{"id":6791,"date":"2016-11-09T16:57:39","date_gmt":"2016-11-09T18:57:39","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=6791"},"modified":"2016-11-09T16:57:39","modified_gmt":"2016-11-09T18:57:39","slug":"dolores-tucunduva-narcisismo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=6791","title":{"rendered":"Dolores Tucunduva: Narcisismo"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F6791&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F6791&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><h2 class=\"gE iv gt\">Dolores Tucunduva: Narcisismo<\/h2>\n<p><!--more--><\/p>\n<div class=\"utdU2e\"><\/div>\n<div class=\"tx78Ic\"><\/div>\n<div class=\"aHl\">\n<figure id=\"attachment_5802\" aria-describedby=\"caption-attachment-5802\" style=\"width: 160px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/artigo-de-maria-dolores-tucunduva-porque-einstein-foi-um-genio\/foto-facebook-2\/\" rel=\"attachment wp-att-5802\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-5802\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/Foto-Facebook.jpg\" alt=\"Maria Dolores Tucunduva\" width=\"160\" height=\"160\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-5802\" class=\"wp-caption-text\">Maria Dolores Tucunduva<\/figcaption><\/figure>\n<p>Muitas vezes a palavra \u201cnarcisismo\u201d \u00e9 utilizada no senso comum de maneira pejorativa, para designar um excesso de apre\u00e7o por si mesmo.<\/p><\/div>\n<div class=\"aHl\">Para a psican\u00e1lise, trata se de um aspecto fundamental para a constitui\u00e7\u00e3o do sujeito. Um tanto de amor por si \u00e9 necess\u00e1rio para confirmar e sustentar a autoestima, mas o exagero \u00e9 sinal de fixa\u00e7\u00e3o numa identifica\u00e7\u00e3o vivida na inf\u00e2ncia.<\/div>\n<div id=\":1j4\" class=\"ii gt adP adO\">\n<div id=\":1j3\" class=\"a3s aXjCH m1581d79da751c0af\">\n<div dir=\"auto\">\n<div>A ilus\u00e3o infantil de que o mundo gira ao nosso redor \u00e9 decisiva nessa fase, mas para o desenvolvimento saud\u00e1vel \u00e9 necess\u00e1rio que se dissipe, conforme deparamos com frustra\u00e7\u00f5es e descobrimos que n\u00e3o ser o centro do universo tem suas vantagens.<\/div>\n<div>Afinal, ser \u201ctudo\u201d para algu\u00e9m (como acreditamos, ainda bem pequenos, ser para nossa m\u00e3e) \u00e9 um fardo pesado demais para qualquer pessoa. Alguns, no entanto, se iludem com o fasc\u00ednio do papel e passam sua vida almejando o modelo inating\u00edvel de perfei\u00e7\u00e3o.<br \/>\nDiz o mito grego que Narciso era uma crian\u00e7a t\u00e3o linda e admirada que sua m\u00e3e, Lir\u00edope, preocupada com esse excesso, levou-o at\u00e9 o s\u00e1bio Tir\u00e9sias. Ele lhe disse que o menino s\u00f3 teria uma vida longa se jamais visse a pr\u00f3pria imagem.<\/div>\n<div>Por muito tempo essas palavras pareceram destitu\u00eddas de sentido, mas os acontecimentos que se desenrolaram mostraram seu acerto.<\/div>\n<div>Na adolesc\u00eancia, Narciso era um jovem bel\u00edssimo, mas muito soberbo. Ao passear certo dia pelo campo, a jovem Eco o viu e se apaixonou por ele, mas o rapaz a repeliu. Um dia, cansado, Narciso dirigiu-se a uma fonte de \u00e1guas l\u00edmpidas.<\/div>\n<div>Eis ent\u00e3o que a profecia se realiza: ao ver-se refletido no espelho das \u00e1guas, enlouqueceu de amor pelo pr\u00f3prio reflexo. Embevecido, n\u00e3o tinha olhos nem ouvidos para mais nada: n\u00e3o comia ou dormia. Em v\u00e3o, Eco suplicava seu olhar. Mas Narciso s\u00f3 olhava para si. Apaixonado, ensimesmado, busca para aplacar sua dor um outro que, sendo ele mesmo, n\u00e3o lhe responde.<\/div>\n<div>Realiza-se, ent\u00e3o, seu destino: mergulha no espelho e desaparece no encontro imposs\u00edvel.<br \/>\nSem a possibilidade de reconhecimento do que \u00e9 a pr\u00f3pria imagem e do que \u00e9 o outro, o corpo de Narciso tornou-se pura miragem e desfez-se nas \u00e1guas&#8230;<\/div>\n<div>E Eco, que s\u00f3 a Narciso perseguia, s\u00f3 por ele clamava, s\u00f3 nele vivia, petrificou-se e perdeu o poder de sua pr\u00f3pria palavra.<\/div>\n<div>Narciso n\u00e3o cria la\u00e7os; n\u00e3o partilha seu encanto. Perde-se na imagem de si. Eco tamb\u00e9m se perde e, no desencontro, entrega-se \u00e0 repeti\u00e7\u00e3o compulsiva, sem poder se separar da miragem idealizada.<br \/>\nCom base nas resson\u00e2ncias desse mito, Freud desenvolver\u00e1 um dos conceitos mais importantes de sua teoria \u2013 o narcisismo.<\/div>\n<div>Mencionado pela primeira vez em seus escritos em 1909, \u00e9 apresentado como uma fase pr\u00f3pria do desenvolvimento humano, quando se realiza a passagem do autoerotismo, do prazer centrado no pr\u00f3prio corpo, para o reconhecimento e a busca do amor em outros objetos \u2013 diferentes de si.<\/div>\n<div>Passagem importante e cheia de inquieta\u00e7\u00f5es j\u00e1 que implica a sa\u00edda da gratifica\u00e7\u00e3o por aquilo que \u00e9 efeito apenas da pr\u00f3pria imagem \u2013 \u201cNarciso s\u00f3 reconhece o que \u00e9 espelho\u201d \u2013 para a realiza\u00e7\u00e3o de uma das conquistas mais importantes da cultura: a possibilidade de viver, aceitar e trabalhar com a alteridade e, portanto, com as diferen\u00e7as.<br \/>\nFreud aborda explicitamente esse conceito \u2013 efeito do confronto vivido por ele mesmo ao deparar com argumentos de Adler e Jung, que questionavam suas teorias acerca do lugar ocupado pela sexualidade na constitui\u00e7\u00e3o da subjetividade e na compreens\u00e3o das patologias.<\/div>\n<div>A legitimidade do conceito justificou-se a partir da experi\u00eancia freudiana com a cl\u00ednica, naquilo que reconheceu como resist\u00eancia dos pacientes em abandonar suas posi\u00e7\u00f5es amorosas, nas manifesta\u00e7\u00f5es da onipot\u00eancia infantil e do pensamento m\u00e1gico, nas doen\u00e7as org\u00e2nicas e na hipocondria \u2013 quando toda a libido se volta para o corpo doente \u2013 e nos del\u00edrios de grandeza das psicoses.<\/div>\n<div>Em\u00a0<i>O mal-estar na civiliza\u00e7\u00e3o<\/i>, de 1930, Freud diz que um dos grandes obst\u00e1culos do homem em sua busca pela felicidade, e que lhe traz maiores dificuldades, \u00e9 o sofrimento resultante das rela\u00e7\u00f5es humanas, pois elas nos colocam em confronto com aquilo que, n\u00e3o sendo espelho, nos solicita novos posicionamentos.<br \/>\nToda crian\u00e7a, ao nascer, \u00e9 banhada por v\u00e1rios olhares e desejos. Quando se contemplar no espelho, n\u00e3o ver\u00e1 o simples reflexo f\u00edsico de uma imagem, mas tudo o que esses olhares depositaram no seu corpo. \u00c9 um momento fulgurante de \u201csua majestade, o beb\u00ea!\u201d. J\u00fabilo para a crian\u00e7a e para os pais, que veem renascer das cinzas sua pr\u00f3pria imagem idealizada e todos os seus anseios irrealizados. Instante de narcisismo prim\u00e1rio \u2013 constitutivo e alienante. O beb\u00ea ser\u00e1 um her\u00f3i, vencer\u00e1 todos os perigos; trata-se de um momento necess\u00e1rio, mas cheio de riscos. Se n\u00e3o ocorre, a imagem de si pode n\u00e3o se constituir, pode se fragilizar, parecendo insuficiente. Se for excessivo, torna-se aprisionante, comprometendo o futuro, a possibilidade de constru\u00e7\u00e3o de projetos e os ideais.<br \/>\nSe tudo correr bem, a crian\u00e7a se desligar\u00e1 desse olhar primordial e escapar\u00e1 do destino fatal de Narciso \u2013 embeber-se, afogado, na tentativa de perpetuar o encontro com a imagem que as \u00e1guas lhe devolviam.<\/div>\n<div>Os desdobramentos do narcisismo s\u00e3o de fundamental import\u00e2ncia para a an\u00e1lise do mundo em que vivemos.<\/div>\n<div>A valoriza\u00e7\u00e3o da imagem e do sucesso a qualquer custo reduz a toler\u00e2ncia das m\u00ednimas diverg\u00eancias \u2013 o que Freud chamou de narcisismo das pequenas diferen\u00e7as \u2013 e acirra os conflitos, seja nas pequenas discord\u00e2ncias do cotidiano ou nos grandes conflitos b\u00e9licos. Se o outro n\u00e3o me satisfaz, se n\u00e3o \u00e9 espelho daquilo que almejo, se tenta opor se \u00e0s minhas vontades e amea\u00e7a minha autoestima, eu o aniquilo. O terreno \u00e9 prop\u00edcio para preconceitos, fanatismos e viol\u00eancia.<br \/>\nA trag\u00e9dia vivida por Narciso n\u00e3o nos abandona. Deixa sempre restos que nos fazem seguir pela vida tentando reencontrar o olhar m\u00e1gico que nos enlevava e nos dizia tudo que \u00e9ramos.<\/div>\n<div>Busca incessante de certezas, de entrega passiva \u00e0s ilus\u00f5es&#8230;<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dolores Tucunduva: Narcisismo<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[5413,5961,5972],"class_list":["post-6791","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-comunicacao","tag-maria-dolores-tucunduva","tag-narciso","tag-nascisismo"],"aioseo_notices":[],"views":0,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":13734,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=13734","url_meta":{"origin":6791,"position":0},"title":"Maria Dolores Tucunduva: &#039;Empatia&#039;","author":"Helio Rubens","date":"11 de outubro de 2017","format":false,"excerpt":"Maria Dolores Tucunduva: 'Empatia' \u00a0 Se eu fosse apontar uma \u00daNICA causa para os males do mundo, n\u00e3o hesitaria em apontar a falta generalizada de EMPATIA. 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