{"id":64098,"date":"2024-01-04T11:31:55","date_gmt":"2024-01-04T14:31:55","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=64098"},"modified":"2024-01-04T11:32:05","modified_gmt":"2024-01-04T14:32:05","slug":"solo-gabrielas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=64098","title":{"rendered":"Solo Gabri[ELAS]"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F64098&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F64098&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div>\n<h2 class=\"wp-block-heading has-text-align-center\">Com dire\u00e7\u00e3o de Mal\u00fa Baz\u00e1n, solo\u00a0Gabri[ELAS]\u00a0estreia no Sesc Avenida Paulista dia 12 de janeiro\u00a0<br><br><\/h2>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1600\" height=\"1058\" data-attachment-id=\"64099\" data-permalink=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/?attachment_id=64099\" data-orig-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/DSC01041-2.jpg\" data-orig-size=\"1600,1058\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"DSC01041-2\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/DSC01041-2.jpg\" src=\"https:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/DSC01041-2.jpg\" alt=\"Cena do espet\u00e1culo Gabri[ELAS]\" class=\"wp-image-64099\" style=\"width:602px;height:auto\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Cena do espet\u00e1culo Gabri[ELAS]<\/em><br>Divulga\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading has-text-align-center\"><em>Espet\u00e1culo com texto de\u00a0<\/em><strong><em>Caroline Margoni<\/em><\/strong><em>\u00a0marca encontro entre atriz\u00a0<\/em><strong><em>Fernanda Viacava<\/em><\/strong><em>\u00a0com a obra e a vida da ativista e prostituta Gabriela Leite<\/em><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><a href=\"https:\/\/drive.google.com\/drive\/folders\/1u368JJ7PFCs5XsoPuwEs-r6OpW69nA3_\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Fotos de Cassandra Mello\u00a0<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-drop-cap\">A identifica\u00e7\u00e3o e as inquieta\u00e7\u00f5es de uma atriz<strong>&nbsp;<\/strong>com a figura de&nbsp;<strong>Gabriela Leite<\/strong>&nbsp;(1951-2013), a primeira mulher a lutar pelos direitos das prostitutas no Brasil, \u00e9 mote do solo&nbsp;<strong>Gabri[ELAS]<\/strong>, que estreia em&nbsp;12 de janeiro de 2024 no Sesc Avenida Paulista. O espet\u00e1culo segue em cartaz&nbsp;at\u00e9 4 de fevereiro, com apresenta\u00e7\u00f5es \u00e0s sextas e aos s\u00e1bados, \u00e0s 20h30, e, aos domingos, \u00e0s 18h30.<\/p>\n\n\n\n<p>O trabalho, estrelado por&nbsp;<strong>Fernanda Viacava<\/strong>, dirigido por&nbsp;<strong>Mal\u00fa Baz\u00e1n<\/strong>, escrito por&nbsp;<strong>Caroline Margoni<\/strong>&nbsp;e com pesquisa e curadoria de<strong>&nbsp;Elaine Bortolanza<\/strong>, registra e reativa a mem\u00f3ria de Gabriela Leite, ultrapassando a barreira das ruas e do estigma, ao falar sobre prostitui\u00e7\u00e3o na perspectiva do desejo e da liberdade sexual de todas as mulheres.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;O feminismo abordado por prostitutas \u00e9 recente e pouco vis\u00edvel. A prostituta sempre foi, e ainda \u00e9, objeto de representa\u00e7\u00e3o nas artes, geralmente de um ponto de vista estereotipado, vitimizador ou romantizado. Neste sentido, por que n\u00e3o tornar vis\u00edvel e compartilhar esse legado de mais tr\u00eas d\u00e9cadas de luta, a partir de suas pr\u00f3prias vozes e narrativas?\u201d, questiona a pesquisadora e ativista Elaine Bortolanza.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Para contar essa hist\u00f3ria elaborada a partir da vida e das provoca\u00e7\u00f5es deixadas por uma puta mulher, optei pela fric\u00e7\u00e3o, pela soma, pela coexist\u00eancia de vozes e elementos, como uma forma de abarcar m\u00faltiplos tempos, corpos, viv\u00eancias e hist\u00f3rias narradas no palco. Assim, esse solo teatral, foi se transformando em um experimento c\u00eanico-sensorial com muitas mulheres &#8216;em cena&#8217;, pois sim, somos muitas&#8221;, provoca a diretora Mal\u00fa Baz\u00e1n.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Encontros que se desdobram em outros encontros. Elos com elas. Desafio de fazer uma personagem real, ser o motor, pesquisar, instigar, seduzir as pessoas para contar a hist\u00f3ria dessa puta mulher e esse nosso encontro que tem me transformado muito. Um encontro que mudou meu jeito de olhar e me colocar na vida&#8221;, revela a atriz Fernanda Viacava, que a partir da leitura da autobiografia &#8220;Filha, m\u00e3e, av\u00f3 e puta&#8221; sentiu vontade de trazer Gabriela de volta para o teatro.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Na percep\u00e7\u00e3o da autora da dramaturgia, &#8220;Gabriela pegou a palavra pelo chifre e atravessou fronteiras. A cada passo, foi conhecendo um pa\u00eds tomado por mulheres como ela. E foi a\u00ed que descobriu a pr\u00f3pria voz. Uma prostituta destemida, inteligente e que fala! \u00c9 ousadia demais. Para ela, n\u00e3o \u00e9 profissional do sexo, \u00e9 puta. N\u00e3o \u00e9 garota de programa, \u00e9 puta. N\u00e3o \u00e9 prostituta, \u00e9 puta. Quatro letras que, quando unidas, se aproximam do objetivo pelo qual Gabi sempre lutou: domar o estigma.&#8221;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O ponto de partida do texto \u00e9 a mem\u00f3ria viva de Gabriela precursora, no Brasil e na Am\u00e9rica Latina, de um pensamento e um ativismo na luta em defesa das mulheres prostitutas. \u201cTornar vis\u00edvel ao p\u00fablico esse arquivo vivo \u00e9 uma maneira de compartilhar, sobretudo com as mulheres, um encontro consigo mesmas, valorizando a import\u00e2ncia de seus desejos, narrativas e lutas, como autoras e protagonistas&nbsp;de suas pr\u00f3prias hist\u00f3rias\u201d, acrescenta a curadora Elaine Bortolanza.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quem foi Gabriela Leite?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Nascida em 1951, em S\u00e3o Paulo, Gabriela se tornou a principal refer\u00eancia na luta em defesa dos direitos das prostitutas no Brasil. Estudante da USP e frequentadora do Bar Redondo com a turma da contracultura nos anos 70, durante a ditadura militar, trocou a faculdade de Ci\u00eancias Sociais pela prostitui\u00e7\u00e3o, primeiro em sua cidade, depois em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro, onde viveu at\u00e9 a sua morte em 2013.<\/p>\n\n\n\n<p>Gabriela foi a primeira mulher a se apresentar publicamente como prostituta. Isso aconteceu no&nbsp;<em>I Encontro de Mulheres de Favelas e Periferia,<\/em>&nbsp;organizado em 1983 pela vereadora Benedita da Silva, do PT. \u201c<em>Foi um rebu! Uma prostituta que se diz prostituta! A\u00ed come\u00e7ou toda uma onda\u201d<\/em>, disse a ativista em sua autobiografia.<\/p>\n\n\n\n<p>Alguns anos depois, ela conhece Lourdes Barreto nos encontros da Pastoral da Mulher Marginalizada e, juntas, tramam a organiza\u00e7\u00e3o da Rede Brasileira de Prostitutas, o primeiro movimento em rede da categoria, que conta com representantes de todas as regi\u00f5es do Brasil. A cria\u00e7\u00e3o deste movimento em rede teve como marco o I Encontro<em>\u00a0Nacional de Prostitutas:<\/em>\u00a0\u201cMulher da vida, \u00e9 preciso falar&#8221;, realizado no Rio de Janeiro, em 1987, que teve o encerramento no Circo Voador com a presen\u00e7a e apoio de v\u00e1rios artistas, como Elza Soares, Martinho da Vila, Luc\u00e9lia Santos, Norma Bengell, entre outros. <br><br>A ativista ainda fundou em 1992 a ONG Davida e, em 2005, criou a grife Daspu, uma passarela de luta concebida para dialogar com a sociedade, por meio da arte e da cultura, os estigmas relacionados \u00e0s prostitutas.<\/p>\n\n\n\n<p>Ela ainda foi a primeira mulher na Am\u00e9rica Latina a iniciar o trabalho de organiza\u00e7\u00e3o da categoria, a partir da desconstru\u00e7\u00e3o de representa\u00e7\u00f5es socialmente aceitas sobre a prostitui\u00e7\u00e3o, dando-lhe novos sentidos ao estigma que atravessa todas as mulheres, e buscando o seu reconhecimento como trabalho. Gabriela morreu em 2013, v\u00edtima de um c\u00e2ncer de pulm\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Um pouquinho sobre o processo criativo<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O espet\u00e1culo come\u00e7ou a ser gestado em 2019 por quatro mulheres artistas-ativistas:&nbsp;<strong>Fernanda Viacava,&nbsp;<\/strong>atriz que vem pesquisando a puta no teatro desde 2014;&nbsp;<strong>Mal\u00fa Baz\u00e1n,&nbsp;<\/strong>diretora de teatro e artista que pesquisa o feminino;&nbsp;<strong>Elaine Bortolanza<\/strong>, pesquisadora na \u00e1rea, ativista do movimento de prostitutas e diretora da DASPU de 2013 a 2022; e&nbsp;<strong>Caroline Margoni<\/strong>, roteirista e pesquisadora que atua nas \u00e1reas de psican\u00e1lise, mulheres e criminologia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A pesquisa iniciou com a leitura das duas autobiografias de Gabriela Leite, &#8220;Eu, mulher da vida&#8221; (1992) e &#8220;Filha, m\u00e3e, av\u00f3 e puta&#8221; (2009), assim como da &#8220;Puta autobiografia de Lourdes Barreto (2023),&nbsp; e valorizou sobretudo a mem\u00f3ria e o acervo hist\u00f3rico Davida, que integra desde 2012 o Arquivo Estadual do Rio de Janeiro (APERJ), junto ao Observat\u00f3rio da Prostitui\u00e7\u00e3o &#8211; projeto de pesquisa e extens\u00e3o do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IPPUR-UFRJ), sob coordena\u00e7\u00e3o de Soraya Silveira Sim\u00f5es.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O grupo Mulheres da vida, junto a pesquisa e curadoria de Elaine Bortolanza e cria\u00e7\u00e3o audiovisual de Cassandra Mello, acessou os arquivos de v\u00eddeo dos encontros nacionais e estaduais, fotografias, \u00e1udios do acervo hist\u00f3rico&nbsp; e atual do movimento, al\u00e9m de promover encontros com amigos,&nbsp; familiares de Gabriela e as companheiras que fizeram parte da sua trajet\u00f3ria de vida e de luta.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cN\u00f3s, mulheres da vida, tecemos juntas esse mon\u00f3logo como um mosaico de narrativas e escritas de mulheres, constru\u00eddo nesse processo de pesquisa e curadoria do acervo hist\u00f3rico. Criamos uma esp\u00e9cie de croch\u00ea de narrativas&#8221;, revela a autora Caroline Margoni.&nbsp; Gabriela amava essa arte e dedicava muito de seu tempo \u2018crochetando&#8217;, diz Elaine, pesquisadora e amiga de Gabriela.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre as pessoas que contribu\u00edram para o processo de pesquisa dramat\u00fargica, est\u00e3o:&nbsp;<strong>Fl\u00e1vio Lenz<\/strong>, parceiro de vida com quem Gabriela se relacionou por mais de 20 anos e com quem fundou a ONG Davida e o Jornal Beijo da Rua;&nbsp;<strong>Maur\u00edcio&nbsp; Toledo<\/strong>, amigo mais antigo dela e companheiro da ONG Davida;&nbsp;<strong>Tha\u00eds Helena Leite<\/strong>, e&nbsp;<strong>Regina Leite<\/strong>, irm\u00e3s da ativista;&nbsp;<strong>Alessandra Leite<\/strong>, filha dela;&nbsp;<strong>Tatiany Leite<\/strong>, neta de Gabriela, com quem ela tinha uma rela\u00e7\u00e3o muito pr\u00f3xima;&nbsp;<strong>Lourdes Barreto,<\/strong>&nbsp;amiga e a maior companheira de luta, fundadora do Grupo de Mulheres Prostitutas do Estado do Par\u00e1 &#8211; GEMPAC (1990);&nbsp;<strong>V\u00e2nia Rezende<\/strong>, prostituta e ativista da regi\u00e3o Nordeste, coordenadora da Associa\u00e7\u00e3o Profissionais do Sexo de Pernambuco &#8211; APPS, parceira de luta da RBP;&nbsp;&nbsp;<strong>Soraya Sim\u00f5es<\/strong>, professora do IPPUR\/UFRJ e coordenadora do Observat\u00f3rio da Prostitui\u00e7\u00e3o; e&nbsp;<strong>Laura Murray<\/strong>, professora do N\u00facleo de Pol\u00edticas P\u00fablicas e Direitos Humanos na UFRJ e Diretora do filme&nbsp;<em>Um Beijo para Gabriela.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Este projeto abrange o universo da prostitui\u00e7\u00e3o na sua complexidade, de modo a refletir sobre desafios colocados na&nbsp;sociedade a partir do estigma da \u2018puta\u2019, valorizando a mem\u00f3ria e a luta coletiva dessas mulheres, seus feminismos,&nbsp;a organiza\u00e7\u00e3o dos movimentos de prostitutas. Ainda queremos celebrar as conquistas e o legado deixado por Gabriela Leite, os afetos vivos e as subjetividades e narrativas dessas mulheres, que reverberam em nossas pr\u00f3prias narrativas como criadoras&#8221;, afirmam as idealizadoras Fernanda, Mal\u00fa, Carol e Elaine.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cDepois desse per\u00edodo longo de pesquisa e conversas, se juntaram a n\u00f3s mais muitas outras mulheres artistas. Mesmo se tratando de um mon\u00f3logo, hoje somos 14 mulheres, entre criadoras e executoras desse trabalho, construindo essa narrativa e todas n\u00f3s estamos em cena de alguma maneira.\u201d ressalta a diretora Mal\u00fa Baz\u00e1n.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sinopse<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Gabri[ELAS] \u00e9 um&nbsp;mon\u00f3logo&nbsp;que parte do encontro da atriz Fernanda Viacava com a vida e a obra de Gabriela Leite,&nbsp;principal refer\u00eancia na luta em defesa dos direitos das prostitutas no Brasil. A atriz narra em primeira pessoa o encontro com Gabriela se reconhecendo com &#8216;elas&#8217;, as mulheres da vida, a partir das suas inquieta\u00e7\u00f5es como mulher e como atriz. Uma busca que parte do corpo da prostituta e transborda para o corpo de qualquer mulher que deseja.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><br><strong>FICHA T\u00c9CNICA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Concep\u00e7\u00e3o e Idealiza\u00e7\u00e3o: Caroline Margoni, Elaine Bortolanza, Fernanda Viacava e Mal\u00fa Baz\u00e1n<\/p>\n\n\n\n<p>Dramaturgia: Caroline Margoni&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Mal\u00fa Baz\u00e1n&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Elenco: Fernanda Viacava&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Dire\u00e7\u00e3o Vocal Interpretativa: L\u00facia Gayotto<\/p>\n\n\n\n<p>Pesquisa e curadoria: Elaine Bortolanza<\/p>\n\n\n\n<p>Mem\u00f3ria e curadoria: Lourdes Barreto<\/p>\n\n\n\n<p>Dire\u00e7\u00e3o de Arte: Kabila Aruanda&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Trilha Sonora: Nina Blauth&nbsp; e Girlei Miranda&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>M\u00fasica original: Nina Blauth<\/p>\n\n\n\n<p>Cria\u00e7\u00e3o audiovisual: Cassandra Mello (Teia Documenta)<\/p>\n\n\n\n<p>Ilumina\u00e7\u00e3o: Cristina Souto<\/p>\n\n\n\n<p>Identidade Visual: Manuela Afonso<\/p>\n\n\n\n<p>Fotos: Cassandra Mello<\/p>\n\n\n\n<p>Produ\u00e7\u00e3o Executiva: Baccan Produ\u00e7\u00f5es, Kavan\u00e1 Produ\u00e7\u00f5es e Selene Marinho<\/p>\n\n\n\n<p>Produ\u00e7\u00e3o Geral: Clotilde Produ\u00e7\u00f5es Art\u00edsticas<\/p>\n\n\n\n<p>Administra\u00e7\u00e3o da Temporada: Andr\u00e9 Roman<\/p>\n\n\n\n<p>Realiza\u00e7\u00e3o: Sesc&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><br><strong>SERVI\u00c7O<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Gabri[ELAS]<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Temporada:&nbsp;<\/strong>12 de janeiro a 4 de fevereiro (com sess\u00e3o extra no dia 25\/1)<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c0s sextas e aos s\u00e1bados, \u00e0s 20h30; e aos domingos, \u00e0s 18h30<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sesc Avenida Paulista<\/strong>&nbsp;\u2013 Av. Paulista, 119, Bela Vista<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ingressos:<\/strong>&nbsp;R$ 40 (inteira), R$ 20 (meia-entrada) e R$ 12&nbsp; (credencial plena)<\/p>\n\n\n\n<p>Venda online em&nbsp;<a href=\"http:\/\/sescsp.org.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">sescsp.org.br<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Dura\u00e7\u00e3o:<\/strong>&nbsp;75 minutos<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Classifica\u00e7\u00e3o indicativa:<\/strong>&nbsp;16 anos<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Acessibilidade:\u00a0<\/strong>teatro acess\u00edvel a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida<\/p>\n\n\n\n<p><br>Voltar: <a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\" title=\"\">http:\/\/www.jornalrol.com.br<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>Facebook: <a href=\"https:\/\/facebook.com\/JCulturalRol\/\" title=\"\">https:\/\/facebook.com\/JCulturalRol\/<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A identifica\u00e7\u00e3o e as inquieta\u00e7\u00f5es de uma atriz com a figura de Gabriela Leite, a primeira mulher a lutar pelos direitos das prostitutas no Brasil, \u00e9 mote do&#8230; <\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":64099,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[9286],"tags":[11220,11221,11216,11215,11217,11219,11218],"class_list":["post-64098","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-arte","tag-caroline-margoni","tag-elaine-bortolanza","tag-fernanda-viacava","tag-gabrielas","tag-gabriela-leite","tag-malu-bazan","tag-prostituicao"],"aioseo_notices":[],"views":607,"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/DSC01041-2.jpg","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":48871,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=48871","url_meta":{"origin":64098,"position":0},"title":"A Pane, de Friedrich D\u00fcrrenmatt, faz temporada popular nos teatros Jo\u00e3o Caetano e Arthur Azevedo","author":"Veronica Moreira","date":"2 de mar\u00e7o de 2022","format":false,"excerpt":"Espet\u00e1culo tem dire\u00e7\u00e3o de Mal\u00fa Bazan e traz no elenco Antonio Petrin, Oswaldo Mendes, Heitor Goldflus, Roberto Ascar, Cesar Baccan e Julio Assad.\u00a0 O ingresso \u00e9 1kg de alimento\u00a0 Ao chamar de \u201cA Pane\u201d seu conto (depois transformado em teatro), D\u00fcrrenmat n\u00e3o estava s\u00f3 pensando na falha mec\u00e2nica de um\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Comunica\u00e7\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"Comunica\u00e7\u00e3o","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=7"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/Untitled-1.jpg?resize=350%2C200","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/Untitled-1.jpg?resize=350%2C200 1x, https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/Untitled-1.jpg?resize=525%2C300 1.5x"},"classes":[]},{"id":18430,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=18430","url_meta":{"origin":64098,"position":1},"title":"Rog\u00e9rio Sardella: Notas sobre Artes&amp;Espet\u00e1culos","author":"Helio Rubens","date":"18 de maio de 2018","format":false,"excerpt":"Rog\u00e9rio Sardella: Notas sobre Artes&Espet\u00e1culos Do Outro Lado do Para\u00edso V\u00e1rias falhas apontadas no \u00faltimo cap\u00edtulo da novela, mas meu coment\u00e1rio se resumir\u00e1 numa \u00fanica cena: a morte da personagem Caetana, brilhantemente interpretada por Laura Cardoso. 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