{"id":7356,"date":"2016-12-29T23:36:35","date_gmt":"2016-12-30T01:36:35","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=7356"},"modified":"2016-12-29T23:36:35","modified_gmt":"2016-12-30T01:36:35","slug":"ranielton-dario-colle-assalto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=7356","title":{"rendered":"Ranielton Dario Colle: &#039;Assalto&#039;"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F7356&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F7356&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><h2><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/1453155394405temp-Copy.jpg\" alt=\"Rannie Cole\" width=\"76\" height=\"102\" \/>Ranielton Dario Colle &#8211; &#8216;ASSALTO&#8217;<\/strong><\/h2>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Havia sangue por todo o lado, ent\u00e3o ele s\u00f3 sabia que precisava sair de l\u00e1. E ele, Mateus, n\u00e3o lembrava como havia chegado \u00e0quele lugar, e n\u00e3o tinha tempo para pensar naquilo, pois um enorme medo tomava conta de seu esp\u00edrito.<\/p>\n<p>O vermelho era a cor predominante no ambiente, e parecia macular sua alma. Seus olhos ainda n\u00e3o haviam se adaptado \u00e0 luz, e seus bra\u00e7os e pernas do\u00edam bastante. Ele sentia uma certa tontura e n\u00e1useas, al\u00e9m dificuldades para respirar, como se tivesse levado uma paulada no ba\u00e7o.<\/p>\n<p>Tocava em si mesmo procurando a origem do sangue, mas aparentemente n\u00e3o estava ferido apesar de toda sua roupa estar encharcada. Tentou se levantar, suas pernas fraquejaram um pouco, mas ele logo estava em p\u00e9.<\/p>\n<p>A primeira coisa que viu foi o corpo de Ana ca\u00eddo no corredor a menos de um metro dele. E, ao v\u00ea-la, tombou em seus joelhos vomitando.\u00a0 \u201cInferno!\u201d \u2013 pensou \u2013\u00a0 \u201cQue casa era aquela? O que aconteceu? Por que ele n\u00e3o conseguia se lembrar?\u201d Ana era sua secret\u00e1ria, e estava morta! Ele come\u00e7ou a tremer e sua respira\u00e7\u00e3o estava ofegante, ele suava; queria gritar, mas n\u00e3o conseguia, estava paralisado pelo p\u00e2nico. Ent\u00e3o, ouviu um barulho, e Tiago surgiu enrolado numa toalha, como quem acaba de tomar banho:<\/p>\n<p>\u2013 E ai cara? J\u00e1? Pelo visto voc\u00ea vai ser o pr\u00f3ximo a tomar uma ducha! \u2013 disse seu amigo e s\u00f3cio ao v\u00ea-lo vomitando. Depois, com um sorriso no rosto, completou: \u2013 Muito louco hoje, n\u00e3o? Que sorte que tivemos ao fechar esse contrato! Est\u00e1vamos \u00e0 beira da fal\u00eancia, agora estamos ricos!<\/p>\n<p>Mateus queria lembrar de tudo, mas n\u00e3o conseguia: lembrava, sim, do contrato; lembrava que havia ido com seu s\u00f3cio, e sua secret\u00e1ria, a um barzinho para celebrar. E lembrava que tinham conseguido um pouco de coca\u00edna e decidiram terminar a noite em grande estilo na casa de Tiago.<\/p>\n<p>Entretanto, fora isso, tudo era um mist\u00e9rio\u2026 Queria perguntar a Tiago o que havia acontecido, mas estava tomado pelo medo: E se ele tivesse feito aquilo? E se ele fosse um assassino? Ou o cumplicie de um? O horror o dominava! Todavia, precisava fingir normalidade:<\/p>\n<p>\u2013 Nem fala. \u2013 disse tentando dissimular e descobrir mais sobre o que aconteceu \u2013 Mas, e agora cara? Como \u00e9 que a gente vai fazer? N\u00e3o podemos deixar o cad\u00e1ver de Ana aqui no ch\u00e3o. Precisamos limpar essa bagun\u00e7a\u2026 \u2013 sua voz era tr\u00eamula embora tentasse disfar\u00e7ar o p\u00e2nico.<\/p>\n<p>\u2013 O qu\u00ea? Que cad\u00e1ver? Voc\u00ea enlouqueceu? Ei, Ana, ouviu essa? O que \u00e9 que a gente vai fazer com o teu cad\u00e1ver?<\/p>\n<p>Nesse momento, Mateus olhou para o outro lado e viu Ana saindo da cozinha com uma garrafa de Moet Chandon em uma das m\u00e3os e tr\u00eas ta\u00e7as na outra. Ela sorria; ele olhou novamente para o corredor e piscou demoradamente os olhos: n\u00e3o havia cad\u00e1ver nenhum l\u00e1!<\/p>\n<p>A casa estava normal. Nada de tonalidades vermelhas ou de sangue no ch\u00e3o\u2026 Era como se estivesse sonhado tudo aquilo acordado. Estava feliz por isso.<\/p>\n<p>Enrubesceu um pouco embara\u00e7ado por ela v\u00ea-lo ali, naquela situa\u00e7\u00e3o deprimente, de joelhos ante seu pr\u00f3prio v\u00f4mito. Mas logo p\u00f4s-se de p\u00e9 e fez men\u00e7\u00e3o de ir pegar um pano para limpar aquilo. S\u00f3 que Ana parecia n\u00e3o ter se importado e ele, Mateus, ficou entusiasmado com as expectativas para \u00e0quela noite quando ouviu Ana, ainda sorrindo, dizer:<\/p>\n<p>\u2013 Bem, eu gostaria que voc\u00eas n\u00e3o fizessem nada com o meu cad\u00e1ver quando eu morresse, \u00e9 meio nojento sabe\u2026 Tudo que formos fazer juntos eu prefiro que seja feito comigo viva. E essa noite \u00e9 um bom momento para come\u00e7armos\u2026 vamos nos divertir\u2026 \u2013 disse ela, lan\u00e7ando um olhar insinuante e malicioso para os dois.<\/p>\n<p>Era s\u00f3 isso\u2026 Os tr\u00eas estavam ali, na casa que do Tiago, comemorando. Ele deve ter alucinado: \u201cPreciso procurar um psiquiatra urgente\u201d \u2013 pensou. Mas n\u00e3o havia motivos para p\u00e2nico naquele momento: \u201cAquilo nunca havia acontecido antes, mas sempre tem uma primeira vez, e espero que seja a \u00faltima\u2026\u201d. N\u00e3o obstante, j\u00e1 estava mais tranquilo: \u201cMelhor ter tido um del\u00edrio passageiro do que ter matado algu\u00e9m.\u201d<\/p>\n<p>Ent\u00e3o ele ouviu o barulho de uma porta se abrindo e de vozes se aproximando, como se mais algu\u00e9m estivesse entrando na casa. Ficou um pouco tonto novamente, quase caiu e fechou os olhos\u2026<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>*\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 *\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 *<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Depois de muito bater e chamar, eles finalmente entraram. N\u00e3o tiveram dificuldades pois a porta n\u00e3o estava trancada. \u201cMeu Deus!\u201d \u2013 disse um dos policiais ao ver aquela cena: havia tr\u00eas cad\u00e1veres na casa, muito sangue, e um odor insuport\u00e1vel de podrid\u00e3o\u2026<\/p>\n<p>Os vizinhos haviam chamado a eles devido ao cheiro nauseabundo de carni\u00e7a que se alastrava \u00e0 dist\u00e2ncia\u2026<\/p>\n<p>Os copos quebrados no ch\u00e3o e a garrafa de champanhe aberta em cima do balc\u00e3o denunciavam que as v\u00edtimas provavelmente celebravam algo quando foram interrompidos por assaltantes.<\/p>\n<p>Dois homens e uma mulher\u2026 o policial pensou que poderia ser um encontro sexual. E, pelo fedor dos corpos em decomposi\u00e7\u00e3o, deduziu que j\u00e1 deviam estar a dias ali. Todavia era melhor n\u00e3o especular e deixar que a per\u00edcia viesse e dissesse o que tinha acontecido.<\/p>\n<p>N\u00e3o havia sinal viol\u00eancia entre eles\u2026<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>*\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 *\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 *<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Quando Mateus abriu os olhos viu, de novo, os corpos no ch\u00e3o e o sangue. Tiago agora aparecia ca\u00eddo, morto, ao lado de Ana. Estaria enlouquecendo? Ficou aterrorizado, por\u00e9m, quando <strong>viu que o seu corpo<\/strong> tamb\u00e9m estava ali, sem vida, junto aos outros dois\u2026<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>*\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 *\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 *<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cUm brinde!\u201d &#8211; disse Ana, enquanto os tr\u00eas batiam as ta\u00e7as\u2026<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ranielton Dario Colle &#8211; &#8216;ASSALTO&#8217;<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[1097,7334],"class_list":["post-7356","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-comunicacao","tag-artigos","tag-ranielton"],"aioseo_notices":[],"views":0,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":7081,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=7081","url_meta":{"origin":7356,"position":0},"title":"Mais um importante colunista colabora com o ROL: Ranielton Dario Colle, o &#039;Rani&#039;","author":"Helio Rubens","date":"2 de dezembro de 2016","format":false,"excerpt":"O ROL cresce de conte\u00fado e de import\u00e2ncia com a entrada do Rani como colunista (HR) \u00a0 \u00c9 com grande prazer que apresento aos leitores o Ranielton Dario Colle, conhecido entre seus amigo como 'Rani'. 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