O ébrio
Sozinho na penumbra da madrugada fria, o homem embriagado e angustiado aceita seu destino silencioso, deixando o tempo cuidar de sua dor.
Sozinho na penumbra da madrugada fria, o homem embriagado e angustiado aceita seu destino silencioso, deixando o tempo cuidar de sua dor.
Poema melancólico sobre a despedida e a passagem do tempo. O vento leva as memórias da infância e do outono, deixando apenas a solidão, a ausência e a saudade.
Poema reflete sobre a finitude e a liberdade da alma, retratando a morte como um ciclo natural de desapego e transição leve para um novo plano de existência.
O poema expresa o desejo profundo de estar junto ao ser amado, unindo o eu lírico à natureza e à intimidade de um amor protegido e silencioso.
Tenho medo do rio, porque o vejo violento, caudaloso, cheio de cachoeiras e correntezas velozes… Mas eu o admiro… pois é lindo, atraente, e transborda vida.
Conto os dias e as horas para te ver. Já reguei o meu jardim. Em breve as primeiras flores vão aparecer e chamar as borboletas. É primavera outra vez…
Não costumo escrever com frequência, mas hoje, isso é inevitável, pois aconteceu algo muito estranho comigo. Cheguei ao meu consultório, cumprimentei minha…