A vida na capital
Em ‘Vida na capita’”, Ismaél Wandalika revela, em versos, as contradições da vida urbana, entre pobreza, desigualdade, arte, música e esperança.
Em ‘Vida na capita’”, Ismaél Wandalika revela, em versos, as contradições da vida urbana, entre pobreza, desigualdade, arte, música e esperança.
Ella Dominici transforma ouro, fogo e água em metáforas do desejo, conduzindo o leitor por uma experiência poética de entrega, paixão e dissolução.
Após décadas distante, Joaquim retorna à cidade natal e reencontra memórias, antigos afetos e a parte de si mesmo que havia deixado para trás.
Entre pedras e corações endurecidos, o poema questiona a humanidade e sugere que ainda vivemos na Idade da Pedra, apesar das roupas modernas.
Após o carro quebrar, a bancária Salete pega um ônibus e presencia uma cena intrigante entre passageiros, mudando totalmente o rumo do seu dia comum.
Artigo de Alexandre Rurikovich Carvalho analisa as diferenças institucionais, honrarias acadêmicas e as tradições dinásticas entre a FEBACLA e a Casa dos Godos.
Elisa Mascia transforma a espera amorosa em experiência sagrada, na qual ausência, desejo e reencontro conduzem à comunhão e à transcendência.