{"id":64065,"date":"2024-01-02T07:30:00","date_gmt":"2024-01-02T10:30:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=64065"},"modified":"2024-01-01T16:43:06","modified_gmt":"2024-01-01T19:43:06","slug":"o-estranho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=64065","title":{"rendered":"O estranho"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F64065&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F64065&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div>\n<h2 class=\"wp-block-heading has-text-align-center\">Sergio Diniz da Costa: Conto &#8216;O Estranho&#8217;<br><br><\/h2>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"642\" height=\"960\" data-attachment-id=\"64060\" data-permalink=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/?attachment_id=64060\" data-orig-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/IMG-20220331-WA0086.jpg\" data-orig-size=\"642,960\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"IMG-20220331-WA0086\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"&lt;p&gt;Sergio Diniz&lt;\/p&gt;\n\" data-large-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/IMG-20220331-WA0086.jpg\" src=\"https:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/IMG-20220331-WA0086.jpg\" alt=\"Sergio Diniz\" class=\"wp-image-64060\" style=\"width:98px;height:auto\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Sergio Diniz<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"1024\" data-attachment-id=\"64061\" data-permalink=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/?attachment_id=64061\" data-orig-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/OIG.JLEkz40V27IL.jpg\" data-orig-size=\"1024,1024\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"OIG.JLEkz40V27IL\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/OIG.JLEkz40V27IL.jpg\" src=\"https:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/OIG.JLEkz40V27IL.jpg\" alt=\"O estranho\" class=\"wp-image-64061\" style=\"width:305px;height:auto\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">O Estranho<br><em>Microsoft Bing &#8211; Imagem criada pelo designer<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"has-drop-cap\">A porta entreabriu-se lentamente. L\u00e1 fora era noite. A noite mais fria do ano. Uma neblina de morte pairava nas ruas da cidade adormecida. Tudo era sil\u00eancio. Raro era o instante em que se ouvia um ganido de c\u00e3o vadio perdido na n\u00e9voa viscosa, que abra\u00e7ava as ruas sujas e sem ecos humanos.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Boa noite! Posso entrar? \u2500 Foram as \u00fanicas palavras que se ouviram de fora.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Entre! \u2500 eu disse, quase que num espasmo.<\/p>\n\n\n\n<p>O estranho adentrou pela sala aquecida por uma lareira crepitosa. Tirou o chap\u00e9u de feltro amarrotado e \u00famido e preparava-se para tirar o sobretudo quando, como se eu despertasse somente naquele momento, reparei numa das m\u00e3os do homem; ela segurava uma mala preta que causava uma desagrad\u00e1vel impress\u00e3o. Parecia pesar como um haltere. Mas, n\u00e3o era somente o seu aspecto pl\u00fambeo que assombrava \u00e0 primeira vista; parecia conter algo sinistro em seu interior.<\/p>\n\n\n\n<p>Talvez essa impress\u00e3o fosse causada pela pouca luz que se difundira naquele canto da sala, por isso adiantei ao visitante:<\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Por&nbsp; favor,&nbsp; queira chegar at\u00e9 aqui! L\u00e1 fora est\u00e1 muito frio e nada como uma lareira para descongelar o sangue \u2500 Falando assim, quis dissipar aquele ar denso que parecia fazer parte do ar noturno que espalhava-se l\u00e1 fora.<\/p>\n\n\n\n<p>O estranho adiantou uns passos medidos e mergulhou na claridade que escapava da lareira. Seu semblante era rude, como o de um viking em plena batalha de morte. A testa adiantava-se do rosto, deixando os olhos perdidos nas \u00f3rbitas profundas. E de seus olhos emergiram dois brilhos met\u00e1licos, que causavam a sensa\u00e7\u00e3o de se estar diante de uma fera assassina. O seu nariz aquilino adiantava-se proeminentemente da face encovada, dando-lhe um ar tragic\u00f4mico. A boca, de l\u00e1bios finos e rachados, cerrava-se num sil\u00eancio l\u00fagubre. Do lado esquerdo de sua face podia-se notar uma cicatriz, causada por um corte profundo, com certeza. O queixo avan\u00e7ado impetuosamente, de arestas marcantes, dava-lhe um car\u00e1ter resoluto. Seus cabelos, de corte comum, deixavam as orelhas descobertas que, terminando em pontas, davam-lhe uma apar\u00eancia mal\u00e9vola.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 O senhor parece assustado \u2500 balbuciou o estranho, com voz gutural.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Ah! \u00c9 impress\u00e3o sua \u2500 menti, com receio de deixar transparecer o meu \u00edntimo. \u2500 Mas, queria sentar-se, por favor. O senhor deve estar cansado, n\u00e3o?<\/p>\n\n\n\n<p>A massa humana sentou-se sem dizer palavra. Tentei manter um di\u00e1logo, a fim de descarregar a eletricidade que tomava conta do ambiente. Entretanto, parecia in\u00fatil a tentativa. Por fim, disse-lhe, inopinadamente:<\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 A farsa n\u00e3o pode continuar por muito tempo!<\/p>\n\n\n\n<p>O homem pareceu surpreso e, remaniscando, levantou e colocou-se numa atitude de defesa.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Sim, a farsa deve acabar! \u2500 E, virando-se para o meu lado, encarou-me com olhos decididos.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Quero dizer que&#8230; \u2500 N\u00e3o pude continuar a frase; Berta, minha governanta, irrompeu pela sala e, com palavras sussurradas, confiou-me algo ao ouvido.<\/p>\n\n\n\n<p>O estranho inquietou-se ainda mais.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 N\u00e3o, Berta, n\u00e3o quero que voc\u00ea continue com aquilo!<\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Desculpe-me, eu n\u00e3o queria&#8230; e, sem poder terminar a frase, caiu num pranto copioso.<\/p>\n\n\n\n<p>Olhei pra ela com olhos de compaix\u00e3o, acariciando seu coque branco. E em voz baixa falei-lhe, delicadamente:<\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Berta, continue com seus afazeres.<\/p>\n\n\n\n<p>Ela saiu, enxugando as \u00faltimas l\u00e1grimas e desculpando-se, continuamente.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Ela poderia ter ficado? \u2500 indaguei ao estranho.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 N\u00e3o! \u2500 foi sua resposta. \u2500\u00c9 melhor que tudo fique entre n\u00f3s dois.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Como queira \u2500 respondi, com certa humildade.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 N\u00e3o devemos prolongar por mais tempo o nosso assunto \u2500 insistiu o vulto humano. \u2500 As horas escoam rapidamente \u2500 arrematou.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Sim eu compreendo. Siga-me! O que procura est\u00e1 nos subterr\u00e2neos da casa. Venha por aqui.<\/p>\n\n\n\n<p>Virei-me e nos dirigimos ao por\u00e3o, No caminho, desculpei-me pela arruma\u00e7\u00e3o da casa. A entrada do por\u00e3o estava fechada desde que eu contratara Berta como governanta. Com a Vinda dela, cuidei que seria melhor trancar aquela passagem e ficar com a chave em meu poder. Quest\u00e3o de seguran\u00e7a, simplesmente.<\/p>\n\n\n\n<p>Entramos, com a porta rangendo como um moribundo que foi molestado em seu leito de morte. Densas teias infestavam aquele umbral \u00famido, que dava ao esp\u00edrito uma sensa\u00e7\u00e3o de abandono, de desola\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Eis o que veio buscar \u2500 disse-lhe, depois de vasculhar aquele interior que h\u00e1 muito n\u00e3o via pessoas.<\/p>\n\n\n\n<p>O estranho assentiu com a cabe\u00e7a e avan\u00e7ou para peg\u00e1-la, quando se ouviu um grito lancinante cortar o sil\u00eancio que reinava naquele lugar desconfort\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Berta! \u2500 exclamei, lembrando que a simp\u00e1tica velhinha ficara sozinha l\u00e1 em cima.<\/p>\n\n\n\n<p>Tive o \u00edmpeto de correr para a parte superior da casa, quando fui subitamente preso pelo bra\u00e7o herc\u00faleo do visitante.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 N\u00e3o v\u00e1! \u2500 disse-me, energicamente. \u2500 \u00c9 melhor para voc\u00ea permanecer aqui. \u00c9 muito tarde para Berta. O que tinha que ser feito, o foi.<\/p>\n\n\n\n<p>Num gesto brusco, desvencilhei-me daquela garra poderosa que esmagava meu bra\u00e7o. Colocando as m\u00e3os no rosto, solucei em voz alta:<\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Meu Deus! Como pude me esquecer de Berta? Eu deveria saber que ela seria incapaz de se defender sozinha.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Infelizmente Berta n\u00e3o servia para os meus planos.<\/p>\n\n\n\n<p>Aquela voz estent\u00f3rica martelou meus ouvidos e, numa agonia de morte, perguntei-lhe:<\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 E eu? O que acontecer\u00e1 comigo? Cumpri com a minha parte, n\u00e3o?<\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Sim, voc\u00ea foi muito \u00fatil. Deixarei esta mala; quando eu estiver fora desta casa, poder\u00e1 abri-la. Adeus!<\/p>\n\n\n\n<p>E, virando-se em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 porta, sumiu pelos degraus ascendentes. Pude ouvir o barulho da porta da frente se fechando.<\/p>\n\n\n\n<p>Fez-se alguns segundos de sil\u00eancio que pareceram toda uma eternidade. Logo ap\u00f3s, abri o fecho daquela mala fat\u00eddica.<\/p>\n\n\n\n<p>Nas ruas g\u00e9lidas da velha cidade adormecida, quebrou o sil\u00eancio c\u00famplice um grito final, que se perdeu em alguma ruela imunda. Depois, fez-se sil\u00eancio, novamente, raramente quebrado pelos ganidos de algum c\u00e3o vadio que perambulava sem rumo pela cidade perdida na neblina.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><br><strong>Sergio Diniz da Costa<\/strong><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading has-text-align-center\"><br>Contatos com o autor<\/h3>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-9d6595d7 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<h4 class=\"wp-block-heading has-text-align-center has-pale-ocean-gradient-background has-background\"><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/sergio.dinizdacosta.79\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" title=\"Facebook\">Facebook<\/a><\/h4>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<h4 class=\"wp-block-heading has-text-align-center has-pale-ocean-gradient-background has-background\"><a href=\"https:\/\/www.recantodasletras.com.br\/autor_textos.php?id=173342\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" title=\"Recanto das Letras\">Recanto das Letras<\/a><\/h4>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<h4 class=\"wp-block-heading has-text-align-center has-pale-ocean-gradient-background has-background\"><a href=\"https:\/\/www.pensador.com\/autor\/sergio_diniz_da_costa\/\" title=\"Pensador\">Pensador<\/a><\/h4>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<p><br>Voltar: <a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\" title=\"\">http:\/\/www.jornalrol.com.br<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>Facebook: <a href=\"https:\/\/facebook.com\/JCulturalRol\/\" title=\"\">https:\/\/facebook.com\/JCulturalRol\/<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A porta entreabriu-se lentamente. 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