Primavera – Poesia de Lina Veira
Sob um céu cinzento de primavera, uma chuva incessante torna-se o reflexo de um desejo profundo por purificação e lavagem da alma da humanidade.
Sob um céu cinzento de primavera, uma chuva incessante torna-se o reflexo de um desejo profundo por purificação e lavagem da alma da humanidade.
Jacob Kapingala promove um encontro lírico com o próprio Tempo na esquina do universo, tecendo uma crítica sensível sobre o desaprender do amor
O poeta indiano Surendra Nagaraju nos conduz por uma jornada de profunda sensibilidade artística e humana, onde as lágrimas purificam o coração
Entre pedras e corações endurecidos, o poema questiona a humanidade e sugere que ainda vivemos na Idade da Pedra, apesar das roupas modernas.
Uma crônica profunda e reflexiva sobre as raízes da maldade, a devastação das guerras e a urgente necessidade de resgatar a compaixão e a paz humana.
Nem só de ciência, de técnica e de recursos materiais vive o homem. Para além daquelas capacidades e possibilidades, existe mais vida, mais mundo, mais…
Nas tramas do tempo, o mundo chora, evolução tecendo sua lança. Entre avanços e sombras a pairar no ar, guerras, cicatrizes, a humanidade a sangrar.