A guerra em primeira pessoa
O ensaio discute os impactos humanos da guerra na memória e na identidade. Destaca a literatura e o olhar feminino como formas éticas de preservar a dignidade.
O ensaio discute os impactos humanos da guerra na memória e na identidade. Destaca a literatura e o olhar feminino como formas éticas de preservar a dignidade.
Entre memória, guerra e mitologia, Abdulla Issa percorre a história de uma cidade entre dois rios, onde literatura, identidade e esperança resistem ao tempo.
Poema tocante lamenta as guerras na África, onde filhos se matam e perdem o gosto pela vida, clamando pela dor de uma mãe que sofre por seus jovens.
Uma crônica profunda e reflexiva sobre as raízes da maldade, a devastação das guerras e a urgente necessidade de resgatar a compaixão e a paz humana.
Profunda reflexão poética sobre a verdade, a guerra e a reconstrução. O poema questiona a dor da perda e a busca por identidade em meio às ruínas do tempo.
Vulcão tremendo como pingos de chuva, carros e pessoas andando, cheios de tremuras, mas tu queres que eu vá? A beleza da luz apaga a fome aparente da luz.
Naked, he wears a necktie to hide his nakedness with the skins of the victims, Preparing his speech for the rites of his own funeral. Afflicted with ruins…