{"id":67908,"date":"2024-07-01T17:20:55","date_gmt":"2024-07-01T20:20:55","guid":{"rendered":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=67908"},"modified":"2024-07-01T17:22:19","modified_gmt":"2024-07-01T20:22:19","slug":"a-finitude-das-coisas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=67908","title":{"rendered":"A Finitude das Coisas"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F67908&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F67908&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div>\n<h2 class=\"wp-block-heading has-text-align-center\">Novo livro do baiano N\u00e9lio Silzantov, semifinalista do Jabuti de 2023, aborda arte, finitude, mem\u00f3ria e o pessimismo de uma gera\u00e7\u00e3o nos anos 90&nbsp;<br><br><\/h2>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"369\" height=\"545\" data-attachment-id=\"67909\" data-permalink=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/?attachment_id=67909\" data-orig-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/A-finitude-das-coisas-_Capa-1.jpg\" data-orig-size=\"369,545\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}\" data-image-title=\"A-finitude-das-coisas-_Capa-1\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/A-finitude-das-coisas-_Capa-1.jpg\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/A-finitude-das-coisas-_Capa-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-67909\" style=\"width:285px;height:auto\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Capa do livro &#8216;A Finitude das Coisas&#8217;, <br>de N\u00e9lio Silzantov<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading has-text-align-center\"><em>Novo romance do escritor retrata um grupo de adolescentes mergulhados na tr\u00edade drogas, sexo e rock\u2019n roll numa Vit\u00f3ria da Conquista longe do imagin\u00e1rio de uma Bahia solar e vibrante<\/em><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right wp-block-paragraph\"><em>\u201cA finitude das coisas \u00e9 a Vit\u00f3ria da Conquista (cidade natal do autor) de antes e de agora, talvez a cidade seja a verdadeira protagonista do romance, o cen\u00e1rio que afaga e esmaga. A concretude dessas personagens \u00e9 celebrada nesse encontro entre a urbanidade e a decad\u00eancia das possibilidades afetivas. A narradora empurra o leitor para as cavernas de seus traumas e para as luzes de seu est\u00e1gio endurecido pelo sofrimento e pela caracter\u00edstica falta de traquejo da juventude\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right wp-block-paragraph\"><strong><em>D.B. Frattini, na apresenta\u00e7\u00e3o do livro&nbsp;&nbsp;<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-drop-cap wp-block-paragraph\">O cen\u00e1rio da contracultura no interior da Bahia nos anos de 1990 \u00e9 o pano de fundo de&nbsp;&#8216;<a href=\"https:\/\/www.editorapatua.com.br\/a-finitude-das-coisas-romance-de-nelio-silzantov\/p\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">A finitude das coisas&#8217; (editora Patu\u00e1, 240 p\u00e1g)<\/a><strong>&nbsp;<\/strong>, novo livro do escritor<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/neliosilzantov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">&nbsp;N\u00e9lio Silzantov (@neliosilzantov)<\/a>. Semifinalista do Pr\u00eamio Jabuti de 2023 com \u201c<em>Br2466: ou a p\u00e1tria que os pariu\u201d,&nbsp;<\/em>o autor volta a cena liter\u00e1ria e apresenta agora ao p\u00fablico a hist\u00f3ria de quatro amigos vivendo intensamente a juventude passeando pelos submundos da cidade regados a viol\u00eancias e v\u00edcios.&nbsp; O desenrolar da trama evidencia como as personagens tentam desafiar a profecia anunciada por um deles e que dizia que dois n\u00e3o chegariam \u00e0 vida adulta, um se tornaria religioso e o outro se conformaria com uma vida comum e ordin\u00e1ria. Ao flertar com o romance de forma\u00e7\u00e3o, o horizonte de uma vida adulta se torna um enigma a ser desvelado. O que o destino reserva ao grupo prende at\u00e9 a \u00faltima p\u00e1gina o leitor, que ganha, al\u00e9m de uma trama engenhosa, uma obra repleta de refer\u00eancias liter\u00e1rias, musicais e filos\u00f3ficas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para o autor da obra, o livro suscita uma s\u00e9rie de temas que permeiam desde quest\u00f5es sociais e rela\u00e7\u00f5es interpessoais at\u00e9 a viol\u00eancia e a morte, al\u00e9m do bin\u00f4mio Arte-Vida.&nbsp;<strong>&nbsp;<\/strong>\u201cS\u00e3o assuntos que me inquietam desde sempre e costumo problematizar em minha produ\u00e7\u00e3o acad\u00eamica e liter\u00e1ria, sobretudo a condi\u00e7\u00e3o humana e a arte\u201d, pontua N\u00e9lio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O livro \u00e9 narrado em primeira pessoa por Jeane (tamb\u00e9m chamada de Simmons). A \u00fanica garota do grupo divide a cena com Annibal, Pavarotti e Erick.&nbsp; A obra \u00e9 composta por um pr\u00f3logo e mais tr\u00eas partes intituladas: \u201cComo se fosse ontem\u201d, \u201cA finitude das coisas\u201d e \u201cA decad\u00eancia dos Deuses\u201d.&nbsp; Cada cap\u00edtulo \u00e9 nomeado com datas, na maior parte do tempo ano, que faz refer\u00eancia a \u00e9poca do que ser\u00e1 contado. A narrativa n\u00e3o \u00e9 linear obedecendo uma l\u00f3gica imposta pela narradora que \u00e9 de puxar alguma trama do passado para explicar o presente.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um dos m\u00e9ritos de&nbsp;<strong>&#8216;A finitude das coisas&#8217;&nbsp;<\/strong>est\u00e1 justamente nesse quebra-cabe\u00e7a que vai sendo montado a cada p\u00e1gina virada. No in\u00edcio o leitor \u00e9 apresentado a personagens vorazes, repletos de dramas e traumas, e \u00e0 medida que a hist\u00f3ria se descortina inicia o processo de entendimento das motiva\u00e7\u00f5es e comportamento de cada um.&nbsp; E nesse ponto, N\u00e9lio n\u00e3o alivia para as suas cria\u00e7\u00f5es, o grupo \u00e9 formado por subversivos provenientes de fam\u00edlias disfuncionais \u2014, e o autor n\u00e3o tenta mascarar isso, ao contr\u00e1rio, lhes d\u00e1 o palco para que mostrem suas verdadeiras faces. Essa escrita crua e sem subterf\u00fagios \u00e9 mais uma qualidade da obra.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O livro, que come\u00e7ou a ser escrito em 2019 e levou quatro anos para ser finalizado, \u00e9 considerado pelo autor como o mais maduro da sua carreira liter\u00e1ria. \u201cEm termos est\u00e9ticos, ele representa uma s\u00edntese dos dois romances anteriores e em certa medida solidificou um estilo que vinha construindo, ou tentando encontrar o que alguns chamam de voz autoral\u201d, afirma.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para os adolescentes que viveram a intensidade da \u00faltima d\u00e9cada do s\u00e9culo 20, com seus quartos repletos de posters de bandas e estantes cheias de discos e CDs dos artistas favoritos, o livro&nbsp;&#8216;<strong>A finitude das coisas&#8217;&nbsp;<\/strong>pode ser um acesso a refer\u00eancias compartilhadas e um mergulho em mem\u00f3rias coletivas, como o luto pela morte de Renato Russo, lamentada pelos protagonistas da obra num momento cat\u00e1rtico. Para aqueles que n\u00e3o viveram a juventude naquela \u00e9poca, o livro se apresenta como uma cartografia para entender a gera\u00e7\u00e3o que chegou nessa d\u00e9cada aos 40 anos oscilando entre a nostalgia e o pessimismo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Interior da Bahia: o coadjuvante que inspira&nbsp;&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"alignleft size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"599\" height=\"599\" data-attachment-id=\"67910\" data-permalink=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/?attachment_id=67910\" data-orig-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/Fotos-Nelio-Silzantov.-Credito-Anne-Iriarte-2.jpg\" data-orig-size=\"599,599\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;2.2&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;SM-M536B&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1690540663&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;3.75&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;250&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0.016666666666667&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}\" data-image-title=\"Fotos-Nelio-Silzantov.-Credito-Anne-Iriarte-2\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/Fotos-Nelio-Silzantov.-Credito-Anne-Iriarte-2.jpg\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/Fotos-Nelio-Silzantov.-Credito-Anne-Iriarte-2.jpg\" alt=\"N\u00e9lio Silzantov\" class=\"wp-image-67910\" style=\"width:309px;height:auto\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">N\u00e9lio Silzantov<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>N\u00e9lio Silzantov<\/strong> \u00e9 licenciado em Filosofia pela Universidade Estadual Do Sudoeste Da Bahia (UESB), mestre em Estudos de Literatura e doutorando em Educa\u00e7\u00e3o, ambas pela Universidade Federal de S\u00e3o Carlos (UFSCar). <br><br>Al\u00e9m de escritor, \u00e9 tamb\u00e9m cr\u00edtico liter\u00e1rio e professor.&nbsp; Atua ainda como editor no blog \u00c1gora Liter\u00e1ria e no Foro Liter\u00e1rio Sert\u00e3o da Ressaca. <br><br>N\u00e9lio \u00e9 coautor do livro de n\u00e3o-fic\u00e7\u00e3o \u201c\u00c9tica, Est\u00e9tica e Representa\u00e7\u00f5es Sociais\u201d (iVentura, 2021), organizador da colet\u00e2nea \u201cA nov\u00edssima literatura do Sert\u00e3o da Ressaca\u201d (Ressacada Edi\u00e7\u00f5es, 2023), autor da colet\u00e2nea de contos \u201cBR2466 ou a p\u00e1tria que os pariu\u201d (Penalux, 2022), esse indicado ao 65\u00ba Pr\u00eamio Jabuti 2023, e do romance \u201cDesumanizados\u201d (Penalux, 2020).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O autor, que nasceu em Vit\u00f3ria da Conquista, interior da Bahia, e vive atualmente em S\u00e3o Paulo, tem um v\u00ednculo intenso com o munic\u00edpio nordestino e leva essa conex\u00e3o para as suas obras liter\u00e1rias. Longe de ser um tributo bairrista, em&nbsp;<strong>\u201cA finitude das coisas\u201d<\/strong>, a cidade opera como uma coadjuvante, servindo tanto de cen\u00e1rio como de inspira\u00e7\u00e3o e, paradoxalmente, de avers\u00e3o das personagens pelo local.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O munic\u00edpio \u00e9 lugar enevoado num contraponto, ainda que inaudito na obra, a solar e carism\u00e1tica Salvador. Se a capital baiana \u00e9 conhecida pela exporta\u00e7\u00e3o do Ax\u00e9 para todo o territ\u00f3rio nacional, a Vit\u00f3ria da Conquista de N\u00e9lio nos anos de 1990 vibra em outra frequ\u00eancia e pulsa no movimento contracultural, ensejados pelo rock e seus cong\u00eaneres.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Segundo o escritor, o livro faz parte de um projeto liter\u00e1rio em que problematiza a cidade natal a partir da cotidianidade local e das quest\u00f5es que assolam o pa\u00eds como um todo. \u201cDurante algum tempo a escrita deste livro me atormentou por n\u00e3o saber lidar com algumas quest\u00f5es incontorn\u00e1veis em seu enredo, depois, no desenvolvimento da escrita, outros temas ganharam relev\u00e2ncia como: hedonismo, decadentismo, a forma\u00e7\u00e3o da cidade, (Imigrantes e Emigrantes, ou os Retirantes, Retornados e Remanescentes), a ascens\u00e3o das igrejas neopentecostais, a forma\u00e7\u00e3o familiar e a condi\u00e7\u00e3o oper\u00e1ria\u201d, esclarece.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ainda que transite por temas densos e desafiadores para o autor, as mensagens da obra se sobrep\u00f5em a esses aspectos em busca de reflex\u00f5es mais profundas sobre os sentidos da exist\u00eancia. \u201cO livro enfatiza que a vida \u00e9 um sopro; que poder contar com aqueles que nos amam e com os que nos aceitam sem nenhuma condi\u00e7\u00e3o \u00e9 um dos bens mais preciosos; que conhecer a si mesmo n\u00e3o \u00e9 uma tarefa f\u00e1cil, mas \u00e9 um dever a ser encarado por todos; que a rela\u00e7\u00e3o entre arte e vida vai al\u00e9m do mero entretenimento\u201d, destaca N\u00e9lio.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Confira um trecho do livro (p\u00e1gs. 29 e 30):&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>\u201cMed\u00edamo-nos dos p\u00e9s \u00e0 cabe\u00e7a, como quem confere se a imagem real se assemelhava com aquela guardada na mem\u00f3ria. Era \u00f3bvio que hav\u00edamos mudado e permanecemos os mesmos durante todo esse tempo. T\u00ednhamos tanta conversa para p\u00f4r em dia, e outros tantos sil\u00eancios e n\u00e3o-saber-o-que-dizer para compartilhar. Quanto tempo levar\u00edamos para perdoar o que fosse preciso, virar a p\u00e1gina, ou abandonar em definitivo essa hist\u00f3ria? Ta\u00ed uma coisa que naquele instante passou por minha cabe\u00e7a e mesmo agora n\u00e3o saberia dizer.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>\u00c0s vezes a paz de esp\u00edrito n\u00e3o vai al\u00e9m de uma leve dorm\u00eancia. Basta uma m\u00fasica, a cena de um filme, uma fotografia, ou at\u00e9 mesmo uma palavra grafada ou dita para trazer \u00e0 tona sentimentos adormecidos no abismo do esquecimento\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Adquira &#8216;A finitude das coisas&#8217; pelo site da editora Patu\u00e1:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/www.editorapatua.com.br\/a-finitude-das-coisas-romance-de-nelio-silzantov\/p\">https:\/\/www.editorapatua.com.br\/a-finitude-das-coisas-romance-de-nelio-silzantov\/p<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><br><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/\" title=\"Voltar\">Voltar<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/roLCultural.com\/\" title=\"Facebook\">Facebook<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O cen\u00e1rio da contracultura no interior da Bahia nos anos de 1990 \u00e9 o pano de fundo de &#8216;A finitude das coisas&#8217;, novo livro do escritor N\u00e9lio Silzantov.<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":67909,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[9462,9285,12355],"tags":[12381,9459,12380,7611],"class_list":["post-67908","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-lancamentos","category-literatura","category-livro","tag-adlescencia","tag-contracultura","tag-nelio-silzantov","tag-romance"],"aioseo_notices":[],"views":971,"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/A-finitude-das-coisas-_Capa-1.jpg","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":67201,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=67201","url_meta":{"origin":67908,"position":0},"title":"O tempo do ser","author":"Pietro Costa","date":"6 de junho de 2024","format":false,"excerpt":"A linguagem \u00e9 a minha morada, o universo inteiro na antessala. 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