{"id":54947,"date":"2023-05-02T23:09:53","date_gmt":"2023-05-03T02:09:53","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=54823"},"modified":"2023-05-29T10:29:42","modified_gmt":"2023-05-29T13:29:42","slug":"mam-sao-paulo-e-sesc-levam-a-37a-edicao-do-panorama-da-arte-brasileira-ao-sesc-sorocaba","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=54947","title":{"rendered":"MAM S\u00e3o Paulo e Sesc levam a 37\u00aa edi\u00e7\u00e3o do Panorama da Arte Brasileira ao Sesc Sorocaba"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F54947&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F54947&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/ooooooo.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/ooooooo.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-54824\"\/><\/a><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><em>37\u00ba Panorama da Arte Brasileira: &#8220;Sob as cinzas, brasa&#8221; prop\u00f5e desconstruir paradigmas naturalizados em rela\u00e7\u00e3o ao Brasil col\u00f4nia. Itiner\u00e2ncia da exposi\u00e7\u00e3o ocorre a partir da parceria entre as institui\u00e7\u00f5es e apresenta obras de 26 artistas<\/em><\/h2>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<div>\n<div>\n<p>A partir de 20 de abril, a&nbsp;<strong>37\u00aa edi\u00e7\u00e3o do Panorama de Arte Brasileira: Sob as cinzas, brasa<\/strong>&nbsp;ser\u00e1 exibida no&nbsp;<strong>Sesc Sorocaba<\/strong>. Com correaliza\u00e7\u00e3o do&nbsp;<strong>MAM S\u00e3o Paulo<\/strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Sesc S\u00e3o Paulo<\/strong>, a itiner\u00e2ncia leva ao interior do estado obras de 26 artistas. S\u00e3o instala\u00e7\u00f5es, pinturas, esculturas e v\u00eddeos que conduzem discuss\u00f5es sobre a identidade e s\u00edmbolos nacionais, refer\u00eancias ao bicenten\u00e1rio da Independ\u00eancia e ao centen\u00e1rio da Semana de 22.<\/p>\n<p>O 37\u00ba Panorama tem a curadoria de&nbsp;<strong>Cau\u00ea Alves<\/strong>, curador-chefe do MAM,&nbsp;<strong>Claudinei Roberto da Silva<\/strong>,&nbsp;<strong>Cristiana Tejo<\/strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Vanessa K. Davidson<\/strong>, membros da Comiss\u00e3o de Arte do museu, que selecionaram 26 artistas e coletivos de diversas regi\u00f5es, assim como de diferentes gera\u00e7\u00f5es, identidades \u00e9tnico-raciais e de g\u00eanero. O grupo de artistas da exposi\u00e7\u00e3o vai itinerar na \u00edntegra para o Sesc Sorocaba:&nbsp;<strong>Ana Mazzei, Andr\u00e9 Ricardo, Bel Falleiros, Camila Sposati, davi de jesus do nascimento, Celeida Tostes, \u00c9der Oliveira, Eneida Sanches e Tracy Collins (LAZYGOATWORKS), Erica Ferrari, Giselle Beiguelman, Gustavo Torrezan, Glauco Rodrigues, Jaime Lauriano, Lais Myrrha, Laryssa Machada, Lidia Lisb\u00f4a, Luiz 83, Maria Laet, Marina Camargo, Marcelo D&#8217;Salete, No Martins, Sergio Lucena, RodriguezRemor, Sidney Amaral, Tad\u00e1skia&nbsp;<\/strong>e<strong>&nbsp;Xadalu&nbsp;<\/strong><strong>Tup\u00e3 Jekup\u00e9.<\/strong><\/p>\n<p><em>Sob as cinzas, brasa,<\/em>&nbsp;t\u00edtulo e conceito proposto pela curadoria, levanta solu\u00e7\u00f5es art\u00edsticas que refletem sobre o enfrentamento do cen\u00e1rio de emerg\u00eancia das pautas sociais e ambientais no Brasil, comprometendo-se com a promo\u00e7\u00e3o de igualdade \u00e9tnica, de g\u00eanero e classe.<\/p>\n<p>Os curadores desta edi\u00e7\u00e3o da mostra explicam em texto do cat\u00e1logo que \u201centre as inten\u00e7\u00f5es do 37\u00ba do Panorama do MAM est\u00e1 a de contribuir para a desconstru\u00e7\u00e3o de certos olhares e paradigmas naturalizados, assim como do legado colonial do Brasil. Avesso \u00e0 no\u00e7\u00e3o moderna de progresso, a curadoria desta edi\u00e7\u00e3o enfatiza as ru\u00ednas e as barbaridades de um pa\u00eds que sequer conseguiu cumprir as promessas b\u00e1sicas de uma sociedade economicamente moderna e integrada que pressupunha a supera\u00e7\u00e3o do subdesenvolvimento\u201d.<\/p>\n<p>Para&nbsp;<strong>Elizabeth Machado<\/strong>, presidente do MAM, \u201ca parceria com o Sesc S\u00e3o Paulo \u00e9 fundamental para ampliar o alcance do Panorama aos mais diversos p\u00fablicos e expandir os limites regionais. As colabora\u00e7\u00f5es institucionais, uma pr\u00e1tica que vem se fortalecendo cada vez mais no MAM, s\u00e3o essenciais para o ecossistema das artes visuais e da cultura brasileira\u201d, afirma.<\/p>\n<p>\u201cAo abordar sensivelmente o presente, considerando as marcas indel\u00e9veis do passado, artistas articulam universos simb\u00f3licos que proporcionam perspectivas acerca do&nbsp;<em>que<\/em>&nbsp;e&nbsp;<em>como<\/em>&nbsp;vivemos e sua \u00edntima rela\u00e7\u00e3o com os processos hist\u00f3ricos que nos precederam. \u00c9 nesse contexto que se localiza o&nbsp;<em>Panorama de Arte Brasileira: Sob as Cinzas, Brasa<\/em>, que agora chega \u00e0 Sorocaba\u201d, afirma&nbsp;<strong>Danilo Santos de Miranda<\/strong>, diretor do Sesc S\u00e3o Paulo. \u201cEm conson\u00e2ncia com a voca\u00e7\u00e3o educativa da cultura, o Sesc correaliza essa a\u00e7\u00e3o com o MAM, buscando contribuir com a constante renova\u00e7\u00e3o de cen\u00e1rios que se anunciam diversos e, assim, democr\u00e1ticos\u201d, completa.<\/p>\n<p><strong>Sobre os artistas:<\/strong><\/p>\n<p><strong>Gustavo Torrezan<\/strong>&nbsp;reflete sobre as estruturas de poder que configuram historicamente as organiza\u00e7\u00f5es coletivas, bem como suas constitui\u00e7\u00f5es culturais e identit\u00e1rias. No Sesc Sorocaba, ser\u00e1 poss\u00edvel ver as obras que abordam a ideia da bandeira nacional e a rela\u00e7\u00e3o com o carv\u00e3o, resultado do fim da brasa.&nbsp;<strong>Jaime Lauriano<\/strong>&nbsp;convoca a examinar as estruturas de poder contidas na produ\u00e7\u00e3o da Hist\u00f3ria e dos s\u00edmbolos, evidenciando as violentas rela\u00e7\u00f5es mantidas desde a coloniza\u00e7\u00e3o.&nbsp;<strong>Ana Mazzei<\/strong>&nbsp;tamb\u00e9m parte da pesquisa sobre momentos hist\u00f3ricos e suas representa\u00e7\u00f5es na hist\u00f3ria da arte, construindo estruturas que, a partir da intera\u00e7\u00e3o do p\u00fablico, reposicionam esses s\u00edmbolos de poder.&nbsp;<strong>Marina Camargo<\/strong>&nbsp;exp\u00f5e um mapa da Am\u00e9rica Latina feito de borracha, mat\u00e9ria-prima extensivamente explorada neste continente e que sugere a no\u00e7\u00e3o de uma terra male\u00e1vel, esgar\u00e7ada, flexionada para v\u00e1rios lados.<\/p>\n<p>A rela\u00e7\u00e3o com a terra e o solo \u00e9 uma tem\u00e1tica especialmente abordada por alguns artistas presentes na exposi\u00e7\u00e3o, como \u00e9 o caso de&nbsp;<strong>Celeida Tostes<\/strong>, artista j\u00e1 falecida que trabalhou o uso do barro na explora\u00e7\u00e3o de s\u00edmbolos arquet\u00edpicos, relacionados ao feminino e \u00e0 fertilidade.&nbsp;<strong>Bel Falleiros<\/strong>&nbsp;parte da simbologia da natureza explorada para compreender como as paisagens constru\u00eddas contempor\u00e2neas (mal) representam as diversas camadas de presen\u00e7a que constituem um lugar.&nbsp;<strong>Lidia Lisb\u00f4a<\/strong>&nbsp;trabalha com escultura \u2013 sobretudo em argila \u2013 gravura, pintura, costura e croch\u00ea. Para a itiner\u00e2ncia do Panorama ao Sesc Sorocaba, traz os seus cupinzeiros, evocando a simbologia amb\u00edgua do cupim, que \u00e9 a primeira vida a brotar em uma terra devastada, mas que ao mesmo tempo tamb\u00e9m a destr\u00f3i. A dupla&nbsp;<strong>RodriguezRemor<\/strong>&nbsp;interroga fronteiras impostas, vis\u00edveis e invis\u00edveis, como a separa\u00e7\u00e3o de natureza e cultura, de arte contempor\u00e2nea e arte popular, de arquitetura, tecnologia e tradi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Laryssa Machada<\/strong>&nbsp;constr\u00f3i imagens enquanto evoca\u00e7\u00f5es de descoloniza\u00e7\u00e3o e novas narrativas de presente\/futuro com est\u00e9tica e dimens\u00e3o ritual\u00edsticas.&nbsp;<strong>Xadalu Tup\u00e3 Jekup\u00e9,&nbsp;<\/strong>artista que tamb\u00e9m \u00e9 integrante da edi\u00e7\u00e3o de 2022 do Clube de Colecionadores do MAM, traz quatro pinturas que contam hist\u00f3rias e mitos guarani sobre as cidades celestiais e a origem da terra e do fogo.<\/p>\n<p><strong>Camila Sposati<\/strong>&nbsp;apresenta dois projetos relacionados \u00e0 investiga\u00e7\u00e3o do processo de cria\u00e7\u00e3o e transforma\u00e7\u00e3o da Terra, aproximando aspectos f\u00edsicos do planeta e do corpo atrav\u00e9s do uso do barro, da sonoridade de seus instrumentos e da performance.&nbsp;<strong>davi de jesus do nascimento<\/strong>&nbsp;parte da pesquisa acerca de sua ancestralidade ribeirinha para apresentar um conjunto de obras em suportes variados, como o desenho, a fotografia, o v\u00eddeo e o tridimensional.<\/p>\n<p><strong>Tad\u00e1sk\u00eda<\/strong>&nbsp;prop\u00f5e desenhos abstratos que evocam uma ludicidade pr\u00f3pria \u00e0 sensibilidade tropicalista onde a simbologia do fogo e de entidades de matriz africana tem um espa\u00e7o especialmente destacado pela artista.&nbsp;<strong>Maria Laet<\/strong>&nbsp;produz obras com a terra e o barro. No Sesc Sorocaba, apresenta registros de uma a\u00e7\u00e3o vinculada ao solo no Parque Lage, Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>Patrim\u00f4nio, monumento e arquitetura tamb\u00e9m s\u00e3o temas explorados pelas produ\u00e7\u00f5es dos artistas de &#8220;Sob as cinzas, brasa&#8221;.&nbsp;<strong>Erica Ferrari&nbsp;<\/strong>apresenta instala\u00e7\u00f5es realizadas a partir de pesquisa em torno das rela\u00e7\u00f5es entre arquitetura, espa\u00e7o e hist\u00f3ria, com interesse direcionado ao lugar das mulheres e da mem\u00f3ria de seus gestos nessas rela\u00e7\u00f5es.&nbsp;<strong>Giselle Beiguelman<\/strong>&nbsp;pesquisa as est\u00e9ticas da mem\u00f3ria na atualidade, com \u00eanfase nas pol\u00edticas de esquecimento, e os processos de atualiza\u00e7\u00e3o do colonialismo pelas tecnologias digitais. Sua obra no Sesc Sorocaba atua como uma arena que abrigar\u00e1 encontros de discuss\u00f5es sobre a constru\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria e patrim\u00f4nio dos monumentos colonialistas.&nbsp;<strong>Lais Myrrha<\/strong>&nbsp;produz obras que questionam a hist\u00f3ria oficial da arquitetura can\u00f4nica brasileira. Para o Panorama a artista traz partes da obra que investiga a pr\u00f3pria arquitetura da Marquise do Parque Ibirapuera, projetada por Oscar Niemeyer e que abriga o MAM.<\/p>\n<p><strong>Eneida Sanches e Tracy Collins (LAZYGOATWORKS)<\/strong>&nbsp;pesquisam a hist\u00f3ria africana e afro-brasileira vinculada a experi\u00eancias est\u00e9ticas que oscilam entre a cogni\u00e7\u00e3o e o transe. A dupla apresenta a v\u00eddeo-instala\u00e7\u00e3o \u201cEu n\u00e3o sou daqui\u201d onde questionam o colonialismo e suas produ\u00e7\u00f5es pseudo-cient\u00edficas.<\/p>\n<p>Alguns artistas ainda investigam o que os curadores chamam de voc\u00e1bulos caboclos, como&nbsp;<strong>Andr\u00e9 Ricardo e S\u00e9rgio Lucena<\/strong>, que apresentam pinturas abstratas com elementos que remetem \u00e0 matriz afro-brasileira.&nbsp;<strong>Luiz 83<\/strong>&nbsp;traz elementos da arte de rua e reelabora \u00e0 maneira dessa sensibilidade certa ideia de construtivismo sedimentada pelo c\u00e2none, ao expor esculturas que tridimensionalizam a \u201ctag\u201d, assinatura gr\u00e1fica urbana.<\/p>\n<p><strong>\u00c9der Oliveira<\/strong>&nbsp;desenvolve sua investiga\u00e7\u00e3o art\u00edstica na rela\u00e7\u00e3o entre os temas retrato e identidade, com foco no indiv\u00edduo amaz\u00f4nico. Traz ao Panorama no Sesc Sorocaba pinturas que exemplificam outras dire\u00e7\u00f5es na pr\u00e1tica atual de Oliveira: suas investidas em um tipo de \u201cpintura hist\u00f3rica\u201d e quadros mais \u00edntimos de seus familiares, amigos e vizinhos.<\/p>\n<p><strong>Marcelo D\u2019Salete<\/strong>&nbsp;\u00e9 um quadrinhista reconhecido internacionalmente, recipiente do Pr\u00eamio Jabuti e do Eisner Award em 2018. Com influ\u00eancias da fotografia e do cinema, seus desenhos elaboram de forma po\u00e9tica e \u00e1cida a realidade a que est\u00e3o submetidos negros e negras nas periferias das nossas cidades.<\/p>\n<p><strong>No Martins&nbsp;<\/strong>articula as linguagens da pintura, instalac\u0327\u00e3o e performance por meio das relac\u0327o\u0303es interpessoais cotidianas, principalmente a conviv\u00eancia da populac\u0327\u00e3o negra no contexto urbano. Traz a instala\u00e7\u00e3o &#8220;Danger&#8221; que levanta discuss\u00e3o sobre a viol\u00eancia do Estado atrav\u00e9s das suas pol\u00edcias.<\/p>\n<p><strong>Sidney Amaral<\/strong>&nbsp;aborda temas \u00e9tnico-raciais, incluindo a condi\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o negra e, em particular, do homem negro no Brasil. Falecido prematuramente (2014), o artista reflete em suas obras sobre o racismo estrutural brasileiro atrav\u00e9s de obras de grande impacto visual.<\/p>\n<p><strong>Glauco Rodrigues<\/strong>, artista falecido em 2004 que foi vinculado ao tropicalismo dos anos 1960 e 70, estar\u00e1 representado na exibi\u00e7\u00e3o com uma pintura que aborda certos clich\u00eas da identidade nacional a partir da representa\u00e7\u00e3o ir\u00f4nica de s\u00edmbolos da vida brasileira e nosso legado colonial.<\/p>\n<p><strong>Sobre os curadores<\/strong><\/p>\n<p><strong>Cau\u00ea Alves<\/strong><\/p>\n<p>Cau\u00ea Alves (S\u00e3o Paulo, SP, 1977) \u00e9 bacharel, mestre e doutor em Filosofia pela FFLCH-Universidade de S\u00e3o Paulo. Desde 2020 \u00e9 curador-chefe do Museu de Arte Moderna de S\u00e3o Paulo. Desde 2010 \u00e9 professor do Departamento de Artes da Faculdade de Filosofia, Comunica\u00e7\u00e3o, Letras e Artes da PUC-SP. Entre 2016 e 2020 foi curador-chefe do MuBE, onde realizou ao lado de outros profissionais as exposi\u00e7\u00f5es Ambiental: arte e movimentos (2019), Burle Marx: arte, paisagem e bot\u00e2nica (2018-2019), premiada pela ABCA, Amaz\u00f4nia: os novos viajantes (2018) e Pedra no C\u00e9u: Arte e a Arquitetura de Paulo Mendes da Rocha (2017). Foi co-curador, com Vanessa K. Davidson, de Past\/ Future\/ Present: Contemporary Brazilian Art, no Phoenix Art Museum, Arizona, USA e MAM-SP (2017-2019). Foi curador assistente do Pavilh\u00e3o Brasileiro da 56\u00aa Bienal de Veneza (2015). Publicou texto no cat\u00e1logo da exposi\u00e7\u00e3o Mira Schendel, no Museu de Arte Contempor\u00e2nea de Serralves (Porto, Portugal) e Pinacoteca do Estado de S\u00e3o Paulo (2014), e Tate Modern (Londres, 2013). Foi co-curador de M\u00e1s All\u00e1 de la Xilograf\u00eda, no Museo de la Solidaridad Salvador Allende, em Santiago, Chile (2012). Foi curador adjunto da 8\u00aa Bienal do Mercosul (2011) e co-curador, com Cristiana Tejo, do 32\u00ba Panorama da Arte Brasileira do Museu de Arte Moderna de S\u00e3o Paulo (2011).<\/p>\n<p><strong>Claudinei Roberto da Silva<\/strong><\/p>\n<p>Claudinei Roberto da Silva (professor, curador, artista visual) nasceu em 1963 em S\u00e3o Paulo onde vive e trabalha. Formado pelo Departamento de Arte da Universidade de S\u00e3o Paulo. Como curador realizou entre outras, a exposi\u00e7\u00e3o Sidney Amaral \u201cO Banzo, o amor e a Cozinha\u201d 1\u00ba pr\u00eamio Funart para artistas e curadores negros \u2013 Museu Afro Brasil, a \u201c13\u00aa Bienal Na\u00effs do Brasil\u201d no Sesc Piracicaba e a s\u00e9rie \u201cPretatitude. Insurg\u00eancias, emerg\u00eancias e afirma\u00e7\u00f5es. Arte afro-brasileira contempor\u00e2nea\u201d para v\u00e1rias unidades do Sesc S\u00e3o Paulo e curador convidado para o projeto de \u201cPesquisa MAC USP Processos Curatoriais &#8211; Curadoria Cr\u00edtica e Estudos Decoloniais em Artes Visuais: Di\u00e1sporas Africanas nas Am\u00e9ricas\u201d. Coordenou, entre outros, o N\u00facleo Educativo do Museu Afro Brasil. Coordenador Art\u00edstico Pedag\u00f3gico do projeto multinacional \u201cA Journey through African di\u00e1spora\u201d do American Aliance of Museums em parceria com o Museu Afro Brasil e Prince George African American Museum. Foi Bolsista Programa \u201cInternational Visitor Leadership Program\u201d do Departamento de Estado do Governo dos Estados Unidos. Faz parte do conselho curatorial do Museu de Arte Moderna de S\u00e3o Paulo. Tem obras no acervo do Museu Nacional de cultura afro-brasileira MUNCAB em Salvador, Bahia.<\/p>\n<p><strong>Cristiana Tejo<\/strong><\/p>\n<p>Cristiana Tejo (Recife, PE, 1976) \u00e9 curadora independente e Doutora em Sociologia (UFPE). \u00c9 co-fundadora do Espa\u00e7o NowHere (Lisboa) e investigadora do Instituto de Hist\u00f3ria da Arte da Universidade Nova de Lisboa, onde foi pesquisadora do projeto Artistas e Educa\u00e7\u00e3o Radical na Am\u00e9rica Latina: anos 1960\/1970. \u00c9 co-curadora da Resid\u00eancia Belojardim, no Agreste de Pernambuco. Foi Coordenadora de Programas P\u00fablicos da Funda\u00e7\u00e3o Joaquim Nabuco (2009 \u2013 2011), Diretora do Museu de Arte Moderna Alo\u00edsio Magalh\u00e3es (2007-2009) e curadora de Artes Pl\u00e1sticas da Funda\u00e7\u00e3o Joaquim Nabuco (2002-2006). Co-curou o 32\u00ba Panorama da Arte Brasileira do MAM \u2013 SP e o Projeto Rumos Artes Visuais do Ita\u00fa Cultural (2005-2006). Curou a Sala Especial de Paulo Bruscky na X Bienal de Havana (2009). Vive e trabalha em Lisboa.<\/p>\n<p><strong>Vanessa Davidson<\/strong><\/p>\n<p>Dra. Vanessa K. Davidson recebeu seu B.A. em Literatura Hispano-Americana de Harvard University, e estudou arte latino-americana e poesia argentina na Universidad de Buenos Aires, Argentina, e portugu\u00eas na Universidade de S\u00e3o Paulo. Ela recebeu uma bolsa Fulbright-Hays para conduzir pesquisas de tese doutoral na Argentina e no Brasil, e recebeu seu Ph.D. na Hist\u00f3ria da Arte Latino-Americana do S\u00e9culo 20 e 21 do Instituto de Belas Artes, da New York University. Ela trabalhou no Museum of Fine Arts de Boston, bem como no Metropolitan Museum of Art. Trabalhou como a Shawn e Joe Lampe Curadora de Arte Latino-Americana no Phoenix Art Museum durante oito anos, durante os quais organizou doze exposi\u00e7\u00f5es de grande escala, duas das quais viajaram internacionalmente. Davidson foi co-curadora com o Dr. Sergio Bessa de Paulo Bruscky: Art Is Our Last Hope (2014). Foi curadora da maior exposi\u00e7\u00e3o internacional de arte postal contempor\u00e2nea nos EUA desde a d\u00e9cada de 1970 na Focus Latin America: Art Is Our Last Hope (2014-15). Foi curadora de Horacio Zabala: Mapeando o Monocromo (Phoenix e Buenos Aires, 2016-17) e co-curadora com Cau\u00ea Alves de Passado\/Futuro\/Presente: Arte Contempor\u00e2nea Brasileira da Cole\u00e7\u00e3o do Museu de Arte Moderna, S\u00e3o Paulo (Phoenix e S\u00e3o Paulo, 2017-2019). Ela tamb\u00e9m \u00e9 a curadora de Oscar Mu\u00f1oz: Invisibilia (2021-22), a primeira retrospectiva norte-americana deste artista colombiano. Ela assumiu a fun\u00e7\u00e3o de Curadora de Arte Latino-Americana no Blanton Museum of Art na cidade de Austin, Texas, em 2019.<\/p>\n<p><strong>Sobre o MAM S\u00e3o Paulo<\/strong><\/p>\n<p>Fundado em 1948, o Museu de Arte Moderna de S\u00e3o Paulo \u00e9 uma sociedade civil de interesse p\u00fablico, sem fins lucrativos. Sua cole\u00e7\u00e3o conta com mais de 5 mil obras produzidas pelos mais representativos nomes da arte moderna e contempor\u00e2nea, principalmente brasileira. Tanto o acervo quanto as exposi\u00e7\u00f5es privilegiam o experimentalismo, abrindo-se para a pluralidade da produ\u00e7\u00e3o art\u00edstica mundial e a diversidade de interesses das sociedades contempor\u00e2neas.<\/p>\n<p>O Museu mant\u00e9m uma ampla grade de atividades que inclui cursos, semin\u00e1rios, palestras, performances, espet\u00e1culos musicais, sess\u00f5es de v\u00eddeo e pr\u00e1ticas art\u00edsticas. O conte\u00fado das exposi\u00e7\u00f5es e das atividades \u00e9 acess\u00edvel a todos os p\u00fablicos por meio de visitas mediadas em libras, audiodescri\u00e7\u00e3o das obras e videoguias em Libras. O acervo de livros, peri\u00f3dicos, documentos e material audiovisual \u00e9 formado por 65 mil t\u00edtulos. O interc\u00e2mbio com bibliotecas de museus de v\u00e1rios pa\u00edses mant\u00e9m o acervo vivo.<\/p>\n<p>Localizado no Parque Ibirapuera, a mais importante \u00e1rea verde de S\u00e3o Paulo, o edif\u00edcio do MAM foi adaptado por Lina Bo Bardi e conta, al\u00e9m das salas de exposi\u00e7\u00e3o, com ateli\u00ea, biblioteca, audit\u00f3rio, restaurante e uma loja onde os visitantes encontram produtos de design, livros de arte e uma linha de objetos com a marca MAM. Os espa\u00e7os do Museu se integram visualmente ao Jardim de Esculturas, projetado por Roberto Burle Marx para abrigar obras da cole\u00e7\u00e3o. Todas as depend\u00eancias s\u00e3o acess\u00edveis a visitantes com necessidades especiais.<\/p>\n<p><strong>Sobre o Sesc<\/strong><\/p>\n<p>O Sesc \u2013 Servi\u00e7o Social do Com\u00e9rcio \u00e9 uma institui\u00e7\u00e3o privada, sem fins lucrativos, criada em 1946 pelos empres\u00e1rios do com\u00e9rcio e de servi\u00e7os em todo o Brasil. No estado de S\u00e3o Paulo, o Sesc conta com 40 unidades que congregam suas \u00e1reas de atua\u00e7\u00e3o nos campos de cultura, educa\u00e7\u00e3o, esportes, lazer e sa\u00fade. As a\u00e7\u00f5es do Sesc S\u00e3o Paulo se norteiam por seu car\u00e1ter educativo e pela busca do bem-estar social com base em uma compreens\u00e3o ampla do termo cultura. Nesse sentido, a acessibilidade plena aos espa\u00e7os e conte\u00fados oferecidos pela institui\u00e7\u00e3o tem em vista a democratiza\u00e7\u00e3o dos bens culturais como forma de autonomia do indiv\u00edduo.<\/p>\n<p>No campo das artes visuais, a institui\u00e7\u00e3o cumpre o papel de difusora da produ\u00e7\u00e3o art\u00edstica contempor\u00e2nea e dos demais per\u00edodos hist\u00f3ricos, bem como das intersec\u00e7\u00f5es com outras linguagens art\u00edsticas, tendo como diretriz a realiza\u00e7\u00e3o de exposi\u00e7\u00f5es para todos os p\u00fablicos. S\u00e3o realizados, ainda, projetos com instala\u00e7\u00f5es, interven\u00e7\u00f5es e performances, bem como atividades de a\u00e7\u00e3o educativa e media\u00e7\u00e3o em formatos variados, tendo como foco o atendimento qualificado tanto a grupos agendados quanto ao p\u00fablico espont\u00e2neo, buscando, sobretudo, o alcance de uma forma\u00e7\u00e3o sens\u00edvel e o est\u00edmulo \u00e0 autonomia e \u00e0 liberdade de escolha.<\/p>\n<p>O Sesc desenvolve, assim, uma a\u00e7\u00e3o de educa\u00e7\u00e3o informal e permanente com intuito de valorizar as pessoas ao estimular a autonomia, a intera\u00e7\u00e3o e o contato com express\u00f5es e modos diversos de pensar, agir e sentir.<\/p>\n<p><strong>Servi\u00e7o<br>37\u00ba Panorama da Arte Brasileira &#8211;&nbsp;<em>sob as cinzas, brasa<\/em><\/strong><em><br><\/em>Curadoria: Cau\u00ea Alves, Claudinei Roberto da Silva, Cristiana Tejo e Vanessa Davidson<\/p>\n<p>Per\u00edodo expositivo:&nbsp;<strong>20 de abril a 17 de setembro de 2023<\/strong><\/p>\n<p>Local:&nbsp;<strong>Sesc Sorocaba<\/strong><\/p>\n<p>Endere\u00e7o: R. Bar\u00e3o de Piratininga, 555 &#8211; Jardim Faculdade, Sorocaba<\/p>\n<p>Hor\u00e1rios: Ter\u00e7a a sexta, das 9h \u00e0s 21h30. S\u00e1bados, domingos e feriados, das 10h \u00e0s 18h30<\/p>\n<p>Telefone: (15) 3332-9933<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<div>&nbsp;<\/div>\n\n\n\n<div>&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>37\u00ba Panorama da Arte Brasileira: &#8220;Sob as cinzas, brasa&#8221; prop\u00f5e desconstruir paradigmas naturalizados em rela\u00e7\u00e3o ao Brasil col\u00f4nia. Itiner\u00e2ncia da exposi\u00e7\u00e3o ocorre a partir da parceria entre as institui\u00e7\u00f5es e apresenta obras de 26 artistas<\/p>\n","protected":false},"author":34,"featured_media":54824,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[9274,11,9280],"tags":[8955,9014,9122,9213],"class_list":["post-54947","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-arteplastica","category-cultura","category-museuegaleria","tag-37o-panorama-da-arte-brasileira","tag-brasa","tag-mam-sao-paulo-e-sesc","tag-sob-as-cinzas"],"aioseo_notices":[],"views":706,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":57435,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=57435","url_meta":{"origin":54947,"position":0},"title":"Sesc Sorocaba apresenta programa\u00e7\u00e3o do fim de semana","author":"Sergio Diniz da Costa","date":"15 de junho de 2023","format":false,"excerpt":"Sesc Sorocaba apresenta destaques da programa\u00e7\u00e3o do fim de semana, com oficina de anima\u00e7\u00e3o, dan\u00e7a, teatro, show e mais. 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