{"id":589,"date":"2015-01-18T12:38:23","date_gmt":"2015-01-18T14:38:23","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=589"},"modified":"2015-01-18T12:38:23","modified_gmt":"2015-01-18T14:38:23","slug":"um-bom-artigo-sobre-o-atebntado-ao-jornal-charlie","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=589","title":{"rendered":"UM BOM ARTIGO SOBRE O ATENTADO AO JORNAL CHARLIE"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F589&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F589&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><p><strong>Atendendo a pedido de leitor, reprodu\u00e7\u00e3o de um texto de Rosa Guerreiro<\/strong><br \/>\n<!--more--><\/p>\n<div dir=\"ltr\">\n<div class=\"gmail_quote\">\n<div lang=\"PT-BR\">\u201cThe times, they&#8217;re changing&#8230;quem nao conhece esta musica embl\u00e9matica do Bob Dylan, nos ja sexagenarios, e outros mais jovens. Ah \u00e9poca, acredit\u00e1vamos em mudan\u00e7as apesar de tamb\u00e9m serem tempos de guerras. Aspir\u00e1vamos \u00e0 paz. O s\u00e9culo mudou, no momento do ataque \u00e0s torres g\u00eameas. Senti que mud\u00e1vamos de \u00e9poca. Os franceses, neste momento, sentem que o 11 de setembro deles foi o 7\u00a0de Janeiro deste ano. Conhecia pessoalmente dois dos cartunistas, Wolinski e Cabu. Foi h\u00e1 tempos, ap\u00f3s os cartoons dinamarqueses do Jyllands Posten, organizamos um semin\u00e1rio &#8220;Humor e religi\u00f5es&#8221;, quando era encarregada do programa de dialogo interreligioso na UNESCO. Vieram pessoas de v\u00e1rios lugares, inclusive do mundo \u00e1rabe &#8211; mu\u00e7ulmano, israelenses, crentes e n\u00e3o-crentes. Rimos muito, debatemos demais e no fim houve 2 conclus\u00f5es marcantes: o homem que n\u00e3o consegue ri da sua religi\u00e3o n\u00e3o \u00e9 &#8220;religioso&#8221;, e rir \u00e9 o melhor rem\u00e9dio, que \u00e9 quase um lema universal, sobretudo em tempos bicudos. Pude apreciar o quanto homens e mulheres &#8220;n\u00e3o ocidentais&#8221; achavam um &#8220;privil\u00e9gio&#8221; poder exercer uma total liberdade de express\u00e3o sem levar chibatadas (o que ocorre hoje ami\u00fade nesses pa\u00edses) nem serem presos ou at\u00e9 desaparecer por se declararem n\u00e3o crentes.Pode-se ser Charlie ou n\u00e3o-Charlie, o di\u00e1logo deve tamb\u00e9m implicar em n\u00e3o estar de acordo com todos e com tudo. Ha muita gente que acha que os cartunistas do Charlie Hebdo faziam &#8220;too much&#8221; no sentido de caricaturar religi\u00f5es, ainda que tamb\u00e9m caricaturavam pol\u00edticos, porem no contexto da sociedade francesa, desde 68 quando surgiu esse hebdomad\u00e1rio, era uma v\u00e1lvula de escape. E dif\u00edcil entender quando n\u00e3o se mora la e se vivencia uma sociedade se alquebrando porque n\u00e3o consegue integrar alguns das suas comunidades mais vis\u00edveis e numerosas &#8211; 6 milh\u00f5es de mu\u00e7ulmanos. Friso a palavra mu\u00e7ulmano porque nao t\u00eam eles nada a ver com grup\u00fasculos isl\u00e2micos radicais para n\u00e3o dizer psicopatas, muitos deles jovens delinquentes convertidos nas pris\u00f5es aliciados por imas falaciosos. Tenho muitos amigos mu\u00e7ulmanos, alguns deles imas e sempre digo-lhes, voc\u00eas t\u00eam que demonstrar, sair \u00e0s ruas e proclamar que o Isla n\u00e3o \u00e9 isso, que esses malucos n\u00e3o lhes representam, que ha uma pedagogia a ser seguida, de contextualizar o Alcor\u00e3o, a Sunna, e virar as costas para interpreta\u00e7\u00f5es literais como a da escola hanbalita (idade m\u00e9dia) ou wahhabita (s\u00e9culo XVIII).<\/p>\n<p>Os mu\u00e7ulmanos vieram \u00e0 Franca porque chamados a trabalhar nas grandes fabricas montadoras de autom\u00f3veis durante as &#8220;30 glorieuses&#8221; na Fran\u00e7a. Nos anos 70, iniciou-se a politica do reagrupamento familiar, constru\u00edram-se edif\u00edcios horrendos nos sub\u00farbios, come\u00e7ou um fen\u00f4meno de &#8220;ghetoisazao&#8221;, o trabalho industrial foi minguando, a crise instalou-se de maneira dur\u00e1vel. \u00e9 o que vivemos. Hoje, os jovens j\u00e1 s\u00e3o franceses enquanto seus pais e avos ainda pensavam em retornar para o&#8221;bled&#8221;, as cidadezinhas de onde eram oriundos sobretudo da Arg\u00e9lia. Essa juventude tomou v\u00e1rios caminhos, pois diferentemente do que se pensa, muitos puderam aproveitar o sistema franc\u00eas de ensino e se tornaram personalidades em diversos campos, inclusive, no Charlie, trabalhavam mu\u00e7ulmanos. Outros, de fato, ficaram em ambientes desfavorecidos e com o tempo, se sentiram marginalizados, psicologicamente fragilizados.<\/p>\n<p>Nosso mundo moderno, globalizado, &#8220;virtualizado&#8221; foi paradoxalmente uma ferramenta para eles acessarem essas imagens violent\u00edssimas do Jihad que ao mesmo tempo, lhes oferecia uma &#8220;nova fraternidade&#8221; na &#8220;Umma&#8221; comunidade s\u00f3 deles, com suas regras de vida e alimentando em mentes fr\u00e1geis o sentimento de pode virar her\u00f3i, de assumir uma &#8220;identidade&#8221; que para eles, era-lhes negada pelo &#8220;Ocidente&#8221;. Esse ocidente que lhes acolheu e bem ou mal, tentou integra-los, como conseguiu fazer com os in\u00fameros asi\u00e1ticos franceses. Ent\u00e3o, os &#8220;cartoons&#8221; s\u00f3 s\u00e3o a ponta de um iceberg, a pergunta que n\u00e3o quer calar \u00e9 que modelo de integra\u00e7\u00e3o com politicas inovadoras pode-se conceber para que essa radicaliza\u00e7\u00e3o seque?<\/p>\n<p>Ai esta o grande desafio tanto da Franca como da Europa e dos Estados Unidos. Cada um ter\u00e1 um resposta em fun\u00e7\u00e3o da realidade que enfrentam. A primeira resposta \u00e9 acabar com essa expans\u00e3o do EI que \u00e9 um verdadeiro chamariz para jovens europeus mu\u00e7ulmanos e convertidos, estes \u00e0s vezes os piores. Segundo: repress\u00e3o \u00e9 importante, \u00e9 poder antecipar, escrutar onde e como estes grupos se movem para que n\u00e3o haja neglig\u00eancias. Mas terceiro: informa\u00e7\u00e3o e educa\u00e7\u00e3o, tanto dos imas que t\u00eam um papel predominante em guiarem os jovens mu\u00e7ulmanos para que se tornem cidad\u00e3os e n\u00e3o assassinos, sobretudo em nome da sua religi\u00e3o mal compreendida e usada para aniquilar inocentes, na Europa mas sobretudo no pr\u00f3prio mundo mu\u00e7ulmano (incluo aqui a Nig\u00e9ria com forte maioria mu\u00e7ulmana) onde minorias cristas de todas denomina\u00e7\u00f5es, Yezidis e tamb\u00e9m ateus s\u00e3o chacinados, mulheres estupradas.<\/p>\n<p>Poderia dizer muito mais como historiadora das religi\u00f5es, tendo visitado sub\u00farbios &#8220;quentes&#8221; nos arredores de Paris. Veremos como a situa\u00e7\u00e3o evolui. Estou no Rio, mas se estivesse em Paris seria uma pequena Charlie desfilando junto com amigos e colegas e bradando: isto nunca mais.<\/p>\n<p>E aqui da praia, do meu posto, gargalhando &#8220;in petto&#8221;, pois como disse : rir \u00e9 o melhor rem\u00e9dio, esses selvagens &#8220;no pasaran&#8221;&#8230;<\/p>\n<p>ROSA GUERREIRO\u201d<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Atendendo a pedido de leitor, reprodu\u00e7\u00e3o de um texto de Rosa Guerreiro<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[],"class_list":["post-589","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-comunicacao"],"aioseo_notices":[],"views":0,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":40545,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=40545","url_meta":{"origin":589,"position":0},"title":"Diamantino Louren\u00e7o Rodrigues de B\u00e1rtolo: &#039;Peregrinar at\u00e9 F\u00e1tima&#039;","author":"Diamantino Bartolo","date":"11 de maio de 2021","format":false,"excerpt":"Peregrinar at\u00e9 F\u00e1tima Respeitando as religi\u00f5es que: cada povo, cada institui\u00e7\u00e3o, cada pessoa, professam, e desejando-se igual comportamento, a verdade \u00e9 que os crentes numa Entidade Divina, t\u00eam necessidade de nela acreditar, e a ela recorrer sempre que se encontrem em situa\u00e7\u00f5es-limite, principalmente quando tudo parece estar perdido, designadamente a\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Comunica\u00e7\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"Comunica\u00e7\u00e3o","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=7"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/113545633_1612205885611817_276299013388565688_o-1-150x150.jpg?resize=350%2C200","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":71021,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=71021","url_meta":{"origin":589,"position":1},"title":"Crentes e descrentes","author":"Lee Oliveira","date":"2 de dezembro de 2024","format":false,"excerpt":"\u00a0A Profundidade das Rela\u00e7\u00f5es Dial\u00f3gicas: Reflex\u00f5es sobre Filosofia e a Teoria Bakhtiniana. 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