{"id":60957,"date":"2023-09-11T10:56:58","date_gmt":"2023-09-11T13:56:58","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=60957"},"modified":"2023-09-11T11:26:20","modified_gmt":"2023-09-11T14:26:20","slug":"sobre-envelhecer","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=60957","title":{"rendered":"Sobre envelhecer"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F60957&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F60957&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div>\n<h2 class=\"wp-block-heading has-text-align-center\">COLUNA PSICAN\u00c1LISE E COTIDIANO<\/h2>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading has-text-align-center\">Bruna Rosalem: Artigo &#8216;Sobre envelhecer&#8217;<br><br><\/h2>\n\n\n<div class=\"wp-block-image is-style-rounded\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"55110\" data-permalink=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/?attachment_id=55110\" data-orig-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/Bruna-Rosalem.png\" data-orig-size=\"120,120\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"Bruna Rosalem\" data-image-description=\"&lt;p&gt;Natural de Campinas e, atualmente, reside na cidade de Balne\u00e1rio Cambori\u00fa em Santa Catarina, Bruna Rosalem come\u00e7ou a carreira na \u00e1rea da educa\u00e7\u00e3o, trabalhando como pesquisadora universit\u00e1ria, escrevendo artigos cient\u00edficos e apresentando trabalhos em congressos. Cursou Mestrado na \u00e1rea de pr\u00e1ticas culturais, quando, ent\u00e3o, teve o primeiro contato com a Psican\u00e1lise. Influenciada por sua orientadora, que lhe apresentou a esse conhecimento fascinante, por ele foi gradativamente se apaixonando, at\u00e9 buscar uma escola de forma\u00e7\u00e3o de psicanalistas e assumir de vez essa nova empreitada em sua vida. J\u00e1 com alguns anos de estudos te\u00f3ricos, an\u00e1lise pessoal e supervis\u00e3o, segue resoluta, mergulhando ainda mais profundamente no \u2018estudo da alma\u2019. Segundo Bruna, o psicanalista nunca se forma, ele se deforma, a cada novo texto, novos conhecimentos, novo paciente. E que, para evoluir sempre nessa \u00e1rea, \u00e9 imprescind\u00edvel continuar se debru\u00e7ando nos escritos psicanal\u00edticos e fazendo a an\u00e1lise pessoal.&lt;br \/&gt;\nBruna faz atendimentos presenciais, on-line e grupos terap\u00eauticos. \u00c9 professora de cursos e workshops e tamb\u00e9m palestrante.&lt;\/p&gt;\n\" data-image-caption=\"&lt;p&gt;Bruna Rosalem&lt;\/p&gt;\n\" data-large-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/Bruna-Rosalem.png\" src=\"https:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/Bruna-Rosalem.png\" alt=\"Bruna Rosalem\" class=\"wp-image-55110\" width=\"157\" height=\"157\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Bruna Rosalem<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-drop-cap\">\u00c9 inevit\u00e1vel: se tivermos sorte, um dia envelheceremos. Apesar de querermos associar a velhice com a chegada mais pr\u00f3xima da morte, isto nada quer dizer, pois o final da vida pode vir muito antes, seja na inf\u00e2ncia, seja na juventude. De qualquer maneira, o fim vir\u00e1 sem aviso pr\u00e9vio para todos n\u00f3s.<\/p>\n\n\n\n<p>O fato \u00e9 que em nossa sociedade das apar\u00eancias, ningu\u00e9m quer falar do velho ou da velha. Chovem as ofertas dos m\u00e9todos rejuvenescedores, das pl\u00e1sticas, das aplica\u00e7\u00f5es do famoso \u00e1cido hialur\u00f4nico (o conhecido botox), das lipoaspira\u00e7\u00f5es, das harmoniza\u00e7\u00f5es faciais, e muitos outros procedimentos que prometem uma repaginada naquele velho corpo ou naquele rosto cansado, no alcance de uma nova imagem para ser admirada e contemplada diante do espelho. <br><br>Quanto mais distante dos sinais do envelhecimento, mais sucesso, maior felicidade. Como se fosse poss\u00edvel lutar contra o tempo que nos lembra a cada ano nossa envelhesc\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar de conscientes que um dia deixaremos este mundo, inconscientemente nosso psiquismo n\u00e3o opera sob uma l\u00f3gica cronol\u00f3gica, ele \u00e9 atemporal e obedece a si mesmo. Nele, n\u00e3o existe tempo antes, durante, depois. <br><br>O inconsciente n\u00e3o envelhece nunca e ainda faz quest\u00e3o de pulsar reminisc\u00eancias da inf\u00e2ncia em encena\u00e7\u00f5es, falas coerentes e incoerentes, atua\u00e7\u00f5es, repeti\u00e7\u00f5es. Ser um sujeito velho nem sempre significa amadurecer. H\u00e1 idosos em corpos jovens e jovens em corpos velhos.<\/p>\n\n\n\n<p>Corpo e psiquismo n\u00e3o se acompanham mutuamente. Podem ser muito discrepantes, por sinal. Para muitos, olhar-se passa a ser um exerc\u00edcio penoso ao se deparar com os rastros dos anos que se passaram marcados por in\u00fameras perdas de entes queridos e viv\u00eancia do luto, traumas muitas vezes n\u00e3o tratados, n\u00e3o escutados, esquecimentos, doen\u00e7as superadas ou em tratamento, a eventualidade de ter que viver em sua pr\u00f3pria companhia, abrindo as portas para a solitude.<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda h\u00e1 que se lidar com as marcas deixadas no real do corpo, altera\u00e7\u00f5es est\u00e9ticas inerentes, ainda que negadas. Rugas e excesso de verrugas, express\u00f5es na pele mais marcantes, manchas, queda de cabelos, dores diversas, movimentos mais dif\u00edceis de realizar e menor mobilidade. <br><br>Vista cansada, uso de \u00f3culos para ver de longe ou de perto. Uso frequente de col\u00edrio, pois o olho j\u00e1 n\u00e3o consegue se lubrificar sozinho. \u00c0s vezes, uma bengala ajuda a se sustentar durante uma simples caminhada, mas que exige um esfor\u00e7o tremendo. <br><br>Cremes com col\u00e1geno, refor\u00e7o de vitaminas, alimenta\u00e7\u00e3o mais restrita, c\u00e1lcio para os ossos que estralam o tempo todo. Coluna torta. Atividade sexual mais espa\u00e7ada, vagarosa. Menos horas de sono. Mais tempo livre.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas que tempo? Este elemento imaterial, intoc\u00e1vel, quase como uma entidade, mas que faz presen\u00e7a constante. Como diria Cazuza: \u201cO tempo n\u00e3o para.\u201d Quando nos damos conta, j\u00e1 se foram vinte, trinta, quarenta anos. E como disse no come\u00e7o, com sorte, ainda estamos vivos. Por\u00e9m \u00e9 preciso sustentar um corpo em processo de degeneresc\u00eancia e dos poss\u00edveis enfraquecimentos dos la\u00e7os sociais e afetivos.<\/p>\n\n\n\n<p>Na sociedade do espet\u00e1culo, ser velho \u00e9 estar \u00e0 margem. Com frequ\u00eancia, no lugar dos esquecidos. Do abandono, do ostracismo, do ultrapassado. O velho n\u00e3o pode curtir a vida porque j\u00e1 \u00e9 tarde demais para fazer alguma coisa e muito menos come\u00e7ar algo novo. <br><br>Mesmo que ainda \u201ch\u00e1 tanta vida l\u00e1 fora\u201d, como diria <a href=\"https:\/\/lulusantos.com.br\/\" title=\"Lulu Santos\">Lulu Santos<\/a>. Sorte ou azar, cada um que pense como quiser, o psiquismo n\u00e3o se importa quantos anivers\u00e1rios j\u00e1 completamos. Ele continuar\u00e1 pulsando e desejando. E desejar \u00e9 sinal de vida!<\/p>\n\n\n\n<p>Se a vida tem algum sentido, achemos o nosso. Do nascimento \u00e0 morte, \u00e9 neste \u00ednterim sem adivinha\u00e7\u00f5es ou bola de cristal que seguiremos. O sentido que realmente importa \u00e9 aquele que cada sujeito d\u00e1 para si em cada breve momento da sua passagem por este planeta. <br><br>Aquilo que semeia, colhe e deixa para os demais. A cada crise, um aprendizado pode ser elaborado e novas maneiras, arranjos e identidades podem ser constru\u00eddas para ressignificar as experi\u00eancias. Assim n\u00e3o sobrar\u00e1 espa\u00e7o para adoecimentos f\u00edsicos, ps\u00edquicos, pensamentos e ideias depressoras.<\/p>\n\n\n\n<p>Nas belas palavras de <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Guimar%C3%A3es_Rosa\" title=\"Guimar\u00e3es Rosa\">Guimar\u00e3es Rosa<\/a>, \u201cpenso que chega um momento na vida da gente, em que o \u00fanico dever \u00e9 lutar ferozmente para introduzir no tempo de cada dia, o m\u00e1ximo de \u2018eternidade\u2019\u201d. Ent\u00e3o, procure criar e recriar sem limites. Ame e permita ser amado. Afinal, cada um envelhece \u00e0 sua maneira.<\/p>\n\n\n\n<p>Guimar\u00e3es Rosa pode estar nos dizendo que ter o cora\u00e7\u00e3o batendo e estar respirando nem sempre s\u00e3o sinais de estar vivo, mas que cada instante \u00e9 preciso significar a vida, &#8216;eternizar&#8217; as viv\u00eancias, sentir os quereres, os prop\u00f3sitos, os anseios&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p>Te convido a refletir sobre as possibilidades de enxergar a vida na velhice, sem medo. Apenas mova-se e atravesse este fantasma.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><br><strong>Bruna Rosalem<\/strong><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading has-text-align-center\"><br>Contatos com a autora<\/h3>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-9d6595d7 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<h4 class=\"wp-block-heading has-text-align-center has-blush-light-purple-gradient-background has-background\"><a href=\"https:\/\/wa.me\/47999626203\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" title=\"WhatsApp\">WhatsApp<\/a><\/h4>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<h4 class=\"wp-block-heading has-text-align-center has-blush-light-purple-gradient-background has-background\"><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/@psicanalistabrunarosalem\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" title=\"Instagram\">Instagram<\/a><\/h4>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<h4 class=\"wp-block-heading has-text-align-center has-blush-light-purple-gradient-background has-background\"><a href=\"https:\/\/psicanaliseecotidiano.com.br\/\" title=\"Saite\">Saite<\/a><\/h4>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<p><br><br>Voltar: <a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\" title=\"\">http:\/\/www.jornalrol.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Apesar de querermos associar a velhice com a chegada mais pr\u00f3xima da morte, isto nada quer dizer, pois o final da vida pode vir muito antes, na inf\u00e2ncia&#8230; <\/p>\n","protected":false},"author":51,"featured_media":55110,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[9398,9285],"tags":[1490,2127,5122,10311,8691],"class_list":["post-60957","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigos","category-literatura","tag-bruna-rosalem","tag-coluna-psicanalise-e-cotidiano","tag-literatura","tag-sobre-envelhecer","tag-velhice"],"aioseo_notices":[],"views":860,"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/Bruna-Rosalem.png","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":57042,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=57042","url_meta":{"origin":60957,"position":0},"title":"A miniss\u00e9rie Missa da Meia-Noite e uma reflex\u00e3o sobre a eternidade","author":"Bruna Rosalem","date":"10 de junho de 2023","format":false,"excerpt":"Missa da Meia-Noite, no original Midnight Mass, \u00e9 uma miniss\u00e9rie de 2021 do g\u00eanero terror que traz narrativas, no m\u00ednimo, intrigante.","rel":"","context":"Em &quot;artigos&quot;","block_context":{"text":"artigos","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=9398"},"img":{"alt_text":"Bruna Rosalem","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/Bruna-Rosalem.png?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":77911,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=77911","url_meta":{"origin":60957,"position":1},"title":"Um \u00faltimo suspiro na Golden Gate Bridge","author":"Bruna Rosalem","date":"16 de janeiro de 2026","format":false,"excerpt":"Por indica\u00e7\u00e3o de um cin\u00e9filo que admiro muito, resolvi assistir ao document\u00e1rio americano \u2018A Ponte\u2019 (The Bridge). \u00c9 uma produ\u00e7\u00e3o de 2006 dirigida por Eric...","rel":"","context":"Em &quot;Sem categoria&quot;","block_context":{"text":"Sem categoria","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=1"},"img":{"alt_text":"Golden Gate Bridge - Imagem de dom\u00ednio p\u00fablico","src":"https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/golden.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":68748,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=68748","url_meta":{"origin":60957,"position":2},"title":"O vazio","author":"Bruna Rosalem","date":"15 de agosto de 2024","format":false,"excerpt":"Vazio. 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