{"id":63546,"date":"2023-12-04T09:58:10","date_gmt":"2023-12-04T12:58:10","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=63546"},"modified":"2023-12-04T10:08:59","modified_gmt":"2023-12-04T13:08:59","slug":"trilogia-dos-apartamentos-de-roman-polanski-a-imagetica-do-medo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=63546","title":{"rendered":"Trilogia dos apartamentos, de Roman Polanski: a imag\u00e9tica do medo"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F63546&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F63546&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div>\n<h2 class=\"wp-block-heading has-text-align-center\">CINEMA EM TELA<br><br>Marcus Hemerly <\/h2>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading has-text-align-center\"> Artigo: &#8216;Trilogia dos apartamentos, de Roman Polanski:  a <br><br> imag\u00e9tica do medo&#8217;<br><br><\/h2>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"600\" data-attachment-id=\"63548\" data-permalink=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/?attachment_id=63548\" data-orig-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/Jornal-cultural-o-rol-1-15.jpg\" data-orig-size=\"800,600\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}\" data-image-title=\"Jornal-cultural-o-rol-1-15\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/Jornal-cultural-o-rol-1-15.jpg\" src=\"https:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/Jornal-cultural-o-rol-1-15.jpg\" alt=\"Flyer da coluna 'Cinema em Tela'\n'Trilogia dos apartamentos, de Roman Polanski:  a  imag\u00e9tica do medo'\" class=\"wp-image-63548\" style=\"aspect-ratio:1.3333333333333333;width:474px;height:auto\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Flyer da coluna &#8216;Cinema em Tela&#8217;<br><em>&#8216;Trilogia dos apartamentos, de Roman Polanski:  a  imag\u00e9tica do medo&#8217;<\/em><br><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"has-text-align-right\"><strong>\u201c&#8230;Tudo que aos olhos se interp\u00f5e, <\/strong><strong><br><\/strong><strong>&nbsp; \u00c9 um sonho dentro de um sonho&#8230;\u201d<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right\"><strong>Edgar Allan Poe<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-drop-cap\">As cidades, assim como toda urbe, s\u00e3o emaranhados de viv\u00eancias, aspectos \u00fanicos, subjetivos, e ao mesmo tempo coletivos de uma cultura organizacional que, sincronicamente, erige e desconstr\u00f3i. Indiv\u00edduos em seus recortes pessoais s\u00e3o retratados em carne e osso, bem como em celuloide; uma mat\u00e9ria-prima extremamente rica e mutante, e, at\u00e9 mesmo, poder-se-ia asseverar, metamorfosicamente ambulante, para citar o &#8216;maluco beleza&#8217;. <br><br>A partir de cores, elucubra\u00e7\u00f5es an\u00edmicas, relatos e sentimentos, as metr\u00f3poles, de forma global e alinhando v\u00e1rias tessituras, desenham contornos n\u00e3o apenas de edifica\u00e7\u00f5es materiais, mas tamb\u00e9m a solidez de trilhas individuais, as quais, ulterior e finalisticamente, comp\u00f5em o coletivo, ao mesmo tempo an\u00f4nimo e vivaz, cosmopolita e em cotejo a significa\u00e7\u00e3o emotiva de seus componentes.<\/p>\n\n\n\n<p>O mesmo pode ser dito acerca dos apartamentos, pr\u00e9dios, casas, estruturas que encapsulam a c\u00e9lula subjetiva como pe\u00e7a coadjuvante da alegoria principal. Nesse espa\u00e7o, as habita\u00e7\u00f5es coletivas s\u00e3o recorrentemente tratadas como pano de fundo nas representa\u00e7\u00f5es art\u00edsticas, mormente pela literatura e cinema, ou numa jun\u00e7\u00e3o adaptativa de ambos. <br><br>A chamada <em><a href=\"https:\/\/www.blog.365filmes.com.br\/2017\/05\/a-trilogia-do-apartamento-de-Polanski.html\" title=\"Trilogia dos Apartamentos\">Trilogia dos Apartamentos<\/a>,<\/em> do diretor polon\u00eas <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Roman_Polanski\" title=\"Roman Polanski,\">Roman Polanski,<\/a> trabalha esses aspectos de forma robusta e sofisticada ao amalgamar o drama psicol\u00f3gico humano \u00e0s fei\u00e7\u00f5es do sobrenatural, ora de forma velada, ora de maneira (quase) expl\u00edcita.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>A proposi\u00e7\u00e3o tem\u00e1tica que se envereda \u00e9 deflagrada pelo t\u00edtulo \u2018Repulsa ao sexo\u2019, (Repulsion,1965), pelo qual o reduzido n\u00famero de personagens canaliza o suspense na grande performance de <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Catherine_Deneuve\" title=\"Catherine Deneuve\">Catherine Deneuve<\/a>, que, de forma progressiva, vai cruzando os umbrais da ins\u00e2nia &#8211; ou assim parece ao espectador &#8211; entregue a suas divaga\u00e7\u00f5es on\u00edricas. <br><br>Na trama, escrita por Polanski e G\u00e9rard Brach, acompanhamos Carole Ledoux, mulher retra\u00edda e atormentada que,\u00a0 deixada sozinha no apartamento que divide com a irm\u00e3, inicia uma escalada paranoica permeada por pesadelos e alucina\u00e7\u00f5es no momento em que a personagem entra em contato com os homens e, naquele espa\u00e7o, confrontada por seus desejos a ela canalizados.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Vislumbra-se uma abordagem indireta sobre transtorno de avers\u00e3o sexual, representado pela rejei\u00e7\u00e3o patol\u00f3gica e persistente a todo tipo de contato genital. O estado mental de Carol e sua deteriora\u00e7\u00e3o \u00e9 intensificada e, talvez, adornada, por sua reclus\u00e3o nas depend\u00eancias do apartamento, que pode ser at\u00e9 mesmo interpretado como um catalisador da figura masculina em seu inconsciente, num misto de terror psicol\u00f3gico e suspense. <br><br>\u00c0 sombra desse t\u00f3pico, interessante diferenciar do ponto de vista anal\u00edtico, as defini\u00e7\u00f5es de suspense e horror. Ainda que usualmente aludidos como sin\u00f4nimos, o terror se assimila de forma premente ao medo e ang\u00fastia n\u00e3o aparente, psicol\u00f3gica. Lado outro, o horror exsurge de contornos mais expl\u00edcitos, que causam asco e repulsa. Ao mesmo tempo em que um denota o lado de estado mental, o outro suscita a surpresa e efeito mais gr\u00e1fico e visual.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>No t\u00edtulo \u2018O beb\u00ea de Rosemary\u2019, (Rosemary\u00b4s Baby, 1967), seu grande sucesso em terras estadunidenses, adaptado do romance hom\u00f4nimo de <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Ira_Levin\" title=\"Ira Levin\">Ira Levin<\/a>, conhecemos a hist\u00f3ria de Rosemary Woodhouse, esposa de um ator decadente e frustrado que se v\u00ea habitando um disputado pr\u00e9dio novaiorquino, com loca\u00e7\u00f5es gravadas no Edif\u00edcio Dakota, onde ocorreu o assassinato de John Lennon. Nesse passo, desde que trava conhecimento com seus novos vizinhos, o aparente simp\u00e1tico casal de idosos interpretados por Sidney Blackmer e Ruth Gordon, em meio \u00e0 sua pr\u00f3pria solid\u00e3o imposta, estranhos desdobramentos fazem com que seja semeada a suspeita de seu envolvimento com o ocultismo. O filme, desde os prim\u00f3rdios de sua realiza\u00e7\u00e3o, foi nutrido com um olhar especial pela produtora cinematogr\u00e1fica Paramount.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Projeto com dire\u00e7\u00e3o originalmente delegada a Willian Castle, que em momento posterior ficou a cargo da produ\u00e7\u00e3o, pois oriundo de um nicho substancial de produ\u00e7\u00f5es baratas de terror, o est\u00fadio n\u00e3o queria que a obra fosse, de plano, rotulada como mais uma obra rasa como as que inundavam os cinemas no per\u00edodo.\u00a0 <br><br>Rosemary, a partir de pontos distribu\u00eddos no decorrer da pel\u00edcula, suspeita de que os engajamentos sat\u00e2nicos de seus confrontantes objetivam utilizar seu rebento iminente, em oferenda ao diabo. Seria realmente um concili\u00e1bulo de bruxos em pleno s\u00e9culo XX, no qual ela foi inserida como coadjuvante e v\u00edtima, ou proje\u00e7\u00f5es oriundas de suas pr\u00f3prias fantasias incentivadas por uma crise existencial?\u00a0 Mais perguntas s\u00e3o entrecortadas por indu\u00e7\u00f5es, do que respostas s\u00e3o ofertadas durante as duas horas de dura\u00e7\u00e3o.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Nos anos 70, ap\u00f3s a realiza\u00e7\u00e3o de outro grande sucesso de p\u00fablico e cr\u00edtica, o noir \u2018Chinatown\u2019, estrelado por <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Jack_Nicholson\" title=\"Jack Nicholson\">Jack Nicholson<\/a> e roteirizado pelo lend\u00e1rio <a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Robert_Towne\" title=\"Robert Towne\">Robert Towne<\/a>, o diretor teria problemas com a justi\u00e7a americana, fazendo com que tivesse que fugir do pa\u00eds para evadir-se a um processo criminal, devido ao envolvimento sexual com uma menor de idade. <br><br>Polanski j\u00e1 havia tamb\u00e9m assimilado holofotes por outro drama pessoal ocorrido em 1969, com o assassinato de sua ent\u00e3o esposa gr\u00e1vida, a atriz <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Sharon_Tate\" title=\"Sharon Tate\">Sharon Tate<\/a>, pelos disc\u00edpulos de <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Charles_Manson\" title=\"Charles Manson\">Charles Manson<\/a>. A posterior produ\u00e7\u00e3o do realizador seria voltada ao velho continente, retornando ao ponto de partida de sua carreira, no entanto, n\u00e3o em tom de retrocesso. <br><br>O filme \u2018O inquilino\u2019, (Le Locataire\/The Tenant, 1976), novamente explorando a multitude de rela\u00e7\u00f5es humanas em um pr\u00e9dio de apartamentos, alinha a hist\u00f3ria do pacato Trelkovsky, interpretado pelo pr\u00f3prio Polanski,\u00a0 que a despeito de sua atua\u00e7\u00e3o em express\u00f5es cont\u00ednuas e poucos vers\u00e1teis, traz credibilidade ao confuso e ap\u00e1tico personagem que acredita-se v\u00edtima de uma conspira\u00e7\u00e3o pelos demais moradores do pr\u00e9dio, de modo similar a anterior locat\u00e1ria de seu apartamento, que teria se atirado pela janela.\u00a0 <br><br>Aqui, tal como amoldado em <em>Rosemary<\/em> e <em>Repulsa<\/em>, a carga de tens\u00e3o \u00e9 constru\u00edda n\u00e3o pelo que \u00e9 mostrado, mas repousa naquilo que \u00e9 presumido ou deduzido a partir de sugest\u00f5es que podem ou n\u00e3o ser entendidas como tal, lastreando gradualmente o sustent\u00e1culo ao cl\u00edmax derradeiro.<\/p>\n\n\n\n<p>A obsess\u00e3o do Inquilino Trelkovsky pela mulher, ocupante anterior de sua escabrosa morada, e a certeza da conspira\u00e7\u00e3o contra sua higidez, repise-se, f\u00edsica e mental, culmina em numa alucinada entoa\u00e7\u00e3o acusat\u00f3ria pr\u00f3ximo ao final do filme: <em>\u201cEles querem me transformar em Simone Choule!\u201d. <\/em><br><br>Esses aspectos desvelam um tecido constru\u00eddo de maneira mais minuciosa e robusta por elementos cont\u00ednuos inseridos no roteiro. Planos sequ\u00eancia a partir da vis\u00e3o dos personagens e suas fantasias baseadas em elementos emp\u00edricos ou imagin\u00e1rios, constroem uma narrativa extremamente eficaz em todos os filmes aqui citados, que guardam peculiaridades no aspecto de constru\u00e7\u00e3o da tens\u00e3o e medo incutido ou projetado pelos protagonistas destes distintos city films.<em> <\/em><br><br>Matizes de ambientes, bem como altern\u00e2ncia psicol\u00f3gica dos personagens ajudam a compor as diversas camadas que esmeram a densidade dos roteiros e despertam a crescente inquietude e desconforto \u00e0quele que os assiste.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 sabido que, quando se fala em arte (ou se sente), a no\u00e7\u00e3o de relativismo hist\u00f3rico antropol\u00f3gico exsurge de maneira bem forte, seja num olhar individual ou amplificado, pois, assim como a cria\u00e7\u00e3o de uma obra pelo artista, sua interpreta\u00e7\u00e3o inexoravelmente indica um troca. Uma mir\u00edade, na verdade. Congruentes ou incongruentes, similares ou de harmonia flagrantemente denegada, tal \u00e9 a complexidade do ser humano sens\u00edvel, que reage de maneiras distintas a eventos em comum. E, a partir desta vis\u00e3o multifacetada, a cada sess\u00e3o, novas interpreta\u00e7\u00f5es e emo\u00e7\u00f5es s\u00e3o detectadas, como impress\u00f5es digitais ou pegadas na areia, antes encobertas, para serem detectadas por um novo olhar apreciativo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><br><strong>Marcus Hemerly<\/strong><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading has-text-align-center\"><br>Contatos com o autor<\/h3>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-9d6595d7 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<h4 class=\"wp-block-heading has-text-align-center has-pale-ocean-gradient-background has-background\"><a href=\"mailto:marcushemerly@gmail.com\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" title=\"E-meio\">E-meio<\/a><\/h4>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<h4 class=\"wp-block-heading has-text-align-center has-pale-ocean-gradient-background has-background\"><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/marcus_hemerly\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" title=\"Instagram\">Instagram<\/a><\/h4>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<h4 class=\"wp-block-heading has-text-align-center has-pale-ocean-gradient-background has-background\"><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/marcus.hemerly?locale=pt_BR\" title=\"Facebook\">Facebook<\/a><\/h4>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<p><br>Voltar: <a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\" title=\"\">http:\/\/www.jornalrol.com.br<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>Facebook: <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/JCulturalRol\" title=\"\">https:\/\/www.facebook.com\/JCulturalRol<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As cidades, assim como toda urbe, s\u00e3o emaranhados de viv\u00eancias, aspectos \u00fanicos, subjetivos, e ao mesmo tempo coletivos de uma cultura organizacional que&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":22,"featured_media":63548,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[9286,9398,9285],"tags":[1983,5388,5528,11046],"class_list":["post-63546","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-arte","category-artigos","category-literatura","tag-cinema-em-tela","tag-marcus-hemerly","tag-medo","tag-roman-polanski"],"aioseo_notices":[],"views":964,"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/Jornal-cultural-o-rol-1-15.jpg","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":53105,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=53105","url_meta":{"origin":63546,"position":0},"title":"Marcus Hemerly: &#039;Cinema em tela: um novo olhar sobre uma saga. 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