulo, 10\u00aa Bienal de Berlim, 22\u00aa Bienal de Sydney e 46\u00aa Sal\u00e3o Nacional de Artistas da Col\u00f4mbia. \u00c9 autora do livro \u201cN\u00e3o v\u00e3o nos matar agora\u201d, publicado em Portugal em 2019 pela EGEAC e no Brasil em 2021 pela Editora Cobog\u00f3.<\/p>\n<p><strong>Ju\u00e7ara Mar\u00e7al<\/strong><\/p>\n<p>Cantora do grupo Met\u00e1 Met\u00e1. Integrou os grupos V\u00e9sper Vocal, A Barca e Ilu Ob\u00e1 De Min. Lan\u00e7ou em 2014 o disco solo \u201cEncarnado\u201d. O \u00e1lbum ganhou o Pr\u00eamio APCA \u2013 Melhor \u00c1lbum de 2014, Pr\u00eamio Governador do Estado \u2013 Melhor \u00c1lbum \u2013 Voto do J\u00fari, e Pr\u00eamio Multishow de M\u00fasica Compartilhada, entre outros. Em 2015, lan\u00e7ou \u201cAnganga\u201d, parceria com o m\u00fasico carioca Cadu Ten\u00f3rio. Com Rodrigo Campos e Gui Amabis, criou o projeto \u201cSambas do Absurdo\u201d, inspirado no livro de Albert Camus, \u201cO mito de S\u00edsifo\u201d. Realiza, ao lado de Kiko Dinucci e Thais Nicodemo, o show Brigitte Fontaine, em que canta o repert\u00f3rio dessa artista. Em 2019 estreou como atriz na pe\u00e7a \u201cGota d\u2019\u00e1gua {Preta}\u201d. Em 2021 lan\u00e7a seu segundo disco solo, \u201cDelta Est\u00e1cio Blues\u201d.<\/p>\n<p><strong>Kat\u00fa Mirim<\/strong><\/p>\n<p>Mulher l\u00e9sbica, ind\u00edgena, rapper, compositora, atriz e criadora de conte\u00fado, reconhecida por suas letras, que atrav\u00e9s do rap\/rock, reconta a hist\u00f3ria da coloniza\u00e7\u00e3o pela \u00f3tica ind\u00edgena. Sua arte e conte\u00fados s\u00e3o sobre as tem\u00e1ticas que atravessam sua vida, identidade, g\u00eanero, lesbianidade e maternidade. Sempre fazendo o recorte entre o futuro e a ancestralidade, ela traz uma vis\u00e3o decolonial sobre o futurismo e a tecnologia. O futuro s\u00f3 pode ser ancestral.<\/p>\n<p><strong>Leg\u00edtima Defesa<\/strong><\/p>\n<p>Grupo de artistas, atores e atrizes, dj\u2019s e m\u00fasicos, de a\u00e7\u00e3o po\u00e9tica, portanto pol\u00edtica, que tem como foco a reflex\u00e3o e representa\u00e7\u00e3o da negritude, seus desdobramentos sociais hist\u00f3ricos e seus reflexos na constru\u00e7\u00e3o da persona negra no \u00e2mbito das linguagens art\u00edsticas. Constituindo, desta forma, um di\u00e1logo com outras vozes po\u00e9ticas que tenham a negritude como tema e pesquisa. Formado em 2015, o coletivo Leg\u00edtima Defesa apresentou a performance po\u00e9tico-pol\u00edtica \u201cEm Leg\u00edtima Defesa\u201d na Mostra Internacional de Teatro de S\u00e3o Paulo de 2016. Em 2017, estreou o espet\u00e1culo \u201cA miss\u00e3o em fragmentos: 12 cenas de descoloniza\u00e7\u00e3o em leg\u00edtima defesa\u201d na programa\u00e7\u00e3o da Mostra Internacional de Teatro. Tem em sua bagagem uma s\u00e9rie de interven\u00e7\u00f5es urbanas, como \u201cRacismo \u00e9 Golpe?\u201d e \u201cUm rosto \u00e0 procura de um nome\u201d. Em 2019 estreou o espet\u00e1culo \u201cBlack Brecht \u2013 E se Brecht fosse negro?\u201d projeto contemplado pelo Pr\u00eamio Z\u00e9 Renato, considerado pelo guia da folha como um dos mais relevantes do ano de 2019. Em 2022 estreou sua mais nova pe\u00e7a \u201cAm\u00e9frica: em Tr\u00eas Atos\u201d tamb\u00e9m contemplado pelo Pr\u00eamio Z\u00e9 Renato.<\/p>\n<p><strong>Marcelino Freire<\/strong><\/p>\n<p>Escritor, nasceu em 1967, em Sert\u00e2nia, Pernambuco. Viveu no Recife e desde 1991 reside em S\u00e3o Paulo. \u00c9 autor, entre outros, dos livros \u201cAngu de Sangue\u201d (Ateli\u00ea Editorial) e \u201cContos Negreiros\u201d (Editora Record \u2013 Pr\u00eamio Jabuti 2006). Em 2004, idealizou e organizou a antologia de microcontos \u201cOs Cem Menores Contos Brasileiros do S\u00e9culo\u201d (Ateli\u00ea). Alguns de seus contos foram adaptados para teatro. Participou de v\u00e1rias antologias no Brasil e no exterior. \u201cContos Negreiros\u201d foi publicado em 2013 na Argentina, pela Editora Santiago Arcos e com tradu\u00e7\u00e3o de Luc\u00eda Tennina, e no M\u00e9xico, pela Librosampleados, com tradu\u00e7\u00e3o de Armando Escobar. Criou a Balada Liter\u00e1ria, evento que acontece em S\u00e3o Paulo desde 2006, com edi\u00e7\u00f5es em Teresina (desde 2017) e Salvador (desde 2015). No final de 2013, publicou seu primeiro romance, intitulado \u201cNossos Ossos\u201d (Record \u2013 Vencedor do Pr\u00eamio Machado de Assis), publicado tamb\u00e9m na Argentina, pela editora Adriana Hidalgo, na Fran\u00e7a pela editora Anacaona, e em Portugal pela editora Nova Dheli. Em 2018, lan\u00e7ou pela Jos\u00e9 Olympio, o livro \u201cBagageiro\u201d, que re\u00fane o que ele chama de \u201censaios de fic\u00e7\u00e3o\u201d. Coordena oficinas de cria\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria desde o ano de 2003.<\/p>\n<p><strong>Nan\u00e1 Vasconcelos<\/strong><\/p>\n<p>Nasceu no Recife. Dotado de uma curiosidade intensa, indo da m\u00fasica erudita do brasileiro Villa-Lobos ao roqueiro Jimi Hendrix, Nan\u00e1 aprendeu a tocar praticamente todos os instrumentos de percuss\u00e3o, embora nos anos 60 tenha se especializado no berimbau. Depois das mais variadas experi\u00eancias musicais, mudou-se para o Rio de Janeiro e come\u00e7ou a trabalhar com Milton Nascimento. Em 1970, o saxofonista argentino Gato Barbieri o convidou para juntar-se ao seu grupo. Apresentaram-se em Nova York e Europa, com destaque para o festival de Montreaux, na Su\u00ed\u00e7a, onde o percussionista encantou p\u00fablico e cr\u00edtica. Ao t\u00e9rmino da turn\u00ea, fixou resid\u00eancia em Paris, Fran\u00e7a, durante cinco anos, onde gravou o seu primeiro \u00e1lbum \u2013 \u201cAfricadeus\u201d (71). No Brasil, Nan\u00e1 gravou o seu segundo disco \u201cAmazonas\u201d (72). Come\u00e7ou, ent\u00e3o, uma bem-sucedida parceria com o pianista e compositor Egberto Gismonti, durante oito anos, que resultou em tr\u00eas \u00e1lbuns \u2013 \u201cDan\u00e7a das Cabe\u00e7as\u201d, \u201cSol do Meio-Dia\u201d e \u201cDuas Vozes\u201d. De volta a Nova York, formou o grupo \u201cCodona\u201d, com Don Cherry e Colin Walcott, tamb\u00e9m gravando e fazendo turn\u00ea com a banda do guitarrista Pat Metheny. Trabalhando com artistas das mais variadas tend\u00eancias, Nan\u00e1 Vasconcelos gravou com B.B. King, com o violinista franc\u00eas Jean-Luc Ponty e com o grupo de rock americano Talking Heads, liderado por David Byrne. Em 1986, de volta ao Brasil depois de dez anos, fez turn\u00ea recebida com entusiasmo pelo p\u00fablico. Nessa altura, Nan\u00e1 j\u00e1 havia trabalhado nas trilhas dos filmes \u201cProcura-se Susan Desesperadamente\u201d, de Susan Seidelman, estrelado por Rosanna Arquette e Madonna, e \u201cDown By Law\u201d, do cultuado diretor Jim Jarmusch, al\u00e9m de \u201cAmazonas\u201d, de Mika Kaurismaki. O trabalho de Nan\u00e1 sempre demonstrou a amplitude do seu talento, e nos anos 80 gravou o disco \u201cSaudades\u201d, concerto de berimbau e orquestra. Depois, vieram os \u00e1lbuns \u201cBush Dance\u201d e \u2018Rain Dance\u201d, suas experi\u00eancias com instrumentos eletr\u00f4nicos. Da\u00ed por diante, Nan\u00e1 esteve envolvido mais diretamente com o cen\u00e1rio musical brasileiro ao fazer a dire\u00e7\u00e3o art\u00edstica do festival Panorama Percussivo Mundial (Percpan), em Salvador, e do projeto ABC Musical, al\u00e9m de participa\u00e7\u00f5es especiais em \u00e1lbuns de Milton Nascimento, Caetano Veloso, Marisa Monte e Mundo Livre S\/A, entre outros. Em meio a in\u00fameros lan\u00e7amentos fora do pa\u00eds, Nan\u00e1 Vasconcelos lan\u00e7ou no Brasil o disco \u201cContando Est\u00f3rias\u201d (94), depois os CDs \u201cContamina\u00e7\u00e3o\u201d e \u201cMinha L\u00f5a\u201d. No fim de 2005, lan\u00e7ou \u201cChegada\u201d, pela gravadora Azul Music, e em 2006, o CD mais recente, intitulado \u201cTrilhas\u201d. Com ra\u00edzes pernambucanas, Nan\u00e1 idealizou o projeto ABC das Artes Flor do Mangue, trabalho com crian\u00e7as carentes. Uma trajet\u00f3ria de vida que esbanja virtuosismo musical e integridade pessoal em tudo o que faz e toca. Informa\u00e7\u00f5es mais detalhadas sobre o artista podem ser encontradas no site.<\/p>\n<p><strong>Naruna Costa<\/strong>, Tabo\u00e3o da Serra, S\u00e3o Paulo, 1983. Atriz, cantora e diretora. Sua atua\u00e7\u00e3o se caracteriza pela valoriza\u00e7\u00e3o po\u00e9tica das periferias paulistanas e da presen\u00e7a negra no cen\u00e1rio cultural. Ao longo de uma d\u00e9cada e meia, Naruna se firma no mundo art\u00edstico brasileiro gra\u00e7as ao impacto pol\u00edtico e est\u00e9tico de seus trabalhos em teatro, televis\u00e3o, cinema e m\u00fasica. Suas escolhas de personagens ilustram a resist\u00eancia \u00e0 opress\u00e3o social e aos abismos econ\u00f4micos do pa\u00eds. Formada na EAD &#8211; Escola de Arte Dram\u00e1tica ECA\/USP\/2009, Naruna \u00e9 Co-fundadora do Espa\u00e7o Clari\u00f4 Tabo\u00e3o da Serra e do premiado Grupo Clari\u00f4 de Teatro, refer\u00eancia da milit\u00e2ncia negra de cultura perif\u00e9rica de SP, tamb\u00e9m lidera o grupo de pesquisa de m\u00fasica urbana de raiz popular: &#8220;Clarianas&#8221;, com dois discos autorais gravados: &#8220;Girad\u00eara\u201d em 2012 e \u201cQuebra Quebranto\u201d em 2019. No audiovisual, Naruna atualmente protagoniza a s\u00e9rie \u201cIrmandade\u201d da plataforma de streaming Netflix, onde vive a intrigante advogada Cristina. Em 2018, a atriz e diretora foi a primeira negra a receber o \u201cPr\u00eamio APCA\u201d, na categoria Melhor Dire\u00e7\u00e3o, pela montagem do espet\u00e1culo \u201cBuraquinhos &#8211; ou &#8211; O Vento \u00e9 inimigo do Picuma\u201d de Jonny Sallaberg, categoria pela qual tamb\u00e9m foi premiada pelo Pr\u00eamio Aplauso Brasil\/ J\u00fari Popular 2018. Naruna tamb\u00e9m foi premiada na categoria Melhor Atriz, em 2020 por sua atua\u00e7\u00e3o no filme \u201cToro\u201d de Eduardo Felistoque no VI FBCI Festival Brasileiro de Cinema Internacional.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>SOBRE O SESC S\u00c3O PAULO<\/strong><\/p>\n<p>Com 76 anos de atua\u00e7\u00e3o, o Sesc \u2013 Servi\u00e7o Social do Com\u00e9rcio conta com uma rede de 40 unidades operacionais no estado de S\u00e3o Paulo e desenvolve a\u00e7\u00f5es com o objetivo de promover bem-estar e qualidade de vida aos trabalhadores do com\u00e9rcio, servi\u00e7os, turismo e para toda a sociedade. Mantido pelos empres\u00e1rios do setor, o Sesc \u00e9 uma entidade privada que atua nas dimens\u00f5es f\u00edsico-esportiva, meio ambiente, sa\u00fade, odontologia, turismo social, artes, alimenta\u00e7\u00e3o e seguran\u00e7a alimentar, inclus\u00e3o, diversidade e cidadania. As iniciativas da institui\u00e7\u00e3o partem das perspectivas cultural e educativa voltadas para todas as faixas et\u00e1rias, com o objetivo de contribuir para experi\u00eancias mais duradouras e significativas. S\u00e3o atendidas nas unidades do estado de S\u00e3o Paulo cerca de 30 milh\u00f5es de pessoas por ano. Hoje, aproximadamente 50 organiza\u00e7\u00f5es nacionais e internacionais do campo das artes, esportes, cultura, sa\u00fade, meio ambiente, turismo, servi\u00e7o social e direitos humanos contam com representantes do Sesc S\u00e3o Paulo em suas inst\u00e2ncias consultivas e deliberativas. Mais informa\u00e7\u00f5es, clique\u00a0<a href=\"https:\/\/portal.sescsp.org.br\/pt\/sobre-o-sesc\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/portal.sescsp.org.br\/pt\/sobre-o-sesc\/&amp;source=gmail&amp;ust=1680291096762000&amp;usg=AOvVaw14dBPNLMwWNAKEyMOCGHor\">aqui.<\/a><\/p>\n<p><strong>SERVI\u00c7O<\/strong><\/p>\n<p><strong>Terra de Gigantes<\/strong><\/p>\n<p><strong>Local:<\/strong>\u00a0Sesc Guarulhos<\/p>\n<p><strong>Abertura:\u00a0<\/strong>30 de mar\u00e7o, quinta, \u00e0s 19h30 \u2013\u00a0<strong>Bate-papo com Kat\u00fa Mirim e o curador Daniel Lima<\/strong><\/p>\n<p><strong>Visita\u00e7\u00e3o:<\/strong>\u00a0at\u00e9 03 de setembro de 2023<\/p>\n<p><strong>Hor\u00e1rio de funcionamento:<\/strong>\u00a0ter\u00e7a a sexta das 9h \u00e0s 21h30; s\u00e1bados das 9h \u00e0s 20h; domingos e feriados das 9h \u00e0s 18h.<\/p>\n<p><strong>Acessibilidade:<\/strong>\u00a0legenda em todas as cenas faladas<\/p>\n<p><strong>Classifica\u00e7\u00e3o Livre | Entrada gratuita<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>SESC GUARULHOS<\/strong><\/p>\n<p>Endere\u00e7o: Rua Guilherme Lino dos Santos, 1.200 \u2013 Jardim Flor do Campo, Guarulhos<\/p>\n<p><strong>Telefone:\u00a0<\/strong>(11) 2475-5550<\/p>\n<p>Estacionamento: capacidade limitada. Valores: R$ 5,50 a primeira hora e R$ 2,00 por hora adicional (Credencial Plena) R$ 12 a primeira hora e R$ 3 por hora adicional (Outros)<\/p>\n<p><strong>Sesc Guarulhos nas redes sociais:<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/facebook.com\/sescguarulhos\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=http:\/\/facebook.com\/sescguarulhos&amp;source=gmail&amp;ust=1680291096762000&amp;usg=AOvVaw1NJKHOC4RhzuLdYuQ1V4yC\">facebook.com\/sescguarulhos<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/twitter.com\/sescguarulhos\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/twitter.com\/sescguarulhos&amp;source=gmail&amp;ust=1680291096762000&amp;usg=AOvVaw08NauInU2fgRmAsBArE_pG\">twitter.com\/sescguarulhos<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/sescguarulhos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/www.instagram.com\/sescguarulhos\/&amp;source=gmail&amp;ust=1680291096762000&amp;usg=AOvVaw3MAmvxZ80xwCBVqB7Dntz7\">instagram.com\/sescguarulhos<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UCwjfezN3NyP3vPNl41sUgEQ\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UCwjfezN3NyP3vPNl41sUgEQ&amp;source=gmail&amp;ust=1680291096762000&amp;usg=AOvVaw2X52UFN1LzqPnD0nsyzs0C\">youtube.com\/sescguarulhosyt<\/a><\/p>\n<p><strong>Portal Sesc:<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.sescsp.org.br\/guarulhos\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=http:\/\/www.sescsp.org.br\/guarulhos&amp;source=gmail&amp;ust=1680291096762000&amp;usg=AOvVaw2cpKj22SnhaZJh-B5x40Gc\">www.sescsp.org.br\/guarulhos<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com concep\u00e7\u00e3o e curadoria de Daniel Lima e participa\u00e7\u00e3o de lideran\u00e7as e artistas negros e ind\u00edgenas, Terra de Gigantes estreia no Sesc Guarulhos no pr\u00f3ximo dia 30 de mar\u00e7o e reflete sobre um futuro de na\u00e7\u00e3o baseado na perspectiva afro-amer\u00edndia<\/p>\n","protected":false},"author":34,"featured_media":54394,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7,11],"tags":[9069,9180,9207],"class_list":["post-54393","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-comunicacao","category-cultura","tag-exposicao-imersiva-e-interativa","tag-perspectiva-afro-amerindia","tag-sesc-guarulhos"],"aioseo_notices":[],"views":589,"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/natuureza.jpg","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":33386,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=33386","url_meta":{"origin":54393,"position":0},"title":"Debate aborda as especificidades dramat\u00fargicas presentes nas produ\u00e7\u00f5es das Dan\u00e7as Contempor\u00e2neas Negras","author":"Sergio Diniz da Costa","date":"26 de agosto de 2020","format":false,"excerpt":"O evento 'Dramaturgias em Dan\u00e7as Contempor\u00e2neas Negras - Gira de Debate' acontece no dia 12 de setembro \u00e0s 16h00 na plataforma O.C. 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Com curadoria de Cidinha da Silva, autora e editora na Kuanza Produ\u00e7\u00f5es, em parceria com Daniel Ramos, t\u00e9cnico de\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Comunica\u00e7\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"Comunica\u00e7\u00e3o","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=7"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/SESC-300x110.jpg?resize=350%2C200","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":14459,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=14459","url_meta":{"origin":54393,"position":5},"title":"Sesc Sorocaba apresenta hoje, \u00e0s 19h, o Bate-papo Cadernos Negros \u2013 Escrita &amp; Resist\u00eancia","author":"Sergio Diniz da Costa","date":"9 de novembro de 2017","format":false,"excerpt":"A escritora\u00a0Esmeralda Ribeiro, uma das coordenadoras do projeto\u00a0Quilombhoje Literatura, participa do bate-papo \u201cCadernos Negros \u2013 Escrita & Resist\u00eancia\u201d, no dia 9 (quinta), \u00e0s 19h, na\u00a0Sala 2, com vagas limitadas, no\u00a0Sesc Sorocaba \u00a0 A escritora\u00a0Esmeralda Ribeiro, uma das coordenadoras do projeto\u00a0Quilombhoje Literatura, participa do bate-papo \u201cCadernos Negros \u2013 Escrita & Resist\u00eancia\u201d,\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Comunica\u00e7\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"Comunica\u00e7\u00e3o","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=7"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/Esmeralda-Ribeiro-300x178.jpg?resize=350%2C200","width":350,"height":200},"classes":[]}],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/54393","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/34"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=54393"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/54393\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":55992,"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/54393\/revisions\/55992"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/54394"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=54393"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=54393"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=54393"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}