{"id":6084,"date":"2016-09-01T11:59:51","date_gmt":"2016-09-01T14:59:51","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=6084"},"modified":"2016-09-01T11:59:51","modified_gmt":"2016-09-01T14:59:51","slug":"coluna-do-sergio-diniz-da-costa-no-jornal-da-apevo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=6084","title":{"rendered":"Coluna do Sergio Diniz da Costa no Jornal da APEVO"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F6084&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F6084&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><h2 style=\"text-align: center;\">Cultura<\/h2>\n<h2 style=\"text-align: center;\">LITERATURA, ARTES &amp;amp; CURIOSIDADES<\/h2>\n<h2 style=\"text-align: center;\">setembro de 2016<\/h2>\n<p><!--more--><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">\n<h2 style=\"text-align: center;\"><span style=\"text-decoration: underline; color: #0000ff;\"><em><strong>Poesia\u00a0<a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/coluna-do-sergio-diniz-da-costa-no-jornal-da-apevo\/poesia\/\" rel=\"attachment wp-att-6085\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-6085\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/Poesia.png\" alt=\"Poesia\" width=\"169\" height=\"95\" \/><\/a><\/strong><\/em><\/span><\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/coluna-do-sergio-diniz-da-costa-no-jornal-da-apevo\/cabral\/\" rel=\"attachment wp-att-6086\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-6086 alignleft\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/Cabral-300x200.jpg\" alt=\"Cabral\" width=\"300\" height=\"200\" \/><\/a>Jo\u00e3o Cabral de Melo Neto<\/strong> (1920-1999) nasceu em Recife e \u00e9 considerado um dos maiores poetas da Gera\u00e7\u00e3o de 45, assim chamada por rejeitar os \u201cexcessos do modernismo\u201d para elaborar uma poesia de rigor formal, construindo uma express\u00e3o po\u00e9tica mais disciplinada. Para o poeta, \u201ca poesia n\u00e3o \u00e9 fruto de inspira\u00e7\u00e3o em raz\u00e3o do sentimento\u201d, mas de transpira\u00e7\u00e3o: \u201cfruto do trabalho paciente e l\u00facido do poeta\u201d. A primeira obra de Jo\u00e3o Cabral, <em>Pedra do sono<\/em> (1945) apresenta uma declina\u00e7\u00e3o para a objetividade e imagem surrealista. J\u00e1 em <em>O engenheiro<\/em> (1945), percebe-se que o poeta se afasta da linha surrealista, pendendo para a geometriza\u00e7\u00e3o e exatid\u00e3o da linguagem. Nas suas principais obras, como <em>Morte e Vida Severina<\/em> (1965), revela uma preocupa\u00e7\u00e3o com a realidade social, principalmente com a do Nordeste Brasileiro. Jo\u00e3o Cabral \u00e9 considerado pelos cr\u00edticos \u201cn\u00e3o apenas um dos maiores poetas sociais, mas um renovador consistente, instigante e original da dic\u00e7\u00e3o po\u00e9tica antes, durante e depois dele\u201d. Ele e Graciliano Ramos possuem o mesmo grau \u00e9tico e art\u00edstico, um na poesia, o outro na prosa, que objetiva com precis\u00e3o uma pr\u00e1tica po\u00e9tica comum: deram \u00e0 paisagem nordestina, com suas diferen\u00e7as sociais, uma das dimens\u00f5es est\u00e9ticas mais fortes, cru\u00e9is e indiscut\u00edveis que j\u00e1 se conheceu. (Para saber mais: http:\/\/www.infoescola.com\/escritores\/joao-cabral-de-melo-neto\/) De sua autoria, o poema <strong><em>Tecendo a Manh\u00e3<\/em><\/strong>:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Um galo sozinho n\u00e3o tece uma manh\u00e3:<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">ele precisar\u00e1 sempre de outros galos.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">De um que apanhe esse grito que ele<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">e o lance a outro; de um outro galo<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">que apanhe o grito de um galo antes<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">e o lance a outro; e de outros galos<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">que com muitos outros galos se cruzem<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">os fios de sol de seus gritos de galo,<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">para que a manh\u00e3, desde uma teia t\u00eanue,<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">se v\u00e1 tecendo, entre todos os galos.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">\n<p style=\"text-align: center;\">E se encorpando em tela, entre todos,<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">se erguendo tenda, onde entrem todos,<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">se entretendendo para todos, no toldo<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">(a manh\u00e3) que plana livre de arma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">A manh\u00e3, toldo de um tecido t\u00e3o a\u00e9reo<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">que, tecido, se eleva por si: luz bal\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">\n<h2 style=\"text-align: center;\"><span style=\"text-decoration: underline;\"><em><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>\u00a0Artes<br \/>\n<\/strong><\/span><\/em><\/span><\/h2>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>(pintura, teatro, m\u00fasica, dan\u00e7a&#8230;)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>\u00a0<a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/coluna-do-sergio-diniz-da-costa-no-jornal-da-apevo\/anselmo2\/\" rel=\"attachment wp-att-6087\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-6087\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/anselmo2-300x200.jpg\" alt=\"anselmo2\" width=\"300\" height=\"200\" \/><\/a><\/strong><\/p>\n<h3 style=\"text-align: center;\"><strong>\u00a0\u00a0 <\/strong> <strong>\u00a0<\/strong>\u00a0<em>O Pagador de Promessas<\/em><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/coluna-do-sergio-diniz-da-costa-no-jornal-da-apevo\/anselmi\/\" rel=\"attachment wp-att-6088\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-6088 alignleft\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/Anselmi-300x206.jpg\" alt=\"Anselmi\" width=\"300\" height=\"206\" \/><\/a>Anselmo Duarte Bento<\/strong> (Salto, 21 de abril de 1920 \u2014 S\u00e3o Paulo, 7 de novembro de 2009) foi um ator, roteirista e cineasta brasileiro. Anselmo come\u00e7ou no cinema como figurante no inacabado filme de Orson Welles no Brasil, <em>It&#8217;s All True<\/em> (1942). Com &#8220;Carnaval no Fogo&#8221; (1949), produzido na Atl\u00e2ntida e dirigido por Watson Macedo, ele se torna um dos maiores gal\u00e3s que o cinema brasileiro j\u00e1 teve. Em 1951, \u00e9 contratado pela Vera Cruz, ganhando, ent\u00e3o, o maior sal\u00e1rio da empresa. Seu primeiro filme na companhia, como ator, foi <em>Tico-Tico no Fub\u00e1<\/em> (1952), sendo um grande sucesso. Estreia na dire\u00e7\u00e3o com <em>Absolutamente Certo<\/em> (1957), mostrando-se ser, depois, um grande diretor de cinema. Ganhou a <em>Palma de Ouro<\/em> e o Pr\u00eamio Especial do J\u00fari no Festival de Cannes em 1962 com <em>O Pagador de Promessas<\/em>, filme que tamb\u00e9m concorreu ao Oscar melhor filme estrangeiro. Em Cannes Anselmo concorreu ao pr\u00eamio de melhor diretor com Michelangelo Antonioni, Robert Bresson, Luis Bu\u00f1uel e Sidney Lumet, entre outros. Foi membro do j\u00fari Festival de Cannes em 1971. Tamb\u00e9m dirigiu outros cl\u00e1ssicos do cinema nacional, como <em>Absolutamente Certo<\/em> e <em>Vereda da Salva\u00e7\u00e3o<\/em>, mas, devido a diverg\u00eancias ideol\u00f3gicas com a turma do Cinema Novo, sua carreira entrou em decl\u00ednio.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0 <\/strong><strong><br \/>\n<a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/coluna-do-sergio-diniz-da-costa-no-jornal-da-apevo\/jose-2\/\" rel=\"attachment wp-att-6089\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-6089\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/Jos\u00e9-2-300x225.jpg\" alt=\"Jos\u00e9 2\" width=\"300\" height=\"225\" \/><\/a><\/strong><\/p>\n<p><strong><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/coluna-do-sergio-diniz-da-costa-no-jornal-da-apevo\/jose\/\" rel=\"attachment wp-att-6090\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-6090 alignleft\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/Jos\u00e9-300x169.jpg\" alt=\"Jos\u00e9\" width=\"300\" height=\"169\" \/><\/a>Jos\u00e9 Bastos Padilha Neto<\/strong> (Rio de Janeiro, 1\u00ba de agosto de 1967) \u00e9 um cineasta, roteirista, documentarista e produtor cinematogr\u00e1fico brasileiro. Seu primeiro roteiro produzido foi o document\u00e1rio para a televis\u00e3o <em>Os carvoeiros<\/em>, em 1999. Sua estreia como diretor de cinema foi no premiado document\u00e1rio <em>\u00d4nibus 174<\/em>, de 2002. O primeiro longa de fic\u00e7\u00e3o foi o sucesso <em>Tropa de Elite<\/em>, em 2007. Em 2008, Padilha foi inclu\u00eddo na lista <em>10 Directors to Watch<\/em> da revista <em>Variety<\/em>. Foi produtor do filme <em>Tanga: Deu no New York Times<\/em> (1987), dirigido por Henfil, e trabalhou na viabiliza\u00e7\u00e3o financeira de <em>Boca de Ouro<\/em>, de Walter Avancini. Dirigiu e produziu o document\u00e1rio para TV, <em>Os Pantaneiros<\/em>. Produziu <em>Estamira<\/em>, document\u00e1rio, sobre uma mulher esquizofr\u00eanica que, por mais de duas d\u00e9cadas, trabalhou e viveu no lix\u00e3o do Jardim Gramacho, em Duque de Caxias, Rio de Janeiro.<a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/coluna-do-sergio-diniz-da-costa-no-jornal-da-apevo\/voce-sabia2\/\" rel=\"attachment wp-att-6091\"><br \/>\n<\/a> Seu primeiro longa-metragem como diretor, <em>\u00d4nibus 174<\/em> (2002) tenta reconstituir um epis\u00f3dio violento do Rio de Janeiro, o sequestro de um \u00f4nibus que terminou em trag\u00e9dia. Em 2007, foi lan\u00e7ado <em>Tropa de Elite<\/em>, sua primeira fic\u00e7\u00e3o, com o qual, em 2008 ganhou o <em>Urso de Ouro<\/em>, em Berlim. Em 2009, filmou <em>Segredos da Tribo<\/em>, onde exp\u00f5e a guerra entre antrop\u00f3logos por causa dos ianom\u00e2mis. Em 2010, lan\u00e7ou <em>Tropa de Elite 2: O Inimigo Agora \u00e9 Outro<\/em>. Em 2014, Padilha dirigiu <em>RoboCop<\/em>. Em 2015, dirigiu a s\u00e9rie <em>Narcos<\/em> da Netflix, que conta sobre a ascens\u00e3o de Pablo Escobar, o maior traficante da Col\u00f4mbia, e dos esfor\u00e7os das DEA para derrubar seu cartel.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<h2 style=\"text-align: center;\">\u00a0<span style=\"text-decoration: underline; color: #0000ff;\"><em><strong>Voc\u00ea sabia que&#8230;<\/strong><\/em><\/span><\/h2>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-6091\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/Voce-sabia2-300x225.jpg\" alt=\"Voce sabia2\" width=\"300\" height=\"225\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O caf\u00e9 mais gostoso e mais caro caf\u00e9 do mundo \u00e9 o <em>Kopi Luwak<\/em>? Os gr\u00e3os passam por um processo muito especial de prepara\u00e7\u00e3o, que fornece aroma e sabor \u00fanicos \u00e0 bebida: antes de serem torrados, eles s\u00e3o ingeridos e\u00a0 processados pelo est\u00f4mago e intestino de pequenos mam\u00edferos conhecidos como <em>civetas<\/em>, um animal de h\u00e1bitos noturnos, nativos da \u00c1sia tropical e da \u00c1frica. Isso mesmo: os gr\u00e3os usados para preparar o caf\u00e9 mais caro do mundo s\u00e3o, necessariamente, expelidos nas fezes da cevita antes de irem para as prateleiras. Produzido nas ilhas de Sumatra, Bali e Java, o quilo do Kopi Luwak custa, em m\u00e9dia, US$ 500 (R$ 1.000), na Indon\u00e9sia. No Brasil, temos um caf\u00e9 semelhante, por um pre\u00e7o bem mais em conta, o <em>Jacu Coffee<\/em>, cujo processo difere apenas em rela\u00e7\u00e3o ao animal, os jacus, um g\u00eanero de ave encontrado na Am\u00e9rica do Sul.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><em>Um mega abra\u00e7o e at\u00e9 a pr\u00f3xima edi\u00e7\u00e3o!<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><em>Sergio Diniz da Costa<\/em><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cultura LITERATURA, ARTES &amp;amp; CURIOSIDADES setembro de 2016<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[4850,7888],"class_list":["post-6084","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-comunicacao","tag-jornal-da-apevo","tag-sergio-diniz-da-costa"],"aioseo_notices":[],"views":0,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":29709,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=29709","url_meta":{"origin":6084,"position":0},"title":"Apevo realiza o 1\u00ba Festival Apevo de Corais","author":"Sergio Diniz da Costa","date":"24 de outubro de 2019","format":false,"excerpt":"A APEVO realiza o 1.\u00ba Festival APEVO de Corais neste s\u00e1bado, \u00e0s 18h00, no Sal\u00e3o Social e com entrada franca A APEVO realiza o 1.\u00ba Festival APEVO de Corais neste s\u00e1bado, \u00e0s 18h00, no Sal\u00e3o Social e tem entrada franca. 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