{"id":9397,"date":"2017-04-12T21:35:31","date_gmt":"2017-04-13T00:35:31","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=9397"},"modified":"2017-04-12T21:35:31","modified_gmt":"2017-04-13T00:35:31","slug":"ranielton-dario-colle-epilogos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=9397","title":{"rendered":"Ranielton Dario Colle: &#039;Ep\u00edlogos&#039;"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F9397&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F9397&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><h1><strong><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/Rannie-Face.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-7365 aligncenter\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/Rannie-Face.jpg\" alt=\"\" width=\"177\" height=\"177\" \/><\/a><\/strong><\/h1>\n<h2 style=\"text-align: center\"><strong>Ranielton Dario Colle: &#8216;Ep\u00edlogos&#8217;<\/strong><\/h2>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>Foi na manh\u00e3 de um ver\u00e3o quente que ela se apresentou para mim pela primeira vez. N\u00e3o que n\u00e3o a houvesse visto antes entre meus parentes, amigos e conhecidos, por\u00e9m nunca antes ela se apresentara de forma t\u00e3o dura. E na verdade nem fora mesmo naquela manh\u00e3 que ela chegara, levaria ainda uma semana para que se fizesse presente; todavia ela escolheu aquele momento de um dia ensolarado e belo, para anunciar que estava chegando. Eu tinha ent\u00e3o quinze anos de idade\u2026<\/p>\n<p>Minha vida n\u00e3o tinha sido particularmente f\u00e1cil at\u00e9 ent\u00e3o, n\u00e3o por conta de quest\u00f5es financeiras, pois meus pais sempre tiveram o suficiente e nunca nos faltou nada \u00e0 mesa; mais que isso, quase sempre estud\u00e1ramos em escolas particulares; tampouco o era por falta de afeto que, apesar de meus frequentes desentendimentos com meus pais e meus irm\u00e3os, era algo abundante em meu lar. E depois, tinha algu\u00e9m a quem eu amava profundamente, muito mais que a todos de minha casa e que eu sei que me amava tamb\u00e9m, e que morava na casa ao lado. Era minha av\u00f3.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, n\u00e3o, minha vida n\u00e3o tinha sido particularmente f\u00e1cil devido a um acidente que regredira minha coordena\u00e7\u00e3o motora fina ao estado de um rec\u00e9m-nascido, e isso me condenara a sess\u00f5es de fisioterapia por tempo indeterminado e a um bullying intermin\u00e1vel por parte de outros garotos do col\u00e9gio, o que teve como resultado um certo complexo de inferioridade e baixa autoestima. Coisa que deve, sem d\u00favida, ter retardado o meu amadurecimento emocional.<\/p>\n<p>S\u00f3 que isso n\u00e3o era nada perto dela, do que ela era e viria a representar. E a partir daquele dia lindo de ver\u00e3o, quando ela anunciou sua presen\u00e7a, uma nuvem negra se instalou sobre mim e ofuscou para todo o sempre a clareza da vida; a partir daquele dia toda a simplicidade das coisas foi coberta por uma nuvem cinza e opaca e mesmo os objetivos mais simples pareciam carecer de um significado.<\/p>\n<p>Aquele dia come\u00e7ara de forma normal, era um s\u00e1bado ou outro feriado, n\u00e3o lembro agora uma vez que o tempo levou para longe a precis\u00e3o das coisas e a mem\u00f3ria custa a guardar determinados detalhes como os n\u00fameros das p\u00e1ginas, todavia o fato \u00e9 que meus pais e meus irm\u00e3os estavam em nossa casa de praia, no Rinc\u00e3o, e eu havia ficado em nossa casa, em Crici\u00fama, para fazer companhia \u00e0 minha v\u00f3.<\/p>\n<p>Eu n\u00e3o dormira em sua casa, n\u00e3o obstante, quando acordei cedo, a primeira coisa que fiz foi abrir a janela para depois ir at\u00e9 l\u00e1 de modo a tomar seu caf\u00e9, o delicioso caf\u00e9 da manh\u00e3 com bolo que minha amada av\u00f3 me servia toda manh\u00e3: era um ritual \u00fanico de tempos imemori\u00e1veis que eu n\u00e3o saberia dizer quando come\u00e7ou; o certo, no entanto, \u00e9 que desde a mais tenra inf\u00e2ncia eu n\u00e3o tomava caf\u00e9 em casa. Eu n\u00e3o gostava do caf\u00e9 de minha m\u00e3e. E se n\u00e3o houvesse o caf\u00e9 da v\u00f3 eu preferia ir ao col\u00e9gio em jejum ou beliscar qualquer coisa, mas n\u00e3o tomar caf\u00e9.<\/p>\n<p>Aquele dia, por\u00e9m, depois de abrir a janela, a ouvi e a meu tio, o irm\u00e3o de meu pai, conversando e decidi esperar at\u00e9 que ele fosse embora para ir at\u00e9 a sua casa. E assim que ele saiu eu fui at\u00e9 l\u00e1. Eu tomei o caf\u00e9 e fiz as perguntas habituais\u2026 e lembro dolorosamente que ela estava sentindo formigar o seu dedo polegar e at\u00e9 perguntou para mim se eu sabia se era alguma coisa, mas na minha ingenuidade eu disse que n\u00e3o devia ser nada\u2026 lembro-me de ela pedir para que eu fosse at\u00e9 o armaz\u00e9m da esquina comprar farinha de milho, da marca que tem uma foto de papagaio na embalagem, porque a outra marca n\u00e3o era boa, fazer seu costumeiro jogo de bicho no barzinho da esquina, na borboleta 371 e no le\u00e3o 561, e comprar uma carteira de seu cigarro, Continental\u2026 e me recordo t\u00e3o claramente de suas palavras para que, se eu visse o carro de meu tio, para que eu n\u00e3o entrasse, esperasse ele ir embora, porque ele brigava com ela por causa do jogo do bicho e do cigarro. Lembro\u2026 e essa foi a \u00faltima vez que ouvi sua voz.<\/p>\n<p>Quando eu cheguei das compras vi o carro de meu tio estacionado em frente a sua casa, e seguindo sua orienta\u00e7\u00e3o n\u00e3o fui at\u00e9 l\u00e1, mas me dirigi a minha casa e esperei, esperei, esperei exaustivamente, at\u00e9 que o seu carro n\u00e3o estivesse mais l\u00e1.<\/p>\n<p>Existe algum prop\u00f3sito em tudo? Alguma m\u00e1gica, alguma sincronicidade na vida e no tempo para que sejamos poupados de cenas fortes para as quais n\u00e3o estar\u00edamos preparados? Eu fui at\u00e9 sua casa, a porta estava aberta, eu chamei e nada\u2026chamei de novo, e de novo cada vez mais alto, e nada. Entrei em sua casa, vasculhei os c\u00f4modos\u2026 entrei em desespero, nada\u2026 tentei me acalmar, o meu tio havia estado ali, talvez ela tivesse sa\u00eddo com ele, mas por que eles deixariam a porta aberta?<\/p>\n<p>Naquele tempo n\u00e3o existia telefone celular e eu n\u00e3o tinha para quem ligar, ent\u00e3o sentei na varanda e comecei a chorar em desespero, e alguns minutos depois, que poderiam ser horas ou segundos que n\u00e3o fariam diferen\u00e7a, o meu pai chegou\u2026 eu disse para ele que a v\u00f3 tinha sumido e ele me disse que j\u00e1 sabia, que o meu tio tinha o avisado que ela tivera um infarto com princ\u00edpio de derrame e fora levada para o hospital.<\/p>\n<p>Dor? Acho que essa palavra multifacetada n\u00e3o descreveria o que eu estava sentindo. Talvez um vazio, um espa\u00e7o aberto, um oco enorme em meu peito. Ela se anunciara e levara todo o prop\u00f3sito de minha vida at\u00e9 ent\u00e3o; entretanto, ela n\u00e3o havia chegado ainda, levaria uma semana para que ela chegasse; uma semana na qual seriam nutridas esperan\u00e7as, tecidos planos uma vez que minha av\u00f3 precisaria de cuidados doravante\u2026 uma semana intermin\u00e1vel de vig\u00edlia no hospital, nos revezando, mas eu querendo ficar mais, vendo seu pobre corpo debilitado liberar fluidos pelas fossas nasais em uma sonda e me sobressaltando com sua tosse\u2026 foram oito sofridos dias de coma.<\/p>\n<p>Na pen\u00faltima noite de minha av\u00f3 em nosso plano, eu havia passado ao lado dela no hospital e procurava narrar-lhe o que havia acontecido na novela que ela acompanhava, na esperan\u00e7a de que ela me ouvisse; eu implorava por sua recupera\u00e7\u00e3o\u2026 em outros momentos pegava um livro que havia encontrado em casa e lia sem, no entanto, conseguir prestar muita aten\u00e7\u00e3o nele e ficava recordando das hist\u00f3rias que eu pedia para que ela me contasse sobre a inf\u00e2ncia de meu pai, em especial a do filhotinho de cachorro que ele encontrara em uma caixa de sapatos boiando num rio e que ela alimentara na mamadeira. Recorda\u00e7\u00f5es. Naquele dia \u00e0 tarde, meus pais me convenceram a ir para nossa casa, na praia, descansar um pouco e deixar que minha irm\u00e3 ficasse com minha av\u00f3, embora eu quisesse ficar em Crici\u00fama\u2026<\/p>\n<p>Na tarde do dia seguinte, outro tio meu, irm\u00e3o de minha m\u00e3e, e que portanto n\u00e3o era parente de minha av\u00f3, me convidou para dar uma volta na praia\u2026 e l\u00e1, andando na beira-mar com as ondas batendo em meus p\u00e9s, eu a conheci.<\/p>\n<p>L\u00e1, na praia, em outro dia ensolarado, meu tio anunciou que ela chegara para a minha av\u00f3. Ele me informou, da forma mais delicada poss\u00edvel, que ela havia partido. E eu n\u00e3o chorei. Eu queria, eu juro que eu queria me desmanchar em l\u00e1grimas, mas eu n\u00e3o consegui, eu n\u00e3o consegui sentir nada naquele momento: tudo que rondava minha alma era um frio vazio, escuro e racional. Minha av\u00f3 havia ido, havia sido melhor para ela assim, do contr\u00e1rio ela ficaria sofrendo inv\u00e1lida numa cama. Era melhor n\u00e3o chorar e deix\u00e1-la partir. Um ano depois ao visitar seu t\u00famulo no cemit\u00e9rio, me derreti em l\u00e1grimas puras, sinceras, e atrasadas&#8230;<\/p>\n<p>Desde aquele dia ent\u00e3o, daquela tarde ensolarada de ver\u00e3o, Tanatos se afigura em minha vida como a presen\u00e7a constante, ainda que invis\u00edvel, do absurdo da exist\u00eancia. A certeza da futilidade de toda a vaidade e ego\u00edsmo, e da import\u00e2ncia de se viver bem\u2026<\/p>\n<p>Desde aquele dia, os dilemas existenciais do \u201cMito de S\u00edsifo\u201d t\u00eam atormentado minha exist\u00eancia na incerteza de um amanh\u00e3 e na \u00e2nsia jamais satisfeita de intensidade, e de vida\u2026<\/p>\n<p>Vinte anos depois foi a vez de meu pai partir ap\u00f3s quatro dias em coma, e dessa vez eu chorei; chorei por uma vida, por um sonho, e por uma esperan\u00e7a em um mundo onde talvez somente o nosso engajamento em algo que acreditamos, como defendia Sartre, e a arte, como defendia Camus, \u00e9 que podem dar um sentido a tudo; chorei, porque num mundo cada vez mais esquecido disso e mergulhado em um consumismo obtuso e uma superficialidade visceral o meu amor pelo meu pai era sincero, apesar de todo o desentendimento que tivemos ao longo de nossos dias.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><em>Rannie, 12\/04\/2017.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Uma homenagem \u00e0 minha av\u00f3, Tereza Cechinel Colle&#8230;<\/em><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ranielton Dario Colle: &#8216;Ep\u00edlogos&#8217;<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[],"class_list":["post-9397","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-comunicacao"],"aioseo_notices":[],"views":0,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":7081,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=7081","url_meta":{"origin":9397,"position":0},"title":"Mais um importante colunista colabora com o ROL: Ranielton Dario Colle, o &#039;Rani&#039;","author":"Helio Rubens","date":"2 de dezembro de 2016","format":false,"excerpt":"O ROL cresce de conte\u00fado e de import\u00e2ncia com a entrada do Rani como colunista (HR) \u00a0 \u00c9 com grande prazer que apresento aos leitores o Ranielton Dario Colle, conhecido entre seus amigo como 'Rani'. 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