Humberto Napoleón Varela RobalinoImagem gerada pelo ChatGPT – https://chatgpt.com/c/69f2c483-074c-83e9-a20c-3d8154785a59
Los murmullos de Dios y la levedad de sus pasos no son nada extraños en los Jardines de Aranjuez así como también no son nada extraños los susurros de ternura y la lluvia de sonidos libres, libres, libres… del ‘CONCIERTO DE ARANJUEZ’
Hombre que estas diseminado en la faz de la Tierra escucha el ‘CONCIERTO DE ARANJUEZ’ para que jamas lo olvides: bien aventurados los oídos que lo escuchan bendecida la memoria que recuerda a Joaquín Rodrigo que levantó esta catedral de sonoridad eterna con el barro oscuro de sus ojos…
Los pájaros de fuego que emigraron retornan al cielo que un día les arrebató el llanto y los metales dulces vibran a imagen y semejanza de los besos el agua de la lluvia entona nuevos cantos a la vida.
Con los pies descalzos de la distancia camino por los andenes de los Jardines de Aranjuez sintiendo las raíces de los rosales apretar mis ojos hasta ver las lágrimas mi soledad palpita en el agua de las fuentes el sudor del hombre crece ante los misterios de la muerte palpo la tristeza que los rostros transfigura oigo al dolor gritar, gritar, gritar…
Mientras escucho el ‘CONCIERTO DE ARANJUEZ’ mi soledad rompe la piedra de los ojos misteriosos de la esfinge mis manos palpan las diminutas cosas con el calor de mi cuerpo para que en la primavera no falten mariposas.
En la sequedad de mis ojos los caracoles sin tiempo repiten los murmullos y la levedad de los pasos de Dios repiten los susurros de ternura y l los sonidos libres, libres,, libres … del ‘CONCIERTO DE ARANJUEZ ‘.
As instituições empresariais, públicas, privadas, quaisquer que sejam os seus objetivos, estrutura, procedimentos e composição humana, terão tudo, e tanto mais a ganhar, quanto investirem na valorização e dignificação dos seus colaboradores, na medida em que as pessoas ficarão mais sensibilizadas para defender e praticarem os valores institucionais, que incorporam toda uma cultura emblemática.
Por outro lado, igualmente, importante é cada trabalhador estar colocado no local certo, nas funções que melhor sabe executar, e que as realiza com prazer, sem pressões nem perseguições, com a maior liberdade possível, sabendo, previamente, que quanto mais independência tiver, mais responsabilidades lhe serão exigidas.
O grau de satisfação dos funcionários também passa por eles poderem fazer o que gostam, aliás: «Todo o mundo sabe que é preciso gostar do que se faz. Isso é fundamental, importantíssimo, mas as vitórias são construídas sobre coisas que gostamos e também sobre outras que não gostamos de fazer. (…) Precisamos colocar o máximo prazer em nosso trabalho, mas temos também de fazê-lo com a máxima qualidade, mesmo que isso implique horas e horas de desprazer.» (SHINYASHIKI, 2000:162-63).
O exercício de funções executivas, numa determinada instituição, envolve requisitos de exigência, rigor e maturidade que, noutras atividades não serão decisivos, embora, analogamente, importantes para o sucesso da organização e dos seus colaboradores.
Com efeito, a vida profissional de um cidadão, titular de um cargo executivo, implica, desde logo, um forte domínio da componente emocional, para que nele se possam encontrar a segurança, a credibilidade, a maturidade e a competência, que conduzem à tomada de boas, eficazes e justas decisões.
O grau de exigência que se lhe impõe deve ser compatível, não só com um estatuto proporcional ao nível social, mas também remuneratório, obviamente, partindo do princípio, segundo o qual, os resultados justificam a diferenciação entre o executivo e os demais trabalhadores da mesma organização.
Naturalmente que, individualmente considerado, o executivo não resolverá, apenas por si só, todos os problemas da instituição, dos colaboradores, utentes, acionistas e outra população, a ela ligada por qualquer vínculo. O executivo carece do apoio e cooperação de toda uma equipa, dos diversos departamentos da instituição, embora ele se deva assumir como o garante dos sucessos e o responsável pelas diversas situações que se vão originando ao longo do exercício.
Aceite-se que: «A vida executiva, particularmente nas grandes empresas ou nas organizações governamentais, constitui um rigoroso teste de maturidade emocional. Poucos dos que ingressam nessa vida sabem, exatamente, quão perto eles chegarão de se afastarem de seus ancoradouros emocionais. A tensão e a pressão do papel executivo se refletem na procura quase universal de um ideal para o desempenho executivo e eficaz.» (JENNINGS, 1972:17).
BIBLIOGRAFIA
JENNINGS, E. E. (1972). O Executivo, Autocrata-Burocrata-Democrata. Tradução, Oswaldo Chiquetto. S. Paulo: Livraria Pioneira Editora
SHINYASHIKI, Roberto T., (2000). Os Donos do Futuro. 31ª Edição. S. Paulo: Editora Infinito.
Venade/Caminha – Portugal, 25 de abril deE 2026
Diamantino Lourenço Rodrigues de Bártolo
Presidente HONORÁRIO do Núcleo Académico de Letras e Artes de Portugal
Ella DominiciImagem criada pela IA do Gemini – https://gemini.google.com/app/fa884857680ba8c8?utm_source=app_launcher&utm_medium=owned&utm_campaign=base_all
Nasci da argila e da espera. Sou parte do barro que sonhou ser rosto e permaneceu espelho. Carrego comigo as veias abertas do que sente demais, e o pulso secreto das coisas que não sabem morrer.
Há em mim a casa e o exílio. A casa é onde o olhar repousa, o exílio é quando o olhar não se reconhece. E sigo, em cada rua, plantando pequenas eternidades: palavras, gestos, silêncios, pedras transparentes que a vida deixa como migalhas do invisível.
O amor, esse desassossego manso, anda comigo, calçado de areia e espanto. Não pede posse — pede presença. Ele chega como um sol que se desculpa por nascer tarde, mas ainda aquece o corpo todo
Direi: sou o que restou da travessia — e o que começa depois do naufrágio. Sou mulher de sal e aurora, carrego oceanos no peito e um punhado de luz no escuro. Sigo, mesmo cega, coração conhece atalhos que a razão ignora.
E quando a noite cai, volto a ser palavra de cura,de memória, de fogo. Que sopra nas feridas e acende o invisível. E ainda que o mundo me esqueça, sei que a vida — essa antiga amante — sempre volta, com o perfume do impossível.
Renata BarcellosImagem criada pela IA do Gemini – https://gemini.google.com/app/f29e0fff54324397?utm_source=app_launcher&utm_medium=owned&utm_campaign=base_all
A tematização da importância do trabalho na vida humana é milenar desde os escritos gregos. Exemplos: nas obras de Hesíodo: O Trabalho e os dias e nos livros que constituem a Bíblia até nossos dias. Ao longo do tempo, o homem tem se dedicando ao universo laboral e o questiona, conceitua, problematiza, nomeando-o sob diversos prismas, ora dignificando-o, ora o depreciando.
No século XIX, Marx (1986) e Engels (1990) emitiram importantes enunciações sobre o trabalho. Neste período, foram publicadas as obras “O Escrivão e A Metamorfose” que apresentam o trabalho como tema recorrente na ficção. “O Escrivão”, publicado em 1853, de Herman Melville, traz uma das personagens mais emblemáticas de todas as literaturas: um escrivão que, de repente, passa a se negar a fazer qualquer tarefa, em uma postura que transita entre a rebeldia e o niilismo. E “A Metamorfose”, de Franz Kafka, de 1915, a personagem Gregor Samsa acorda metamorfoseado num inseto monstruoso e, ainda assim, seu principal medo é perder o emprego.
Na contemporaneidade, o labor ainda é atividade a ser legalizada, questionada, alterada. Isso porque, para boa parte da humanidade, constitui-se em fonte de sofrimento físico e psicológico. Nas Literaturas Brasileiras, há inúmeras personagens ilustrativas disso. Existem pesquisas cujo objetivo é verificar nas literaturas dos séculos XIX, XX e XXI, como os escritores formalizam as articulações entre trabalho e discurso literário.
Principais aspectos desta transformação:
1. Temáticas Centrais na Literatura Contemporânea
capitalismo de Plataforma e Precarização: obras recentes, como as discutidas no livro “Icebergs à Deriva”, analisam o descontrole das grandes plataformas digitais (Uber, Amazon) e a falta de vínculo formal.
explorações Cotidianas: livros como “Afetos postiços”, de Gabriele Rosa e “Os dias trabalhados”, de Marcelo da Silva Antunes, retratam a precarização, a terceirização e a desregulamentação como a nova regra.
trabalho no Centro: as Literatura Brasileiras têm, cada vez mais, inserido o trabalho como tema central da construção de personagens e enredos. Assim, evidenciando desigualdades sociais e o cotidiano da classe trabalhadora.
2. Novas Formas de Produção e Organização
teletrabalho e Anywhere Office: o trabalho remoto e o modelo híbrido, intensificados pela pandemia, transformaram a rotina de escritores, editores e tradutores.
trabalho “Gig” (Eventual): muitos profissionais do livro estão inseridos no modelo de gig economy, baseada em tarefas pontuais e autonomia, mas frequentemente sem proteção legal.
3. Novas Relações Jurídicas e Proteção
confronto e Resistência: o debate literário jurídico busca formas de enfrentar a nova conformação econômica, discutindo proteção para o trabalhador em um cenário de terceirização.
livros Educativos: lançamentos como “Novas Relações de Trabalho e Novos Modelos de Proteção” (Editora Amanuense) abordam como o Direito deve responder a esses novos cenários.
4.Obras Relevantes sobre a temática
Icebergs à Deriva (Grupo de Pesquisa Mundo do Trabalho – MPT)
Afetos postiços, de Gabriele Rosa
Os dias trabalhados, de Marcelo da Silva Antunes
No chão da fábrica, de Roniwalter Jatobá
De mim já nem se lembra, de Luiz Ruffato
Novas Relações de Trabalho e Novos Modelos de Proteção (Nelson Mannrich e Alessandra Boskovic)
5. Novas Dinâmicas de Produção Literária
coautoria e Assistência: a IA atua como uma ferramenta colaborativa, capaz de propor enredos, estruturar narrativas, imitar estilos literários e revisar textos. Escritores podem utilizar IAs para superar bloqueios criativos e acelerar etapas técnicas da escrita. Como fonte de inspiração, não produto final.
engenharia de Prompt e Treinamento: autores podem desenvolver “assistentes personalizados” (como GPTs ou Gems).
Desafios e Questões Éticas
autenticidade e Essência: debates sobre a perda da essência da literatura e a capacidade da IA de replicar a subjetividade e a experiência humana.
autoria e Propriedade Intelectual: questionamentos sobre quem é o “autor” de uma obra gerada com auxílio significativo de IA, impulsionando discussões jurídicas.
valorização da Escrita Humana: a escrita humana tende a ser valorizada como um “artigo de luxo” ou um ato de resistência, carregado de subjetividade, falibilidade e criatividade.
O uso de Inteligência Artificial (IA) no universo literário em 2026 é regido por um misto de leis de direitos autorais tradicionais, novas regulamentações éticas e precedentes judiciais em evolução. A premissa central a seguinte: IA é uma ferramenta de auxílio, não um autor legal. A seguir, as principais “leis” e normas atuais:
1. Autoria e Direitos Autorais (O Fator Humano)
humanos como Únicos Autores: Lei de Direitos Autorais (como a brasileira nº 9.610/1998) estabelece que somente pessoas naturais podem ser autores de obras literárias. Obras criadas 100% por IA não recebem proteção de direito autoral, pois a lei não reconhece máquinas como autoras.
responsabilidade Legal: o humano que utiliza a IA para gerar texto é o único responsável público pelo conteúdo, incluindo erros ou casos de plágio.
obras de Domínio Público: treinar modelos de IA com livros protegidos por direitos autorais tem sido considerado por alguns juízes como “uso justo” (fair use) para desenvolvimento de tecnologia, embora isso continue sendo debatido.
2. Ética e Transparência
declaração de Uso: a Authors Guild (união de autores norte-americanos) e diversas editoras exigem que o uso de IA na geração de textos seja informado aos leitores.
transparência Editorial: editores e plataformas de publicação estão adotando políticas para identificar conteúdos gerados por IA, muitas vezes exigindo a documentação do uso da ferramenta.
risco de “Fake” Literário: textos inteiramente gerados por IA são vistos por muitos no mercado editorial como “falsos” ou inautênticos, carecendo da profundidade emocional humana.
3. Ética no Treinamento e Direitos de Estilo
proteção de Estilo: a IA pode emular o estilo de autores consagrados, mas a emulação excessiva que resulta em reprodução de trechos (plágio) é ilegal.
“Engenharia de Referência”: o uso de IA para analisar sintaxe e estilo (com “GPTs” personalizados) é aceito como auxílio criativo, desde que o resultado final seja editado e assinado por um humano.
4. Novas Regulações (Tendências 2025-2026)
Projeto de Lei 2338/23 (Brasil): analisa a regulamentação da IA com foco nos níveis de risco para os direitos fundamentais.
concursos e editoras: algumas editoras e concursos literários têm cancelado ou alterado regras para evitar a enxurrada de textos gerados automaticamente, dada a dificuldade de distinguir a autoria.
Em resumo, a regra de ouro é: A IA pode ajudar a escrever (assistência). Entretanto, o autor humano deve assumir a autoria (responsabilidade). Sejamos responsáveis pelos nossos atos!!! E produzamos produções literárias de qualidade. Com base nisso, de acordo com Noam Chomsky: “Este é o ataque mais radical ao pensamento crítico, à inteligência crítica e particularmente à ciência que eu jamais vi”.
Evani Rocha: ‘Avanço tecnológico e relações humanas’
Evani RochaImagem gerada pela IA do Gencraft – 30 de abril de 2026, às 09h21
Qual a sua percepção sobre o mundo à sua volta? Você é do tipo que sempre enxerga o ‘copo quase cheio’? Na verdade, ninguém é otimista o tempo todo, haja vista, os tempos difíceis que vivemos! Por um lado, os avanços da tecnologia que tornou a vida mais prática. O surgimento da potencialidade da IA nos assusta. Vivemos em uma era digital, porém de incertezas, quanto ao futuro da Inteligência Artificial. Às vezes tememos pelo que o homem, de posse desse ‘poder’, possa fazer…! (É um dos grandes desafios éticos que o ser humano terá que enfrentar).
Por outro lado, parece que ainda não saímos das cavernas. Os noticiários diariamente noticiam casos criminais que ultrapassam o horror: roubar, furtar, usurpar, torturar e matar, entre outros, tem se tornado casos rotineiros na sociedade. Parece que a vida perdeu totalmente o valor!
Nos perguntamos: onde está a sabedoria e inteligência humana, criadora dessa tão avançada tecnologia? Chegamos praticamente ao ápice tecnológico e estamos descendo ao ‘abismo da humanidade?!’ Não é possível que possamos aceitar esses crimes absurdos como normais. Não podemos mais viver em paz, assistindo a esse show de horrores, cotidianamente!
Não é porque é com o outro, pois um dia, infelizmente, pode bater à nossa porta. Precisamos urgentemente fazer uma análise da nossa percepção sobre o mundo em que estamos. Quebrar certos velhos paradigmas só é possível quando clareamos essa percepção e mudamos nossa forma de agir. A mudança começa em nosso mundo interior, para então, ganhar o ambiente exterior. O ambiente exterior é a família, a educação e os valores que passamos aos nossos filhos; os ambientes em que os jovens frequentam, a escola. A educação nas escolas não pode ser só ‘conteúdo’, precisa disciplinar, transmitir valores, como respeito, cuidado, empatia e amor ao outro!
A educação formal é apenas um ramo da formação de um cidadão. E penso que é para agora, urgentemente, desde os pequeninos, aos jovens, saindo do ensino médio. Muitos outros ramos devem ser acrescidos nessa ‘árvore da formação de um cidadão’: que seja mais humano, que olhe o outro com empatia, que internalize valores, como respeito, responsabilidade, amor à vida…, não somente à sua vida, mas a vida do outro, dos animais, da natureza em geral. Assim, talvez para um futuro a médio e longo prazo, consigamos quebrar esse ciclo venenoso de criminalidade que está tomando conta das sociedades, não só no Brasil, mas em sociedades pelo mundo.
Que não seja utopia, coexistir, uma sociedade que possa tirar proveito de todos os benefícios da tecnologia, ao mesmo tempo que vivencia relações humanas mais saudáveis e pacíficas!
Historiadora será contemplada em Solenidade da FEBACLA
A FEBACLA se posiciona como guardiã da memória cultural contemporânea, atuando na preservação e na projeção das contribuições de agentes culturais que colaboraram para a preservação do patrimônio histórico da Cultura Imaterial
Condessa Laura Moura Nunes
A colunista do ROL, escritora, historiadora e poetisa de Portugal, Condessa Laura Moura Nunes, receberá da Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências e Letras – FEBACLA, a COMENDA DO MÉRITO LITERÁRIO MACHADO DE ASSIS, no mês de maio de 2026 no formato online e presencial. A cidade de Niterói no Rio de Janeiro se prepara para receber expressivo encontro intercultural do Brasil e do mundo.
A Câmara Municipal de Niterói será o cenário da grande solenidade comemorativa pelos 14 anos de fundação da FEBACLA, sob a gestão do presidente Dom Alexandre da Silva Camêlo Rurikovich Carvalho, reunindo representantes de diversas áreas do saber e da produção cultural brasileira. Com expectativa de amplo intercâmbio nacional e internacional, o evento contará com a presença de artistas, escritores, educadores, pesquisadores, gestores culturais e autoridades.
A FEBACLA se posiciona como guardiã da memória cultural contemporânea, atuando na preservação e na projeção das contribuições de agentes culturais que colaboraram para a preservação do patrimônio histórico da Cultura Imaterial. À frente da instituição está seu presidente, Dom Alexandre da Silva Camêlo Rurikovich Carvalho, cuja atuação multifacetada como jornalista, filósofo, escritor, historiador e produtor cultural tem sido determinante para o fortalecimento e a expansão da FEBACLA.
A solenidade comemorativa estará reconhecendo a importância das expressões como patrimônios culturais, instrumentos de formação cidadã e meios de preservação das tradições históricas e identitárias do Brasil. O encontro também se consolida como espaço de diálogo, intercâmbio e fortalecimento de redes culturais entre diferentes regiões do Brasil e do mundo.
Jornalista será contemplado em solenidade da FEBACLA
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Bruno Alves Feitosa
O diretor do Ateliê e Jornal República Alternativa Cultural e correspondente do ROL pelo estado de Pernambuco, Bruno Alves Feitosa, receberá da Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes –FEBACLA a Comenda Baluarte da Cultura Nacional em evento de grande significado no mês de maio de 2026 no formato on-line e presencial. A cidade de Niterói, no Rio de Janeiro, se prepara para receber expressivo encontro intercultural do Brasil e do mundo.
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