Primavera – Poesia de Lina Veira
Sob um céu cinzento de primavera, uma chuva incessante torna-se o reflexo de um desejo profundo por purificação e lavagem da alma da humanidade.
Sob um céu cinzento de primavera, uma chuva incessante torna-se o reflexo de um desejo profundo por purificação e lavagem da alma da humanidade.
The poem FORKS came to me thinking about forks in life, decision making and how we are meant to face these situations in life. Do I choose the first option…
Desde un día arrodillado, en el agua, el árbol, la presa verde, todavía grande de quietud, y los latidos de las aves ausentes, aguacero madre, arrecia llena…
Hoy llueve como en esos días inviernosos para decir que llueve como nunca.
Los árboles en las avenidas catedrales góticas al filo de los acantilados.
Minha história começa em Passa Quatro, onde o amor tinha cheiro de terra molhada e o riso das crianças misturava-se ao canto das panelas na cozinha.
Molha-me a alma em doce ardor profundo, beijos guardados, abraços sem ter fim,
Transborda em pranto o amor que em mim é o mundo, corrente intensa que não cabe…
Eu clamo ao Sol que não quer nascer, procuro a chuva, o mar, a flor, promessas feitas que vi morrer. Resta ao mundo só dor e clamor,
Em silêncio se esvai o…