{"id":54541,"date":"2023-04-12T13:12:22","date_gmt":"2023-04-12T16:12:22","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=54541"},"modified":"2023-05-29T10:30:35","modified_gmt":"2023-05-29T13:30:35","slug":"marcus-hemerly-cinema-em-casa-o-filme-mais-amaldicoado-da-historia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=54541","title":{"rendered":"Marcus Hemerly: &#039;Cinema em Casa: O filme mais amaldi\u00e7oado da Hist\u00f3ria&#039;"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F54541&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F54541&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><figure id=\"attachment_35773\" aria-describedby=\"caption-attachment-35773\" style=\"width: 138px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/FOTO.-MARCUS-HEMERLY.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"35773\" data-permalink=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/?attachment_id=35773\" data-orig-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/FOTO.-MARCUS-HEMERLY.jpg\" data-orig-size=\"640,640\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"FOTO. 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Fernando Pessoa<\/strong><\/em><\/h2>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>Quando se observa a evolu\u00e7\u00e3o das ci\u00eancias cinematogr\u00e1ficas de uma forma linear, verifica-se &#8211; e assim ocorre com a maioria das manifesta\u00e7\u00f5es art\u00edsticas &#8211; um reflexo dos medos e crueldades da pr\u00f3pria sociedade, os quais apenas alteram sua formata\u00e7\u00e3o a partir de cada estrutura organizacional e cultural de um povo.<\/p>\n<p>Nos anos de guerra fria, a dita amea\u00e7a vermelha era tratada de forma simb\u00f3lica em meio aos filmes de fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica ou de espionagem; o medo universal do sobrenatural era replicado a partir de hist\u00f3rias de possess\u00f5es demon\u00edacas e assombra\u00e7\u00f5es. Na contemporaneidade, os suspenses psicol\u00f3gicos subdivididos numa multitude de subg\u00eaneros, conseguem focar nas dimens\u00f5es mais humanas do mal, seja a partir da viol\u00eancia estilizada ou pela demonstra\u00e7\u00e3o de que, n\u00e3o raro, o ser humano, atrav\u00e9s de a\u00e7\u00f5es e pensamentos, traduz o pr\u00f3prio horror, assim como o de outrem.<\/p>\n<p>Muitos s\u00e3o os relatos envolvendo misteriosas intercorr\u00eancias quando da produ\u00e7\u00e3o de filmes que serviram-se da tem\u00e1tica sobrenatural, pontuando os mais populares como os t\u00edtulos \u201cO exorcista (1973)\u201d, \u201cA Profecia (1976)\u201d traduzidas em mortes e acontecimentos mirabolantes \u2013 incluindo inc\u00eandios &#8211; em <em>sets<\/em> de filmagens. E, dentre esse rol, como tema central dessa abordagem, o menos conhecido <em>Incubus<\/em>, de 1966, com dire\u00e7\u00e3o de Leslie Stevens. Quanto a trama, do site <em>filmow<\/em>, colhe-se a seguinte sinopse: <em>\u201cNuma estranha ilha\u00a0 por esp\u00edritos e dem\u00f4nios, um homem luta contra as for\u00e7as do mal. Um jovem dem\u00f4nio, encarnado na figura de uma mulher nova e bonita, sente-se apaixonado por um honrado soldado. A irm\u00e3 mais velha da jovem, tamb\u00e9m um dem\u00f4nio, ultrajada pela rela\u00e7\u00e3o abjeta, convoca as for\u00e7as do poder maligno do irm\u00e3o primog\u00eanito, um dem\u00f4nio ainda mais feroz que ir\u00e1 brutalizar a irm\u00e3 do soldado\u201d. <\/em>A partir nessa premissa, desdobra-se, nos seus 78 minutos, um flerte entre a reiterada e revisitada luta entre os extremos do bem e mal, todavia, sob um vi\u00e9s que gravita em torno do humano e metaf\u00edsico.<\/p>\n<p>Objetivando coroar a maior de todas as profana\u00e7\u00f5es \u00e0s formas de bondade, a <em>succubus<\/em> Kia pretende seduzir Marc, vivido pelo excelente William Shatner, no entanto, curvando-se ao inesperado e inarred\u00e1vel amor por sua pretensa v\u00edtima, a legi\u00e3o de outros dem\u00f4nios, aviltados, travam uma incurs\u00e3o mal\u00e9fica contra o soldado virtuoso que apetece a entidade, interpretada por Allyson Ames. A alegoria mantida pelo suspense constante, quase palp\u00e1vel, desenha as fei\u00e7\u00f5es on\u00edricas e de alucina\u00e7\u00e3o que elevam a hist\u00f3ria a um n\u00edvel extremo de desconforto ao espectador. Falado no idioma esperanto, que contribui para a aura surreal que se reproduz, Incubus, constitui uma pel\u00edcula em tom l\u00fagubre, e que em muito se assimila ao cinema existencialista do sueco Ingmar Bergman. Com os olhos voltados \u00e0 tela, parece que a qualquer momento contemplaremos a figura de Antonius Block, (Max Von Sydow), jogando xadrez com a morte, em meio \u00e0s cinzentas brumas mar\u00edtimas e reflex\u00f5es sobre a vida, em alus\u00e3o ao celebrado O s\u00e9timo Selo, (1957).<\/p>\n<p>O filme amealhou, merecidamente, a fama de a produ\u00e7\u00e3o mais amaldi\u00e7oada de todas. Al\u00e9m de sequestros, mortes n\u00e3o naturais, suic\u00eddios, bancarrotas financeiras e demais acontecimentos funestos envolvendo seus participantes, na fase de pr\u00e9 e p\u00f3s produ\u00e7\u00e3o, os copi\u00f5es originais foram destru\u00eddos por um inc\u00eandio, permanecendo perdidos durante v\u00e1rios anos. \u00a0A hist\u00f3ria de amor proibido e (maldito?) da <em>succubus<\/em> pelo jovem, apenas seria redescoberta a partir da localiza\u00e7\u00e3o de uma c\u00f3pia na Cin\u00e9math\u00e8que Fran\u00e7aise de Paris, e posteriormente legendada em franc\u00eas com distribui\u00e7\u00e3o para home v\u00eddeo no ano de 2001. Atualmente, com a gradual extin\u00e7\u00e3o das m\u00eddias f\u00edsicas, a obra pode ser apreciada em alguns sites exclusivos de <em>streaming<\/em> e por meio do YouTube, em \u00f3tima resolu\u00e7\u00e3o. Nos anos seguintes desde a sua realiza\u00e7\u00e3o, a despeito do constante monop\u00f3lio de Hollywood, concentrando mais de cinquenta por cento da produ\u00e7\u00e3o mundial de terror, o g\u00eanero teve suas diversas abordagens e vieses bem explorados por todos os continentes.<\/p>\n<p>A despeito do teor mais comercial assimilado pelo cinema contempor\u00e2neo, casuisticamente, deparamo-nos com produ\u00e7\u00f5es que remontam a esse estilo mais artesanal de suspense, de desdobramentos quase teatrais e despidos dos modernos efeitos especiais. Cite-se a nova adapta\u00e7\u00e3o de Suspiria, baseada no cl\u00e1ssico de Dario Argento, que reveste-se de suas pr\u00f3prias peculiaridades numa nova releitura n\u00e3o palat\u00e1vel a todos os p\u00fablicos, mas que alinha um visual perturbador a uma poderosa forma de fazer cinema, pr\u00f3ximo ao <em>body horror.<\/em>\u00a0 Se, de um lado, existem correntes que apregoam o cinema mudo como a mais pura e real mostra da s\u00e9tima arte, de outro lado, numa abordagem menos radical, \u00e9 poss\u00edvel verificar que todo tempo \u00e9 f\u00e9rtil \u00e0s boas ideias, e que o terror, o qual tamb\u00e9m emana da dicotomia humana, suas mazelas e d\u00favidas, \u00e9 coadjuvante at\u00e9 mesmo \u00e0 exist\u00eancia. Afinal, nada mais metaf\u00edsico de que o homem como ser complexo, pois, se o inferno s\u00e3o os outros, este se inicia com o pr\u00f3prio indiv\u00edduo.<\/p>\n<p><strong>Marcus Hemerly<\/strong><\/p>\n<p>marcushemerly@gmail.com<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><\/h2>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cQuem me dera ouvir de algu\u00e9m a voz humana. Que confessasse n\u00e3o um pecado, mas uma inf\u00e2mia; Que contasse, n\u00e3o uma viol\u00eancia, mas uma cobardia&#8230;\u201d\u00a0Poema em linha reta. 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