{"id":6441,"date":"2016-10-05T18:03:41","date_gmt":"2016-10-05T21:03:41","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=6441"},"modified":"2016-10-05T18:03:41","modified_gmt":"2016-10-05T21:03:41","slug":"angelo-lourival-ricchetti-primeira-parte-de-um-livro-que-conta-a-historia-de-uma-familia-desde-1400-ate-2023-ficcao-com-base-em-documentos-e-narrativas-de-pessoas-rais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=6441","title":{"rendered":"Angelo Lourival Ricchetti:  Partes I e II de um livro que conta a hist\u00f3ria de uma fam\u00edlia desde 1400 at\u00e9 2023. Fic\u00e7\u00e3o com base em documentos e narrativas de pessoas rais"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F6441&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F6441&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><p><span style=\"text-decoration: underline;\"><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/angelo-lourival-ricchetti-primeira-parte-de-um-livro-que-conta-a-historia-de-uma-familia-desde-1400-ate-2023-ficcao-com-base-em-documentos-e-narrativas-de-pessoas-rais\/angelo-a-08-de-agosto-de-2016-1\/\" rel=\"attachment wp-att-6443\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-6443 alignright\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/Angelo-a-08-de-agosto-de-2016-1-300x225.jpg\" alt=\"angelo-a-08-de-agosto-de-2016-1\" width=\"300\" height=\"225\" \/><\/a><strong><em>NOTA DO EDITOR<\/em><\/strong><\/span><strong><em>: \u00e9 com grande satisfa\u00e7\u00e3o que apresento um novo clunista do nosso jornal. \u00c9\u00a0o ANGELO LOURIVAL RICCHETTI, nascido em S\u00e3o Manuel\/SP. Come\u00e7ou como office boy da Mesbla, trabalhou como T\u00e9cnico da Reforma do Estado no Governo Paulista de 1975 at\u00e9 2000 e como Assessor T\u00e9cnico de Gabinete da Casa Civil de S\u00e3o Paulo, de 2000 at\u00e9 2010. \u00a0Participou da primeira escola livre em cinema criada por Assis Chateaubriand em 1958. Concluiu o curso de gradua\u00e7\u00e3o em Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica em 1974, pela Funda\u00e7\u00e3o Get\u00falio Vargas, em S\u00e3o Paulo SP. Cursou a disciplina Dramaturgia com bolsa da Secretaria de Estado da Cultura do Governo do Estado de S\u00e3o Paulo no ano de 1998. Atualmente coordena o Cine Clube de Itapetininga e o Grupo de Estudos sobre a Complexidade, ambos do Instituto Julio Prestes, de Itapetininga. \u00c9 membro da Academia Itapetiningana de Letras e coordena o projeto \u2018Literatura Viva\u2019\u2013 Oficinas para escritores iniciantes, projeto realizado em parceria com a Secretaria de Cultura e Turismo de Itapetininga e a Academia Itapetiningana de Letras. \u00c9 tamb\u00e9m membro dos clubes de leitura \u2018Leia Mulheres\u2019 e \u2018Clube do Livro\u2019. Est\u00e1 publicando o seu quarto livro: \u2018Da arte de se criar pontes\u2019, um romance sobre uma fam\u00edlia desde 1400 a 2023, obra de fic\u00e7\u00e3o. \u00c9 membro do Instituto Hist\u00f3rico, Geogr\u00e1fico e Geneal\u00f3gico de Itapetininga.<\/em><\/strong><br \/>\n<!--more--><\/p>\n<p>Do que se trata esta obra de fic\u00e7\u00e3o? Ela foi escrita com base em dados e informa\u00e7\u00f5es de muitas pessoas e dados colhidos em p\u00e1ginas da Internet. Narra a vida de uma fam\u00edlia desde 1400 at\u00e9 o ano de 2023, conforme os dados foram sendo encontrados e aproveitados para a escrita de fic\u00e7\u00e3o, bem como acontecimentos poss\u00edveis ou imaginados em algumas cidades.<\/p>\n<p>Link de acesso: <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/artedesecriarpontes\/\">https:\/\/www.facebook.com\/artedesecriarpontes\/<\/a><\/p>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>DA ARTE DE SE CRIAR PONTES &#8211; PARTES I e II<\/strong><\/h2>\n<p>Obra de fic\u00e7\u00e3o com base em textos escritos por Uth com a ajuda da sua esposa Lucila de Campos Mello Ricchetti<\/p>\n<p>Por Kain\u00e3 Ricchetti e coment\u00e1rios de Lolou Ricchetti<\/p>\n<p>(foto do Uth e Lucia)<\/p>\n<p>&#8211; O que me reserva o destino? Perguntei a mim mesmo.<\/p>\n<p>&#8211; Destino n\u00e3o existe! S\u00e3o suas a\u00e7\u00f5es que criam o seu viver e o da humanidade. Respondeu o meu lado oculto.<\/p>\n<p>&#8211; Existem, por\u00e9m, os acasos&#8230; E as necessidades&#8230; Respondo apreensivo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><span style=\"text-decoration: underline;\">Cap\u00edtulo primeiro<\/span><\/strong><\/p>\n<p>&#8211; V\u00f4 Lolou, o que s\u00e3o esses textos nesses arquivos?<\/p>\n<p>Ele me olha bem nos olhos e n\u00e3o responde.<\/p>\n<p>Fica pensativo e depois me diz que s\u00e3o fatos e observa\u00e7\u00f5es do meu bisav\u00f4, pai dele e n\u00e3o gostaria de falar disso.<\/p>\n<p>Eu me chateio, por ser muito curioso.<\/p>\n<p>Fa\u00e7o um trato com ele: se me deixar ler prometo que n\u00e3o conto para ningu\u00e9m. Ele d\u00e1 uma gargalhada:<\/p>\n<p>&#8211; Duvido muito. Perceba que j\u00e1 tem muita coisa escrita no mundo todas as horas. Para que escrever mais? Estes textos s\u00e3o pessoais, dos meus pais que j\u00e1 morreram. Se for contar para algu\u00e9m pense bem. Fale antes comigo.<\/p>\n<p>Ele est\u00e1 mentindo, eu sei. H\u00e1 textos, fotos, arquivos, m\u00fasicas dele e n\u00e3o apenas do pai dele, todos esses arquivos digitais, sem ordem alguma no muito velho computador dele.<\/p>\n<p>&lt;&gt;<\/p>\n<p>Assim, por v\u00e1rias vezes, enquanto n\u00e3o volto para as aulas na Faculdade de Arquitetura na capital do Estado, S\u00e3o Paulo, eu me encontro com meu v\u00f4 Lolou para ler os arquivos, ver as fotos e, de vez em quando, ele me revelar os segredos desses arquivos.<\/p>\n<p>Com o consentimento dele vou gravando e copiando aqui no meu micro computador. Este equipamento grava voz e transforma em texto, mas sempre preciso revisar, pois algumas palavras falham.<\/p>\n<p>N\u00e3o sei por que comecei isso tudo. Deve ser mera curiosidade.<\/p>\n<p>Mas tem uma coisa que \u00e9 um absurdo! Estamos em 2023 e meu av\u00f4 usa um computador antigo. Agora que a tecnologia de informa\u00e7\u00e3o cabe em qualquer mini objeto, por meio de chips e programas, eu n\u00e3o entendo a paix\u00e3o dele por essa velha m\u00e1quina de 1990.<\/p>\n<p>&lt;&gt;<\/p>\n<p>Embora seja inverno, o dia est\u00e1 claro, agrad\u00e1vel. Itapetininga sempre foi uma regi\u00e3o mais fria do sudoeste do Estado de S\u00e3o Paulo. Como \u00e9 uma cidade com certo encanto para os que nasceram aqui ou moram aqui, ganhou o apelido de \u201cItapelinda\u201d.<\/p>\n<p>Chego \u00e0 casa de Lolou e est\u00e1 junto dele a minha prima Laura mostrando a sua \u00faltima pintura. Fico admirando e reconhe\u00e7o que ela \u00e9 uma excelente pintora. Primeiro ela pinta em tela e depois usa o meio digital para fazer lindas imagens a cores.<\/p>\n<p>Nesta pintura ela retrata a cores muito vivas o rosto do v\u00f4 Lolou, um senhor velho \u00e9 verdade, de mais de oitenta anos, por\u00e9m cheio de vida nesses olhinhos azuis na pele clara do rosto que tudo enxergam e nunca param. Meu av\u00f4 \u00e9 baixinho e meio gordinho. Sou fisicamente diferente dele, Moreno, magro, mais alto. N\u00e3o encontrei muitos parentes nossos que fossem como ele \u00e9.<\/p>\n<p>Laura est\u00e1 com 16 anos. Lembro-me dela quando ela era bem crian\u00e7a e as pessoas tinham o costume de perguntar:<\/p>\n<p>&#8211; O que voc\u00ea vai ser quando crescer? Ela respondia, com orgulho:<\/p>\n<p>&#8211; Eu j\u00e1 sou uma artista!<\/p>\n<p>Depois sua m\u00e3e, minha tia Amanda, disse que artista s\u00f3 depois que morria ganhava dinheiro. Que largasse m\u00e3o de se pensar como artista.<\/p>\n<p>Por um tempo a Laura n\u00e3o quis mais se julgar artista. Mas depois compreendeu que alguns artistas ganhavam um bom dinheiro ainda em vida.<\/p>\n<p>Deixo de olhar a tela do micro computador de Laura para apreciar a entrada no quarto do v\u00f4 Lolou de Mariana, minha outra prima, muito linda, modelo fotogr\u00e1fico de v\u00e1rias ag\u00eancias internacionais, com esse rosto e esse corpo maravilhoso, e com apenas 20 anos. Ela vem avisar:<\/p>\n<p>&#8211; V\u00f4 n\u00e3o se esque\u00e7a de que tem que estar \u00e0s nove da noite na inaugura\u00e7\u00e3o do novo Centro de Descondicionamento Alimentar!<\/p>\n<p>Acho estranho isso. Pergunto a ela o que \u00e9 isso.<\/p>\n<p>&#8211; \u00c9 um local da Prefeitura Municipal de Itapelinda e das Ongs (Organiza\u00e7\u00f5es N\u00e3o Governamentais) para que as pessoas troquem sua alimenta\u00e7\u00e3o por outra mais saud\u00e1vel e tamb\u00e9m aprendam a se socializar mais.<\/p>\n<p>&#8211; Mas a prefeitura n\u00e3o usa meios digitais para isso?<\/p>\n<p>Lolou responde rapidamente:<\/p>\n<p>&#8211; Mesmo sendo tudo digital ainda a presen\u00e7a f\u00edsica, e at\u00e9 por isso, ela \u00e9 muito valiosa e apreciada.<\/p>\n<p>Acho muito diferente de tudo que sei sobre prefeituras, em especial as do Estado de S\u00e3o Paulo, Brasil. Tento saber mais.<\/p>\n<p>&#8211; Mas que projeto \u00e9 esse? Somente para os velhos? Vov\u00f4 est\u00e1 com problemas?<\/p>\n<p>Lolou d\u00e1 uma gargalhada enquanto Mariana explica.<\/p>\n<p>&#8211; Todas as pessoas de todas as idades podem frequentar. Depois eu mostro para voc\u00ea isso. Voc\u00ea fica longe de Itapetininga, \u00e9 isso que acontece, n\u00e3o sabe mais nada.<\/p>\n<p>Mariana \u00e9 uma das mo\u00e7as mais lindas que conhe\u00e7o. Ela me d\u00e1 um beijo no rosto:<\/p>\n<p>&#8211; Kain\u00e3 tenho de sair. Vou experimentar as roupas e sapatos para o desfile de moda da semana quem vem.<\/p>\n<p>Pergunto onde vai ser. Ela d\u00e1 uma risadinha:<\/p>\n<p>&#8211; Roma, para o papa!<\/p>\n<p>N\u00e3o sei se Mariana est\u00e1 brincando comigo. De fato ela tem apartamento l\u00e1.<\/p>\n<p>Ela sai enquanto admiro a beleza do corpo dessa prima. Puxo conversa com Laura, aqui do meu lado.<\/p>\n<p>&#8211; Sempre pintando?<\/p>\n<p>&#8211; Voc\u00ea gostou da minha nova pintura?<\/p>\n<p>&#8211; Gostei sim, Laura, \u00e9 bem bonita. Ela sorri me d\u00e1 um beijo na testa e tamb\u00e9m sai. Fico sozinho com o v\u00f4.<\/p>\n<p>&lt;&gt;<\/p>\n<p>Vov\u00f4 Lolou me mostra v\u00e1rios arquivos de pessoas com sobrenome similar a Ricchetti que ele encontrou pela Internet.<\/p>\n<p>&#8211; Estes s\u00e3o Riquetti nobres inclusive com bras\u00f5es para os quais h\u00e1 links. Primeiro s\u00e3o as Maison (Casas), veja algumas:<\/p>\n<p>Comte de Caraman, puis Comte Caraman et Baron de Caramant et Pair de France, puis Marquis de Caraman et Pair de France, puis Duc de Caraman et Pair de France, Victor Marie Joseph Louis de Riquet (1786-1837), Baron de Riquet et de l&#8217;Empire, Maurice Gabriel Joseph de Riquet (1765-1835), Comte de Caraman, Baron de Riquet et de l&#8217;Empire, Fran\u00e7ois Joseph Philippe de Riquet (1771-1842), Prince de Chimay, Joseph Marie Guy Henri Philippe de Riquet (1836-1892), Prince de Chimay, Prince de Caraman, Grand d&#8217;Espagne, Ministre belge, Victor Riquetti (1715-1789), Marquis de Mirabeau, Economiste, Gabriel Honor\u00e9 Riquetti (1749-1791), Marquis de Mirabeau, Homme politique, Boniface Riquetti (1754-1792), Marquis de Mirabeau, Homme politique et militaire.<\/p>\n<p>&lt;&gt;<\/p>\n<p>V\u00f4 Lolou me diz que \u00e9 citado o Canal Du Midi, uma obra que deu o t\u00edtulo de nobre ao autor. Esse canal, inaugurado em 1861, por meio de liga\u00e7\u00f5es entre v\u00e1rios rios e lagos, fez surgir uma estrada aqu\u00e1tica entre o cento da Fran\u00e7a e os portos de mar. Representou a possibilidade de escoamento das safras pelos agricultores. Atualmente serve tamb\u00e9m com uma estada aqu\u00e1tica para turismo.<\/p>\n<p>&lt;&gt;<\/p>\n<p>Lolou abre arquivos sobre a It\u00e1lia e os da Famiglia Ricchetti e assemelhados, quanto ao sobrenome, que varia muito conforme as fontes, sendo o primeiro arquivo o de um Ricchetti de fam\u00edlia judia:<\/p>\n<p>\u201cJoseph Shalit ben Eliezer Riqueti (Richetti) was a Jewish-Italian scholar born at Safed, and who lived in the second half of the 17th century at Verona, where he directed a Talmudical school. He was the author of \u1e24okmat ha-Mishkan or Iggeret Meleket ha-Mishkan (Mantua, 1676), on the construction of the First Temple. He also published a map of Palestine which Zunz supposes to have been prepared as one of the illustrations of a Passover Haggadah.<\/p>\n<p>Besides his own works Joseph edited \u1e24ibbur Ma&#8217;asiyyot (Venice, 1646), a collection of moral tales, and Gershon ben Asher&#8217;s Yi\u1e25us ha-\u1e92addi\u1e33im, to which he added notes of his own (Mantua, 1676). He is possibly the earliest author to mention the Midrash ha-Gadol, although it is not clear whether he was referring to the Yemenite work currently known by that title.\u201d<\/p>\n<p>&lt;&gt;<\/p>\n<p>Ainda sobre a quest\u00e3o de serem os Ricchetti de origem judaica, ele mostra uma not\u00edcia:<\/p>\n<p>\u201cElia Enrico Richetti Elia Enrico Richetti Rav Elia Enrico Richetti \u00e8 nato a Milano il 6 giugno 1950. Dopo aver conseguito la Maturit\u00e0 classica presso le Scuole della Comunit\u00e0 Ebraica di Milano, si \u00e8 iscritto alla facolt\u00e0 di Lingue e Letterature Straniere presso l\u2019Universit\u00e0 degli Studi di Milano (mai completata) e, lavorando come ufficiante di culto presso la Sinagoga Centrale di Milano e funzionario dell\u2019Ufficio Rabbinico, ha preparato in due anni, privatamente, l\u2019esame di quarto anno del Collegio Rabbinico Italiano (Roma), e lo ha superato con la media del 9,5\/10&#8230;\u201d.<\/p>\n<p>Ha pubblicato articoli su diversi giornali e periodici, ebraici e non ebraici, italiani; \u00e8 autore di un saggio su \u201cLe Mitzw\u00f2t al femminile\u201d (1993), nonch\u00e9 di qualche breve studio su \u201cLa Rassegna Mensile di Israel\u201d. Ha curato e cura l\u2019edizione di formulari liturgici ebraici, ed ha in corso di stampa una sua traduzione annotata del trattato \u201cSanhedr\u00ecn\u201d della Mishn\u00e0.<\/p>\n<p>Appassionato cantore di liturgia ebraica, \u00e8 esperto nei riti di diverse Comunit\u00e0 ebraiche in Italia, di alcune delle quali sta registrando e preservando i canti.<\/p>\n<p>\u00c8 attualmente Rabbino della Sinagoga di Via Eupili a Milano, e collabora con le case editrici che si occupano di editoria ebraica.<\/p>\n<p>(c\u00f3pia de not\u00edcia de jornal reproduzida da Internet em fevereiro de 2014)<\/p>\n<p>Lolou diz mais:<\/p>\n<p>&#8211; Este rabino foi o chefe da Comunidade dos rabinos na It\u00e1lia em 2014, se n\u00e3o me engano.<\/p>\n<p>E por falar de judeus tamb\u00e9m tinha um recorte de not\u00edcia dizendo sobre os t\u00famulos dos judeus mortos pelos nazistas na Segunda Grande Guerra Mundial. Um deles, na Hungria, dizia \u201cFam\u00edlia Ricchetti\u201d, mas com a bagun\u00e7a que ficou aqui no meu computador, eu n\u00e3o encontro.<\/p>\n<p>&lt;&gt;<\/p>\n<p>Enquanto ele mostra essas antiguidades eu n\u00e3o consigo esquecer o que a Mariana falou sobre um tal centro.<\/p>\n<p>&#8211; Lolou me fale mais sobre esse tal de Centro. Depois voc\u00ea me mostra essas coisas velhas ai.<\/p>\n<p>&#8211; Depois, depois&#8230; Primeiro vamos ver o passado, antes que eu morra e tudo isso suma!<\/p>\n<p>Dou uma risada alta porque ele \u00e9 velho, \u00e9 verdade, mas se tem a impress\u00e3o que \u00e9 um ser imortal, pela sa\u00fade e comportamento.<\/p>\n<p><strong>&#8211; Mas voc\u00ea \u00e9 imortal meu vov\u00f4!<\/strong><\/p>\n<p>&#8211; Sou imortal por ser s\u00f3cio da Academia Itapetiningana de Letras. Sou imortal na mem\u00f3ria, ao menos por curto tempo, de voc\u00eas que conhecem ou por alguma coisa que eu tivesse feito. N\u00e3o fiz nada e ent\u00e3o sou tamb\u00e9m bem mortal! E ele agora \u00e9 ele que d\u00e1 uma risada.<\/p>\n<p>&#8211; Como diz a v\u00f3 J\u00falia voc\u00ea vai viver mais de cem anos. Mas me diz uma coisa que n\u00e3o entendi. Os Ricchetti s\u00e3o judeus? S\u00e3o nobres? S\u00e3o ricos?<\/p>\n<p>&#8211; N\u00e3o sei bem sobre isso. Talvez fossem ricos por serem judeus. Mas com a vinda para o Brasil, ou mesmo na It\u00e1lia, pode ser que tenham abandonado a religi\u00e3o e os costumes dos judeus. Pelo o que sei quase todos que conhe\u00e7o s\u00e3o cat\u00f3licos.<\/p>\n<p>&#8211; E s\u00e3o ricos?<\/p>\n<p>&#8211; Eu diria que todos foram ou s\u00e3o de classe m\u00e9dia para m\u00e9dia alta. Menos meu pai Uth que sempre foi pobre.<\/p>\n<p>&#8211; Tem algu\u00e9m, al\u00e9m daqueles nobres franceses, que s\u00e3o nobres?<\/p>\n<p>&#8211; Minha av\u00f3 paterna, Maria Giovanna D\u2019Andrea, antes de casar, vivia no Pal\u00e1cio do Rei Humberto I. que sucedeu a Vitor Emanuele, porque sua m\u00e3e era ama de leite da filha dele. Quando se casou com um dito \u201cplebeu\u201d como o maestro Ricchetti, n\u00e3o teve mais os requisitos para ser nobre. Mas ela sempre agiu como se fosse nobre. Lembro-me de minha av\u00f3 Maria Joana, como era chamada, indo at\u00e9 em casa levar alguma coisa que ela pegava na Casa Ricchetti e se deparar com minha m\u00e3e Lucila servindo polenta para os filhos. Com seu dialeto italiano e o portugu\u00eas que mal aprendeu a falar, ela disse:<\/p>\n<p>&#8211; \u201cQuesto\u201d \u00e9 para porcos comerem&#8230;<\/p>\n<p>Mas agora chega de conversa e suposi\u00e7\u00f5es. Vamos ver mais das \u201ccoisas\u201d velhas que pesquisei na Internet. Mesmo sem as fontes que esqueci de ir anotando, eu acredito nessas informa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Fazer o qu\u00ea? Ele quer mostrar, que mostre ent\u00e3o.<\/p>\n<p>&lt;&gt;<\/p>\n<p>&#8211; Veja agora um Ricchetti cientista:<\/p>\n<p>Charles Robert Richet nasceu em 26 de agosto de 1850 e morreu em quatro de dezembro de 1935 em Paris. Aos 37 anos de idade foi nomeado lente catedr\u00e1tico de Filosofia da Faculdade de Medicina de Paris.<\/p>\n<p>Conhecido como o fundador da Metaps\u00edquica, desempenhou um papel fundamental no processo de desvendar o desconhecido mundo dos fen\u00f4menos an\u00edmicos. Em 1905, ent\u00e3o presidente da Sociedade de Investiga\u00e7\u00f5es Ps\u00edquicas &#8211; Londres prop\u00f4s o nome de Metaps\u00edquica a este conjunto de conhecimentos.<\/p>\n<p>Richet definiu a Metaps\u00edquica como a &#8220;ci\u00eancia que tem por objeto fen\u00f4menos mec\u00e2nicos ou psicol\u00f3gicos, devido a for\u00e7as que parecem inteligentes, ou a poderes desconhecidos, latentes na intelig\u00eancia humana&#8221;.<\/p>\n<p>Richet como fisiologista de nome internacional, se destingiu por seus trabalhos no campo da soroterapia e pelo descobrimento da anafilaxia, que lhe renderam o pr\u00eamio Nobel de Medicina em1913.<\/p>\n<p>&lt;&gt;<\/p>\n<p>Minha v\u00f3 Maria Julia entra no quarto j\u00e1 dando ordens:<\/p>\n<p>&#8211; Todo mundo fora do quarto, vamos! Preciso dar uma boa arrumada aqui.<\/p>\n<p>E nos empurra para fora do quarto. Sa\u00edamos para a frente da casa na pracinha para tomar um pouco desse sol de inverno.<\/p>\n<p>&lt;&gt;<\/p>\n<p>De volta ao quarto Lolou continua:<\/p>\n<p>&#8211; Olhe essa raridade! Este antigo arquivo mostra os da fam\u00edlia, os mais antigos que foram poss\u00edveis de se encontrar. Eu achei usando links pela Internet.<\/p>\n<ol start=\"48\">\n<li>Nicola l&#8217;Erario, died 26 October 1760 in Casteluccio Valmaggiore Bovino Italy167.<\/li>\n<\/ol>\n<p>He married 49. Margarita Stefanelli.<\/p>\n<ol start=\"49\">\n<li>Margarita Stefanelli, died Unknown.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Children of Nicola l&#8217;Erario and Margarita Stefanelli are:<\/p>\n<p>i.Angelo l&#8217;Erario, born 1736; died 9 March 1816 in Casteluccio Valmaggiore Bovino Italy168; married Teresa d&#8217; Imperio; died Unknown.<\/p>\n<p>ii.Anna l&#8217;Erario, born 1751 in Casteluccio Valmaggiore Bovino Italy; died 24 July 1811 in Casteluccio Valmaggiore Bovino Italy169<\/p>\n<p>iii.Vincenzo l&#8217;Erario, born 1760 in Casteluccio Valmaggiore Bovino Italy; died 29 August 1835 in Casteluccio Valmaggiore Bovino Italy; married Serafina Ricchetti.<\/p>\n<ol start=\"50\">\n<li>Nicola Ricchetti, born 1718 in Castelluccio Valmaggiore Bovino Italy; died 10 April 1770 in Casteluccio Valmaggiore Bovino Italy170. He was the son of 100. Domenico Ricchetti. He married 51. Caterina Giannini.<\/li>\n<li>Caterina Giannini, born 1736 in Celle Italy; died 28 December 1802 in Casteluccio Valmaggiore Bovino Italy170.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Children of Nicola Ricchetti and Caterina Giannini are:<\/p>\n<p>i.Angelo Ricchetti, born 1756 in Castelluccio Valmaggiore Bovino Italy; died 4 September 1840 in Castelluccio Valmaggiore Bovino Italy171; married Elisabetta Agriesti; born 1768 in Faeto Italy; died 27 February 1802 in Castelluccio Valmaggiore Bovino Italy172.<\/p>\n<p>ii.Giovanna Ricchetti, born 1771 in Celle Italy; died 24 November 1817 in Casteluccio Valmaggiore Bovino Italy173; married Leonardo Checchia; born 24 February 1765 in Casteluccio Valmaggiore Bovino Italy174; died 29 January 1829 in Casteluccio Valmaggiore Bovino Italy175.<\/p>\n<p>iii.Serafina Ricchetti, born 1763 in Casteluccio Valmaggiore Bovino Italy; died 9 July 1843 in Casteluccio Valmaggiore Bovino Italy; married Vincenzo l&#8217;Erario.<\/p>\n<p>iv.Rosa Ricchetti, born 20 March 1767 in Casteluccio Valmaggiore Bovino Italy176; died Unknown; married (1) Pietro Checchia; born 1761 in Faeto Italy; died 18 November 1817 in Casteluccio Valmaggiore Bovino Italy177; married (2) Giovanni Gatti 1835 in Castelluccio Valmaggiore Bovino Italy; born 18 May 1765 in Casteluccio Valmaggiore Bovino Italy178; died Unknown. More About Rosa Ricchetti:Baptism: 20 March 1767, Casteluccio Valmaggiore Bovino Italy178.<\/p>\n<p>More About Giovanni Gatti:Baptism: 18 May 1865, Casteluccio Valmaggiore Bovino Italy178<\/p>\n<p>v.Lucia Ricchetti, born 1764; died 8 December 1803 in Castelluccio Valmaggiore Bovino Italy179; married Michele Giannetta; born 1762; died 4 December 1831 in Castelluccio Valmaggiore Bovino Italy180.<\/p>\n<p>&lt;&gt;<\/p>\n<p>Pe\u00e7o licen\u00e7a para o v\u00f4 Lolou, pois estou com sede. Na verdade n\u00e3o aguento mais ele me mostrar essas postagens antigas. O que ele pretendeu armazenando isso?<\/p>\n<p>Vou at\u00e9 a cozinha, apanho um copo limpo chego perto da torneira e quando vou encher o copo, minha prima Laura me impede.<\/p>\n<p>&#8211; N\u00e3o tome essa \u00e1gua assim! E tira o meu copo da minha m\u00e3o. Fico surpreso.<\/p>\n<p>&#8211; Mas \u00e9 \u00e1gua tratada pela Companhia Estadual de \u00c1guas! Por que n\u00e3o posso?<\/p>\n<p>Laura leva meu copo at\u00e9 uma torneira de um pote, explicando:<\/p>\n<p>&#8211; Esta \u00e1gua aqui, al\u00e9m de mais fresca, j\u00e1 n\u00e3o tem fl\u00faor.<\/p>\n<p>Pela minha cara de n\u00e3o ter entendido nada, ela continua.<\/p>\n<p>&#8211; \u201cComo nosso v\u00f4 sempre fala, a \u2018burrocracia\u201d trata todos como iguais e n\u00f3s n\u00e3o somos. Acontece que o Governo do Estado segue uma lei que \u00e9 preciso colocar fl\u00faor na \u00e1gua porque as crian\u00e7as precisam dele para se livrar de c\u00e1ries.<\/p>\n<p>&#8211; E isso est\u00e1 correto. Qual \u00e9 o problema?<\/p>\n<p>&#8211; Acontece que quem sabe quanto de fl\u00faor deve ser adicionado \u00e9 o dentista, ele ou ela, que atende a crian\u00e7a. O governo, considerando todo mundo igual, coloca um tanto por cento para cada um dos cidad\u00e3os e com isso intoxica as pessoas com o fl\u00faor que causa muitos problemas para a sa\u00fade e para a vida de cada um de n\u00f3s.<\/p>\n<p>Bebo a \u00e1gua sem fl\u00faor. At\u00e9 que o gosto parece melhor. Ela continua.<\/p>\n<p>&#8211; A nossa prefeitura nos instrui como tirar o fl\u00faor da \u00e1gua antes de fazer qualquer coisa com ela. E tem o atendimento pessoal de dentistas que dizem aos pais quanto de fl\u00faor deve ser adicionado a cada filho. Em Itapetininga foi lan\u00e7ado em 2003 um livro, Fl\u00faor e outros vil\u00f5es da Humanidade, pelo m\u00e9dico. Artur Antonio Chagas Monteiro.<\/p>\n<p>Fico pensado que prefeito \u00e9 esse! Que gente \u00e9 essa de Itapelinda que n\u00e3o reconhe\u00e7o mais! Cada vez mais h\u00e1 algo que preciso compreender sobre a cidade, o prefeito, os outros&#8230;<\/p>\n<p>&lt;&gt;<\/p>\n<p>Volto para o quarto de estudo do Lolou para fazer mais perguntas sobre o prefeito, mas ele nem me deixa falar. Entusiasmado com os \u201ctesouros\u201d que achou na Internet sobre os velhos Ricchetti, Riquet, Richetti, Riquetti, logo recome\u00e7a:<\/p>\n<p>&#8211; H\u00e1 tamb\u00e9m um arquivo sobre outro Richetti, cuja descend\u00eancia n\u00e3o est\u00e1 clara, ou seja, quem foram seus pais e parentes.<\/p>\n<p>Pasquale Richetti, nascido em 1866, foi criado por uma fam\u00edlia de Cesiomagiore e se chamava o pai adotivo Beniarmino Bortoluz! Pasqualie ficou com esta fam\u00edlia at\u00e9 ir para o ex\u00e9rcito.<\/p>\n<p>Depois se casou e imigrou para o Rio Grande do Sul, no Brasil, um pouco antes de 1887. Dele surgiu uma fam\u00edlia imensa em terras ga\u00fachas e posteriormente em Santa Catarina e Paran\u00e1.<\/p>\n<p>Vov\u00f4 Lolou fala que conheceu muitos membros dessa fam\u00edlia, mas que vai contar depois sobre isso.<\/p>\n<p>&lt;&gt;<\/p>\n<p>Meu v\u00f4 sai do quarto a chamado do meu pai Leon que quer falar com ele sobre sua preocupa\u00e7\u00e3o por ser carteiro. Eu sei disso, pois pai Leon j\u00e1 comentara comigo que as correspond\u00eancias raramente s\u00e3o escritas para serem entregues. Cada vez mais se usam os meios digitais para isso. Parece que a profiss\u00e3o de carteiro, como tantas outras, vai desaparecer. E meu pai, procura ouvir pessoas para ver como deve agir no caso de ficar desempregado.<\/p>\n<p>\u00c9 minha vez de fu\u00e7ar os arquivos.<\/p>\n<p>Encontro tamb\u00e9m uma refer\u00eancia no arquivo de senhora que imigrou para o Estado de Minas Gerais;<\/p>\n<p>Arquivo P\u00fablico Mineiro &#8211; APM<\/p>\n<p>SA-862 \u2013 RICHETTI &#8211; Chefe da fam\u00edlia: RICHETTI Felicit\u00e1 &#8211; 35 anos<\/p>\n<p>Livro: SA-862 pag.: 149v &#8211; Data: 05\/04\/1892 (Data de entrada na Hospedaria) &#8211; Nacionalidade: Italiana<\/p>\n<p>Dependentes: RICHETTI Giovanna &#8211; 10 anos \u2013 filha, RICHETTI Annunziata &#8211; 8 anos \u2013 filha, RICHETTI Emilio &#8211; 5 anos \u2013 filho, RICHETTI Antonio &#8211; 3 anos \u2013 filho.<\/p>\n<p>Embarca\u00e7\u00e3o: Aquitaine &#8211; Microfilme: Rolo 01- http:\/\/<\/p>\n<p>Meu v\u00f4 escreveu um coment\u00e1rio de que conheceu uma jovem Richetti pelo Orkut, antiga rede virtual de relacionamentos, natural do Estado de Minas Gerais, descendente de Felicit\u00e1. Mas, como muitos outros Ricchetti, n\u00e3o quis dar mais informa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>&lt;&gt;<\/p>\n<p>Vou abrindo outros arquivos de texto e de foto, inclusive alguns que me parecem serem da intimidade dele. Minha curiosidade \u00e9 tanta que mal percebo meu v\u00f4 voltando. Rapidamente fecho os arquivos. Lolou senta ao meu lado e me indica um texto proveniente de um e-mail sobre um outro Angelo Ricchetti:<\/p>\n<p>Ciao Angelo. Come t\u00e8, io mi chiamo Angelo Ricchetti nato a Troia (FG) il 07-12-1955, e anche mio nonno si chiamava Angelo Ricchetti figlio di Giuseppe Ricchetti. Mio nonno e nato a Castelluccio Valmaggiore, in Provincia Di Foggia nel 1881. Quasi tutti i Ricchetti che vivono in Provincia di Foggia prendono origine da Castelluccio Valmaggiore. Se vedi su Google Maps la distanza di San Bartolomeo in Galdo (BN) e Castellluccio Valmaggiore (FG) e di pi\u00f9 o meno 50 &#8211; 60 km. Io con la mia famiglia, vivo a Troia (FG) a 15 km da Castelluccio Valmaggiore. Forse e possibile che ci sia un legame con i nostri antenati. Un Sincero Saluto<\/p>\n<p>Vedi Angelo, allego una mappa stradale.<\/p>\n<p>&lt;&gt;<\/p>\n<p>Ao final do arquivo v\u00f4 Lolou escreveu: Angelo Ricchetti, falecido em acidente de carro em 10 de mar\u00e7o de 2015, na estrada que leva a Troia. Seu companheiro de infort\u00fanio foi Mario Ragazzi. Na minha inf\u00e2ncia eu tinha como amigos dois meninos da Fam\u00edlia Ragazzi. Coincid\u00eancia?<\/p>\n<p>Ele me conta:<\/p>\n<p>&#8211; Este acidente me faz lembrar de outro em S\u00e3o Manuel quando eu estava l\u00e1 de f\u00e9rias da Faculdade. Foi com meu primo Ulysses, filho de minha tia Helena Alves Ricchetti. Minha prima, Maria Helena, j\u00e1 casada, veio de carro de Mar\u00edlia, onde morava at\u00e9 a entrada de S\u00e3o Manuel sem saber que seu irm\u00e3o, que ela estimava muito, havia morrido. Diziam apenas ter sofrido um acidente de carro. At\u00e9 hoje eu ainda escuto os gritos alucinantes dela em meus sonhos ao ver o irm\u00e3o no caix\u00e3o sem metade do rosto.<\/p>\n<p>&lt;&gt;<\/p>\n<p>V\u00f4 Lolou diz que o seu av\u00f4 paterno se chamava Angelo Ricchetti, filho de Lorenzo Ricchetti e Angela Turso, batisado na Par\u00f3quia de Castelluccio Valmaggiore, em 02\/08\/1866 e sua av\u00f3 era Maria Giovanna D&#8217;Andrea, filha de Matteo D\u2019Andrea e Isabella Reino, batisada na Par\u00f3quia de San Bartolomeio in Galdo, em 14\/03\/1869. Eles se casaram na Par\u00f3quia de San Bartolomeo in Galdo, em 18\/02\/1889.<\/p>\n<p>Pergunto se os av\u00f3s dele eram imigrantes. Ele me olha por um tempo para depois dizer:<\/p>\n<p>&#8211; Voc\u00ea precisa estudar mais, Kain\u00e3. Pelo visto n\u00e3o sabe nada da for\u00e7a do capitalismo, da industrializa\u00e7\u00e3o, do efeito no mundo, na Europa, na It\u00e1lia e no Brasil dessa mudan\u00e7a que houve do sistema feudal para o capitalismo.<\/p>\n<p>Eu fico aturdido. O que ser\u00e1 que deixei de estudar? E o que isso que ele falou tem com os arquivos dele?<\/p>\n<p>Meu av\u00f4 d\u00e1 uma gargalhada!<\/p>\n<p>&#8211; Por que est\u00e1 rindo? Voc\u00ea me assusta, sabe?<\/p>\n<p>&#8211; Estou me divertindo com sua cara de quem est\u00e1 bem por fora de assuntos importantes para se compreender a vida das pessoas hoje em dia. Vou explicar, n\u00e3o precisa ficar chateado com minha risada.<\/p>\n<p>Fico quieto. Quem sabe eu come\u00e7o a entender o que esse velhinho est\u00e1 querendo de mim que n\u00e3o deve ser apenas arrumar os arquivos digitais dele.<\/p>\n<p>&#8211; Os meus antepassados italianos viveram momentos de vida tanto na fase do feudalismo como na fase posterior, do capitalismo, da industrializa\u00e7\u00e3o. Deixa-me encontrar aqui nos meus arquivos um texto \u00f3timo que explica bem.<\/p>\n<p>Ele procura e encontra. Diz para eu ler. Eu leio:<\/p>\n<p>O s\u00e9culo XIX foi marcado por uma intensa expuls\u00e3o demogr\u00e1fica na Europa. O alto crescimento da popula\u00e7\u00e3o, ao lado do acelerado processo de industrializa\u00e7\u00e3o, afetaram diretamente as oportunidades de emprego naquele continente.<\/p>\n<p>A transi\u00e7\u00e3o entre um modelo de produ\u00e7\u00e3o feudal para um sistema capitalista afetou diretamente as condi\u00e7\u00f5es sociais no continente europeu. As terras ficaram concentradas nas m\u00e3os de poucos propriet\u00e1rios, havia altas taxas de impostos sobre a propriedade, fazendo o pequeno propriet\u00e1rio se endividar com empr\u00e9stimos.<\/p>\n<p>Na segunda metade do s\u00e9culo XIX, a Pen\u00ednsula It\u00e1lica estava dividida em v\u00e1rios reinos, que eram Estados independentes. Alguns destes reinos eram, inclusive, governados de forma autorit\u00e1ria por fam\u00edlias reais da \u00c1ustria e da Fran\u00e7a. A Igreja Cat\u00f3lica tamb\u00e9m tinha grande poder pol\u00edtico em algumas regi\u00f5es.<\/p>\n<p>Neste contexto, n\u00e3o havia unifica\u00e7\u00e3o de leis, moeda, l\u00edngua e sistema pol\u00edtico. Portanto, ainda n\u00e3o havia um pa\u00eds com nome de It\u00e1lia com poder centralizado.<\/p>\n<p>O Risorgimento (em portugu\u00eas: Ressurgimento) \u00e9 o movimento na hist\u00f3ria italiana que buscou entre 1815 e 1870 unificar o pa\u00eds, que era uma cole\u00e7\u00e3o de pequenos Estados, submetidos a pot\u00eancias estrangeiras.<\/p>\n<p>wikipedia.org\/<\/p>\n<p>&#8211; Pronto. J\u00e1 li. Mas o que isso tem de importante?<\/p>\n<p>Ele d\u00e1 um murro na mesinha do computador e me olha com raiva;<\/p>\n<p>&#8211; Tudo que estou mostrando \u00e9 sobre a Fam\u00edlia Ricchetti, italianos ent\u00e3o tem de entender o pano de fundo, o que est\u00e1 por tr\u00e1s das hist\u00f3rias de vida destes nossos antepassados. Ningu\u00e9m vive isolado do seu contexto, da sua realidade humana. Quando o capitalismo come\u00e7a a ganhar for\u00e7a por meio de revolu\u00e7\u00e3o burguesa, come\u00e7a tamb\u00e9m a destruir o modo de vida que existe. Tudo vai mudando por bem ou por mal. Leia mais um pouco e aprenda!<\/p>\n<p>Durante o s\u00e9culo XIX, a expans\u00e3o do capitalismo e dos ideais pol\u00edticos liberais alcan\u00e7ou diversas partes da Europa promovendo um tempo de grandes transforma\u00e7\u00f5es. Na Pen\u00ednsula It\u00e1lica, essas mudan\u00e7as ganharam for\u00e7a quando a grande burguesia nacional se mostrou interessada em unificar os territ\u00f3rios com o objetivo de ampliar seus mercados e lucros. No entanto, a regi\u00e3o era dividida em v\u00e1rios estados absolutistas ou tinha parte seus territ\u00f3rios dominados por outras na\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>No Brasil, a Inglaterra interessada no assalariamento dos empregados, necessidade primeira para o capital, for\u00e7ou o t\u00e9rmino da escravid\u00e3o dos negros africanos. O governo, precisando substituir a m\u00e3o de obra escrava, facilita a vinda dos imigrantes da Italia, tanto os que perderam suas terras, como os artes\u00e3os urbanos, resultado do avan\u00e7o do capitalismo tanto na Europa como na Am\u00e9rica, de modo geral.<\/p>\n<p>Mundo Educa\u00e7\u00e3o\/<\/p>\n<p>Leio e busco entender essas frases certamente escritas por algum estudioso. Leio mais um trecho.<\/p>\n<p>A partir da d\u00e9cada de 1870, foram impulsionados pelas transforma\u00e7\u00f5es socioecon\u00f4micas em curso no Norte da pen\u00ednsula it\u00e1lica, que afetaram, sobretudo, a propriedade da terra. Um aspecto peculiar \u00e0 imigra\u00e7\u00e3o em massa italiana \u00e9 que ela come\u00e7ou a ocorrer pouco ap\u00f3s a unifica\u00e7\u00e3o da It\u00e1lia (1861), raz\u00e3o pela qual uma identidade nacional desses imigrantes se forjou, em grande medida, no Brasil.<\/p>\n<p>Wikip\u00e9dia, a enciclop\u00e9dia livre.<\/p>\n<p>Acho que come\u00e7o a compreender esse tal \u201cpano de fundo\u201d que o Lolou falou.<\/p>\n<p>&#8211; Ent\u00e3o quer dizer que nossos antepassados viviam l\u00e1 nos seus locais muito bem, mas com essa press\u00e3o externa come\u00e7aram a passar fome e tiveram que sair para outros lugares. \u00c9 isso?<\/p>\n<p>&#8211; Viva! Est\u00e1 come\u00e7ando a pensar, meu sobrinho Kain\u00e3! Tem uma frase interessante registrada em algum local do meu computador que \u00e9 quando um italiano, sabe-se l\u00e1 quem, pergunta para o Ministro de Estado da It\u00e1lia por que precisa deixar a terra p\u00e1tria. Achei! Leia.<\/p>\n<p>\u201cQue entendeis por uma Na\u00e7\u00e3o, Senhor Ministro? \u00c9 a massa dos infelizes? Plantamos e ceifamos o trigo, mas nunca provamos p\u00e3o branco. Cultivamos a videira, mas n\u00e3o bebemos o vinho. Criamos animais, mas n\u00e3o comemos a carne. Apesar disso, v\u00f3s nos aconselhais a n\u00e3o abandonarmos a nossa P\u00e1tria? Mas \u00e9 uma P\u00e1tria a terra onde n\u00e3o se consegue viver do pr\u00f3prio trabalho?\u201d<\/p>\n<p>WEBER Cidadania Italiana\/<\/p>\n<p>Ent\u00e3o se precisa criar uma nova p\u00e1tria aqui no Brasil e outros lugares do mundo. Entendeu?<\/p>\n<p>&#8211; Entendi v\u00f4 Lolou. Entendi tamb\u00e9m que seu av\u00f4, meu bisa, ent\u00e3o resolvi imigrar para o Brasil.<\/p>\n<p>&#8211; Errado!<\/p>\n<p>Ele fica bravo e de novo esmurra a mesinha coitada que n\u00e3o tem nada a ver com a raiva dele com um neto ruim de entender as coisas.<\/p>\n<p>&#8211; Seu av\u00f4 veio de vapor, navio, de primeira classe, com passagem comprada. Ele tinha dinheiro, era de uma fam\u00edlia burguesa j\u00e1. Enquanto os outros viajavam nos por\u00f5es do navio, passando mal, frio, fome, alguns morrendo. Eram pobres, alguns pequenos agricultores arruinados pela expans\u00e3o dos latif\u00fandios, outros pequenos negociantes, art\u00edfices, o governo do Brasil pagando a passagem deles. Enquanto a Italia se tornava na\u00e7\u00e3o ela expulsava mais da metade dos que l\u00e1 vivam para lugares como o Brasil, proibido que estavam de ter m\u00e3o de obra escrava, por causa da Inglaterra industrializada, com trabalhadores assalariados. Mas agora j\u00e1 estou repetindo o que voc\u00ea j\u00e1 leu.<\/p>\n<p><strong>&#8211; Tudo bem, v\u00f4, \u00e9 um refor\u00e7o para minha aprendizagem.<\/strong><\/p>\n<p>&lt;&gt;<\/p>\n<p>(continua)<\/p>\n<p>&lt;&gt;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>NOTA DO EDITOR: \u00e9 com grande satisfa\u00e7\u00e3o que apresento um novo clunista do nosso jornal. \u00c9\u00a0o ANGELO LOURIVAL RICCHETTI, nascido em S\u00e3o Manuel\/SP. 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