{"id":7281,"date":"2016-12-22T15:29:28","date_gmt":"2016-12-22T17:29:28","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=7281"},"modified":"2016-12-22T15:29:28","modified_gmt":"2016-12-22T17:29:28","slug":"ranielton-dario-colle-o-ranie-conto-o-principio-da-incerteza","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=7281","title":{"rendered":"Ranielton Dario Colle, o \u2018Ranie\u2019: Conto \u2018O Princ\u00edpio da Incerteza\u2019"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F7281&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F7281&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><h2><strong><u><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/rannie-cole-amor-guerra-e-uma-paranoia\/1453155394405temp-copy\/\" rel=\"attachment wp-att-7139\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-7139 alignleft\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/1453155394405temp-Copy.jpg\" alt=\"Rannie Cole\" width=\"64\" height=\"86\" \/><\/a>Ranielton Dario Colle, o \u2018Ranie\u2019: &#8216;O Princ\u00edpio da Incerteza&#8217;<\/u><\/strong><\/h2>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ainda\u00a0 era noite quando eu acordei. Eu estava suado, e tremia ao lembrar do sonho que tivera. Olhei, ent\u00e3o, para a porta fechada, e fiquei pensando no Gato de Erwin Shr\u00f6dinger, na caixa, a f\u00edsica qu\u00e2ntica\u2026 Eu era um leigo nisso tudo, mas ficava fascinado pensando em teorias, e f\u00f3rmulas muito al\u00e9m de meu parco conhecimento matem\u00e1tico.<\/p>\n<p>Eu estava ali, no quarto, sozinho. E poderia estar vivo, ou morto, enquanto ningu\u00e9m me observasse ou entrasse em contato comigo. Era essa a ideia: Um fen\u00f4meno tem chances iguais de acontecer, ou n\u00e3o, dependendo do observador. O olhar \u00e9 determinante. Isso me era curiosamente m\u00e1gico.<\/p>\n<p>Afinal o universo s\u00f3 existiria com um observador? E se n\u00e3o houvesse vida? As coisas ainda existiriam? Sem observadores, sem universo? Eu pensava nisso: a expectativa do observador influencia o que ser\u00e1 visto\u2026 at\u00e9 onde? De quantos observadores se faz uma realidade?<\/p>\n<p>O gato est\u00e1 vivo ou morto? No que eu acredito?<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, lembrei, de novo, dela&#8230; Fazia um ano j\u00e1 e nunca mais troc\u00e1ramos uma palavra sequer. Nunca mais vi o seu rosto, ou toquei em sua pele\u2026 Mas eu sabia que ela estava viva e bem. E, dependendo de meu estado de humor, isso n\u00e3o era uma boa not\u00edcia, porque eu me sentia abandonado, embora eu nunca tenha pensado que ela talvez se sentisse abandonada tamb\u00e9m.<\/p>\n<p>Esses pensamentos estavam em minha cabe\u00e7a quando ouvi latidos l\u00e1 fora. Olhei pela janela e os vi, dois garotos corriam pela rua deserta. Tudo existia. Tudo era real. Eu adormeci novamente.<\/p>\n<p>Ela estava t\u00e3o bela no \u00faltimo dia em que nos falamos, naquela tarde.<\/p>\n<p>Todavia eu peguei o carro e disse que ligaria mais tarde\u2026 Mas n\u00e3o liguei\u2026<\/p>\n<p>Era noite j\u00e1 quando passei por algumas pessoas na rua e fui ao supermercado. Eu andava apressado, e eles tamb\u00e9m: ningu\u00e9m parecia ver ningu\u00e9m. O mundo \u00e9 assim hoje&#8230; Um grande aglomerado de pessoas, estranhas umas \u00e0s outras, que n\u00e3o se cumprimentam.<\/p>\n<p>Lembran\u00e7as:<\/p>\n<p>\u2013 Padre, perdoai-me porque eu pequei\u2026 N\u00e3o existe perd\u00e3o para o que eu fiz padre<\/p>\n<p>\u2013 Sempre existe perd\u00e3o meu filho. Basta que voc\u00ea esteja sinceramente arrependido\u2026 Deus \u00e9 muito grande e bom\u2026 Ent\u00e3o, o que voc\u00ea fez?<\/p>\n<p>\u2013 Eu, eu\u2026 &#8212; sai correndo da igreja com l\u00e1grimas rolando pelos olhos.<\/p>\n<p>Mem\u00f3rias se misturavam enquanto eu caminhava. A inf\u00e2ncia. A adolesc\u00eancia. O primeiro amor. O trabalho. E, por fim, ela\u2026<\/p>\n<p>Eu n\u00e3o estava mais no supermercado. Fui andando pelas ruas at\u00e9 chegar a minha casa.<\/p>\n<p>Era estranho, eu tinha ficado t\u00e3o relaxado ultimamente\u2026 Simplesmente n\u00e3o me importava com nada: p\u00f3 e teias de aranha se misturavam&#8230; Deitei de novo, estava cansado: andava t\u00e3o cansado ultimamente que meus pensamentos eram vagos, et\u00e9reos como os sonhos.<\/p>\n<p>\u2013 Voc\u00ea n\u00e3o pode fazer isso comigo\u2026<\/p>\n<p>\u2013 Eu posso e vou! Voc\u00ea n\u00e3o tinha o direito! ME D\u00c1 A CHAVE DO CARRO!<\/p>\n<p>\u2013 Pega o seu carro, seu idiota!<\/p>\n<p>\u2013 Sua vadia imunda! \u2013 Toma!<\/p>\n<p>Eu acertei um tapa em sua cara. E sai gritando: \u201cLigo mais tarde\u201d, sem saber ao certo o porqu\u00ea. Nunca tive coragem de ligar novamente.<\/p>\n<p>Desejei que ela tivesse morrido. E por qu\u00ea? Eu n\u00e3o lembro o motivo. A briga foi t\u00e3o s\u00e9ria que eu simplesmente n\u00e3o lembro o motivo. \u00c0s vezes, eu queria n\u00e3o existir!<\/p>\n<p>De novo, pesadelos. Acordo. Decido ir caminhando at\u00e9 a casa dela. S\u00e3o tr\u00eas horas da madrugada. \u201cTudo bem, eu n\u00e3o pretendo tocar a campainha\u201d, penso comigo. Cinco quil\u00f4metros de caminhada na noite: vejo gatos, um gamb\u00e1 perdido atravessando o asfalto, um cachorro dormindo na rua\u2026 E eu reconhe\u00e7o o cachorro. \u00c9 o meu c\u00e3ozinho, o REX\u2026 eu o havia esquecido.<\/p>\n<p>Por que eu o havia esquecido? Que tipo de homem eu sou? Ele havia fugido e eu nem mesmo senti a sua falta! Como se ele nunca tivesse existido\u2026 \u201cEu era um monstro\u201d \u2500 pensei.<\/p>\n<p>O chamei. Ele me olhou e abanou o rabo, e veio correndo para mim. Estava t\u00e3o sujo! T\u00e3o sujo! T\u00e3o magro! H\u00e1 quanto tempo ele estava assim? Eu precisava consultar um m\u00e9dico urgente, a minha mem\u00f3ria\u2026<\/p>\n<p>Fomos juntos at\u00e9 a frente da casa dela. Era quase quatro horas quando eu parei ali em frente, e olhei: Estava tudo igual.<\/p>\n<p>Rex come\u00e7ou a latir. Pedi, implorei, chorei para que ele ficasse quieto. Mas era tarde, a luz do quarto se acendeu. Eu me escondi atr\u00e1s do muro do vizinho quando ela saiu:<\/p>\n<p>\u2013 Rex\u2026 voc\u00ea est\u00e1 aqui? Onde voc\u00ea estava menino? Voc\u00ea est\u00e1 imundo!<\/p>\n<p>Ela foi at\u00e9 ele, se agachou, come\u00e7ou a acarici\u00e1-lo, e uma l\u00e1grima correu de seu rosto. E ela falou:<\/p>\n<p>\u2013 O papai te abandonou n\u00e9? Ele abandonou a todos n\u00f3s, aquele porco ego\u00edsta! \u2013 ent\u00e3o ela, j\u00e1 chorando, o pegou no colo e o levou para dentro.<\/p>\n<p>Fiquei abalado e cai em pranto. E assim, quando percebi que estava seguro, comecei o caminho de volta para casa\u2026<\/p>\n<p>\u2013 Padre perdoai-me porque eu pequei\u2026 Eu sai correndo. Eu me odiava por ter batido nela. Por querer que ela morresse.<\/p>\n<p>Entrei no carro, e dirigi como um louco, e bati numa \u00e1rvore na curva. Eu estava me lembrando agora, voltando para casa\u2026 tudo estava acabado.<\/p>\n<p>Ela estava viva para mim, ela sempre estaria viva para mim\u2026 mas eu n\u00e3o estava mais vivo para ela\u2026 Um ano j\u00e1\u2026 Eu n\u00e3o queria acreditar! Eu morri?<\/p>\n<p>De quantos olhares se faz uma realidade?<\/p>\n<p>Haviam aberto a caixa, o gato havia tomado o veneno, e estava morto!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ranielton Dario Colle, o \u2018Ranie\u2019: &#8216;O Princ\u00edpio da Incerteza&#8217;<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[2315,7333],"class_list":["post-7281","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-comunicacao","tag-contos","tag-ranie"],"aioseo_notices":[],"views":0,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":7205,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=7205","url_meta":{"origin":7281,"position":0},"title":"Ranielton Dario Colle, o \u2018Ranie\u2019: &#039;Div\u00f3rcio&#039;","author":"Helio Rubens","date":"15 de dezembro de 2016","format":false,"excerpt":"Ranielton Dario Colle, o \u2018Ranie\u2019: novo artigo: 'Div\u00f3rcio' \u00a0 \u2013 Voc\u00ea abasteceu o carro? \u2500 ela me perguntou antes de sair. \u2500 Sim, querida, o tanque est\u00e1 cheio. \u2500 eu respondi, com ironia. 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