{"id":57858,"date":"2023-06-30T07:15:00","date_gmt":"2023-06-30T10:15:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=57858"},"modified":"2023-07-04T22:45:46","modified_gmt":"2023-07-05T01:45:46","slug":"o-cinema-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=57858","title":{"rendered":"O cinema no Brasil"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F57858&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F57858&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div>\n<h2 class=\"wp-block-heading has-text-align-center\">Maze Oliver: Artigo &#8216;O cinema no Brasil&#8217;<br><br><\/h2>\n\n\n<div class=\"wp-block-image is-style-rounded\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"55634\" data-permalink=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/?attachment_id=55634\" data-orig-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Maze-Oliver.jpg\" data-orig-size=\"120,120\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"Maze-Oliver\" data-image-description=\"&lt;p&gt;Maze Oliver&lt;\/p&gt;\n\" data-image-caption=\"&lt;p&gt;Maze Oliver&lt;\/p&gt;\n\" data-large-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Maze-Oliver.jpg\" src=\"https:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Maze-Oliver.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-55634\" width=\"144\" height=\"144\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Maze Oliver<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"58108\" data-permalink=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/?attachment_id=58108\" data-orig-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/Cine-Theatro_Central_por_Rodrigo_Tetsuo_Argenton_04.jpg\" data-orig-size=\"597,398\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;6.3&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;Rodrigo Tetsuo Argenton&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;Canon EOS 80D&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1584185109&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;CC-BY SA 4.0&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;10&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;100&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0.3&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}\" data-image-title=\"Cine-Theatro_Central_por_Rodrigo_Tetsuo_Argenton_04\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/Cine-Theatro_Central_por_Rodrigo_Tetsuo_Argenton_04.jpg\" src=\"https:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/Cine-Theatro_Central_por_Rodrigo_Tetsuo_Argenton_04.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-58108\" width=\"751\" height=\"501\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Criador:&nbsp;Rodrigo Tetsuo Argenton. Direitos autorais:&nbsp;CC-BY SA 4.0. <em>https:\/\/www.wikiwand.com\/pt\/Cine-Theatro_Central<\/em><br><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"has-drop-cap\">O Cinema Brasileiro chegou ao pico em qualidade de produ\u00e7\u00e3o. No entanto, ainda precisa expandir e chegar as massas. Os maiores problemas ainda s\u00e3o as poucas janelas de exibi\u00e7\u00e3o, a falta de investimento e a amplia\u00e7\u00e3o de forma\u00e7\u00f5es. Essas condi\u00e7\u00f5es, se fossem articuladas formariam um bom trip\u00e9 para sua expans\u00e3o. Vamos conhecer um pouco dessa hist\u00f3ria not\u00e1vel e genu\u00edna?<br><\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Em seu desenvolvimento em 125 anos passou por v\u00e1rios ciclos como todo processo de cria\u00e7\u00e3o. Foi desde a filmagem de cenas cotidianas, a chanchada, a pornochanchada, o cinema marginal, o cinema novo, at\u00e9 chegar aos grandes sucessos, vencedores de Oscar. As pesquisas nos mostram que a primeira filmagem em solo brasileiro foi realizada por um italiano, Afonso Segreto, em 19 de junho de 1898, sendo apenas algumas imagens da chegada de um navio na Baia de Guanabara. No entanto, a pel\u00edcula foi extraviada e somente a&nbsp;partir de registros dessa filmagem em jornais, tempos depois, a data acima foi atribu\u00edda ao Dia do Cinema Nacional.<br><\/p>\n\n\n\n<p>Os primeiros sucessos do cinema nacional brotaram por volta da d\u00e9cada de 1910, com filmes adaptados da literatura ou de registros de crimes, como por exemplo, o Crime da Mala.&nbsp;&nbsp; Nosso cinema sofreu e ainda sofre influ\u00eancia do cinema estrangeiro. Isso porque no per\u00edodo Vargas, a s\u00e9tima arte brasileira foi invadida pelas pel\u00edculas americanas, uma vez que n\u00e3o pagavam impostos para rodar seus filmes por aqui. Contudo, o cinema sempre responder\u00e1 ao que seu p\u00fablico deseja. Sendo o brasileiro um povo genu\u00edno e bem humorado por natureza, o primeiro filme sonoro, contado em Portugu\u00eas, foi a Com\u00e9dia: Acabaram-se os Ot\u00e1rios, de Luis de Barros. Em 1933 surgiu a empresa brasileira Vera Cruz, trazendo o crescimento do cinema nacional. Muitas com\u00e9dias e s\u00e1tiras foram produzidas, assim como surgiram outros est\u00fadios e produtoras. Tempo de fama para Oscarito, Grande Otelo e Dercy Gon\u00e7alves. Por\u00e9m, o marco dessa \u00e9poca pr\u00f3spera foi com o filme O Cangaceiro que marcou o sucesso e a derrocada da citada empresa, que foi a fal\u00eancia por n\u00e3o conseguir segurar os lucros, j\u00e1 que vendeu o referido filme para os estrangeiros. Todavia, o cinema voltou a crescer novamente a partir de 1969 com a cria\u00e7\u00e3o da EMBRAFILMES para fomentar a produ\u00e7\u00e3o e distribui\u00e7\u00e3o de filmes no Brasil.<br><\/p>\n\n\n\n<p>Na era Collor novamente veio uma crise. O cinema passou por um per\u00edodo negro de grande dificuldade. A d\u00edvida externa e as novas medidas do governo provocaram uma queda na produ\u00e7\u00e3o cinematogr\u00e1fica com a extin\u00e7\u00e3o do Minist\u00e9rio da Cultura, da Funart e Concine. Morreria o cinema nacional?<br><\/p>\n\n\n\n<p>Na d\u00e9cada de 1960 surge o Cinema Novo e com ele novas ideias de fazer cinema, junto com a desesperan\u00e7a social. Os brasileiros que se aventuraram na s\u00e9tima arte partem para denunciar as mazelas e as pen\u00farias pelas quais passavam o povo brasileiro. Isso fez o cinema expandir-se para outras \u00e1reas do Brasil, fora dos grandes centros, chegando at\u00e9 ao Acre em 1973. Nasce em Rio Branco, o cinema acreano mostrando como \u00e9 a vida no Norte: os conflitos sociais e o modo de vida do povo, nos primeiros filmes: Fracassou meu casamento, Rosinha, a Rainha do Sert\u00e3o e outros.&nbsp; No cen\u00e1rio nacional, a \u00eanfase dessa \u00e9poca foi para o filme Deus e o Diabo na terra do Sol.<br><\/p>\n\n\n\n<p>Mas um filme mudou a cara da arte cinematogr\u00e1fica brasileira, trouxe n\u00e3o s\u00f3 a fama, e sim qualidade, proje\u00e7\u00e3o e principalmente respeito da popula\u00e7\u00e3o: Cidade de Deus. Isso porque desde a \u00e9poca das chanchadas o cinema brasileiro era marginalizado. O que piorou mais ainda com as pornochanchadas. O citado filme que mudou a imagem do cinema, foi rodado ap\u00f3s a retomada do Minist\u00e9rio da Cultura, quando novos investimentos atrav\u00e9s de cartas de cr\u00e9dito, foram utilizados.&nbsp; Dessa \u00e9poca, \u00e9 a lei do \u00e1udio visual: Lei Rouanet, Fundo Setorial, tamb\u00e9m a cria\u00e7\u00e3o da ANCINE. Mudan\u00e7as que impulsionaram o mercado com aumento de produ\u00e7\u00e3o, bilheteria e aceita\u00e7\u00e3o.&nbsp; A partir delas, foram tamb\u00e9m rodados os filmes Carlota Joaquina, Carandiru, Cidade de Deus e Tropa de Elite. Surgiu ainda, a Globo Filmes, outro marco na hist\u00f3ria do cinema nacional.<br><\/p>\n\n\n\n<p>Apesar da atual consolida\u00e7\u00e3o da empresa do cinema brasileiro, ainda \u00e9 complicado competir com o mercado internacional que investe muito mais, tendo assim maior quantidade e qualidade de produ\u00e7\u00e3o. Mesmo com a cobran\u00e7a de impostos ao mercado cinematogr\u00e1fico estrangeiro, esses filmes ainda dominam as telas brasileiras. Apesar da inova\u00e7\u00e3o revolucion\u00e1ria da internet, o acesso aos filmes brasileiros ainda deixa muito a desejar. Poucos chegam \u00e0 TV aberta. Muitos dos melhores filmes s\u00e3o conhecidos fora do Brasil e desconhecidos para o grande povo. \u00c9 preciso mostrar o cinema brasileiro. Abrir mais janelas de exibi\u00e7\u00e3o para os produtores do \u00e1udio visual. Investir em mais forma\u00e7\u00f5es, que tamb\u00e9m \u00e9 importante para readequar os produtores ao manuseio das novas tecnologias.<br><\/p>\n\n\n\n<p>O cinema brasileiro guarda nossa identidade. A maioria da produ\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 comercial, ela \u00e9 hist\u00f3rica, \u00e9 registro cultural, desnuda a alma brasileira, mostrando a rela\u00e7\u00e3o do homem com os conflitos do seu tempo. Na frente da tela, ou atualmente na telinha, o cin\u00e9filo se identifica com o personagem e vive com ele grandes emo\u00e7\u00f5es. Muitas vezes, isso \u00e9 catarse!&nbsp; Vale a pena investir na s\u00e9tima arte, uma das mais lindas formas de mostrar a vida acontecendo. A possibilidade do cinema brasileiro dar certo, j\u00e1 \u00e9 uma realidade, por\u00e9m \u00e9 necess\u00e1rio investimento, apoio \u00e1s pequenas produtoras e expans\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><br><strong>Por Maze Oliver<\/strong><br>mazeoliver1@gmail.com<\/p>\n\n\n\n<p>Membra da Associa\u00e7\u00e3o Acreana de Cinema \u2013 ASACINE e da Academia Acreana de Letras &#8211; AAL<\/p>\n\n\n\n<p><br><br><strong>WhatsApp:<\/strong> <a href=\"http:\/\/68\/9961-3830\" title=\"68\/9961-3830\">68\/9961-3830<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"http:\/\/umpensamentovirtual.blogspot.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">http:\/\/umpensamentovirtual.blogspot.com.br\/<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/clubedeautores.com.br\/books\/search?where=books&amp;what=MAZE+OLI\">https:\/\/clubedeautores.com.br\/books\/search?where=books&amp;what=MAZE+OLI<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><br><br>Voltar: <a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\" title=\"\">http:\/\/www.jornalrol.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Cinema Brasileiro chegou ao pico em qualidade de produ\u00e7\u00e3o. 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