{"id":77663,"date":"2026-01-06T08:15:00","date_gmt":"2026-01-06T11:15:00","guid":{"rendered":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=77663"},"modified":"2026-01-05T21:09:35","modified_gmt":"2026-01-06T00:09:35","slug":"violencia-contra-a-mulher","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=77663","title":{"rendered":"Viol\u00eancia contra a mulher"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F77663&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F77663&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div>\n<h2 class=\"wp-block-heading has-text-align-center\">Renata Barcellos<br><br> &#8216;Entrevista com Vania Zanelli sobre viol\u00eancia contra a mulher&#8217;<br><br><\/h2>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1175\" height=\"1305\" data-attachment-id=\"77665\" data-permalink=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/?attachment_id=77665\" data-orig-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Entrevistas-Rol-2.jpg\" data-orig-size=\"1175,1305\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1684312287&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}\" data-image-title=\"Entrevistas-Rol\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Entrevistas-Rol-2.jpg\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Entrevistas-Rol-2.jpg\" alt=\"Logo da se\u00e7\u00e3o 'Entrevistas ROLianas\" class=\"wp-image-77665\" style=\"aspect-ratio:0.9003969383824342;width:284px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Entrevistas-Rol-2.jpg 1175w, https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Entrevistas-Rol-2-1080x1200.jpg 1080w, https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Entrevistas-Rol-2-768x853.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1175px) 100vw, 1175px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Logo da se\u00e7\u00e3o &#8216;Entrevistas ROLianas&#8217;<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"alignright size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1080\" height=\"1372\" data-attachment-id=\"77667\" data-permalink=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/?attachment_id=77667\" data-orig-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/VANIZE.jpg\" data-orig-size=\"1080,1372\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"VANIZE\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/VANIZE.jpg\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/VANIZE.jpg\" alt=\"Vania Zanelli\" class=\"wp-image-77667\" style=\"aspect-ratio:0.7871796022803789;width:327px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/VANIZE.jpg 1080w, https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/VANIZE-945x1200.jpg 945w, https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/VANIZE-768x976.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1080px) 100vw, 1080px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Vania Zanelli<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"has-drop-cap has-text-align-left\"><strong>Minicurr\u00edculo: <\/strong>psic\u00f3loga cl\u00ednica, com atua\u00e7\u00e3o voltada \u00e0 escuta do sofrimento ps\u00edquico e das din\u00e2micas relacionais. Trabalha com mulheres em diferentes fases do ciclo de vida, especialmente nos atravessamentos ligados a v\u00ednculos, viol\u00eancia simb\u00f3lica e viol\u00eancia expl\u00edcita. \u00c9 comprometida com a promo\u00e7\u00e3o da autonomia ps\u00edquica e do empoderamento feminino, considerando o contexto hist\u00f3rico e respeitando a linguagem e a singularidade de cada subjetividade &#8211; CRP 06\/115038.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Entrevista<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>1. Como surgiu seu interesse pela tem\u00e1tica da viol\u00eancia contra a mulher? <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Vania Zanelli:<\/strong> Na inf\u00e2ncia, havia uma casa vizinha a minha de onde, por vezes, vinham barulhos que me intrigavam e me inquietavam. Eu me perguntava quem morava ali. At\u00e9 que descobri que era uma fam\u00edlia e que havia uma menina da minha idade. Na \u00e9poca, eu tinha cerca de seis anos e morava em Campinas, interior de S\u00e3o Paulo. A curiosidade infantil me levou a pedir para brincar com aquela menina e minha m\u00e3e articulou a possibilidade de nosso primeiro encontro, com a m\u00e3e dela.<\/p>\n\n\n\n<p>A menina vinha brincar comigo, pulando o muro, no hor\u00e1rio que o pai estava trabalhando, para que ele n\u00e3o soubesse. Isso sempre me intrigou profundamente. Sobretudo, os gritos quando ela apanhava do pai, o sil\u00eancio quase absoluto enquanto brinc\u00e1vamos, poucas palavras, os aparentes hematomas, nenhum sorriso e um olhar triste e distante. A m\u00e3e da menina, sempre com medo, permitia que a filha fosse brincar comigo, mas a buscava antes do hor\u00e1rio do marido voltar do trabalho, agradecendo a minha m\u00e3e, mas deixando sempre transparente seu receio do marido descobrir, como se ela estivesse fazendo algo proibido ou errado.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa lembran\u00e7a me acompanha at\u00e9 hoje, embora seja apenas uma entre tantas outras cenas de viol\u00eancia contra o feminino que presenciei ao longo da vida. No olhar de crian\u00e7a, a elabora\u00e7\u00e3o dos fatos n\u00e3o acontece como no olhar de um adulto, contudo, sup\u00f5e-se que haver\u00e1 o impacto ps\u00edquico dessas lembran\u00e7as acumuladas, se inscrevendo. Mesmo sem compreender plenamente na \u00e9poca, essa experi\u00eancia marcou de forma silenciosa meu interesse pelo tema da viol\u00eancia e pelo sofrimento ps\u00edquico que se instala quando o medo passa a organizar a vida das mulheres.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>2. Em um mundo t\u00e3o tecnol\u00f3gico, com acesso a tantas informa\u00e7\u00f5es, como os casos s\u00f3 aumentam e s\u00e3o cada vez mais cru\u00e9is? <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Vania Zanelli: <\/strong>Muitas vezes me pergunto se os casos est\u00e3o apenas aumentando ou se est\u00e3o ganhando mais visibilidade. A viol\u00eancia contra a mulher, tanto simb\u00f3lica quanto f\u00edsica, n\u00e3o \u00e9 um fen\u00f4meno do tempo atual. Trata-se de uma constru\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica que atravessa gera\u00e7\u00f5es e que, por muito tempo, foi naturalizada e silenciada.<\/p>\n\n\n\n<p>Constata-se que a tecnologia vem possibilitando progressivamente a amplia\u00e7\u00e3o ao acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o e \u00e0 den\u00fancia, mas n\u00e3o transforma, por si s\u00f3, as bases culturais que sustentam a viol\u00eancia. Vivemos em uma sociedade que historicamente objetificou o feminino, reduzindo-o a algo fr\u00e1gil e control\u00e1vel, como existisse para servir ao masculino. Nesse contexto, a informa\u00e7\u00e3o circula, mas a elabora\u00e7\u00e3o ps\u00edquica e a transforma\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es de poder avan\u00e7am de forma muito mais lenta.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>3. A que fatores pode-se atribuir a viol\u00eancia contra a mulher? <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Vania Zanelli:\u00a0 <\/strong>A viol\u00eancia contra a mulher n\u00e3o pode ser explicada por um \u00fanico fator, pois ela \u00e9 multifatorial. Ela \u00e9 o resultado de uma combina\u00e7\u00e3o de fatores sociais, culturais e emocionais que se repetem e perpetuam, ao longo da hist\u00f3ria. Por muito tempo, o feminino foi ensinado a ocupar um lugar de submiss\u00e3o, enquanto o masculino foi associado ao poder e ao controle. Essa l\u00f3gica ainda atravessa muitas rela\u00e7\u00f5es contempor\u00e2neas.<\/p>\n\n\n\n<p>Um dos pontos centrais nesse processo \u00e9 a forma como o feminino foi historicamente objetivado. Objetivar o feminino significa deixar de enxergar a mulher como um ser humano, com pensamento, afeto e autonomia, passando a trat\u00e1-la como algo que existe para atender as expectativas do masculino. Quando uma pessoa \u00e9 vista como objeto, sua exist\u00eancia \u00e9 desconsiderada, sua dor \u00e9 minimizada e sua voz \u00e9 desacreditada.<\/p>\n\n\n\n<p>Na cl\u00ednica, \u00e9 comum ouvir relatos de mulheres que foram desqualificadas, chamadas de exageradas ou loucas, entre outras palavras violentas, at\u00e9 que conseguissem comprovar que aquilo que percebiam no seu dia a dia estava, de fato, no campo da realidade, como em situa\u00e7\u00f5es de trai\u00e7\u00e3o ou manipula\u00e7\u00e3o emocional por parte do companheiro. Muitas vezes, a viol\u00eancia come\u00e7a de forma silenciosa, por meio de humilha\u00e7\u00f5es, controle emocional e desqualifica\u00e7\u00f5es constantes, antes de se tornar f\u00edsica. Em alguns casos, essa escalada chega a desfechos extremos. Os dados sobre feminic\u00eddio no Brasil revelam uma realidade alarmante e confrontam nossa pr\u00f3pria condi\u00e7\u00e3o humana de existir perante tais absurdos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>4. De qual forma isto pode ser combatido? <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Vania Zanelli: <\/strong>O enfrentamento da viol\u00eancia contra a mulher exige a\u00e7\u00f5es em diferentes n\u00edveis. Pol\u00edticas p\u00fablicas eficazes, redes de prote\u00e7\u00e3o fortalecidas e responsabiliza\u00e7\u00e3o legal dos feminic\u00eddios s\u00e3o fundamentais. Ainda assim, \u00e9 indispens\u00e1vel cuidar das mulheres que sofrem viol\u00eancia e, ao mesmo tempo, questionar os modelos de masculinidade que sustentam comportamentos violentos.<\/p>\n\n\n\n<p>Nomear a viol\u00eancia, reconhec\u00ea-la, responsabilizar e romper com o sil\u00eancio s\u00e3o movimentos essenciais. Percebe-se impacto positivo no uso consciente das redes sociais, onde grupos de mulheres t\u00eam se organizado para manifestarem o que antes era silenciado, fortalecendo-se coletivamente e ampliando repert\u00f3rios para enfim se desvencilharem do cativeiro emocional imposto por muitos agressores.<\/p>\n\n\n\n<p>Conscientizar o masculino para romper com padr\u00f5es cru\u00e9is, aprendidos ao longo do tempo, tamb\u00e9m \u00e9 central. A educa\u00e7\u00e3o das crian\u00e7as ocupa um lugar decisivo nesse processo. Criar meninas com direito \u00e0 fala, ao amor-pr\u00f3prio e ao respeito e meninos com espa\u00e7o para reconhecer seus sentimentos e respeitar a exist\u00eancia do feminino, \u00e9 um caminho em constru\u00e7\u00e3o, que exige tempo, cuidado e compromisso. Sou defensora do di\u00e1logo como instrumento fundamental de conscientiza\u00e7\u00e3o, educa\u00e7\u00e3o e transforma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>5. Mensagem \u00e0s mulheres<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Vania Zanelli: <\/strong>Nenhuma forma de viol\u00eancia \u00e9 pequena ou justific\u00e1vel. Reconhecer isso \u00e9 romper com o que foi naturalizado, \u00e9 retirar o v\u00e9u do que foi ensinado como certo, durante longos anos de nossa hist\u00f3ria. Aquilo que machuca, diminui, confunde ou silencia n\u00e3o \u00e9 cuidado, n\u00e3o \u00e9 amor, n\u00e3o \u00e9 v\u00ednculo. \u00c9 agress\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Toda mulher tem o direito de existir sem medo, de sustentar sua voz, de construir rela\u00e7\u00f5es que n\u00e3o adoe\u00e7am e de ocupar seu lugar no mundo com dignidade, inteireza e liberdade.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading has-text-align-center\">Renata Barcellos<\/h3>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-9d6595d7 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<h3 class=\"wp-block-heading has-text-align-center has-blush-light-purple-gradient-background has-background\"><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/renatadasilvadebarcelllos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" title=\"Instagram\">Instagram<\/a><\/h3>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<h3 class=\"wp-block-heading has-text-align-center has-blush-light-purple-gradient-background has-background\"><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/renata.barcellos74?locale=pt_BR\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" title=\"Facebook\">Facebook<\/a><\/h3>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<h3 class=\"wp-block-heading has-text-align-center has-blush-light-purple-gradient-background has-background\"><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/@barcellartes6969\" title=\"YouTube\">YouTube<\/a><\/h3>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<p><a href=\"http:\/\/jornalrol.com.br\/\" title=\"Voltar\">Voltar<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/JCulturalrol\/\" title=\"Facebook\">Facebook<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading has-text-align-center\"> <\/h4>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Psic\u00f3loga cl\u00ednica, com atua\u00e7\u00e3o voltada \u00e0 escuta do sofrimento ps\u00edquico e das din\u00e2micas relacionais. 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