Lina VeiraImagem gerada pela IA do Canva, com prompt de Lina Veira
Estamos diante de uma sociedade onde, na maioria das vezes, responder e concordar é positivo, mas reagir ou mostrar o contrário é negativo. Onde, no geral, damos mais atenção às coisas negativas que nos acontecem do que às positivas.
Mas venho lembrar: a vida é um conjunto de experiências positivas e negativas. E os pensamentos são nossa maneira de registrar e processar tudo nela.
Quantas vezes reclamamos de algo negativo que aconteceu no dia? Um atraso no encontro marcado, o trânsito parado, o mal atendimento de um funcionário, o que esquecemos de realizar…
Sem perceber, nossa mente se acostuma com a negativa de palavras e predominância de pensamentos negativos todos os dias. E é claro que pensamentos e falas negativas levam a acontecimentos negativos. Então, por que não pensamos e falamos positivamente? Por que estamos sempre interferindo na nossa alegria de viver?
E eu repondo: Porque nos educaram com ideias negativas que se acomodam dentro de nós, e que nem sempre são nossas, mas despejadas em nós pelas pessoas com as quais convivemos.
Vamos pensar juntos! Se a vida é um reflexo do que pensamos, é preciso educar o pensamento, criar novas ideias, escolher saudáveis atitudes e imaginar o melhor sempre, porque tudo passa e a gente precisa estar mais forte e confiante com o momento presente e futuro que virá.
Que se torne simples gerar pensamentos positivos e ser sinal de alegria no mundo.
Lembro quando meus filhos eram crianças, eu costumava levá-los para brincar na praia e ver o mar. Lá sempre foi uma extensão da nossa sala de estar.
Eles adoravam, e eu aproveitava para estimular brincadeiras de bola e de corrida na areia, aprimorar os elogios e mergulhar no mundo deles. Eu tive esse privilégio, e eles também.
Tobias, o caçula, parecia ser o mais sintonizado com ambiente, com o irmão e com seu amor à família, um coração saudoso e amigo tem até hoje. O mais velho, sempre ativo e criativo, gostava de receber os amigos na sala de estar, de passar mais tempo no seu quarto e jogar bola com eles na beira do mar.
Mas o que tem a ver ‘nosso lar’ com esse assunto? A praia em muitas circunstâncias, foi minha sala de estar com meus filhos, nosso momento de mais risadas e conversas, porque o verbo da vida em família precisa ser ESTAR. E “ A verdadeira beleza é com certeza a do interior” do nosso interior. Aquela que dura muito tempo e passa diretamente pelo coração imprimindo o caráter de um ser humano. Reconhecendo o território doméstico. Construindo um lar emocionalmente seguro em um mundo inseguro. Estar junto em família , foi um dos momentos mais sublimes enquanto eles cresciam, e DEVERIA ser a resposta da pergunta: O que temos para todos os dias?
O lar precisa ser um refúgio , na qual os filhos voltassem repetidas vezes, por se sentirem mais seguros e protegidos. E essa expectativa positiva comunicasse com seguridade que existe uma família.
Uma família, duas famílias… Um lugar em que as crianças aprendessem o significado de ser responsável e de se importar com o outro, onde o coração e o tempo de todos moram em paz.
– Vamos para o quintal de casa, saiam dos bastidores. O verbo de uma família precisa ser ESTAR.
Compreenda a singularidade de cada filho, eles são ricas descobertas silenciosas da vida. Dê a eles uma memória e cultive seu caráter em vez de garantir que eles pareçam bons diante dos outros. Que fantástico ler isso!
E lembre-se , a sala de estar precisa ser um lugar espontâneo e lembrado para toda vida.
E seu lar, um lugar onde vocês possam assistir a um filme juntos, lavar o carro num dia quente, ter uma refeição surpresa toda semana, jogar jogos de tabuleiro e ser feliz.
Não cedam à coisas que destroem as relações familiares.
Lina VeiraImagem criada por IA do Grok – 09 de fevereiro de 2026, às 17:10 PM – https://grok.com/imagine/post/62672479-366d-40a4-aafe-68ab94ea5c29
Entre tantos sabores e amores, e digam-se lá, também traições.
Quem nunca se decepcionou com um beijo?
Mas o que é o beijo, a não ser tantas emoções e sensações juntas?
O beijo nos lembra de quem amamos, de amigos que escolhemos para estar ao nosso lado, de quem nos faz bem. Também recordamos da história de Jesus, traído por Judas com um beijo. Um beijo de amigo, de quem dizia amá-lo e escolheu para estar ao seu lado. Um beijo traidor. Mas por que Jesus se permitiu ser capturado por um beijo?
Judas não entendeu a mensagem de Jesus, o seu chamado, o significado da palavra amigo. Judas não aproveitou o seu amor e a oportunidade de estar ao lado do mestre, amigo e filho de Deus que lhe amava tanto. Quantos Judas conhecemos? Com quantos JUDAS convivemos?
Assim como Judas, muitas não sabem aproveitar nosso amor, nossa dedicação e escolha. São absolutas demais para entenderem o significado de um sentimento, de uma amizade, para aprenderem a amar ou acolher a história de alguém. Desprezam oportunidades, conduzem ao fim da relação, ao esquecimento, ao fim… São pessoas movidas pelos seus próprios umbigos vazios, pelas suas próprias vontades materiais, meios e vantagens, deixando de enxergar o essencial que precisam.
Assim era Judas, um moço EGOÍSTA, que não via Jesus como seu grande amigo e Salvador. E talvez isso tenha facilitado sua traição. Não sei. Quando percebeu que tinha traído e realmente ele era seu melhor amigo, ele não se achou digno do perdão e, envergonhado, se matou… E tudo por um beijo.
O beijo de Judas representa muito bem a traição suprema disfarçada de amizade ou afeto. Simboliza a hipocrisia, falsidade, infidelidade e o ato de prejudicar alguém íntimo, sendo frequentemente usado para descrever traições políticas, de amizade ou lealdade no cotidiano.
A traição de Cristo. Representa a dissimulação entre nós (fingir sentimentos), a falsidade e a perfídia.
Beijar alguém é uma profunda demonstração de bem querer.
O beijo de Judas nos demonstra que, mesmo no convívio direto com Jesus, um ambiente ‘perfeito’ não garante bem querer, conversão interna e boas ações.
Judas se afundou na escuridão que ele escolheu para nos alertar que mesmo o melhor exemplo, a evidência mais convincente, ou os melhores ensinamentos – não podem, em si e por si mesmos, mudar o coração humano.
Alívio – Um substantivo que facilita a vida, que traduz a remoção de uma dor, a liberdade de uma angústia ou opressão – as vezes através de lágrimas. Ali, onde um poeta se descobriu sem máscara, sem vestimenta, sem loucura, impalpável a definições. Gestos automáticos.
Os falsos anjos se corrompem com as descrenças, misérias e falta de asas. Carecem do êxtase, de tudo que é pecado e santo.
Quisera uma caixa de chocolates finos e o livro de Caio Fernando Abreu, Morangos Mofados. O alívio, já me acaricia só de esperar essa obra pelo correio à tarde.
Mas vamos as últimas notícias: Café: alívio tarifário não reduz pressão sobre cotações
Estoques baixos sustentam preços do café no curto prazo
O mercado global de café passa por um período de ajuste após a suspensão das tarifas adicionais de 40% sobre os grãos brasileiros — exceto o café solúvel — anunciada em 20 de novembro.
Para a analista da Hedgepoint, Laleska Moda, “esse comportamento reforça a percepção de que, mesmo com o alívio tarifário, a oferta disponível para exportação continua limitada”.
Agrolink – Seane Lennon Publicado em 03/12/2025 às 13:37h.
A noite calorenta arranca suores indevidos de uma vida cheia de artifícios e sonhos, tem gente que parece incendio sem alívio. Como meu pai dizia: rapadura é doce, mas não é mole não.
O outono, já se foi, mas ainda é preciso se ver nu como as árvores sem folhas no inverno, primavera e verão.
A vida é uma confissão breve de crônicas, tenho escrito. Abrindo mão de augúrios ou previsões do futuro, como presságios ou vaticínios, que podem ser interpretados de diversas formas. A fragilidade dos argumentos se revela e o acaso pode ser um alívio desmembrando o talvez.
Já estava quase acostumada ao silêncio – de dentro, quando o telefone tocou e ouvi um “eu te amo” diferente. Chega estancou o barulho.
Nunca comeu rapadura para ser tão doce, nunca foi ao nordeste, nunca dançou forró.
Tanta gente bonita aqui no Sul vivendo dentro de suas casas sem vidas. O quintal não tinha alegria, nem flores merecidas. A casa de alvenaria era uma prisão de depoimentos frustrados. Um homem distanciado do universo feminino de sua mulher, sem alívios, gozos ou cheiros.
– O que fizemos para merecer isso?
– Escolhas.
Entenda: A paixão é um instante. E não precisamos torná-la compromisso ou construção.
O outro é um bom lugar para depositar nossos desejos carnais e solidão, completou se agachando no chão do quintal enquanto desenhava um girassol.
Algumas pessoas nem percebem que já morreram, outras tem sua existência inventada, algumas merecem conhecer a pessoa certa. Abandonei a linguagem sinuosa do amor. Escolhi o alívio do suicídio, dos fantasmas sem lucidez e do desanimo, às vezes. Sempre tive medo do amor, dos retratos antes das rugas, antes que o brio da vida se consuma. Depois esperança. A vida é uma contante escolha sem alívio de ser ou não ser, entre a vida e a morte. Uma eternidade urgente de duas horas no fim de tarde inquieta, na beira da praia apreciando o por do sol, ou de uma saudade dos lindos anos 80!
Eu sonhava vestida do impossível, corria e via poema nas paredes da vida, nas metáforas, e no vento. O alívio era poder ser criança. Comer as frutas do pé de fruta de casa, regar as folhas e flores do jardim, tomar banho de chuva nas bicas das calçadas, correr na rua sem medo de crimes ou guerras, ou desistências.
Depois de um tempo, a paixão arrefece, diminuímos o olhar doce sobre a vida, ora alívio , ora tortura.
Ainda lembro do BUQUÊ de rosas vermelhas que segurei entrando na igreja. Que alívio feminino tiveram as mulheres da família! Miseráveis verdades são ditas por mulheres para convencer o instante. Miseráveis verdades são sempre ditas em todas as fases, apenas isso.
Lina VeiraFoto tirada pela autora com a própria câmara
Saint-Exupéry, escreveu: “A verdadeira vida é intermitente”. Logo, nossas emoções e relacionamentos também são. Sim, pois quando amamos uma pessoa, não amamos o tempo todo, do mesmo modo desde o início, da mesma forma interrupta. Isso é impossível. E é exatamente neste movimento intermitente da vida, dos fluxos e refluxos de nossa existência, dos sentimentos e sensações que relações estão se perdendo e afundando na beira do mar. Tudo na vida tem fluxo e refluxo, um voltar a atrás, “um por que não?”
Jesus perdoou a tantos para recomeçarem.
Como a maré a vida tem cheias e vazantes. Nada é constante o tempo todo.
Tem coisa mais linda que as ondas do mar quebrando na areia da praia tentando alcançar algo? Retornando confiante com a mesma força, num vai e volta contínuo.
Confiamos tão pouco no fluxo e refluxo de tudo em nossa vida, seja no sentimento de um amor, de uma amizade, de nós mesmos. Quantas vezes foi preciso retornar, responder, ficar um pouco mais?
Quantas vezes tivemos medo de voltar?
Assim como o mar, vivemos ciclos: temos medo da vazante, da expectativa do silêncio, do vazio deixado entre uma onda e outra, das pausas, do barulho, do devolver e recomeçar. Decidimos nos apoderar do outro reassumindo sinônimos de posse, exigências e enganos, na busca do conforto que desejamos. Mas só existe conforto e segurança no movimento do fluxo e refluxo da vida, se você enfrentar seu mar, suas ondas…Se você avançar e retornar quando for preciso, se você entender e respeitar suas vazantes e cheias, seus limites e ondas intermitentes, cristalinas e secretas, se você ouvir e responder, acolher e devolver como um presente do mar…
Que 2026 nos traga muitas possibilidades!
Você pode reviver sim!
Retornar.
Viver o start de uma nova história, o começo de tudo.
Continuar..
Você pode reviver sim!
Retornar.
Viver o start de uma nova história, o começo de tudo.
Lina VeiraTexto de Lina Veira aplicado sobre a plaaforma Canva
Este artigo não ousa ser uma mera pesquisa, e sim uma provocação, escolhida e necessária para termos em mente ao discutir certos conceitos. Precisamos examinar, cuidadosamente, a nossa consciência no mundo. E saber qual é a razão da nossa vida – perguntar a si mesmo qual é o meu propósito. Como posso contribuir? Palavra por palavra, gesto por gesto, intenção por intenção.
‘Estar agora’ e ser solidário deve ocupar 100% de nosso presente, enriquecer nossas habilidades e acolher nossas criatividades. O passado já se foi, embora tenha deixado marcas. O que está em nossas mãos é nosso momento presente de consciência e dever pessoal . E o entendimento do dever pessoal, por sermos uma pessoa humana, nos permite experimentar o verdadeiro conceito de solidariedade
Um tema crítico e político que interfere na vida quotidiana de todos nós, que não aponta para o ter , nem para o dar, como muitos interpretam. Solidariedade é apoiar o ser, promover o ser humano em suas dimensões pessoal, social e material. Com esforços, enriquecer habilidades e aplaudir criatividades. Uma educação ‘doméstica’ construída com ética e consciência. Tarefa de casa.
O contrário dessa interpretação é repugnante para a evolução humana, pois ativa a concessão gratuita de bens econômicos diante de dificuldades ou faltas, profissionalizando a mendicidade social – principal estopim da desordem social nos centros urbanos de nosso país. A política atual de variedade de benefícios e programas sociais tem profissionalizado a mendicidade no nosso país, cultivando no indivíduo o desvalor de pessoas, a violência doméstica e descaso da sua vocação, sem melhoria pessoal, sem promoção humana.
Entre muitos benefícios, destaco: Programa Bolsa Família, Auxílio Gás (Gás do Povo), Programa Pé-de-Meia, Tarifa Social de Energia Elétrica, Benefício de Prestação Continuada (BPC), entre outros, que nos deixam a refletir sobre a capacidade de um povo e governo. Programas que viciam a imobilidade de vidas e não solucionam as produzidas misérias, ainda com programas solidários em direção à unidade e organização social e política do país.
– O QUE HÁ DE ERRADO, ENTÃO, NO CONCEITO DA SOLIDARIEDADE POLÍTICA?
Hipocrisia , ignorância e medo da ordem e da disciplina de um país. Uma descomunhão solidária e social há décadas.
A pobreza, uma situação infeliz , não é apenas carência de bens materiais, é o não acesso às vantagens sociais, fruto de um ato político que precisa ser renovado, pois quem dá esmolas, não dá futuro. E um povo passivo e limitado com programas sociais, não passa de massa de manobra nas mãos do ESTADO e dos poderosos. Não progride, é roda, pólvora.
Enquanto a igreja repugna a expressão “sou religioso não praticante”, um quase abandono da certeza de um futuro prometido por DEUS, ela desconstrói a solidariedade cristã apoiando diversas ONGs ( ALGUMAS CATÓLICAS) que ensinam a dar esmolas aos pobres. E benefícios com esmolas não são estimulados a uma transformação e progresso humano, social ou espiritual, não podem ser definidos como solidariedade, pois destroem e apagam a vitalidade de muitas vidas.
Levanta-te e anda.
A vida é construção pessoal e solidariedade é aperfeiçoamento.
Os séculos XIX e XX foram marcantes ao campo artístico, especialmente em relação ao desenvolvimento de equipamentos utilizados para a captura de imagens. A fotografia alcançou grande dimensão e alterou a relação do público com a arte, sendo um dos campos mais explorados pela indústria cultural até hoje.
A capacidade de registrar o mundo em diversos segmentos e miniaturas com efeitos visuais ganhou uma evolução rápida que, por volta de 1840, transformou o pintores em fotógrafos, como escreveu Walter Benjamin em seu texto:
“Pequena história da fotografia”
Quem não tem na sua família um pintor, fotografo ou escultor?
Hoje , achei um retrato antigo, do tempo de meus avós, nem parece que o mundo passou por duas guerras mundiais. Quanto tempo! Ainda vivi o tempo em que as famílias tinham interesse em deixar registrados momentos de carinhos juntos. E meus avós maternos, estavam sempre juntos!
Uma fotografia é quase que uma pintura. Uma representação visual de uma pessoa, de seus gestos e comportamentos. Real ou imaginária, criada por efeitos visuais ou por emoções, um desenho, uma pintura, uma escultura ou fotografia. Pura arte em transformação.
Nesta foto, percebi as névoas do tempo recobrindo nossa pele, os detalhes de um sorriso e olhares vazios da vida, me roubaram a atenção. O cabelo branquinho de meus avós…Minha Irmã Andressa estava no colo deles. Eu não sorria, mas em todas as fotos eu sempre sorri. Por dentro de toda arte existe a verdadeira vida, derivada da luz, de ondas percebidas pelo olho humano a deriva de todo tom e cor diferente. As mudanças são inevitáveis. Por dentro de toda arte existe uma leitura, uma síntese, a verdadeira verdade, um nascimento, algo informal também. Um dia quando eu morrer, essa foto também morrerá.
Cecília Meireles (1901-1964) marco da literatura brasileira soube escrever muito bem. Nos versos da terceira parte do poema Retrato, assume que já não se reconhece mais depois da sua transformação :
“Eu não dei por esta mudança,
Tão simples, tão certa, tão fácil:
— Em que espelho ficou perdida
a minha face?”
Minha fotografia predileta, estava intacta. Sentada no pé de seriguela, atualizando meus pensamentos e sorrindo. Meu colo era no quintal, no tronco do pé de seriguela que me viu crescer, onde meus dias sempre foram como as manhãs de domingo num dia ensolarado.
Que bom que existe a arte e suas diversas formas de expressão, que bom que guardei algumas fotos daquele tempo, que bom que escrevo.
Minha arte é manual – tem a segurança de deixar coisas e pessoas para trás e conseguir carregar tudo que sou, somos, vejo e vemos, tudo que atualizamos por ser realmente útil e absolutamente natural se manifestar.