{"id":78395,"date":"2026-02-11T16:00:00","date_gmt":"2026-02-11T19:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=78395"},"modified":"2026-02-11T14:14:13","modified_gmt":"2026-02-11T17:14:13","slug":"a-deambulacao-tropega-do-milagre-economico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=78395","title":{"rendered":"A deambula\u00e7\u00e3o tr\u00f4pega do milagre econ\u00f4mico"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F78395&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F78395&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div>\n<h2 class=\"wp-block-heading has-text-align-center\">CINEMA EM TELA <br><br>Marcus Hemerly <br><br>&#8216;A deambula\u00e7\u00e3o tr\u00f4pega do milagre econ\u00f4mico<br><br><\/h2>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"600\" data-attachment-id=\"78396\" data-permalink=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/?attachment_id=78396\" data-orig-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/CINEMA-EM-TELA.jpg\" data-orig-size=\"800,600\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}\" data-image-title=\"\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/CINEMA-EM-TELA.jpg\" src=\"http:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/CINEMA-EM-TELA.jpg\" alt=\"Card da coluna Cinema em Tela - A deambula\u00e7\u00e3o tr\u00f4pega do milagre econ\u00f4mico\" class=\"wp-image-78396\" style=\"width:590px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/CINEMA-EM-TELA.jpg 800w, https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/CINEMA-EM-TELA-768x576.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em><em>Card da coluna Cinema em Tela<\/em> &#8211; <em>A deambula\u00e7\u00e3o tr\u00f4pega do milagre econ\u00f4mico<\/em><\/em><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"has-drop-cap\">O t\u00edtulo parece sugestivo ao espectador n\u00e3o familiarizado com a premissa da obra, pareceria mais uma das rotuladas pornochanchadas ent\u00e3o produzidas na Boca do Lixo paulistana. Ali\u00e1s, o comparativo pode lembrar o cinema de deambula\u00e7\u00e3o do cineasta Ozualdo Candeias, cria da Boca e mago em demonstrar as mazelas sociais brasileiras por meio de sua lente. Um dos seus filmes mais festejados, &#8216;A Op\u00e7\u00e3o ou As rosas da Estrada&#8217;, de 1981, tamb\u00e9m retrata o \u00eaxodo e consequente anula\u00e7\u00e3o individual dos migrantes em meio \u00e0 metr\u00f3pole. Em especial, as mulheres que se prostituem nas estradas, seja de maneira est\u00e1tica ou n\u00f4made. E nesse panorama \u00e9 que conhecemos a hist\u00f3ria da personagem t\u00edtulo do filme de Jorge Bodanzky e Orlando Senna, Iracema &#8211; Uma Transa Amaz\u00f4nica, produzido em parceria com a tv alem\u00e3.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Rodado em 1974\/1975, o filme foi objeto de censura justamente pela cr\u00edtica velada ao otimismo modernista do regime militar, retratado na constru\u00e7\u00e3o da rodovia transamaz\u00f4nica, representado pelo personagem de Paulo Cesar Pereiro, veterano de nosso cinema. E, inquestionavelmente, o filme tem forte arqu\u00e9tipo de signos velados, ou nem tanto, da\u00ed o motivo \u00e0 sua persegui\u00e7\u00e3o inicial.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O caminhoneiro Tia Brasil grande \u00e9 a promessa de prosperidade, que leva como caroneira a jovem ind\u00edgena prostitu\u00edda, Iracema, rumo a uma vida e dias melhores. Ela, de outro lado, assim como os coadjuvantes, revela a fragilidade e face real daquele contexto, o reverso do que o regime tentava impingir nas mentes populares. Na jornada que, se de um lado n\u00e3o guarda a pretens\u00e3o de \u2018Comboio do Medo\u2019 de William Friedkin, de outro giro, n\u00e3o fica relegado em termos de aventura e grandiosidade. Queimadas, viol\u00eancia, desigualdades, explora\u00e7\u00e3o \u2013 em todas as suas gamas imagin\u00e1veis \u2013 s\u00e3o mostradas em intera\u00e7\u00e3o real com os participantes involunt\u00e1rios desses Brasis, em tom rasgado de den\u00fancia ecol\u00f3gica e social.<\/p>\n\n\n\n<p>Cedi\u00e7o que tais elementos n\u00e3o passaram ao largo da cinematografia brasileira, at\u00e9 mesmo em roupagem de <em>road movie;<\/em> citemos o \u2018Bye Bye, Brasil\u2019, de Cac\u00e1 Diegues, e, mais recentemente, o delicioso \u2018Cinema, Aspirinas e Urubus\u2019. No entanto, a mensagem curta, grossa e inc\u00f4moda, \u00e9 o diferencial da narrativa da fita de Bodanzky, que surgiu de uma observa\u00e7\u00e3o em 1968, ocorrida num posto de gasolina na Bel\u00e9m-Bras\u00edlia, onde viu caminhoneiros e prostitutas, inspirando uma narrativa rodovi\u00e1ria. Filmado em 16mm para mobilidade em \u00e1reas remotas, usou uma equipe pequena com liberdade formal, um roteiro-guia flex\u00edvel e improvisa\u00e7\u00e3o com n\u00e3o atores, empurrados pela c\u00e2mera em tempo real, tamb\u00e9m \u201cdesbravando\u201d a mata em odisseia de celuloide. Paulo C\u00e9sar Pereio foi o \u00fanico ator profissional como Ti\u00e3o Brasil Grande, enquanto Edna de C\u00e1ssia, interpretou Iracema sem ensaios r\u00edgidos, garantindo naturalidade em cenas reais gravadas mercados e pontos de obra.<\/p>\n\n\n\n<p>A linguagem mescla enredo ficcional m\u00ednimo \u2013 a viagem de Ti\u00e3o e Iracema pela Transamaz\u00f4nica \u2013 com <em>footage<\/em> documental de desmatamento, queimadas e vida ribeirinha, onde o real invade a trama em contornos mordazes. A c\u00e2mera observadora costura a\u00e7\u00f5es sem cortes artificiais, priorizando closes improvisados e ritmos locais, criando um tom ca\u00f3tico que reflete o &#8220;fora de controle&#8221; da regi\u00e3o. Essa modula\u00e7\u00e3o fic\u00e7\u00e3o-document\u00e1rio revela corpos e espa\u00e7os invadidos, da inoc\u00eancia ind\u00edgena \u00e0 corrup\u00e7\u00e3o urbana, sem narra\u00e7\u00e3o expositiva, flu\u00edda e intuitiva.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Enquanto o milagre econ\u00f4mico (1968-1973) exaltava o ufanismo desenvolvimentista com slogans como &#8220;Brasil, ame-o ou deixe-o&#8221; \u2013 estampados no caminh\u00e3o de Ti\u00e3o \u2013, o filme contrap\u00f5e propaganda oficial \u00e0 realidade: grilagem, trabalho escravo, prostitui\u00e7\u00e3o infantil e abandono de colonos. A Transamaz\u00f4nica, vendida como integra\u00e7\u00e3o nacional pelo INCRA, simbolizava expans\u00e3o, mas expunha fracassos como poeira, pontes prec\u00e1rias e mazelas sociais. Ti\u00e3o encarna o ufanista iludido, contrastando com a degrada\u00e7\u00e3o de Iracema, espelho das v\u00edtimas do &#8220;progresso&#8221;, que intensificaram a cria\u00e7\u00e3o e rompimento do sonho brasileiro, mormente naquele regi\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Conforme adiantado, proibido por seis anos no Brasil ap\u00f3s exibi\u00e7\u00e3o no Festival de Bras\u00edlia em 1976, o filme foi barrado como &#8220;produ\u00e7\u00e3o estrangeira&#8221; que contrariava a narrativa oficial, simbolizando o governo militar como um censor que sufocava vozes inc\u00f4modas como prostitutas de beira de estrada \u2013 descart\u00e1veis e silenciadas. Sua distribui\u00e7\u00e3o clandestina em mostras e estreia internacional na ZDF em 1975 destacam o ex\u00edlio for\u00e7ado, enquanto o uso de n\u00e3o profissionais como Edna refor\u00e7a o realismo brutal, tornando atores em s\u00edmbolos vivos da Amaz\u00f4nia explorada, n\u00e3o encena\u00e7\u00f5es polidas. Ap\u00f3s sua libera\u00e7\u00e3o, ganhou pr\u00eamios como Melhor Filme em Bras\u00edlia, provando sua pot\u00eancia duradoura, que em verdade, j\u00e1 se mostrava quando das exibi\u00e7\u00f5es privadas e sess\u00e3o especiais promovidas por seus realizadores, ainda sob embargo federal. O t\u00edtulo permanece inovador em sua t\u00e9cnica documental, pela qual em certos momentos a c\u00e2mera foca em elementos aparentemente aleat\u00f3rios na cena, enquadramentos e <em>close ups <\/em>sem prop\u00f3sito narrativo evidente, mas que apenas se preocupam em trazer a realidade dentro da \u201csuposta fic\u00e7\u00e3o\u201d. Pouco palat\u00e1vel, se a preocupa\u00e7\u00e3o em agradar, romantizar ou florear. Ao rev\u00e9s, qualquer idea\u00e7\u00e3o rom\u00e2ntica ou final feliz \u00e9 decotado do plano de expectativa da plateia logo de in\u00edcio, ainda que inconscientemente. O final, segundo Hector Babenco em entrevista para o document\u00e1rio \u2018Era uma vez Iracema\u2019, (2005), talvez seja um dos mais dram\u00e1ticos em sua pung\u00eancia na hist\u00f3ria do cinema brasileiro.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Iracema, \u00e9 a pr\u00f3pria transamaz\u00f4nica, a promessa, a decep\u00e7\u00e3o, o sonho perdido. Afinal, a po\u00e9tica est\u00e1 presente tanto no lirismo fict\u00edcio, quanto na brutalidade da realidade. O resto do caminho, se \u00e9 que existe um final, fica a cargo daquele que assiste, e interpreta.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading has-text-align-center\"><br>Marcus Hemerly<\/h3>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-9d6595d7 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<h3 class=\"wp-block-heading has-text-align-center has-electric-grass-gradient-background has-background\"><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/marcus.hemerly?locale=pt_BR\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" title=\"Facebook\">Facebook<\/a><\/h3>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<h3 class=\"wp-block-heading has-text-align-center has-electric-grass-gradient-background has-background\"><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/marcus_hemerly\/\" title=\"Instagram\">Instagram<\/a><\/h3>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/\" title=\"Voltar\">Voltar<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/JCulturalrol\/\" title=\"Facebook\">Facebook<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><br><br><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O t\u00edtulo parece sugestivo ao espectador n\u00e3o familiarizado com a premissa da obra, pareceria mais uma das rotuladas pornochanchadas ent\u00e3o produzidas na Boca&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":22,"featured_media":78396,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[9398,9285],"tags":[16092,16093,16094,16095,16096],"class_list":["post-78395","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigos","category-literatura","tag-boca-do-lixo-paulistana","tag-deambulacao","tag-miladre-economico","tag-paulo-cesar-pereiro","tag-signos-velados"],"aioseo_notices":[],"views":337,"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/CINEMA-EM-TELA.jpg","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":51544,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=51544","url_meta":{"origin":78395,"position":0},"title":"Marcus Hemerly: &#039;Filmes exploitation&#039;","author":"Marcus Hemerly","date":"14 de agosto de 2022","format":false,"excerpt":"Filmes exploitation As mais basilares li\u00e7\u00f5es de psicologia explicam a atra\u00e7\u00e3o extintiva do c\u00e9rebro humano pelo bizarro, no campo das informa\u00e7\u00f5es usualmente pouco processadas.\u00a0Por essa raz\u00e3o, \u00e9 pronunciada a tend\u00eancia ao consumo do entretenimento de terror, suspense e o interesse pelas not\u00edcias mais m\u00f3rbidas ou sensacionalistas.\u00a0Al\u00e9m de uma forma de\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Comunica\u00e7\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"Comunica\u00e7\u00e3o","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=7"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/Jornal-cultural-o-rol-1.png?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/Jornal-cultural-o-rol-1.png?resize=350%2C200&ssl=1 1x, https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/Jornal-cultural-o-rol-1.png?resize=525%2C300&ssl=1 1.5x, https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/Jornal-cultural-o-rol-1.png?resize=700%2C400&ssl=1 2x"},"classes":[]},{"id":60725,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=60725","url_meta":{"origin":78395,"position":1},"title":"A imag\u00e9tica f\u00edlmica da obra de Azualdo Candeias","author":"Marcus Hemerly","date":"4 de setembro de 2023","format":false,"excerpt":"Cedi\u00e7o que a fotografia \u00e9 a t\u00f4nica da chamada s\u00e9tima arte. 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