{"id":73839,"date":"2025-06-22T10:35:53","date_gmt":"2025-06-22T13:35:53","guid":{"rendered":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=73839"},"modified":"2025-06-22T10:36:06","modified_gmt":"2025-06-22T13:36:06","slug":"alem-do-conflito","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=73839","title":{"rendered":"Al\u00e9m do conflito"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F73839&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F73839&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div>\n<h2 class=\"wp-block-heading has-text-align-center\">Bianca Agnelli <br><br>&#8216;Al\u00e9m do conflito: reflex\u00f5es sobre a radicaliza\u00e7\u00e3o na era da fragilidade global&#8217;<br><br><em>Oltre il conflitto:\u00a0riflessioni sulla radicalizzazione nell\u2019epoca della fragilit\u00e0 globale<\/em><br><br><br><\/h2>\n\n\n<div class=\"wp-block-image is-style-default\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1920\" height=\"1080\" data-attachment-id=\"73840\" data-permalink=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/?attachment_id=73840\" data-orig-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/IMG_0549-8.jpeg\" data-orig-size=\"1920,1080\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;bibiselkie&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;Copy of Copy of Presentaci\\u00f3n de gr\\u00e1ficos de historia y l\\u00ednea de tiempo hist\\u00f3rico antiguo beis - 1&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}\" data-image-title=\"Copy of Copy of Presentaci\u00f3n de gr\u00e1ficos de historia y l\u00ednea de tiempo hist\u00f3rico antiguo beis &amp;#8211; 1\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/IMG_0549-8.jpeg\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/IMG_0549-8.jpeg\" alt=\"Card do artigo 'Al\u00e9m do conflito: reflex\u00f5es sobre a radicaliza\u00e7\u00e3o na era da fragilidade global'\" class=\"wp-image-73840\" style=\"width:738px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/IMG_0549-8.jpeg 1920w, https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/IMG_0549-8-1200x675.jpeg 1200w, https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/IMG_0549-8-768x432.jpeg 768w, https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/IMG_0549-8-1536x864.jpeg 1536w\" sizes=\"auto, (max-width: 1920px) 100vw, 1920px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Card do artigo &#8216;Al\u00e9m do conflito: reflex\u00f5es sobre a radicaliza\u00e7\u00e3o na era da fragilidade global&#8217;<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"has-text-align-right\"><em>As sementes da viol\u00eancia s\u00e3o plantadas no sil\u00eancio, no vazio, na aus\u00eancia. Voc\u00ea n\u00e3o as v\u00ea crescer, mas quando percebe, j\u00e1 pode ser tarde demais.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-drop-cap\">Nas \u00faltimas semanas, e especialmente ap\u00f3s o ataque dos Estados Unidos contra o Ir\u00e3 na noite passada, o mundo despertou com o cora\u00e7\u00e3o apertado. O risco de escalada \u00e9 real. A fragilidade geopol\u00edtica j\u00e1 n\u00e3o tem fronteiras fixas, e a guerra &#8211; a verdadeira &#8211; parece ter voltado a bater com for\u00e7a \u00e0s portas da Europa. Mas enquanto focamos nas frentes militares, nos m\u00edsseis e nas estrat\u00e9gias, frequentemente esquecemos outro campo de batalha, mais silencioso, mais sutil: o da radicaliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Toda guerra &#8216;externa&#8217; pode despertar pequenas guerras internas, em pa\u00edses aparentemente distantes, mas psicologicamente expostos. E n\u00e3o se trata apenas de geopol\u00edtica, mas de narrativas, identidades, pertencimentos.<\/p>\n\n\n\n<p>Radicalizar-se n\u00e3o significa simplesmente &#8216;tornar-se extremista&#8217;. \u00c9 muitas vezes um processo lento, viscoso, marcado por feridas identit\u00e1rias, solid\u00f5es ignoradas, fracassos interpretados como injusti\u00e7as. Nas casas \u00e0s sombras, nas salas onde reina o sil\u00eancio, nas fam\u00edlias fragmentadas, pode come\u00e7ar esse vazio que depois se expande.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas o outro lugar onde a radicaliza\u00e7\u00e3o cresce silenciosamente est\u00e1 muito mais pr\u00f3ximo de n\u00f3s: \u00e9 a internet.<\/p>\n\n\n\n<p>Ali, o extremismo se torna viral. Algumas das principais redes jihadistas (mas tamb\u00e9m neofascistas, supremacistas brancas, etc.) atuam com uma sofistica\u00e7\u00e3o digital surpreendente: v\u00eddeos editados com m\u00fasica \u00e9pica, narrativas envolventes, perfis que parecem inocentes. A linguagem \u00e9 jovem, familiar. A radicaliza\u00e7\u00e3o hoje tem filtros do Instagram e hashtags.<\/p>\n\n\n\n<p>E, pior ainda, os algoritmos ajudam. Quem come\u00e7a buscando um v\u00eddeo religioso pode acabar, em poucos cliques, assistindo \u00e0 glorifica\u00e7\u00e3o do mart\u00edrio ou a teorias conspirat\u00f3rias sobre o &#8216;Ocidente corrupto&#8217;. Basta um link criptografado no Telegram para cruzar essa fronteira.<\/p>\n\n\n\n<p>Em alguns pa\u00edses atingidos por atentados &#8211; como Fran\u00e7a, B\u00e9lgica, Reino Unido &#8211; foram criados centros de desradicaliza\u00e7\u00e3o, com resultados variados. Alguns fracassaram, transformando-se em dormit\u00f3rios vigiados. Outros, por\u00e9m, tornaram-se laborat\u00f3rios humanos, onde ex-extremistas contam sua queda e recupera\u00e7\u00e3o, gerando testemunhos que funcionam melhor que mil serm\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>No \u00e2mbito supranacional, a Uni\u00e3o Europeia implantou importantes ferramentas para prevenir a radicaliza\u00e7\u00e3o e combater a propaganda terrorista online. Desde 2022, est\u00e1 em vigor um regulamento que exige a remo\u00e7\u00e3o em at\u00e9 uma hora de conte\u00fados terroristas de servi\u00e7os digitais de hospedagem, inclusive transmiss\u00f5es ao vivo. Al\u00e9m disso, a UE criou unidades espec\u00edficas &#8211; como a Internet Referral Unit da Europol &#8211; para monitorar conte\u00fados extremistas e apoiar os Estados-membros. Existem redes de sensibiliza\u00e7\u00e3o com milhares de agentes na linha de frente, desde funcion\u00e1rios penitenci\u00e1rios a professores, para compartilhar boas pr\u00e1ticas e compreender as fragilidades que tornam as pessoas vulner\u00e1veis ao radicalismo. O F\u00f3rum da UE sobre Internet tamb\u00e9m trabalha para interceptar as novas formas de evolu\u00e7\u00e3o do extremismo online. Porque o terrorismo n\u00e3o nasce apenas nos desertos do Oriente M\u00e9dio: frequentemente se forma no vazio das nossas democracias digitais.<\/p>\n\n\n\n<p>Desarmar o extremismo significa oferecer alternativas narrativas. Significa educar para a ambiguidade, a complexidade, a beleza da n\u00e3o simplifica\u00e7\u00e3o. Significa, como sociedade, aprender a escutar as fissuras identit\u00e1rias antes que se tornem feridas pol\u00edticas. Porque quem cai no \u00f3dio nem sempre \u00e9 um monstro. Muitas vezes \u00e9 um filho, um colega de escola, um jovem que n\u00e3o encontrou outro lugar onde se sentir parte.<\/p>\n\n\n\n<p>A tarefa &#8211; nossa, como artistas, intelectuais, cidad\u00e3os &#8211; \u00e9 cultivar uma resist\u00eancia feita de pensamento, poesia, acolhimento e imagina\u00e7\u00e3o. Mas n\u00e3o basta apenas criar beleza: \u00e9 preciso tamb\u00e9m presen\u00e7a, responsabilidade, vis\u00e3o. Precisamos nos sujar as m\u00e3os, habitar os espa\u00e7os educativos, vigiar o debate p\u00fablico, monitorar as a\u00e7\u00f5es dos nossos parlamentares e representantes pol\u00edticos.<\/p>\n\n\n\n<p>Em uma era em que tudo clama por vingan\u00e7a, s\u00e3o necess\u00e1rias vozes capazes de desarmar o \u00f3dio e n\u00e3o de aliment\u00e1-lo.<\/p>\n\n\n\n<p>Para aprofundar:&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.consilium.europa.eu\/en\/eu-response-to-terrorism\">https:\/\/www.consilium.europa.eu\/en\/eu-response-to-terrorism<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>Bianca Agnelli<\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading has-text-align-center\"><strong>Oltre il conflitto:&nbsp;riflessioni sulla radicalizzazione nell\u2019epoca della fragilit\u00e0 globale<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p><em>I semi della violenza si piantano nel silenzio, nel vuoto, nell\u2019assenza. Non li vedi crescere, ma quando li noti, \u00e8 gi\u00e0 tardi.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Nelle ultime settimane, e in particolare dopo l\u2019attacco degli Stati Uniti contro l\u2019Iran di questa notte, il mondo si \u00e8 risvegliato con il cuore contratto. Il rischio di escalation \u00e8 reale. La fragilit\u00e0 geopolitica ha ormai confini liquidi, e la guerra &#8211; quella vera &#8211; sembra tornata a bussare, prepotente, alle porte dell\u2019Europa. Ma mentre guardiamo ai fronti militari, ai missili e alle strategie, dimentichiamo spesso l\u2019altro campo di battaglia, pi\u00f9 silenzioso, pi\u00f9 sottile: quello della radicalizzazione.<\/p>\n\n\n\n<p>Ogni guerra \u201cfuori\u201d rischia di risvegliare piccole guerre dentro, nei paesi apparentemente lontani, ma psicologicamente esposti. E non si tratta solo di geopolitica, ma di narrative, identit\u00e0, appartenenze.<\/p>\n\n\n\n<p>Radicalizzarsi non significa semplicemente \u201cdiventare estremisti\u201d. \u00c8 spesso un processo lento, vischioso, fatto di ferite identitarie, solitudini ignorate, fallimenti interpretati come ingiustizie. Nelle case in ombra, nei salotti dove regna il silenzio, nelle famiglie frammentate, pu\u00f2 spesso cominciare quel vuoto che poi si espande.<\/p>\n\n\n\n<p>Ma l\u2019altro luogo dove la radicalizzazione cresce in silenzio \u00e8 molto pi\u00f9 vicino a noi: \u00e8 la rete.<\/p>\n\n\n\n<p>Qui, l\u2019estremismo si fa virale. Alcune delle principali reti jihadiste (ma anche neofasciste, suprematiste bianche, etc.) operano con una sofisticazione digitale sorprendente: video montati con musica epica, storytelling accattivanti, account che sembrano innocui. Il linguaggio \u00e8 giovane, familiare. La radicalizzazione oggi ha filtri Instagram e hashtag.<\/p>\n\n\n\n<p>E, peggio ancora, gli algoritmi aiutano. Chi inizia cercando un video religioso pu\u00f2 finire, nel giro di pochi clic, a guardare la glorificazione del martirio o teorie del complotto sull\u2019Occidente \u201ccorrotto\u201d. Basta un link criptato su Telegram per varcare il confine.<\/p>\n\n\n\n<p>In alcuni paesi colpiti dagli attentati &#8211; come Francia, Belgio, Regno Unito &#8211; sono nati centri di deradicalizzazione, con risultati alterni. Alcuni hanno fallito, trasformandosi in dormitori sorvegliati. Altri, per\u00f2, sono diventati laboratori umani dove ex estremisti raccontano la propria caduta e risalita, generando testimonianze che funzionano pi\u00f9 di mille sermoni.<\/p>\n\n\n\n<p>A livello sovranazionale, l\u2019Unione Europea ha avviato strumenti importanti per prevenire la radicalizzazione e contrastare la propaganda terroristica online. Dal 2022 \u00e8 in vigore un regolamento che impone la rimozione entro un\u2019ora di contenuti terroristici dai servizi di hosting digitali, anche in live streaming. Inoltre, l\u2019UE ha creato unit\u00e0 specifiche &#8211; come l\u2019Internet Referral Unit di Europol &#8211; per monitorare contenuti estremisti e supportare gli Stati membri. Esistono reti di sensibilizzazione con migliaia di operatori in prima linea, dal personale carcerario agli insegnanti, per condividere buone pratiche e comprendere le fragilit\u00e0 che rendono le persone vulnerabili al radicalismo. Anche il&nbsp;<em>Forum dell\u2019UE su Internet<\/em>&nbsp;lavora per intercettare i nuovi modi in cui l\u2019estremismo si evolve online. Perch\u00e9 il terrorismo non nasce solo nei deserti del Medio Oriente: spesso si forma nel vuoto delle nostre democrazie digitali.<\/p>\n\n\n\n<p>Disinnescare l\u2019estremismo significa offrire alternative narrative. Significa educare all\u2019ambiguit\u00e0, alla complessit\u00e0, alla bellezza della non semplificazione. Significa, come societ\u00e0, imparare ad ascoltare le fratture identitarie prima che diventino ferite politiche. Perch\u00e9 chi cade nell\u2019odio non \u00e8 sempre un mostro. Spesso \u00e8 un figlio, un compagno di scuola, un ragazzo che non ha trovato altro luogo in cui sentirsi parte.<\/p>\n\n\n\n<p>Il compito &#8211; nostro, come artisti, intellettuali, cittadini &#8211; \u00e8 coltivare una resistenza fatta di pensiero, poesia, accoglienza e immaginazione. Ma non basta pi\u00f9 solo creare bellezza: serve anche presenza, responsabilit\u00e0, visione. Dobbiamo sporcarci le mani, abitare gli spazi educativi, presidiare il dibattito pubblico, monitorare le azioni dei nostri parlamentari e rappresentanti politici.<\/p>\n\n\n\n<p>In un\u2019epoca in cui tutto grida vendetta, servono voci capaci di disinnescare l\u2019odio e non di alimentarlo.<\/p>\n\n\n\n<p>Per approfondire:&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.consilium.europa.eu\/en\/eu-response-to-terrorism\">https:\/\/www.consilium.europa.eu\/en\/eu-response-to-terrorism<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>Bianca Agnelli<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-9d6595d7 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<h4 class=\"wp-block-heading has-text-align-center has-luminous-vivid-amber-to-luminous-vivid-orange-gradient-background has-background\"><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/bibiselkie\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" title=\"INSTAGRAM\">INSTAGRAM<\/a><\/h4>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<h4 class=\"wp-block-heading has-text-align-center has-luminous-vivid-amber-to-luminous-vivid-orange-gradient-background has-background\"><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/biancaxagnelli?_rdc=2&amp;_rdr#\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" title=\"FACEBOOK\">FACEBOOK<\/a><\/h4>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<h4 class=\"wp-block-heading has-text-align-center has-luminous-vivid-amber-to-luminous-vivid-orange-gradient-background has-background\"><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/bibiselkie\" title=\"YOUTUBE\">YOUTUBE<\/a><\/h4>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/\" title=\"Voltar\">Voltar<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/JCulturalrol\/\" title=\"Facebook\">Facebook<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><\/p>\n\n\n\n<p>&#8211;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nas \u00faltimas semanas, e especialmente ap\u00f3s o ataque dos Estados Unidos contra o Ir\u00e3 na noite passada, o mundo despertou com o cora\u00e7\u00e3o apertado. O risco de&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":116,"featured_media":73840,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-73839","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-sem-categoria"],"aioseo_notices":[],"views":589,"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/IMG_0549-8.jpeg","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":53905,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=53905","url_meta":{"origin":73839,"position":0},"title":"Adriana Rocha: &#039;Sob nova dire\u00e7\u00e3o&#039;","author":"Adriana Rocha","date":"27 de fevereiro de 2023","format":false,"excerpt":"Sob nova dire\u00e7\u00e3o No primeiro texto do ano trouxemos provoca\u00e7\u00f5es e reflex\u00f5es sobre o conflito e a forma como o enfrentamos, indicando a media\u00e7\u00e3o como uma forma diferenciada para resolv\u00ea-lo. Agora, ampliamos nossa vis\u00e3o, rompendo com cren\u00e7as limitantes e olhando para o futuro em busca de solu\u00e7\u00f5es adequadas \u00e0s experi\u00eancias\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Comunica\u00e7\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"Comunica\u00e7\u00e3o","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=7"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/8eeeebed-959c-4183-a649-1614d101409b.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/8eeeebed-959c-4183-a649-1614d101409b.jpg?resize=350%2C200&ssl=1 1x, https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/8eeeebed-959c-4183-a649-1614d101409b.jpg?resize=525%2C300&ssl=1 1.5x"},"classes":[]},{"id":49286,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=49286","url_meta":{"origin":73839,"position":1},"title":"Espanto que deu in\u00edcio \u00e0 filosofia \u00e9 tema do novo livro de Luiz Felipe Pond\u00e9","author":"Veronica Moreira","date":"24 de mar\u00e7o de 2022","format":false,"excerpt":"Publicado pela Editora Nacional, 'A filosofia e o mundo contempor\u00e2neo: medita\u00e7\u00f5es entre o espanto e o desencanto' tamb\u00e9m traz reflex\u00f5es sobre assuntos do mundo moderno O espanto diante de uma natureza imensa e complexa e o desencanto diante do indecifr\u00e1vel universo s\u00e3o dois fatores que deram in\u00edcio \u00e0 filosofia na\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Comunica\u00e7\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"Comunica\u00e7\u00e3o","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=7"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/unnamed-45.jpg?resize=350%2C200","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":71369,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=71369","url_meta":{"origin":73839,"position":2},"title":"Amor al\u00e9m da guerra","author":"Lee Oliveira","date":"19 de dezembro de 2024","format":false,"excerpt":"\u00a0Este livro nos leva a uma jornada emocionante durante a Primeira Guerra Mundial, onde um romance floresce entre explos\u00f5es e separa\u00e7\u00f5es. O amor \u00e9 tema principal","rel":"","context":"Em &quot;Sem categoria&quot;","block_context":{"text":"Sem categoria","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=1"},"img":{"alt_text":"Amor al\u00e9m da guerra","src":"https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/amor-alem-da-vida.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/amor-alem-da-vida.jpg?resize=350%2C200&ssl=1 1x, https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/amor-alem-da-vida.jpg?resize=525%2C300&ssl=1 1.5x"},"classes":[]},{"id":54287,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=54287","url_meta":{"origin":73839,"position":3},"title":"Adriana Rocha: &#039;Reagindo ao conflito&#039;","author":"Adriana Rocha","date":"25 de mar\u00e7o de 2023","format":false,"excerpt":"Reagindo ao conflito A abordagem adequada em rela\u00e7\u00e3o ao conflito pode ser transformadora de rela\u00e7\u00f5es, ou seja, a forma como se lida com tais situa\u00e7\u00f5es deve impulsionar o amadurecimento emocional e, consequentemente, o relacional. Mas como conseguir tal proeza? O autoconhecimento \u00e9 o primeiro passo: \u00e9 preciso perceber que sentimentos\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Comunica\u00e7\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"Comunica\u00e7\u00e3o","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=7"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/8eeeebed-959c-4183-a649-1614d101409b.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/8eeeebed-959c-4183-a649-1614d101409b.jpg?resize=350%2C200&ssl=1 1x, https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/8eeeebed-959c-4183-a649-1614d101409b.jpg?resize=525%2C300&ssl=1 1.5x"},"classes":[]},{"id":49638,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=49638","url_meta":{"origin":73839,"position":4},"title":"Jos\u00e9 Fernando Peixoto de Azevedo dirige montagem de Um Inimigo do Povo, do noruegu\u00eas Henrik Ibsen","author":"Veronica Moreira","date":"8 de abril de 2022","format":false,"excerpt":"Com refer\u00eancia ao cl\u00e1ssico do cinema \u2018A Noite dos Mortos Vivos\u2019, de George A. Romero, o espet\u00e1culo estreia no dia 7 de abril no Teatro Alian\u00e7a Francesa O conceituado encenador Jos\u00e9 Fernando Peixoto de Azevedo radicaliza as quest\u00f5es pol\u00edticas propostas pelo cl\u00e1ssico teatral Um Inimigo do Povo, do dramaturgo noruegu\u00eas\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Comunica\u00e7\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"Comunica\u00e7\u00e3o","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=7"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/z2.jpg?resize=350%2C200","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/z2.jpg?resize=350%2C200 1x, https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/z2.jpg?resize=525%2C300 1.5x"},"classes":[]},{"id":2778,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=2778","url_meta":{"origin":73839,"position":5},"title":"Artigo de Rebeca Saroba dos Santos: ela conta como as entidades filantropicas participam dos conflitos armados","author":"Helio Rubens","date":"29 de julho de 2015","format":false,"excerpt":"O papel da Cruz Vermelha \u00a0em conflitos armados O ROL publica hoje um artigo de autoria da estudante de jornalismo Rebeca Saroba dos Santos, de Tatu\u00ed, que est\u00e1 cursando Comunica\u00e7\u00e3o Social com habilita\u00e7\u00e3o em Jornalismo na Universidade de Sorocaba (UNISO). Ela j\u00e1 escreveu \u00a0para a -Revista do CIESP, trabalhou para\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Comunica\u00e7\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"Comunica\u00e7\u00e3o","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=7"},"img":{"alt_text":"Rebeca Saroba","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/foto3.jpg?resize=350%2C200","width":350,"height":200},"classes":[]}],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/73839","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/116"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=73839"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/73839\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":73842,"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/73839\/revisions\/73842"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/73840"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=73839"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=73839"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=73839"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}