{"id":72600,"date":"2025-03-27T08:00:00","date_gmt":"2025-03-27T11:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=72600"},"modified":"2025-03-29T10:27:46","modified_gmt":"2025-03-29T13:27:46","slug":"no-meio-do-caminho-tinha-uma-gruta","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=72600","title":{"rendered":"No meio da cidade tinha uma gruta&#8230;"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F72600&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F72600&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div>\n<h2 class=\"wp-block-heading has-text-align-center\">Sergio Diniz da Costa<br><br> &#8216;No meio da cidade tinha uma gruta&#8230;&#8217;<br><br><\/h2>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1194\" height=\"858\" data-attachment-id=\"66950\" data-permalink=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/?attachment_id=66950\" data-orig-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/20240301_1126302-1.jpg\" data-orig-size=\"1194,858\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;1.8&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;SM-A135M&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1709292390&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;4&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;250&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0.016666666666667&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}\" data-image-title=\"20240301_112630~2\" data-image-description=\"&lt;p&gt;Sergio Diniz&lt;\/p&gt;\n\" data-image-caption=\"&lt;p&gt;Sergio Diniz&lt;\/p&gt;\n\" data-medium-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/20240301_1126302-1.jpg\" data-large-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/20240301_1126302-1.jpg\" src=\"http:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/20240301_1126302-1.jpg\" alt=\"Sergio Diniz\" class=\"wp-image-66950\" style=\"width:182px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/20240301_1126302-1.jpg 1194w, https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/20240301_1126302-1-768x552.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1194px) 100vw, 1194px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Sergio Diniz<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"1024\" data-attachment-id=\"72601\" data-permalink=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/?attachment_id=72601\" data-orig-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/OIG4-3.jpg\" data-orig-size=\"1024,1024\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"OIG4\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/OIG4-3.jpg\" data-large-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/OIG4-3.jpg\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/OIG4-3.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-72601\" style=\"width:372px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/OIG4-3.jpg 1024w, https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/OIG4-3-600x600.jpg 600w, https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/OIG4-3-768x768.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Imagem criada por IA no Bing &#8211; 26 de mar\u00e7o de 2026,<\/em><br><em>\u00e0s 20:45 PM<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"has-drop-cap\">Meio s\u00e9culo me separa de minha inf\u00e2ncia. E das primeiras lembran\u00e7as da \u2018Terra das Mon\u00e7\u00f5es\u2019, ber\u00e7o do velho \u2018Juquita\u2019, como a vida inteira foi conhecido meu pai, Jos\u00e9 Diniz da Costa, nascido na Rua C\u00e2ndido Mota, no centro de Porto Feliz.<\/p>\n\n\n\n<p>Em sua juventude, foi m\u00fasico da banda da cidade e, das lembran\u00e7as desse tempo, legou-nos um flautim. E trabalhou como qu\u00edmico pr\u00e1tico da ent\u00e3o pr\u00f3spera Usina de A\u00e7\u00facar.<\/p>\n\n\n\n<p>Como consequ\u00eancia natural dessas atividades, dele recebi, geneticamente, o gosto pelas artes em geral, e doze anos trabalhando como t\u00e9cnico-qu\u00edmico.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas recebi, tamb\u00e9m, algo maior: uma segunda terra natal, um segundo lar.<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar de ter feito de Sorocaba sua nova terra at\u00e9 o final de seus dias, continuou umbilicalmente ligado a Porto Feliz e, duas ou tr\u00eas vezes ao ano, a fam\u00edlia toda visitava os parentes e amigos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Naquela \u00e9poca, a magia das visitas come\u00e7ava pela estrada, ent\u00e3o de terra, o que nos deixava empoeirados at\u00e9 a alma e fazia com que a viagem, de \u00f4nibus, e cheia de paradas, parecesse uma eternidade. Uma maravilhosa eternidade, cercada por paisagens inesquec\u00edveis, quase sem nenhuma constru\u00e7\u00e3o. Apenas um oceano verde, mesclado com marrom e azul, onde, ocasionalmente, rebanhos de bovinos pareciam, ao longe, em estado meditativo.<\/p>\n\n\n\n<p>Um pouco antes de entrar na cidade, planta\u00e7\u00f5es de cana-de-a\u00e7\u00facar e uma enorme vontade (nunca realizada) de parar ali e chupar cana at\u00e9 sair pelo nariz.<\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s as planta\u00e7\u00f5es, finalmente se divisava a entrada da cidade, que se dava simplesmente atravessando a estrada que liga Itu, Boituva, e outras cidades da regi\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>E, j\u00e1 entrando na cidade, o \u00f4nibus nos deixava na Pra\u00e7a da Matriz, muito pr\u00f3ximo da Casa das Tias de Porto Feliz, como a ela nos refer\u00edamos.<\/p>\n\n\n\n<p>A chegada a Porto, invariavelmente, era aos s\u00e1bados, ainda de manh\u00e3, e se estendia at\u00e9 o final da tarde de domingo. E, nos dois dias, ap\u00f3s o almo\u00e7o, um passeio deliciosamente obrigat\u00f3rio: na Gruta!<\/p>\n\n\n\n<p>Por ser perto, \u00edamos a p\u00e9. E, j\u00e1 na entrada, nas escadarias, um sentimento transcendente se apossava de mim e, certamente, de meus irm\u00e3os, tamb\u00e9m. No ar, percebia-se um cheiro, que, mais do que de mata, era um aroma de aventuras, que lembrava algo como \u201cAs Ca\u00e7adas de Pedrinho\u201d, que, com a cole\u00e7\u00e3o infantil completa de Monteiro Lobato, povoou de magia minha inf\u00e2ncia.<\/p>\n\n\n\n<p>Desc\u00edamos as escadarias com o cora\u00e7\u00e3o palpitando e a mente fervilhando. A impress\u00e3o que t\u00ednhamos era que n\u00f3s tamb\u00e9m \u00e9ramos personagens do S\u00edtio do Pica-Pau Amarelo, e nos unir\u00edamos a Pedrinho, Narizinho, Em\u00edlia, o Visconde de Sabugosa e outros personagens do S\u00edtio.<\/p>\n\n\n\n<p>Conforme desc\u00edamos, as imagens do Monumento aos Bandeirantes, do batel\u00e3o, dos pared\u00f5es salitrosos e da bica \u2500 cuja \u00e1gua gelada, de gosto adocicado, se bebida, segundo uma lenda, sempre&nbsp;trazia o visitante de volta \u00e0 gruta \u2500, e, finalmente, a imagem de Nossa Senhora de Lourdes, levava-nos a um passado long\u00ednquo, com a chegada dos primeiros bandeirantes.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa magia, renovada de \u00e9poca em \u00e9poca, durou por toda a minha inf\u00e2ncia e at\u00e9 certo momento da adolesc\u00eancia. O tempo, por\u00e9m, aos poucos, levou para as terras espirituais os parentes e amigos de outrora. E, tamb\u00e9m aos poucos, foi depositando no Ba\u00fa da Mem\u00f3ria aquele lugar de sonhos e de aventuras.<\/p>\n\n\n\n<p>Hoje, volto mensalmente a Porto Feliz, para buscar exemplares da Revista Bemporto (da qual sou um dos colunistas). E recentemente, visitei a gruta. Mas alguma coisa estava diferente nela, al\u00e9m da mudan\u00e7a de local do batel\u00e3o. Senti um vazio profundo, um sil\u00eancio do\u00eddo.<\/p>\n\n\n\n<p>Tentei ouvir os ecos do passado long\u00ednquo quando, naquele local, surgiu a Vila de Araritaguaba. Em v\u00e3o. Tentei, ent\u00e3o, ouvir os ecos de um passado mais recente, da gruta da minha inf\u00e2ncia, cheia de visitantes e mesmo dos moradores da cidade. Mas s\u00f3 ouvi uma crian\u00e7a dentro de mim que dizia, como um Drummond: No meio da cidade tinha uma gruta\/ Tinha uma gruta no meio da cidade\/ Nunca me esquecerei desse acontecimento\/ Na vida de minhas retinas t\u00e3o fatigadas\/ Nunca me esquecerei que no meio da cidade tinha uma gruta&#8230; Uma gruta onde um menino se perdeu, levado por um batel\u00e3o, talvez para a Terra do Nunca.<\/p>\n\n\n\n<p>Cr\u00f4nica publicada originariamente na Revista Bemporto, edi\u00e7\u00e3o de setembro de 2015.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>Sergio Diniz da Costa<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-9d6595d7 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<h4 class=\"wp-block-heading has-text-align-center has-electric-grass-gradient-background has-background\"><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/sergio.dinizdacosta.79\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" title=\"FACEBOOK\">FACEBOOK<\/a><\/h4>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<h4 class=\"wp-block-heading has-text-align-center has-electric-grass-gradient-background has-background\"><a href=\"https:\/\/www.recantodasletras.com.br\/autor.php?id=173342\" title=\"RECANTO DAS LETRAS\">RECANTO DAS LETRAS<\/a><\/h4>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/\" title=\"Voltar\">Voltar<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/JCulturalrol.com\/\" title=\"Facebook\">Facebook<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><br><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Meio s\u00e9culo me separa de minha inf\u00e2ncia. 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