{"id":61773,"date":"2023-10-04T08:52:30","date_gmt":"2023-10-04T11:52:30","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=61773"},"modified":"2023-10-04T08:52:38","modified_gmt":"2023-10-04T11:52:38","slug":"a-mulher-como-campo-de-batalha","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=61773","title":{"rendered":"A MULHER COMO CAMPO DE BATALHA"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F61773&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F61773&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div>\n<h2 class=\"wp-block-heading has-text-align-center\"><em>Pe\u00e7a do dramaturgo romeno <strong>Mat\u00e9i Visniec<\/strong><\/em> <em>cria reflex\u00e3o sobre a viol\u00eancia contra a mulher e o uso do estupro como arma de guerra&nbsp;<\/em><br><br><\/h2>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"61771\" data-permalink=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/?attachment_id=61771\" data-orig-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/IMG_1807.jpg\" data-orig-size=\"2048,1365\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"IMG_1807\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/IMG_1807.jpg\" src=\"https:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/IMG_1807.jpg\" alt=\"Cena da pe\u00e7a 'Mulheres em campo de guerra'\" class=\"wp-image-61771\" style=\"width:709px;height:473px\" width=\"709\" height=\"473\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Cena da pe\u00e7a &#8216;Mulheres em campo de guerra&#8217;<\/em><br><a href=\"https:\/\/drive.google.com\/drive\/folders\/1nX-a9ab2LqzP2-7jA3Fys_WfRSsDR0w8\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Fotos de Gabriel G\u00f3es&nbsp;<\/a><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading has-text-align-center\">Montagem dirigida por <em>Rodrigo Spina<\/em>, tendo no elenco <em>Carla Kinzo<\/em> e <em>Rita Gullo<\/em>, estreia no dia 13\/10 no Sesc Belenzinho<\/h2>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-drop-cap\">O uso do estupro como arma na guerra da B\u00f3snia (1992-1995) &#8211; quando entre 20 mil e 44 mil mulheres foram sistematicamente violentadas pelas for\u00e7as s\u00e9rvias \u2013 \u00e9 o ponto de partida de&nbsp;<strong>A mulher como campo de batalha<\/strong>, do celebrado autor romeno&nbsp;<strong>Mat\u00e9i Visniec<\/strong>. <br><br>O texto ganhou uma nova montagem dirigida por&nbsp;<strong>Rodrigo Spina<\/strong>&nbsp;e protagonizada por&nbsp;<strong>Rita Gullo e Carla Kinzo<\/strong>&nbsp;que estreia no dia&nbsp;13 de outubro no Sesc Belenzinho, onde segue em&nbsp;cartaz&nbsp;at\u00e9 12 de novembro.<\/p>\n\n\n\n<p>Spina conta que entrou em contato com a obra em 2015, quando montou Aqui Estamos com Milhares de C\u00e3es Vindos do Mar (Pr\u00eamio APCA de melhor espet\u00e1culo), texto tamb\u00e9m de Visni\u00e9c. \u201cNa \u00e9poca, resolvi ler a obra inteira dele que tinha sido publicada recentemente pela editora \u00c9 Realiza\u00e7\u00f5es. Esse texto ficou habitando meu imagin\u00e1rio por muito tempo at\u00e9 que surgiu esta oportunidade de dirigir a Carla Kinzo e a Rita Gullo depois que o projeto foi contemplado pelo ProAC\u201d, revela.<\/p>\n\n\n\n<p>A pe\u00e7a marca o encontro entre Dorra, que sofreu abuso sexual por cinco homens durante a guerra da B\u00f3snia, e Kate, uma terapeuta norte-americana que tenta ajudar a primeira mulher. Ao longo dos di\u00e1logos, a rela\u00e7\u00e3o entre terapeuta e paciente vai sendo invertida e o p\u00fablico acompanha a transforma\u00e7\u00e3o das duas.<\/p>\n\n\n\n<p>A encena\u00e7\u00e3o, ainda de acordo com o diretor, aposta em um cen\u00e1rio minimalista concebido por&nbsp;<strong>Carmela Rocha<\/strong>, composto por uma cadeira, uma c\u00e2mera transmitindo ao vivo em um tel\u00e3o ao fundo as rea\u00e7\u00f5es do olhar de Dorra e uma redoma que sobe e desce, onde s\u00e3o projetadas imagens de um plano mais on\u00edrico e das mem\u00f3rias de Dorra \u2013 concebidas pela cineasta&nbsp;<strong>Vera Egito&nbsp;<\/strong>e o artista<strong>&nbsp;Kvpa.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u201cQuando ainda est\u00e1vamos fazendo as primeiras leituras da pe\u00e7a, percebi que o destaque maior da encena\u00e7\u00e3o est\u00e1 na atua\u00e7\u00e3o das duas atrizes, na rela\u00e7\u00e3o constru\u00edda das personagens, em seus sil\u00eancios, suas rea\u00e7\u00f5es. Durante as leituras do texto, o olhar da Rita, que interpreta a mulher que sofreu os abusos sexuais, sempre estava atordoado, inerte e eu tive a ideia de revelar e dar um grande zoom nesse n\u00e3o-olhar misterioso e cheio de dor. <br><br>Por isso, apostamos nesse olho gigante que sempre mostra a rea\u00e7\u00e3o \u00e0s provoca\u00e7\u00f5es da terapeuta, transmitido ao vivo. Como a Dorra est\u00e1 de costas para o p\u00fablico e a Kate chega quase como uma voz apenas, brincamos tamb\u00e9m com essa situa\u00e7\u00e3o da terapia no div\u00e3\u201d, comenta o diretor.<\/p>\n\n\n\n<p>Embora trate de um epis\u00f3dio que aconteceu h\u00e1 30 anos na B\u00f3snia, o texto dialoga bastante com o nosso contexto brasileiro, segundo Spina. \u201cPor mais que estejamos falando do Leste Europeu, \u00e9 impressionante como conseguimos reconhecer na obra uma situa\u00e7\u00e3o terr\u00edvel de viol\u00eancia parecida com o que vivemos no estabelecimento do nosso sistema colonial e que se repete at\u00e9 hoje. Dialoga tamb\u00e9m com o aumento nos casos de feminic\u00eddio nos \u00faltimos anos e com o estupro de ind\u00edgenas Yanomami por garimpeiros como uma forma de guerra \u00e9tnica, entre outros tantos casos aqui mesmo no Brasil\u201d, reflete o encenador.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA guerra \u00e9 uma coisa muito masculina. Falamos sempre de ex\u00e9rcitos vencedores, soldados que morreram no conflito e nunca pensamos na perspectiva das mulheres que s\u00e3o violentadas, que engravidam por conta desses estupros. <br><br>Enfim, acho que conseguimos tirar um pouco o regionalismo espec\u00edfico da guerra da B\u00f3snia para discutir quest\u00f5es um pouco mais universais enfrentadas pelas mulheres de diversas culturas e classes sociais, como a quest\u00e3o da viol\u00eancia sexual, do aborto, do que \u00e9 esperado do comportamento feminino em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 gravidez, de sa\u00fade feminina. Mas objetivamos fazer isso tudo isso de forma muito delicada, focando na rela\u00e7\u00e3o dessas duas mulheres e suas dores\u201d, acrescenta.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Texto do dramaturgo Mat\u00e9i Visniec especial para esta montagem brasileira<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><em>O mundo como campo de batalha<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>O cen\u00e1rio hist\u00f3rico da minha pe\u00e7a \u00e9 a guerra na B\u00f3snia que terminou, entre 1992 e 1996, no cora\u00e7\u00e3o da Europa, com cem mil mortes e muitas atrocidades. Mas hoje a minha pe\u00e7a \u00e9, infelizmente, \u201catual\u201d novamente por causa da guerra na Ucr\u00e2nia. <\/em><br><br><em>No texto falo, ali\u00e1s, da barb\u00e1rie em geral, uma barb\u00e1rie que regressa como um cometa envenenado cada vez que uma nova guerra irrompe no planeta, cada vez que os humanos voltam a matar-se uns aos outros cegamente. \u00c9 com enorme desilus\u00e3o que todos vemos que a humanidade n\u00e3o aprende muito com os erros do passado.&nbsp;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em><\/em><em>Falo tamb\u00e9m, na pe\u00e7a, de algo que afeta toda a humanidade h\u00e1 muito tempo: a loucura nacionalista, a intoler\u00e2ncia, uma certa forma de terrorismo comportamental que os homens continuam a praticar contra as mulheres. A pe\u00e7a tamb\u00e9m denuncia a velha e vergonhosa \u201cestrat\u00e9gia militar\u201d do combatente que quer desferir o golpe fatal no seu advers\u00e1rio violando a sua esposa (ou a sua filha, a sua irm\u00e3 e a sua m\u00e3e).<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em><\/em><em>Como escritor, coloco-me algumas quest\u00f5es que, infelizmente, permanecem muito atuais: Qual \u00e9 o mecanismo que transforma pessoas normais em monstros? Como pode a barb\u00e1rie manifestar-se repetidamente, no cora\u00e7\u00e3o da Europa, num espa\u00e7o que pens\u00e1vamos ser \u201ccivilizado\u201d? Como pode a propaganda de \u201cgurus\u201d que afirmam conhecer todas as verdades ainda fazer lavagem cerebral em centenas de milhares de pessoas?&nbsp;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>N\u00e3o por acaso as personagens da minha pe\u00e7a s\u00e3o duas mulheres. Quero prestar homenagem \u00e0s mulheres em geral, \u00e0 mulher que sempre foi uma portadora de esperan\u00e7a cada vez que a humanidade volta a cair nas trevas. As mulheres s\u00e3o tamb\u00e9m as primeiras v\u00edtimas de todas as guerras&#8230; <\/em><br><br><em>Nas \u00faltimas d\u00e9cadas temos assistido \u00e0 repeti\u00e7\u00e3o de \u201cpr\u00e1ticas b\u00e9licas\u201d que t\u00eam as mulheres como alvo principal, reproduzindo-se na S\u00edria, no Iraque e em muitos pa\u00edses africanos marcados por conflitos (Ruanda, Sud\u00e3o, Rep\u00fablica Democr\u00e1tica do Congo, Mali, Rep\u00fablica Centro-Africana, Nig\u00e9ria).&nbsp;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em><\/em><em>Sempre acreditei que o teatro pode conscientizar e desencadear debates importantes. \u00c9 por isso que escrevo. A for\u00e7a do teatro reside nessa dimens\u00e3o social: partilhar um momento de verdade e um momento de emo\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m assumir responsabilidades, envolver-se num debate.&nbsp;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em><\/em><em>Obrigado mais uma vez aos diretores que, no Brasil, consideram que essa pe\u00e7a tem uma dimens\u00e3o universal e que merece ser encenada repetidas vezes.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><br><strong>Sobre Mat\u00e9i Visniec<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Muito encenado no Brasil, o celebrado autor e jornalista Mat\u00e9i Visniec nasceu na Rom\u00eania em 1956 e vivenciou em seu pa\u00eds a ditadura Nicolae Ceau\u0219escu (1918-1989). Ainda jovem, muda-se para a capital Bucareste para estudar filosofia. Acreditava que o teatro e a poesia podiam denunciar a manipula\u00e7\u00e3o do povo por meio das grandes ideologias.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Em 1987, \u00e9 reconhecido em seu pa\u00eds-natal por sua poesia depurada, l\u00facida, \u00e1cida, mas ainda proibida para o palco. Aos 31 anos, muda-se para a Fran\u00e7a e, em apenas tr\u00eas anos, come\u00e7a a escrever em franc\u00eas e converte a sua limita\u00e7\u00e3o na l\u00edngua em elemento criativo. Desde ent\u00e3o, escreve poesia e romance em romeno, mas teatro, sempre em franc\u00eas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Em suas pe\u00e7as, Visniec \u00e9 bastante influenciado pelo surrealismo e pelo teatro do absurdo. Seus textos geralmente exploram um humor \u00e1cido e sil\u00eancios. \u00c9 autor de mais de 30 pe\u00e7as, como \u201cA M\u00e1quina Tch\u00e9khov\u201d, \u201cA Hist\u00f3ria do Comunismo Contada aos Doentes Mentais\u201d, \u201cO Espectador Condenado \u00e0 Morte\u201d, \u201cRicardo III Est\u00e1 Cancelada \u2013 Ou Cenas da Vida de Meierhold\u201d, \u201cO \u00daltimo Godot\u201d e \u201cPor Que H\u00e9cuba\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p><br><strong>FICHA T\u00c9CNICA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Dire\u00e7\u00e3o Art\u00edstica &#8211; Rodrigo Spina<\/p>\n\n\n\n<p>Assist\u00eancia&nbsp; de Dire\u00e7\u00e3o &#8211; Samantha Rossetti<\/p>\n\n\n\n<p>Dramaturgia &#8211; Mat\u00e9i Visniec<\/p>\n\n\n\n<p>Elenco &#8211; Rita Gullo e Carla Kinzo<\/p>\n\n\n\n<p>Dire\u00e7\u00e3o de Arte &#8211; Carmela Rocha<\/p>\n\n\n\n<p>Assist\u00eancia de Dire\u00e7\u00e3o de Arte &#8211; Sofia Gava e Gabryella Roque<\/p>\n\n\n\n<p>Ilumina\u00e7\u00e3o &#8211; Lui Seixas e Rodrigo Spina<\/p>\n\n\n\n<p>Trilha Sonora &#8211; Cadu Ten\u00f3rio<\/p>\n\n\n\n<p>Dire\u00e7\u00e3o Audiovisual &#8211; Vera Egito e Kvpa<\/p>\n\n\n\n<p>V\u00eddeo Mapping&nbsp; e opera\u00e7\u00e3o de V\u00eddeo &#8211; Ivan Soares<\/p>\n\n\n\n<p>Identidade Visual &#8211; Alexandre Caetano<\/p>\n\n\n\n<p>M\u00eddias Sociais &#8211; Lucas Horita<\/p>\n\n\n\n<p>Assessoria de Imprensa &#8211; Pombo Correio<\/p>\n\n\n\n<p>Fot\u00f3grafo &#8211; Gabriel G\u00f3es<\/p>\n\n\n\n<p>Cenotecnia &#8211; Isaac Tiburcio<\/p>\n\n\n\n<p>Opera\u00e7\u00e3o de Luz -Matheus Ramos<\/p>\n\n\n\n<p>Operador de Som &#8211; Lucas Fernandes<\/p>\n\n\n\n<p>Voz Off &#8211; Wallyson Mota<\/p>\n\n\n\n<p>Int\u00e9rprete de Libras &#8211; Fabiano Campos<\/p>\n\n\n\n<p>Produ\u00e7\u00e3o Executiva &#8211; Marcelo Le\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<p>Dire\u00e7\u00e3o de Produ\u00e7\u00e3o &#8211; Anayan Moretto<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><br><strong>SERVI\u00c7O<\/strong>\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Espet\u00e1culo:&nbsp;<strong><em>A Mulher como Campo de Batalha<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Rodrigo Spina<\/p>\n\n\n\n<p>Temporada: 13 de outubro a 12 de novembro 2023&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Hor\u00e1rios: sexta e s\u00e1bado, \u00e0s 21h30, e domingo, \u00e0s 18h30&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Local: Sala I (120 lugares) \u2013 com acessibilidade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ingressos: R$ 30,00 (inteira), R$ 15,00 (meia-entrada) e R$ 10,00 (credencial Sesc)&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Dura\u00e7\u00e3o: 70 minutos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Classifica\u00e7\u00e3o: 16 anos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>27 e 28 de outubro: apresenta\u00e7\u00e3o em Libras<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><br><strong>Sesc Belenzinho<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Rua Padre Adelino, 1000. Belenzinho \u2013 S\u00e3o Paulo \/ SP.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Telefone: (11) 2076-9700 |&nbsp;<a href=\"http:\/\/sescsp.org.br\/Belenzinho\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">sescsp.org.br\/Belenzinho<\/a>.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Na rede: @sescbelenzinho.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Estacionamento<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>De ter\u00e7a a s\u00e1bado, das 9h \u00e0s 21h. Domingos e feriados, das 9h \u00e0s 18h.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Valores:<\/strong> Credenciados plenos do Sesc: R$ 5,50 a primeira hora e R$ 2,00 por hora adicional. N\u00e3o credenciados no Sesc: R$ 12,00 a primeira hora e R$ 3,00 por hora adicional.\u202f&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Transporte P\u00fablico<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Metr\u00f4 Bel\u00e9m (550m) | Esta\u00e7\u00e3o Tatuap\u00e9 (1400m)&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><br>Voltar: <a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\" title=\"\">http:\/\/www.jornalrol.com.br<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>Facebook: <a href=\"https:\/\/facebook.com\/JCulturalRol\/\" title=\"\">https:\/\/facebook.com\/JCulturalRol\/<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O estupro como arma na guerra da B\u00f3snia, quando mais de 20 mil mulheres foram sistematicamente violentadas pelas for\u00e7as s\u00e9rvias, \u00e9 o ponto de partida da pe\u00e7a<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":61771,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[9286],"tags":[10563,3526,10560,10561,10562,7600,8220],"class_list":["post-61773","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-arte","tag-carla-kinzo","tag-estupro","tag-guerra-da-bosnia","tag-matei-visniec","tag-rita-gullo","tag-rodrigo-spina","tag-teatro"],"aioseo_notices":[],"views":650,"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/IMG_1807.jpg","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":41749,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=41749","url_meta":{"origin":61773,"position":0},"title":"A guerra contra as mulheres em nome de Deus","author":"Veronica Moreira","date":"12 de junho de 2021","format":false,"excerpt":"Visualizar todas as imagens em alta resolu\u00e7\u00e3o Livro de J\u00falio Chiavenato, um dos mais respeitados historiadores do Pa\u00eds, mostra como os textos sagrados perpetuam a cultura do estupro e do feminic\u00eddio O culto vulgar da B\u00edblia como um livro sagrado e onde est\u00e3o todas as verdades do mundo, estabelecidas por\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Comunica\u00e7\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"Comunica\u00e7\u00e3o","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=7"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/unnamed-4-198x300.jpg?resize=350%2C200","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":41754,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=41754","url_meta":{"origin":61773,"position":1},"title":"Cia Os Barulhentos estreia vers\u00e3o audiovisual do premiado espet\u00e1culo Aqui Estamos Com Milhares de C\u00e3es Vindos do Mar","author":"Veronica Moreira","date":"12 de junho de 2021","format":false,"excerpt":"Link para download de fotos Baseado em colet\u00e2nea de pe\u00e7as curtas do romeno Mat\u00e9i Visniec, o filme tem dire\u00e7\u00e3o de Rodrigo Spina e foi todo gravado com os personagens caracterizados em tons de cinza\u00a0\u00a0 Em 2015, a Cia Os Barulhentos estreava no teatro o espet\u00e1culo Aqui Estamos Com Milhares de\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Comunica\u00e7\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"Comunica\u00e7\u00e3o","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=7"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/image2-2.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/image2-2.jpg?resize=350%2C200&ssl=1 1x, https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/image2-2.jpg?resize=525%2C300&ssl=1 1.5x, https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/image2-2.jpg?resize=700%2C400&ssl=1 2x, https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/image2-2.jpg?resize=1050%2C600&ssl=1 3x"},"classes":[]},{"id":38962,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=38962","url_meta":{"origin":61773,"position":2},"title":"Alteridade estreia dia 16 de abril e faz seis apresenta\u00e7\u00f5es on-line e gratuitas at\u00e9 dia 25 do mesmo m\u00eas","author":"Sergio Diniz da Costa","date":"26 de mar\u00e7o de 2021","format":false,"excerpt":"Link para download de fotos Em Alteridade, a voz de uma mulher estuprada e sua trajet\u00f3ria de restabelecimento s\u00e3o o ponto de partida para a discuss\u00e3o sobre a \u00e9tica que nos rege Na pe\u00e7a, uma mulher \u00e9 estuprada. 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