{"id":5450,"date":"2016-06-30T00:00:00","date_gmt":"2016-06-30T03:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=5450"},"modified":"2016-06-30T00:00:00","modified_gmt":"2016-06-30T03:00:00","slug":"artigo-de-sergio-diniz-da-costa-a-sinfonia-da-vida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=5450","title":{"rendered":"Sergio Diniz da Costa: &#039;A sinfonia da vida&#039;"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F5450&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F5450&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><figure id=\"attachment_25808\" aria-describedby=\"caption-attachment-25808\" style=\"width: 232px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/31959000_1530139590441430_4366887940710727680_n.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-25808\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/31959000_1530139590441430_4366887940710727680_n-300x300.jpg\" alt=\"\" width=\"232\" height=\"232\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-25808\" class=\"wp-caption-text\">Sergio Diniz da Costa<\/figcaption><\/figure>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>\u00a0&#8216;A SINFONIA DA VIDA&#8217;<\/strong><\/h2>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/equilibrio-da-vida1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-25814 alignright\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/equilibrio-da-vida1-300x188.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"188\" \/><\/a>Depois de 35 anos de trabalho, aposentei-me. Sem compromissos profissionais, passei a me dedicar apenas ao que gosto de fazer; em particular, escrever!<\/p>\n<p>De vez em quando, contudo, me percebo lembrando os anos passados quando, durante um tempo, em trabalho subordinado, obedecia a hor\u00e1rio r\u00edgido durante os dias \u00fateis da semana, e mesmo em muitos finais de semana, trabalhando em jornada extraordin\u00e1ria.<\/p>\n<p>Por causa desse regime de trabalho e, em seguida, ainda somando o curso de Direito \u00e0 noite, praticamente n\u00e3o pude acompanhar os primeiros anos de vida das minhas duas filhas.<\/p>\n<p>Foram anos muito dif\u00edceis, at\u00e9 porque, al\u00e9m de uma carga de trabalho muito superior \u00e0 de lazer, junto da fam\u00edlia, convivia com pessoas que n\u00e3o correspondiam a alguns dos meus anseios, voltados \u00e0 Literatura e \u00e0s Artes.<\/p>\n<p>Decorrente dessas mazelas, muitas vezes, na rotina di\u00e1ria, lembrava-me de um poema, de autoria de James Kavanaugh (1918-2009), um padre norte-americano, autor de 26 livros sobre temas como Filosofia, Psicologia, Teologia, fic\u00e7\u00e3o e poesia.<\/p>\n<p>O poema, \u2018Algum dia\u2019, era-me uma inspira\u00e7\u00e3o, ainda que parecesse inalcan\u00e7\u00e1vel o momento em que o vivenciaria, se realmente poss\u00edvel fosse faz\u00ea-lo: \u2018<em>Algum dia vou sair andando\/ E serei livre\/ E deixarei as pessoas est\u00e9reis\/Com sua segura esterilidade\/ Partirei sem deixar novo endere\u00e7o\/ E atravessarei alguma selva desolada\/ Na qual deixarei ficar o mundo\/ Depois sairia andando livre de cuidados\/ Como um Atlas desempregado<\/em>\u2019.<\/p>\n<p>O poema era (e \u00e9!) uma \u2018Ode \u00e0 Liberdade\u2019!<\/p>\n<p>Atravessar uma selva desolada, na qual deixaria todas as preocupa\u00e7\u00f5es do mundo e sair andando \u2018livre de cuidados\/ Como um Atlas desempregado\u2019!<\/p>\n<p>Um Atlas desempregado! O tit\u00e3 Atlas que, por ter se insurgido contra Zeus dele recebeu, como castigo, sustentar para sempre nos ombros o c\u00e9u. Ou o mundo, como comumente \u00e9 representado nas gravuras.<\/p>\n<p>Aposentado, portanto, n\u00e3o tinha mais que sustentar o mundo nos ombros. Resolvi, ent\u00e3o, atravessar alguma selva desolada, e l\u00e1 deixar o mundo, pra andar livre de cuidados, apenas observando e sentindo a natureza.<\/p>\n<p>E l\u00e1 vou eu! Logo pela manh\u00e3, cedinho, acordo com o barulhento taramelar de um casal de maritacas que, diariamente, pousadas numa \u00e1rvore em frente do meu pr\u00e9dio, v\u00eam despertar todos os cond\u00f4minos (muito a contragosto da maioria, diga-se de passagem).<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a higiene inicial, apenas um gole de \u00e1gua e despe\u00e7o-me da minha esposa, com um beijo estalado. Abro minha porta, a qual, desta vez, pra minha surpresa, n\u00e3o rangeu.<\/p>\n<p>Ou\u00e7o, ent\u00e3o, como sempre, o papagaio madrugador do apartamento de frente, palreando uma mistura de Ingl\u00eas e Franc\u00eas (o dono \u00e9 um estudante de l\u00ednguas), bem como cantando a primeira estrofe do Hino Nacional Brasileiro. Ele fala e canta t\u00e3o alto que o c\u00e3ozinho do outro apartamento ladra sem parar. Mal d\u00e1 pra ouvir o miado do gato do apartamento ao lado, pedindo o leite matinal. Bem aud\u00edvel, por\u00e9m, o dono dele, maldizendo o papagaio e o c\u00e3ozinho.<\/p>\n<p>Perturba\u00e7\u00f5es \u00e0 parte, des\u00e7o as escadas correndo, sibilando como uma flecha.<\/p>\n<p>J\u00e1 na cal\u00e7ada ou\u00e7o, vindo de uma casa no final do quarteir\u00e3o, uma araponga bigorneando. \u2018Ningu\u00e9m merece!\u2019 \u2500 eu penso, irritado. E, pra espairecer, detenho-me no som do vento matinal. Ele sopra e, num dos apartamentos, faz drapejar uma bandeira desbotada, ali colocada h\u00e1 um s\u00e9culo.<\/p>\n<p>E o mesmo vento traz o estridular de um bem-te-vi e o fonfonar da buzina de um carro que, por pouco, n\u00e3o atropela uma senhora idosa, descuidadamente atravessando a rua.<\/p>\n<p>Entre a harmonia e o susto, penso apertar o passo, em busca da minha selva desolada.<\/p>\n<p>A modernidade, no entanto, praticamente excluiu as grandes \u00e1reas verdes da minha cidade e deram lugar a uma infinidade de pr\u00e9dios que, brotando de todos os lados, t\u00eam me tirado os horizontes.<\/p>\n<p>Sem a selva, desolado sinto-me eu. E me detenho.<\/p>\n<p>Neste momento, resta-me t\u00e3o somente sonhar que a vis\u00e3o de um beija-flor trissando nos ares me leva por um caminho com \u00e1rvores em verdes col\u00f3quios farfalhantes, \u00e0 margem de um riacho murmurante, at\u00e9 a entrada de uma mata virgem.<\/p>\n<p>Ao entrar, o pio de uma coruja parece um aviso, mas o gorjear de uma cotovia, um convite.<\/p>\n<p>J\u00e1 anoitecera e o c\u00e9u negro se acendeu com mir\u00edades de pirilampos. Na terra, cigarras em coro come\u00e7aram a ciciar.<\/p>\n<p>Uma mata virgem, uma verdadeira selva, mas n\u00e3o desolada. Exuberante de sons, de aromas e de cores.<\/p>\n<p>Embrenho-me nela, e nela deixo o meu mundo. E, j\u00e1 acordando do sonho, sinto que dela parti livre, como um Atlas desempregado!<\/p>\n<p>Um detalhe, apenas: quando sa\u00ed de casa, deixei meu endere\u00e7o, pois vai que, numa dessas, voc\u00ea, caro leitor, tamb\u00e9m queira sair livre por a\u00ed, pra atravessar alguma selva desolada e deixar seu mundo l\u00e1.<\/p>\n<p>Nesse caso, se e quando assim decidir, me d\u00ea um al\u00f4. E vamos sair juntos, como dois Atlas desempregados. Ouvindo e sentindo&#8230; a Sinfonia da Vida!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Sergio Diniz da Costa<\/strong> &#8211; sergiodiniz.costa2014@gmail.com<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0&#8216;A SINFONIA DA VIDA&#8217;<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[7888],"class_list":["post-5450","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-comunicacao","tag-sergio-diniz-da-costa"],"aioseo_notices":[],"views":0,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":69966,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=69966","url_meta":{"origin":5450,"position":0},"title":"A sinfonia da vida","author":"Sergio Diniz da Costa","date":"6 de outubro de 2024","format":false,"excerpt":"Depois de 35 anos de trabalho, aposentei-me. 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