{"id":72476,"date":"2025-03-17T15:33:16","date_gmt":"2025-03-17T18:33:16","guid":{"rendered":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=72476"},"modified":"2025-03-17T18:45:14","modified_gmt":"2025-03-17T21:45:14","slug":"arquitetura-da-dor-o-brutalista-de-brady-corbet","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=72476","title":{"rendered":"Arquitetura da dor: &#8216;O Brutalista&#8217;, de Brady Corbet"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F72476&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F72476&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div>\n<h2 class=\"wp-block-heading has-text-align-center\">Bianca Agnelli<br><br><strong> <\/strong>&#8220;Arquitetura da Dor: \u2018O Brutalista\u2019, de Brady Corbet&#8221; <br><br>&#8220;Architettura del dolore: \u2019The Brutalist\u2019 di Brady Corbet&#8221;\u00a0<br><br><br><\/h2>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1920\" height=\"1080\" data-attachment-id=\"72477\" data-permalink=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/?attachment_id=72477\" data-orig-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/IMG_7579-1.jpeg\" data-orig-size=\"1920,1080\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;bibiselkie&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;Copy of Presentaci\\u00f3n de gr\\u00e1ficos de historia y l\\u00ednea de tiempo hist\\u00f3rico antiguo beis - 2&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}\" data-image-title=\"Copy of Presentaci\u00f3n de gr\u00e1ficos de historia y l\u00ednea de tiempo hist\u00f3rico antiguo beis &amp;#8211; 2\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/IMG_7579-1.jpeg\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/IMG_7579-1.jpeg\" alt=\"Card do artigo &quot;Arquitetura da Dor: \u2018O Brutalista\u2019, de Brady Corbet&quot; \" class=\"wp-image-72477\" style=\"width:679px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/IMG_7579-1.jpeg 1920w, https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/IMG_7579-1-1200x675.jpeg 1200w, https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/IMG_7579-1-768x432.jpeg 768w, https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/IMG_7579-1-1536x864.jpeg 1536w\" sizes=\"auto, (max-width: 1920px) 100vw, 1920px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Card do artigo &#8220;Arquitetura da Dor: \u2018O Brutalista\u2019, de Brady Corbet&#8221;  &#8211; <em>Scheda per l&#8217;articolo &#8220;Architecture of Pain: \u2018The Brutalist\u2019, di Brady Corbet&#8221;<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"has-drop-cap\">Fevereiro na It\u00e1lia \u00e9 um m\u00eas frio, cortante, brutal. O lan\u00e7amento de&nbsp;<em><a href=\"https:\/\/it.m.wikipedia.org\/wiki\/The_Brutalist\" title=\"The Brutalist\">The Brutalist<\/a><\/em> (<em>O Brutalista<\/em>, em portugu\u00eas) n\u00e3o poderia ser mais pertinente: n\u00e3o apenas pelo clima meteorol\u00f3gico que nos aperta no gelo, mas tamb\u00e9m pelo clima emocional e pol\u00edtico que parece permear o Velho Continente &#8211; e o mundo inteiro &#8211; nos \u00faltimos meses, deixando-nos com arrepios e uma vaga sensa\u00e7\u00e3o de inquieta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>A imagem promocional do filme &#8211; que tamb\u00e9m \u00e9 o que o protagonista v\u00ea ao chegar ao porto de Nova York &#8211; j\u00e1 \u00e9 uma declara\u00e7\u00e3o de inten\u00e7\u00f5es: a Est\u00e1tua da Liberdade invertida, torta, prestes a desabar. Um press\u00e1gio, talvez um aviso. A Am\u00e9rica, o pa\u00eds das iguais oportunidades e dos sonhos realizados, ainda \u00e9 o ideal que nos foi prometido? Ou o sonho americano se transformou em uma rel\u00edquia distorcida, uma ilus\u00e3o que desmorona sob o peso da realidade?<\/p>\n\n\n\n<p>Em<em>&nbsp;The Brutalist<\/em>, dirigido por <a href=\"https:\/\/it.m.wikipedia.org\/wiki\/Brady_Corbet\" title=\"Brady Corbet\">Brady Corbet<\/a>, a ilus\u00e3o se desfaz na hist\u00f3ria de L\u00e1szl\u00f3 T\u00f3th (interpretado magistralmente por <a href=\"https:\/\/it.m.wikipedia.org\/wiki\/Adrien_Brody\" title=\"Adrien Brody\">Adrien Brody<\/a>) ), um g\u00eanio da arquitetura, um judeu h\u00fangaro sobrevivente do campo de concentra\u00e7\u00e3o de Buchenwald. Embora o protagonista seja fruto da imagina\u00e7\u00e3o de Corbet, seu contexto e as experi\u00eancias que o moldam est\u00e3o firmemente ancorados em eventos hist\u00f3ricos reais. A trama se inspira nas hist\u00f3rias de arquitetos europeus do p\u00f3s-guerra, como&nbsp;<a href=\"https:\/\/it.m.wikipedia.org\/wiki\/Marcel_Breuer\" title=\"Marcel Breuer\">Marcel Breuer<\/a> e<a href=\"https:\/\/it.m.wikipedia.org\/wiki\/Louis_Kahn\" title=\"&nbsp;Louis Kahn\">&nbsp;Louis Kahn<\/a>, que emigraram para os Estados Unidos. Esses homens, com as cicatrizes das dores do passado, trouxeram consigo uma vis\u00e3o inovadora e revolucion\u00e1ria da arquitetura, dando vida a uma nova linguagem est\u00e9tica que marcaria profundamente a Am\u00e9rica. Ap\u00f3s perder todos os seus referenciais &#8211; a esposa, a p\u00e1tria, a seguran\u00e7a &#8211; L\u00e1szl\u00f3 chega em Filad\u00e9lfia para reconstruir sua vida das cinzas. Mas todo recome\u00e7o \u00e9 doloroso, e para L\u00e1szl\u00f3, o Sonho Americano se revela um calv\u00e1rio de paradoxos e abusos.<\/p>\n\n\n\n<p>Sua salva\u00e7\u00e3o &#8211; ou talvez sua dana\u00e7\u00e3o &#8211; \u00e9 a arquitetura: a linguagem que ele domina, a \u00fanica forma de beleza em que encontra ref\u00fagio. Corbet consegue tornar vis\u00edvel essa tens\u00e3o em cada quadro do filme, esculpindo a pel\u00edcula com um rigor quase arquitet\u00f4nico. As linhas, sombras e geometria urbana se tornam o eco do trauma e da busca pela reden\u00e7\u00e3o de L\u00e1szl\u00f3.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Adrien Brody<\/strong>&nbsp;oferece uma interpreta\u00e7\u00e3o impec\u00e1vel, intensa e visceral, que &#8211; como todos esper\u00e1vamos &#8211; lhe valeu o Oscar. A atua\u00e7\u00e3o de Brody est\u00e1 imbu\u00edda de uma verdade pessoal que vai al\u00e9m do personagem: sua m\u00e3e, Sylvia Plachy, \u00e9 uma fot\u00f3grafa e jornalista h\u00fangara sobrevivente da ocupa\u00e7\u00e3o nazista, e seu pai, Elliot Brody, \u00e9 filho de imigrantes poloneses de origem judaica. A hist\u00f3ria de L\u00e1szl\u00f3, no fundo, \u00e9 uma hist\u00f3ria que Brody conhece nas profundezas do sangue e da mem\u00f3ria familiar.<\/p>\n\n\n\n<p>Por tr\u00e1s da for\u00e7a narrativa e visual de&nbsp;<em>The Brutalist<\/em>&nbsp;est\u00e1 tamb\u00e9m uma colabora\u00e7\u00e3o art\u00edstica e pessoal que moldou profundamente a estrutura do filme. A esposa de Brady Corbet, <a href=\"https:\/\/it.m.wikipedia.org\/wiki\/Mona_Fastvold\" title=\"Mona Fastvold \">Mona Fastvold<\/a>, contribuiu significativamente para o filme, n\u00e3o apenas como corroteirista, mas como parceira criativa de longa data. Fastvold, diretora norueguesa, colaborou com Corbet na escrita de v\u00e1rios filmes desde 2012, ano em que tamb\u00e9m come\u00e7ou o relacionamento pessoal entre os dois. A sinergia deles \u00e9 palp\u00e1vel na delicadeza com que o filme aborda o tema da imigra\u00e7\u00e3o e da perda: Fastvold, ela mesma imigrante, enriqueceu o projeto com uma perspectiva aut\u00eantica sobre a experi\u00eancia do ex\u00edlio e da reconstru\u00e7\u00e3o. Essa fus\u00e3o de olhares e sensibilidades faz de&nbsp;<em>The Brutalist<\/em>&nbsp;uma investiga\u00e7\u00e3o sobre a identidade coletiva e as ra\u00edzes destru\u00eddas.<\/p>\n\n\n\n<p>Este<em>&nbsp;<\/em>n\u00e3o \u00e9 apenas um filme sobre imigra\u00e7\u00e3o ou sobre arte; \u00e9 um hino \u00e0 sobreviv\u00eancia, uma&nbsp;<strong>cr\u00f4nica da dor<\/strong>&nbsp;que se esconde por tr\u00e1s das paredes de um sonho desfeito. \u00c9 a hist\u00f3ria de quem, apesar de tudo, ousa tentar construir beleza sobre os escombros, de quem tenta dar sentido ao caos com a precis\u00e3o de uma linha, com a for\u00e7a de um \u00e2ngulo. E, acredite, isso me tocou profundamente.<\/p>\n\n\n\n<p>No elenco, destaca-se tamb\u00e9m <a href=\"https:\/\/it.m.wikipedia.org\/wiki\/Felicity_Jones\" title=\"Felicity Jones\">Felicity Jones<\/a> com sua interpreta\u00e7\u00e3o de Erzs\u00e9bet, a esposa sobrevivente do Holocausto; Joe Alwyn no papel de Harry Lee Van Buren; Raffey Cassidy como Zs\u00f3fia; Stacy Martin como Maggie Van Buren, irm\u00e3 g\u00eamea de Harry; e Alessandro Nivola interpretando Attila, primo de L\u00e1szl\u00f3, propriet\u00e1rio de uma loja de m\u00f3veis na Filad\u00e9lfia e mais assimilado \u00e0 cultura americana.<\/p>\n\n\n\n<p>Filmado principalmente em Budapeste, o filme tamb\u00e9m se desloca para a It\u00e1lia, mais especificamente para Carrara, onde L\u00e1szl\u00f3 e seu rico cliente, Harrison Lee Van Buren (interpretado por <a href=\"https:\/\/it.m.wikipedia.org\/wiki\/Guy_Pearce\" title=\"Guy Pearce\">Guy Pearce<\/a>), escolhem o<a href=\"https:\/\/it.m.wikipedia.org\/wiki\/Marmo_di_Carrara\" title=\" m\u00e1rmore\"> m\u00e1rmore<\/a> para seu ambicioso projeto. As hist\u00f3ricas cavernas de Bettogli e Bombarda, que h\u00e1 s\u00e9culos fornecem o precioso m\u00e1rmore usado nas maiores obras de arte do mundo, conferem ao filme uma beleza sublime e uma conex\u00e3o tang\u00edvel com a tradi\u00e7\u00e3o art\u00edstica italiana.<\/p>\n\n\n\n<p>Filmado em 70mm, o filme oferece uma qualidade visual que remete aos grandes cl\u00e1ssicos do cinema \u00e9pico, conferindo a cada cena uma dimens\u00e3o quase palp\u00e1vel. \u00c9 o resultado de dez anos de trabalho, de uma vis\u00e3o que Corbet aperfei\u00e7oou com paci\u00eancia e ambi\u00e7\u00e3o, criando uma obra que n\u00e3o apenas homenageia o cinema do passado, mas tamb\u00e9m redefine a linguagem visual contempor\u00e2nea. A dura\u00e7\u00e3o de 215 minutos, com um intervalo de quinze minutos, convida o espectador a se imergir completamente na experi\u00eancia cinematogr\u00e1fica, lembrando a \u00e9poca em que o cinema era um evento para ser vivido por completo. Pessoalmente, fui envolvida pelo filme e seu ritmo angustiante: n\u00e3o queria perder nem um minuto do que estava vivenciando.<\/p>\n\n\n\n<p>Outro aspecto que realmente me entusiasmou: a trilha sonora composta por <a href=\"https:\/\/it.m.wikipedia.org\/wiki\/Daniel_Blumberg\" title=\"Daniel Blumberg\">Daniel Blumberg<\/a>. Conhecido por seu estilo vanguardista e n\u00e3o convencional, ele criou uma composi\u00e7\u00e3o musical que reflete os desafios e os sofrimentos do protagonista. Achei fascinante o uso de sons que remetem ao processo de constru\u00e7\u00e3o, juntamente com outros elementos que imitam materiais e ferramentas de canteiro de obras. Essa abordagem n\u00e3o s\u00f3 enfatiza a profiss\u00e3o do protagonista como arquiteto, mas tamb\u00e9m simboliza sua luta para reconstruir sua identidade e encontrar reden\u00e7\u00e3o por meio da cria\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>A qualidade da composi\u00e7\u00e3o foi reconhecida internacionalmente, com o Oscar de Melhor Trilha Sonora Original. Esse pr\u00eamio sublinha a contribui\u00e7\u00e3o excepcional de Blumberg para o cinema contempor\u00e2neo e a efic\u00e1cia da m\u00fasica em contar hist\u00f3rias poderosas e universais.<\/p>\n\n\n\n<p>Nas m\u00e3os do diretor, a arquitetura se torna uma linguagem de resist\u00eancia e mem\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<p>A beleza que L\u00e1szl\u00f3 tenta construir n\u00e3o \u00e9 pura: ela \u00e9 marcada pelas rachaduras da Hist\u00f3ria, pelas sombras da viol\u00eancia, pelos fantasmas do passado que se insinuam entre as geometria perfeitas dos edif\u00edcios. A pr\u00f3pria constru\u00e7\u00e3o se torna o cora\u00e7\u00e3o pulsante da hist\u00f3ria, desempenhando um papel crucial na evolu\u00e7\u00e3o da trama. O Instituto Van Buren, o imenso edif\u00edcio imagin\u00e1rio no centro da narrativa, constru\u00eddo em concreto e projetado com um jogo habilidoso de espa\u00e7os negativos entre duas torres que se erguem em dire\u00e7\u00e3o ao c\u00e9u formando o s\u00edmbolo de uma cruz, foi idealizado pela designer de produ\u00e7\u00e3o <a href=\"https:\/\/it.m.wikipedia.org\/wiki\/Judy_Becker\" title=\"Judy Becker\">Judy Becker<\/a>. Aqui, a engenhosidade criativa se torna met\u00e1fora de uma dor coletiva, transformada em uma obra simb\u00f3lica, um monumento<strong>&nbsp;\u00e0 mem\u00f3ria<\/strong> e ao desejo de n\u00e3o ser esquecido.<\/p>\n\n\n\n<p>E \u00e9 assim que&nbsp;<em>The Brutalist<\/em>&nbsp;se torna verdadeiramente provocador: nos obriga a confrontar as hist\u00f3rias de dor, racismo, imigra\u00e7\u00e3o. L\u00e1szl\u00f3 n\u00e3o constr\u00f3i para esquecer, mas para dar forma ao vazio, para dar voz a um destino marcado pela exclus\u00e3o, para contar a hist\u00f3ria de um judeu brutalizado pelo mundo. Observando seu fr\u00e1gil sonho se erguendo contra o c\u00e9u, me pergunto: qual ser\u00e1 o pre\u00e7o que n\u00f3s, como sociedade, pagaremos se continuarmos a ignorar as feridas do passado?<\/p>\n\n\n\n<p>Adrien Brody, ao receber seu Oscar, abordou os temas centrais do filme, ressaltando como o ator, mesmo no aparente encanto da profiss\u00e3o, vive em um terreno fr\u00e1gil. \u201c<em>Estou aqui para representar os traumas persistentes e as repercuss\u00f5es da guerra, da opress\u00e3o sistem\u00e1tica, do antissemitismo e do racismo<\/em>\u201d, afirmou, lembrando como a hist\u00f3ria de L\u00e1szl\u00f3 \u00e9 uma reflex\u00e3o sobre os danos profundos deixados pelas atrocidades hist\u00f3ricas. \u201c<em>Rezo por um mundo mais saud\u00e1vel, mais feliz e mais inclusivo, e acredito que, se o passado pode nos ensinar algo, \u00e9 que devemos impedir que o \u00f3dio passe despercebido<\/em>.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Talvez seja justamente a coragem de se identificar com essas realidades &#8211; cruas, dolorosas, injustas &#8211; que pode ajudar a reconstruir n\u00e3o apenas edif\u00edcios, mas uma sociedade mais justa. E, no fim, enquanto L\u00e1szl\u00f3 tenta desesperadamente dar forma a um mundo que o rejeitou, n\u00f3s tamb\u00e9m devemos nos perguntar se n\u00e3o chegou a hora de ouvir realmente as vozes daqueles que est\u00e3o vivendo \u00e0 margem.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>Bianca Agnelli<\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading has-text-align-center\">&#8220;<strong>Architettura del dolore: \u2019The Brutalist\u2019 di Brady Corbet&#8217;&nbsp;<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Febbraio in Italia \u00e8 un mese freddo, graffiante, brutale. L\u2019uscita di&nbsp;<em>The Brutalist<\/em>&nbsp;non poteva essere pi\u00f9 azzeccata: non solo per il clima meteorologico che ci stringe nella morsa del gelo, ma per quello emotivo e politico che sembra permeare il Vecchio Continente &#8211; e il mondo intero &#8211; negli ultimi mesi, lasciandoci con la pelle d\u2019oca e un vago senso di inquietudine.<\/p>\n\n\n\n<p>L\u2019immagine promozionale del film &#8211; che \u00e8 anche ci\u00f2 che il protagonista vede una volta attraccato al porto di New York &#8211; \u00e8 gi\u00e0 una dichiarazione di intenti: la Statua della Libert\u00e0 rovesciata, storta, decisamente sul punto di crollare. Un presagio, forse un ammonimento. L\u2019America, il paese delle pari opportunit\u00e0 e dei sogni realizzati, \u00e8 davvero ancora l\u2019ideale che ci \u00e8 stato promesso? O il sogno americano \u00e8 ormai solo una reliquia distorta, un\u2019illusione che si sgretola sotto il peso della realt\u00e0?<\/p>\n\n\n\n<p>In&nbsp;<em>The Brutalist<\/em>, diretto da Brady Corbet, l\u2019illusione si infrange attraverso la storia di L\u00e1szl\u00f3 T\u00f3th (interpretato magistralmente da&nbsp;<strong>Adrien Brody<\/strong>), un genio dell\u2019architettura, un ebreo ungherese sopravvissuto al campo di concentramento di Buchenwald. Nonostante il protagonista sia frutto della fantasia di Corbet, il suo contesto e le esperienze che lo definiscono sono saldamente ancorati a eventi storici reali. La trama si ispira infatti alle storie di architetti europei del dopoguerra come&nbsp;<strong>Marcel Breuer<\/strong>e&nbsp;<strong>Louis Kahn<\/strong>, che emigrarono negli Stati Uniti. Questi uomini, con le cicatrici delle sofferenze passate, portarono con s\u00e9 una visione innovativa e rivoluzionaria dell\u2019architettura, dando vita a una nuova lingua estetica che avrebbe segnato profondamente l\u2019America. Dopo aver perso ogni riferimento &#8211; la moglie, la patria, la sicurezza &#8211; L\u00e1szl\u00f3 arriva a Filadelfia per ricostruire la propria vita dalle macerie. Ma ogni rinascita \u00e8 dolorosa, e per L\u00e1szl\u00f3 l\u2019American Dream si rivela un calvario di paradossi e abusi.<\/p>\n\n\n\n<p>La sua salvezza &#8211; o forse la sua dannazione &#8211; \u00e8 l\u2019architettura: il linguaggio che riesce a dominare, l\u2019unica forma di bellezza in cui riesce a rifugiarsi. Corbet riesce a rendere visibile questa tensione in ogni frame del film, scolpendo la pellicola con un rigore quasi architettonico. Le linee, le ombre, le geometrie urbane diventano l\u2019eco del trauma e della ricerca di redenzione di L\u00e1szl\u00f3.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Adrien Brody<\/strong>&nbsp;regala un\u2019interpretazione da manuale, intensa e viscerale, che &#8211; come tutti speravamo &#8211; gli \u00e8 valsa l\u2019Oscar. La performance di Brody \u00e8 intrisa di una verit\u00e0 personale che va oltre il personaggio: sua madre, Sylvia Plachy, \u00e8 una fotografa e giornalista ungherese sopravvissuta all\u2019occupazione nazista, e suo padre, Elliot Brody, \u00e8 figlio di immigrati polacchi di origine ebraica. La storia di L\u00e1szl\u00f3, in fondo, \u00e8 una storia che Brody conosce nel profondo del sangue e della memoria familiare.<\/p>\n\n\n\n<p>Dietro la potenza narrativa e visiva di&nbsp;<em>The Brutalist<\/em>&nbsp;si nasconde anche una collaborazione artistica e personale che ne ha plasmato la struttura profonda. La moglie di Brady Corbet, Mona Fastvold, ha contribuito significativamente al film, non solo come co-sceneggiatrice, ma come partner creativa di lunga data. Fastvold, regista norvegese, ha collaborato con Corbet alla scrittura di diversi film dal 2012, anno in cui \u00e8 iniziata anche la loro relazione personale. La loro sinergia \u00e8 palpabile nella delicatezza con cui il film affronta il tema dell\u2019immigrazione e della perdita: Fastvold, lei stessa immigrata, ha arricchito il progetto con una prospettiva autentica sull\u2019esperienza dell\u2019esilio e della ricostruzione. Questa fusione di sguardi e sensibilit\u00e0 rende&nbsp;<em>The Brutalist<\/em>&nbsp;anche un\u2019indagine sull\u2019identit\u00e0 collettiva e sulle radici spezzate.<\/p>\n\n\n\n<p>Questo non \u00e8 solo un film sull\u2019immigrazione o sull\u2019arte; \u00e8 un inno alla sopravvivenza, una&nbsp;<strong>cronaca del dolore<\/strong>&nbsp;che si nasconde dietro i muri di un sogno infranto. \u00c8 la storia di chi, nonostante tutto, osa cercare di costruire bellezza sulle macerie, di chi tenta di dare un senso al caos con la precisione di una linea, con la forza di un angolo. E, credetemi, questo mi ha colpita nel profondo.<\/p>\n\n\n\n<p>Nel cast, spicca pure Felicity Jones con la sua interpretazione di Erzs\u00e9bet, la moglie sopravvissuta all\u2019Olocausto, Joe Alwyn nei panni di Harry Lee Van Buren, Raffey Cassidy come Zs\u00f3fia, Stacy Martin \u00e8 Maggie Van Buren, la sorella gemella di Harry, e Alessandro Nivola interpreta Attila, cugino di L\u00e1szl\u00f3, proprietario di un negozio di mobili a Filadelfia e pi\u00f9 assimilato nella cultura americana.<\/p>\n\n\n\n<p>Girato prevalentemente a Budapest, il film si sposta anche in Italia, precisamente a Carrara, dove L\u00e1szl\u00f3 e il suo facoltoso committente, Harrison Lee Van Buren (interpretato da Guy Pearce), scelgono il marmo per il loro ambizioso progetto. Le storiche cave di Bettogli e Bombarda, che da secoli forniscono il prezioso marmo utilizzato nelle pi\u00f9 grandi opere d\u2019arte del mondo, conferiscono al film una bellezza sublime e una connessione tangibile con la tradizione artistica italiana.<\/p>\n\n\n\n<p>Girato in 70mm, il film regala una qualit\u00e0 visiva che richiama i grandi classici del cinema epico, conferendo a ogni scena una dimensione quasi tangibile. \u00c8 il risultato di dieci anni di lavorazione, di una visione che Corbet ha affinato con pazienza e ambizione, dando vita a un\u2019opera che non solo omaggia il cinema del passato, ma ridefinisce anche il linguaggio visivo contemporaneo<em>.&nbsp;<\/em>La durata di 215 minuti, con un intervallo di un quarto d\u2019ora, invita lo spettatore a immergersi completamente nell\u2019esperienza cinematografica, ricordando l\u2019epoca in cui il cinema era un evento da vivere pienamente. Personalmente, sono stata inghiottita dal film e dal suo angosciante ritmo: non avrei voluto perdermi nemmeno un minuto di ci\u00f2 che stavo vivendo.<\/p>\n\n\n\n<p>Altro aspetto che mi ha davvero entusiasmata: la colonna sonora composta da Daniel Blumberg. Gi\u00e0 noto per il suo stile avanguardista e non convenzionale, ha creato un accompagnamento musicale che rispecchia le sfide e le sofferenze del protagonista. Ho trovato affascinante l\u2019uso di suoni che richiamano il processo di costruzione, insieme ad altri elementi che imitano materiali e strumenti da cantiere. Questo approccio non solo enfatizza la professione del protagonista come architetto, ma simboleggia anche la sua lotta per ricostruire la propria identit\u00e0 e trovare redenzione attraverso la creazione.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>La qualit\u00e0 della composizione \u00e8 stata riconosciuta a livello internazionale, con l\u2019Oscar per la migliore colonna sonora originale. Questo premio sottolinea l\u2019eccezionale contributo di Blumberg al cinema contemporaneo e l\u2019efficacia della musica nel raccontare storie potenti e universali.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Nelle mani del regista, l\u2019architettura diventa un linguaggio di resistenza e di memoria.<\/p>\n\n\n\n<p>La bellezza che L\u00e1szl\u00f3 cerca di costruire non \u00e8 pura: \u00e8 segnata dalle crepe della Storia, dalle ombre della violenza, dai fantasmi del passato che si insinuano tra le geometrie perfette degli edifici. La costruzione stessa diventa il cuore pulsante della storia, giocando un ruolo cruciale nell\u2019evoluzione della trama. L\u2019Istituto Van Buren, il mastodontico edificio immaginario al centro della narrazione, realizzato in cemento e concepito con un abile gioco di spazi negativi tra due torri che si ergono verso il cielo formando il simbolo di una croce, \u00e8 stato ideato dalla designer di produzione Judy Becker. Qui l\u2019ingegno creativo si fa metafora di un dolore collettivo, trasformato in un\u2019opera simbolica, un monumento alla&nbsp;<strong>memoria<\/strong>&nbsp;e al desiderio di non essere dimenticati.<\/p>\n\n\n\n<p>Ed \u00e8 cos\u00ec che&nbsp;<em>The Brutalist<\/em>&nbsp;si fa veramente provocatorio: ci costringe a confrontarci con le storie di dolore, di razzismo, di immigrazione. L\u00e1szl\u00f3 non costruisce per dimenticare, ma per dare forma a un vuoto, per dare voce a un destino segnato dall\u2019esclusione, per raccontare la storia di un ebreo brutalizzato dal mondo. Guardando il suo sogno fragile ergersi contro il cielo, mi chiedo: quale sar\u00e0 il prezzo che noi, come societ\u00e0, pagheremo se continuiamo a ignorare le ferite del passato?<\/p>\n\n\n\n<p>Adrien Brody nel ritirare il suo Oscar ha toccato gli argomenti centrali del film, sottolineando come l\u2019attore, pur nell\u2019apparente glamour del mestiere, si trovi a vivere su un terreno fragile.\u201c<em>Sono qui per rappresentare i traumi persistenti e le ripercussioni della guerra, dell\u2019oppressione sistematica, dell\u2019antisemitismo e del razzismo<\/em>\u201d, ha dichiarato, ricordando come la storia di L\u00e1szl\u00f3 sia una riflessione sui danni profondi lasciati dalle atrocit\u00e0 storiche. \u201c<em>Prego per un mondo pi\u00f9 sano, pi\u00f9 felice e pi\u00f9 inclusivo, e credo che se il passato ci pu\u00f2 insegnare qualcosa, \u00e8 che dobbiamo impedire che l\u2019odio passi inosservato<\/em>.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Forse \u00e8 proprio il coraggio di immedesimarsi in queste realt\u00e0 &#8211; crude, dolorose, ingiuste &#8211; che pu\u00f2 aiutare a ricostruire non soltanto edifici, ma una societ\u00e0 pi\u00f9 giusta. E, in definitiva, mentre L\u00e1szl\u00f3 cerca disperatamente di dare forma a un mondo che lo ha rifiutato, anche noi dobbiamo chiederci se non sia giunto il momento di ascoltare, davvero, le voci di chi sta vivendo ai margini.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>Bianca Agnelli<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-9d6595d7 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<h4 class=\"wp-block-heading has-text-align-center has-luminous-vivid-amber-to-luminous-vivid-orange-gradient-background has-background\"><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/bibiselkie\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" title=\"INSTAGRAM\">INSTAGRAM<\/a><\/h4>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<h4 class=\"wp-block-heading has-text-align-center has-luminous-vivid-amber-to-luminous-vivid-orange-gradient-background has-background\"><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/biancaxagnelli?_rdc=2&amp;_rdr#\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" title=\"FACEBOOK\">FACEBOOK<\/a><\/h4>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<h4 class=\"wp-block-heading has-text-align-center has-luminous-vivid-amber-to-luminous-vivid-orange-gradient-background has-background\"><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/bibiselkie\" title=\"YOUTUBE\">YOUTUBE<\/a><\/h4>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<p><a href=\"http:\/\/jornalrol,com.br\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" title=\"Voltar\">Voltar<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/JCulturalrol\/\" title=\"Facebook\">Facebook<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fevereiro na It\u00e1lia \u00e9 um m\u00eas frio, cortante, brutal. O lan\u00e7amento de The Brutalist n\u00e3o poderia ser mais pertinente: n\u00e3o apenas pelo clima meteorol\u00f3gico que&#8230; <\/p>\n","protected":false},"author":116,"featured_media":72477,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[9286,9398,11488,9285],"tags":[14005,14004,14009,14010,14007,14006,14008,14003],"class_list":["post-72476","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-arte","category-artigos","category-cinema","category-literatura","tag-adrian-brody","tag-brady-corbet","tag-felicity-jones","tag-guy-pearce","tag-louis-kahn","tag-marcel-breuer","tag-mona-fastvold","tag-o-brutalista"],"aioseo_notices":[],"views":619,"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/IMG_7579-1.jpeg","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":51856,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=51856","url_meta":{"origin":72476,"position":0},"title":"Eliana Hoenhe Pereira: &#039;Bicenten\u00e1rio da Independ\u00eancia do Brasil&#039;","author":"Eliana Hoenhe Pereira","date":"5 de setembro de 2022","format":false,"excerpt":"Bicenten\u00e1rio da Independ\u00eancia do Brasil Estamos em constru\u00e7\u00e3o! Muito j\u00e1 foi conquistado e muito h\u00e1 de ser alcan\u00e7ado. A Independ\u00eancia da nossa na\u00e7\u00e3o N\u00e3o foi em v\u00e3o. Embora decretada pelo Imperador, tivemos per\u00edodos na hist\u00f3ria vividos e sentidos de muita dor. Foi um processo ao longo do tempo. Gratid\u00e3o \u00e9\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Comunica\u00e7\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"Comunica\u00e7\u00e3o","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=7"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/Picsart_22-09-05_18-35-54-292.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/Picsart_22-09-05_18-35-54-292.jpg?resize=350%2C200&ssl=1 1x, https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/Picsart_22-09-05_18-35-54-292.jpg?resize=525%2C300&ssl=1 1.5x, https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/Picsart_22-09-05_18-35-54-292.jpg?resize=700%2C400&ssl=1 2x"},"classes":[]},{"id":1717,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=1717","url_meta":{"origin":72476,"position":1},"title":"S\u00e3o Paulo: EXPO &#039;RECALQUE DIFERENCIAL&#039;, DE LUCAS SIM\u00d5ES","author":"Helio Rubens","date":"28 de abril de 2015","format":false,"excerpt":"Galeria Emma Thomas apresenta exposi\u00e7\u00e3o \u201cRecalque Diferencial\u201d do artista Lucas Sim\u00f5es O artista apresentar\u00e1 uma instala\u00e7\u00e3o que ser\u00e1, aos poucos, destru\u00edda pela intera\u00e7\u00e3o com o p\u00fablico, trabalho que faz um contraponto entre arquitetura e a constru\u00e7\u00e3o de monumentos nacionais\u00a0 \u00a0 S\u00e3o Paulo, abril de 2015 \u2013 No dia 19 de\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Comunica\u00e7\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"Comunica\u00e7\u00e3o","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=7"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/ci6.googleusercontent.com\/proxy\/aHMv8KApnAfXbr0a6cilh33QMxShPk7iAeZgYoXK8dBqRfqZ9-rqunWZuuYU1_W4yLVBhgW8eU8T3tL-Wk9ZH__LXi0Aqzyy44HHiG93f63mEzgVj2sLfa7PAcAIHp4mLiXtz4Y-VdtQkZozNMDNA1jp_BgS8XwduE998_0o=s0-d-e1-ft#http:\/\/agencialema11.newssender.com.br\/messageimages\/1120773918383686\/143023122488625800\/lucas_simes.jpg","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":19823,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=19823","url_meta":{"origin":72476,"position":2},"title":"Jairo Valio: &#039;Talvez num sonho&#039;","author":"Jairo Valio","date":"19 de julho de 2018","format":false,"excerpt":"\"Teria eu mergulhando em fantasia,\/\u00a0Um corpo estressado por lam\u00farias\/\u00a0e brutal e assustadora tristeza?\/\u00a0\u00c9 tanta e cruel a virul\u00eancia do homem,\/\u00a0que num momento de sonho,\u00a0pensei n\u00e3o existir.\" \u00a0 Talvez num sonho Busquei, afoito, momentos perdidos. Encantos de crian\u00e7as sorrindo, inebriantes perfumes de flores, m\u00e3es, que, alegres e sorridentes, amamentam seus filhos,\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Comunica\u00e7\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"Comunica\u00e7\u00e3o","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=7"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/18010517_1498212940210249_1726418210964697403_n-2.png?resize=350%2C200","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":27757,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=27757","url_meta":{"origin":72476,"position":3},"title":"O leitor participa: Vanor Barreiros: &#039;E se fosse voc\u00ea?&#039;","author":"Sergio Diniz da Costa","date":"8 de junho de 2019","format":false,"excerpt":"Cr\u00f4nica: E se fosse voc\u00ea? Bater no peito e ignorar a dor e sofrimento alheio \u00e9 muito f\u00e1cil. A indiferen\u00e7a que domina cada ser humano, o faz cada vez mais insens\u00edvel \u00e0 causa do outro. Passar por algu\u00e9m que, na rua, implora por uma doa\u00e7\u00e3o, por um sem teto que\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Comunica\u00e7\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"Comunica\u00e7\u00e3o","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=7"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/P_20190530_091953_p-300x225.jpg?resize=350%2C200","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":23725,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=23725","url_meta":{"origin":72476,"position":4},"title":"Jairo Valio: &#039;Amar \u00e9&#8230;&#039;","author":"Jairo Valio","date":"9 de janeiro de 2019","format":false,"excerpt":"\"Da\u00ed vem as magias deste imensur\u00e1vel mundo,\/\u00a0Que mudam pensamentos e tiram brutalidades,\/\u00a0Tornando calmo quem tinha suas virul\u00eancias,\/\u00a0Pois a jovem que lhe despertou para o amor,\/\u00a0Tem nos l\u00e1bios um sorriso t\u00e3o lindo e meigo,\/\u00a0E nos toques a maciez de uma p\u00e9tala de rosa.\" \u00a0 AMAR \u00c9..... \u00c9 a disponibilidade de sentimentos\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Comunica\u00e7\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"Comunica\u00e7\u00e3o","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=7"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/jairo-valio.png?resize=350%2C200","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":72023,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=72023","url_meta":{"origin":72476,"position":5},"title":"Intriga","author":"Clayton Alexandre Zocarato","date":"12 de fevereiro de 2025","format":false,"excerpt":"Uma intriga fez uma bela barriga durante momentos de suor e frio intenso. Muito furor sem nenhum indolor, gerando dor","rel":"","context":"Em &quot;Literatura&quot;","block_context":{"text":"Literatura","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=9285"},"img":{"alt_text":"Imagem criada por IA do Bing - 12 de fevereiro de 2025 \u00e0s 17:18 PM","src":"https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/OIG4-1-1.jpeg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/OIG4-1-1.jpeg?resize=350%2C200&ssl=1 1x, https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/OIG4-1-1.jpeg?resize=525%2C300&ssl=1 1.5x, https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/OIG4-1-1.jpeg?resize=700%2C400&ssl=1 2x"},"classes":[]}],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/72476","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/116"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=72476"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/72476\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":72488,"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/72476\/revisions\/72488"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/72477"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=72476"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=72476"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=72476"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}