{"id":7310,"date":"2016-12-24T19:39:02","date_gmt":"2016-12-24T21:39:02","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=7310"},"modified":"2016-12-24T19:39:02","modified_gmt":"2016-12-24T21:39:02","slug":"elcio-mario-pinto-conto-uma-lente-de-natal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=7310","title":{"rendered":"\u00c9lcio Mario Pinto: conto &#039;Uma lente de Natal&#039;"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F7310&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F7310&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><h2><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/o-rol-ficou-intelectualmente-mais-rico-ainda\/dsc_3743-copy\/\" rel=\"attachment wp-att-6673\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-6673\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/DSC_3743-Copy.jpg\" alt=\"\u00c9lcio M\u00e1rio Pinto\" width=\"81\" height=\"58\" \/><\/a>\u00a0<strong>\u00c9lcio Mario Pinto: &#8216;UMA LENTE DE NATAL&#8217;<\/strong><\/h2>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Quando o homem me disse para ver a imagem que sua lente mostrava, senti uma esp\u00e9cie de tremedeira interna. \u00c9 o que acontece quando as emo\u00e7\u00f5es fazem o cora\u00e7\u00e3o bater mais depressa. J\u00e1 me disseram que \u00e9 assim que o corpo se prepara para alguma emerg\u00eancia: evitar o perigo e correr.<\/p>\n<p>Mas, qual nada, pensei comigo. Desta vez, nada de desembestar, porque ao mesmo tempo que as emo\u00e7\u00f5es me faziam tremer, a cabe\u00e7a dizia para compreender.<\/p>\n<p>O que haveria ali, naquela simples lente, para ser compreendido numa \u00e9poca repleta de significados como o Natal?<\/p>\n<p>Pensando em responder, disse a ele:<\/p>\n<p>&#8211; Pois \u00e9 o que lhe digo, senhor Rangel. N\u00e3o sei explicar direito o que me acontece. S\u00f3 sei que quando o tal de dezembro come\u00e7a, sinto-me outra pessoa. N\u00e3o que eu seja supersticioso. Longe de mim tal coisa. E sem dar a m\u00e3o \u00e0 palmat\u00f3ria, assumo e o fa\u00e7o agora: deve existir algum tipo de magia do Bem no tal dezembro de Natal!<\/p>\n<p>O homem me olhou com sorriso, diferente de quem acredita e se ofende se o outro diz n\u00e3o crer nas mesmas coisas e na mesma medida.<\/p>\n<p>Foi naquele momento que entendi que o senhor Rangel n\u00e3o queria me convencer de coisa alguma, mas fazia quest\u00e3o de me dizer de suas cren\u00e7as, ou melhor, me mostrar como \u00e9 que as coisas aconteciam a ele, pela sua Lente.<\/p>\n<p>&#8211; O que pode ver em minha m\u00e3o?<\/p>\n<p>&#8211; Vejo uma lente, nada mais.<\/p>\n<p>&#8211; Algum tipo especial?<\/p>\n<p>&#8211; Pelo que vejo, nenhum tipo que mere\u00e7a um t\u00edtulo assim.<\/p>\n<p>&#8211; E se nela tal coisa existisse?<\/p>\n<p>&#8211; Do que \u00e9 que o senhor me fala?<\/p>\n<p>&#8211; Digo de alguma coisa mais do que especial neste c\u00edrculo transparente que uso para ver as coisas.<\/p>\n<p>&#8211; Que coisas?<\/p>\n<p>&#8211; A maior de todas: o tempo, meu amigo, o tempo!<\/p>\n<p>&#8211; N\u00e3o me diga que tal \u00e9 poss\u00edvel?<\/p>\n<p>&#8211; Se n\u00e3o devo dizer, ent\u00e3o, por respeito ao amigo, eu n\u00e3o digo.<\/p>\n<p>&#8211; N\u00e3o, n\u00e3o, n\u00e3o! \u00c9 s\u00f3 um modo de falar. Na verdade, quero, ou melhor, pe\u00e7o, com todo o meu desejo e com toda a minha vontade, diga-me, por favor: do que se trata?<\/p>\n<p>&#8211; Sendo assim, ent\u00e3o, sente-se aqui e enquanto seus ouvidos se atentam para o que digo, seus olhos contemplam o que mostro.<\/p>\n<p>&#8211; Existe algo de poesia nisso.<\/p>\n<p>&#8211; Sempre! Poesia existe como existe o ar respirado, aquele que desafoga a Terra e n\u00e3o sufoca as criaturas. Ar e poesia participam desta Lente como fazem o Natal ser o que ele \u00e9 e poucos conseguem ver.<\/p>\n<p>&#8211; Ver pela lente ou pela poesia?<\/p>\n<p>&#8211; Para responder, digo-lhe: veja com seus olhos&#8230;<\/p>\n<p>Com novo susto a tremedeira voltou e desta vez, at\u00e9 minha boca tremia de emo\u00e7\u00e3o. A tal Lente do senhor Rangel fazia a magia do Natal mostrar tempos diferentes e distantes. Nela, ora o presente estava todo real\u00e7ado, ora, o passado aparecia e se sobrepunha ao presente. E eu, todo confuso, perguntei:<\/p>\n<p>&#8211; \u00c9 algum tipo de imagem em tr\u00eas dimens\u00f5es, o famoso 3D?<\/p>\n<p>&#8211; De forma alguma!<\/p>\n<p>&#8211; Mas, ent\u00e3o, o que \u00e9 que isso significa?<\/p>\n<p>&#8211; Diga-me o que pode ver que digo seu significado.<\/p>\n<p>&#8211; Vejo uma n\u00edtida imagem do presente. Mas, quando coloco sua Lente, as cores ficam mais vivas, brilham e parecem ter movimento pr\u00f3prio; vejo que tudo se multiplica em significados. E, mesmo n\u00e3o conseguindo compreender todos eles, n\u00e3o me afobo, n\u00e3o me desespero e me sinto feliz&#8230;<\/p>\n<p>&#8211; Assim o amigo me facilita a vida de explica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>&#8211; E como o fa\u00e7o?<\/p>\n<p>&#8211; Est\u00e1 me dizendo de toda a sua vida interior. S\u00e3o os seus mais profundos sentimentos de alegria que fazem as cores do presente ficarem t\u00e3o vivas e reluzentes; \u00e9 a sua cren\u00e7a no Natal que transforma sua incapacidade de total compreens\u00e3o, em realiza\u00e7\u00e3o pelo que seus sentimentos conseguem experimentar e, finalmente, \u00e9 a sua esperan\u00e7a, repleta de expectativas, a trazer felicidade no tempo que decidiu escolher.<\/p>\n<p>&#8211; N\u00e3o sei ao certo se o meu tempo \u00e9 este presente. \u00c0s vezes, queria viver em \u00e9pocas passadas e sentir aquele tempo como se fosse o meu.<\/p>\n<p>&#8211; Falando do passando, o que pode ver que se sobrep\u00f5e ao seu presente?<\/p>\n<p>&#8211; Eu n\u00e3o lhe disse a respeito. Como sabe?<\/p>\n<p>&#8211; A Lente me \u00e9 familiar.<\/p>\n<p>&#8211; Entendo! Mas, algo de estranho e de surpreendente acontece quando eu a movimento na dire\u00e7\u00e3o oposta.<\/p>\n<p>&#8211; O que acontece?<\/p>\n<p>&#8211; Vejo o passado do mesmo presente.<\/p>\n<p>&#8211; Diga-me dele.<\/p>\n<p>&#8211; A imagem me traz algumas sombras, poucas coisas coloridas e tudo por se fazer. O que significam tais imagens?<\/p>\n<p>&#8211; Vejamos: sombras, poucas cores e tudo por acontecer&#8230; Significam que aquele n\u00e3o \u00e9 o seu tempo, por isso n\u00e3o pode experiment\u00e1-lo do mesmo modo. Contudo, vendo-o, consegue senti-lo, por isso, algumas cores se destacam. Mas, nem tudo se revela, ent\u00e3o, s\u00e3o as sombras.<\/p>\n<p>&#8211; E as constru\u00e7\u00f5es inacabadas?<\/p>\n<p>&#8211; Reafirmam que n\u00e3o se trata de seu tempo. E ainda assim, pode senti-las. As coisas feitas perduram por muitas \u00e9pocas!<\/p>\n<p>&#8211; Mas, amigo Rangel, o que isso tudo tem a ver com o Natal?<\/p>\n<p>&#8211; Esta \u00e9 uma Lente de Natal. Por ela pode-se ver o presente real\u00e7ado quando vivido em sua intensidade. Para tanto, escolher \u00e9 necess\u00e1rio! J\u00e1 o passado, revela-se, ainda que o tempo seja outro, sem se esconder de quem o procura. E o Natal, meu amigo, \u00e9 o tempo visto pela Lente escolhida pela criatura que o deseja.<\/p>\n<p>&#8211; Ent\u00e3o, eu desejei ver o passado?<\/p>\n<p>&#8211; Foi o que mostrou a Lente.<\/p>\n<p>&#8211; O que aconteceria com as pessoas que por ela olhassem, n\u00e3o s\u00f3 para uma foto, mas para uma paisagem, um ambiente, um objeto qualquer e at\u00e9 para uma pessoa, ou melhor, muitas pessoas?<\/p>\n<p>&#8211; A Lente revelaria o que a pessoa vive e o que deseja viver.<\/p>\n<p>&#8211; Seria um \u00f3timo presente de dezembro, n\u00e3o acha, Rangel?<\/p>\n<p>&#8211; Isso depende de algumas condi\u00e7\u00f5es?<\/p>\n<p>&#8211; Quais seriam?<\/p>\n<p>&#8211; Para quem o Natal \u00e9 fartar-se de comida, bebida e barulho,\u00a0 gritaria, brigas e desencontros, a Lente faria seu presente mostrar-se cheio de falhas \u2013 como acontece numa fotografia perfurada pela ferrugem \u2013, poucas cores e muita destrui\u00e7\u00e3o. Para os mesmos olhos, observando o passado e contemplando-o sem sair de seu presente, a Lente revelaria \u00e9pocas melhores, poss\u00edveis, fazendo o inverso da expectativa pelo futuro e respondendo ao interessado que, para um presente estragado, um bom passado pode ser o seu conserto.<\/p>\n<p>&#8211; Como posso traduzi-lo em poucas palavras?<\/p>\n<p>&#8211; Fa\u00e7a deste futuro passado, um bom presente quando as crian\u00e7as crescerem. Mas, fa\u00e7a-o agora para que a Lente n\u00e3o o sufoque naquilo que n\u00e3o pode ser mudado quando o futuro se encerrar.<\/p>\n<p>&#8211; Ent\u00e3o, esta Lente deveria ser distribu\u00edda para todos os cantos da Terra!<\/p>\n<p>&#8211; Mas, isso j\u00e1 acontece, meu amigo!<\/p>\n<p>&#8211; Como?<\/p>\n<p>&#8211; \u00c9 o que chamamos de Natal. Ele sozinho \u00e9 a maior Lente a nos mostrar presente e passado, sonhos e a\u00e7\u00f5es para um futuro com expectativas e possibilidades.<\/p>\n<p>&#8211; O Natal \u00e9 uma Lente?<\/p>\n<p>&#8211; A maior e a melhor delas!<\/p>\n<p>&#8211; Ainda assim, um objeto poderia ajudar.<\/p>\n<p>&#8211; Os presentes trocados deveriam ser essa ajuda.<\/p>\n<p>&#8211; Eles existem, mas n\u00e3o fazem tanto!<\/p>\n<p>&#8211; Porque quem os d\u00e1 e quem os recebe recusa-se a v\u00ea-los pelo Natal. Um presente s\u00f3 se transforma em Lente quando assim \u00e9 desejado. Do contr\u00e1rio, soma-se ao ac\u00famulo das coisas estragadas que estragam as pessoas.<\/p>\n<p>(&#8230;)<\/p>\n<p>Foi ent\u00e3o, que compreendi meus sentimentos no dezembro do Natal. Olhei para Rangel que, apontando para a Lente, antes de desaparecer, me disse:<\/p>\n<p>&#8211; Seja feliz no Natal!<\/p>\n<p>&#8211; Feliz Natal, Rangel!<\/p>\n<p>E ele, sorrindo, me respondeu:<\/p>\n<p>&#8211; Eu sou o HOMEM FELIZ!(*)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>(*) Men\u00e7\u00e3o feita \u00e0 publica\u00e7\u00e3o: \u201cSocratisa: parteira de livros, escultora de ideias\u201d.<\/p>\n<p>24\/12\/2016 \u2013 <strong>\u00c9LCIO M\u00c1RIO PINTO<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0\u00c9lcio Mario Pinto: &#8216;UMA LENTE DE NATAL&#8217;<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[2315,3148,5973],"class_list":["post-7310","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-comunicacao","tag-contos","tag-elcio-mario-pinto","tag-natal"],"aioseo_notices":[],"views":0,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":15540,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=15540","url_meta":{"origin":7310,"position":0},"title":"Um dia especial para o colunista do ROL, o escritor \u00c9lcio M\u00e1rio Pinto","author":"Helio Rubens","date":"18 de dezembro de 2017","format":false,"excerpt":"\u00c9lcio M\u00e1rio Pinto foi homenageado em sua terra natal A reportagem do ROL - REGIAO ON LINE esteve presente neste dia 17 de dezembro, \u00e0s\u00a015 horas, a uma reuni\u00e3o extraordin\u00e1ria realizada pela C\u00e2mara Municipal de Angatuba, convocada especialmente para homenagear um angatubense ilustre, o escritor \u00c9lcio M\u00e1rio Pinto, atualmente morando\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Comunica\u00e7\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"Comunica\u00e7\u00e3o","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=7"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/25510854_1366879410101475_1277037712_o-169x300.jpg?resize=350%2C200","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":7821,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=7821","url_meta":{"origin":7310,"position":1},"title":"\u00c9lcio M\u00e1rio Pinto: &#039;Literatura &#039;d\u00e1 camisa&#039;?","author":"Helio Rubens","date":"25 de janeiro de 2017","format":false,"excerpt":"\u00c9LCIO M\u00c1RIO PINTO\u00a0- LITERATURA \u201cD\u00c1 CAMISA\u201d? \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Pensando em n\u00fameros transformados em dinheiro, para iniciantes e desconhecidos, certamente que n\u00e3o. \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 J\u00e1 se disse que poucos escritores, no Brasil, vivem da venda de seus livros. 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