Diário de bordo do ontem
poema navega pela memória e escrita como mares da alma. A caneta rompe o escuro do ontem, achando no presente o porto secreto de nossa essência.
poema navega pela memória e escrita como mares da alma. A caneta rompe o escuro do ontem, achando no presente o porto secreto de nossa essência.
O texto reflete sobre como evitamos nossa essência por medo do silêncio. Somos derrotados pelas partidas que não jogamos, fugindo do autoconhecimento.
Há quem conte a vida em meros calendários, Medindo a jornada em passos ordinários.
Eu preferi a métrica das grandes travessias. De costa a costa, a náutica…
Homenagem a Machado de Assis, o ‘Bruxo do Cosme Velho’. O texto exalta sua genialidade, ironia e humanidade, imortalizando sua obra na literatura.
O Festival Internacional de Poesia de Bucareste – FIPB, é promovido pelo Museu Nacional da Literatura Romena (MNLR), e reúne vozes significativas da cena…
A caneta é o para-raios da angústia, colhendo o fogo que o peito não diz; entre a página branca e a hora injusta, o poeta é o mestre da cicatriz.
Em devoção, beijo a flor do Lácio como quem profana um templo. Com as sílabas, traço um laço devasso, roçando o sentido nos lábios do tempo