{"id":54763,"date":"2023-04-28T11:41:31","date_gmt":"2023-04-28T14:41:31","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=54763"},"modified":"2023-05-29T10:29:43","modified_gmt":"2023-05-29T13:29:43","slug":"marcus-hemerly-cinema-em-tela-lembrando-de-bette-davis","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=54763","title":{"rendered":"Marcus Hemerly: &#039;Cinema em Tela: Lembrando de Bette Davis&#039;"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F54763&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F54763&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><h2 style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/Jornal-cultural-o-rol-1-6.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"54764\" data-permalink=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/?attachment_id=54764\" data-orig-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/Jornal-cultural-o-rol-1-6.jpg\" data-orig-size=\"800,600\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}\" data-image-title=\"Jornal cultural o rol (1) (6)\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/Jornal-cultural-o-rol-1-6.jpg\" class=\" wp-image-54764 aligncenter\" src=\"http:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/Jornal-cultural-o-rol-1-6-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"601\" height=\"451\" \/><\/a><strong>CINEMA EM TELA: <\/strong><\/h2>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>Lembrando de Bette Davis<\/strong><\/h2>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><strong><em>&#8220;Havia muito melhores interpreta\u00e7\u00f5es nas festas de Hollywood do que jamais houve nas telas de cinema&#8230;&#8221; Bette Davis.<\/em><\/strong><\/h2>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>Provavelmente os amantes das sess\u00f5es coruja e, especialmente, de filmes antigos, se lembraram de uma mulher de olhar intenso, mesmerizante, cujas atua\u00e7\u00f5es no final da vida concentraram-se em produ\u00e7\u00f5es de suspense psicol\u00f3gico. Trata-se de Ruth Elizabeth Davis, aclamada como uma das atrizes mais importantes da hist\u00f3ria do cinema e conhecida pelo nome art\u00edstico de Bette Davis, indicada uma dezena de vezes ao Oscar, foi vencedora duas estatuetas, pelas produ\u00e7\u00f5es &#8220;Perigosa&#8221; (<em>Dangerous, <\/em>1935) e &#8220;Jezebel&#8221;\u00a0 (1938). Nascida em 5 de abril de 1908, em Lowell, Massachusetts, EUA, iniciou sua carreira em algumas produ\u00e7\u00f5es da Broadway, estreando no cinema em 1931, no filme <em>Bad Sisters<\/em>, aos vinte e tr\u00eas anos, j\u00e1 despertando \u00e0quele tempo a aten\u00e7\u00e3o das produtoras.<\/p>\n<p>Fumante compulsiva, dizia-se que Bette Davis podia pontuar cada fala com uma tragada no cigarro, intensificando a emo\u00e7\u00e3o retratada com um leve e sedutor expelir da fuma\u00e7a; e era verdade. Seja num olhar fixo de \u00f3dio em um engendrado suspense, ou o sonhador e errante contemplar dos apaixonados, o v\u00edcio era, naquele cen\u00e1rio, utilizado de maneira \u201c<em>saud\u00e1vel<\/em>\u201d. Com o in\u00edcio da carreira deflagrado nos prim\u00f3rdios do cinema<em> noir<\/em>, sua persona misteriosa foi escalada em grandes pel\u00edculas como A Floresta Petrificada, (<em>Petrified Forest<\/em>, 1936), na qual serviu de suporte \u00e0 personalidade psic\u00f3tica de Duke Mantee, interpretado por Humphrey Bogart, e A Mulher Marcada, (<em>Marked Woman<\/em>, 1937), na qual vive amedrontada testemunha contra um poderoso mafioso, tamb\u00e9m ao lado de Humphrey Bogart e Mayo Methot. Registram-se como importantes apari\u00e7\u00f5es no per\u00edodo, inclusive valendo-lhe algumas indica\u00e7\u00f5es ao Oscar:\u00a0 &#8220;N\u00e9voa de Mist\u00e9rio&#8221; (Fog Over Frisco -1934),\u00a0 &#8220;Escravos do Desejo&#8221; (Of Human Bondage 1934),\u00a0 &#8220;Miss Rep\u00f3rter&#8221; (Front Page Woman 1935),\u00a0 &#8220;Somos do Amor&#8221; (It&#8217;s Love I&#8217;m After\u00a0 1937), &#8220;Eu Soube Amar&#8221; (The Old Maid -1939), &#8220;Vit\u00f3ria Amarga&#8221; (Dark Victory &#8211; 1939, com participa\u00e7\u00e3o do futuro presidente dos EUA, Ronald Reagan) e A Carta (The Letter &#8211; 1940).<\/p>\n<p>Caminhando pela evolu\u00e7\u00e3o da s\u00e9tima arte no panorama americano, o que se percebe de forma bem caracter\u00edstica nas vindouras produ\u00e7\u00f5es das d\u00e9cadas de cinquenta e sessenta, \u00e9 um verdadeiro raio-x dos bastidores de Hollywood. Suas ascens\u00f5es e derrocadas, retratando a busca pela fama \u2013 muitas vezes infame \u2013 a qualquer custo, e a decad\u00eancia e substitutividade de muitas estrelas. Imposs\u00edvel n\u00e3o se recordar da delirante Norma Desmond, personificada por Gl\u00f3ria Swanson no aclamado &#8220;Crep\u00fasculo dos Deuses&#8221;, (<em>Sunset Boulervard<\/em>, 1950), no qual em uma fala cl\u00e1ssica, a outrora estrela do cinema mudo replica ao personagem de Willian Holden, <em>&#8220;Eu sou grande, s\u00e3o os filmes que ficaram pequenos!&#8221;<\/em>.<\/p>\n<p>Tal aura de glamour embotada pela passagem do tempo \u00e9 facilmente percebida na pel\u00edcula A Malvada (<em>All About Eve&#8230;,<\/em> 1950), que lhe rendeu uma nova indica\u00e7\u00e3o ao pr\u00eamio da academia. Na trama, a jovem ambiciosa e aspirante a atriz Eve Harrington, interpretada por Anne Baxter, se aproxima da estrela Margo Channing, no intuito de iludi-la, e com sua ajuda, se disp\u00f5e a tudo para alcan\u00e7ar o sucesso na ind\u00fastria cinematogr\u00e1fica, passando por cima de todos, inclusive de sua mentora para atingir a t\u00e3o sonhada gl\u00f3ria.<\/p>\n<p>Bette Davis n\u00e3o era o modelo de beleza da \u00e9poca, dissonante de suas contempor\u00e2neas, era uma mulher e profissional de g\u00eanio forte; com seu sucesso cada vez maior em meados da d\u00e9cada de trinta, foi uma pioneira em romper o la\u00e7o de submiss\u00e3o dos artistas aos est\u00fadios de cinema. Buscando maior influ\u00eancia sobre roteiros e <em>castings<\/em>, foi fundadora da produtora \u201cB.D Productions\u201d, arrecadando percentual sobre os filmes nos quais participava. Em 1941, foi indicada pelo produtor Darryl F. Zanuck, da 20th Century Fox, e posteriormente, eleita como a primeira mulher presidente da Academia de Artes e Ci\u00eancias Cinematogr\u00e1ficas, respons\u00e1vel pela entrega do mais aclamado pr\u00eamio da ind\u00fastria, o que chancelou sua imagem de mulher destemida, marca j\u00e1 ent\u00e3o consagrada nas telas como o perfil recorrente de suas personagens.<\/p>\n<p>Igualmente digna de especial relevo, \u00e9 a produ\u00e7\u00e3o &#8220;<em>O Que Ter\u00e1 Acontecido a Baby Jane? <\/em>(<em>What Ever Happened to Baby Jane<\/em>? -1962), cuja trama narra a hist\u00f3ria de uma ex-estrela infantil esquecida (Davis), que cuida de sua irm\u00e3 inv\u00e1lida (Joan Crowford), a qual no auge do sucesso foi v\u00edtima de um acidente, paralisando-a. Nesse cen\u00e1rio, a tens\u00e3o provocada pelo sentimento de ci\u00fames e ressentimentos, faz com que a frustrada artista se entregue a uma empreitada de manipula\u00e7\u00e3o e tormento ps\u00edquico em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 sua irm\u00e3 presa \u00e0 cadeira de rodas, o que conduz o espectador pelo escalar de sua ins\u00e2nia, paralelamente \u00e0 deteriora\u00e7\u00e3o de seu estado mental em meio a del\u00edrios de um retorno ao mundo art\u00edstico.<\/p>\n<p>Uma coincid\u00eancia com a vida real era o fato de que ambas as atrizes naquela \u00e9poca, experimentavam o decair de seu sucesso de forma concomitante \u00e0 sua juventude. O filme \u00e9 interessante tamb\u00e9m por outra raz\u00e3o, Davis e Crowford eram rivais dentro e fora das telas, num quadro de conhecido \u00f3dio m\u00fatuo, e por conseguinte, o contracenar conjunto para mulheres que alimentavam tamanho ressentimento, al\u00e9m de traum\u00e1tico, revela uma tens\u00e3o que reflete na excelente qualidade e intensidade das interpreta\u00e7\u00f5es. Inclusive Davis foi indicada ao Oscar de melhor atriz em 1960, pelo papel da perturbada Baby Jane Hudson. Esse mesmo estilo de filme com alta carga de terror psicol\u00f3gico, anti-her\u00f3is e reviravoltas, seria reprisado em excelentes produ\u00e7\u00f5es como &#8220;Algu\u00e9m morreu em meu lugar&#8221; (<em>Dead Ringer<\/em> -1964), &#8220;Com a maldade na alma&#8221; (<em>Hush&#8230; <\/em><em>Hush, Sweet\u00a0<\/em><em>Charlotte<\/em> &#8211; 1964) e Nas garras do \u00f3dio (<em>The Nanny<\/em> &#8211; 1965).<\/p>\n<p>A estrela feneceu \u2013 nunca se apagou \u2013 em 6 de outubro de 1989, v\u00edtima de um c\u00e2ncer na mama, aos 81 anos. Al\u00e9m de ser eternizada na cal\u00e7ada da fama, Bette Davis ser\u00e1 para sempre lembrada por suas personagens marcantes, brindando as plateias em mais de cem filmes durante o curso de cinco d\u00e9cadas de carreira.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>CINEMA EM TELA: Lembrando de Bette Davis &#8220;Havia muito melhores interpreta\u00e7\u00f5es nas festas de Hollywood do que jamais houve nas telas de cinema&#8230;&#8221; Bette Davis.<\/p>\n","protected":false},"author":22,"featured_media":54764,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[1981,9115,5388],"class_list":["post-54763","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-comunicacao","tag-cinema-em-casa","tag-lembrando-de-bette-davis","tag-marcus-hemerly"],"aioseo_notices":[],"views":869,"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/Jornal-cultural-o-rol-1-6.jpg","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":68134,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=68134","url_meta":{"origin":54763,"position":0},"title":"Saudosa Maloca: O cotidiano em verso e anverso","author":"Marcus Hemerly","date":"18 de julho de 2024","format":false,"excerpt":"\u00c9 sabido que a po\u00e9tica est\u00e1 vinculada \u00e0 arte em todas as suas vertentes. 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