Olhos de poeta
No céu da poetisa, a lua vira poesia, a aurora ganha cor e o amor vira flor. Sob o olhar boêmio, a jornada é infinita, a vida é fugaz e a morte se faz etérea.
No céu da poetisa, a lua vira poesia, a aurora ganha cor e o amor vira flor. Sob o olhar boêmio, a jornada é infinita, a vida é fugaz e a morte se faz etérea.
O poema pede que, ao partir, ele deixe seu perfume, sua pegada e sua presença como lembrança para alimentar a saudade até o reencontro no amor.
Sozinho na penumbra da madrugada fria, o homem embriagado e angustiado aceita seu destino silencioso, deixando o tempo cuidar de sua dor.
Poema melancólico sobre a despedida e a passagem do tempo. O vento leva as memórias da infância e do outono, deixando apenas a solidão, a ausência e a saudade.
Poema reflete sobre a finitude e a liberdade da alma, retratando a morte como um ciclo natural de desapego e transição leve para um novo plano de existência.
O poema expresa o desejo profundo de estar junto ao ser amado, unindo o eu lírico à natureza e à intimidade de um amor protegido e silencioso.
Tenho medo do rio, porque o vejo violento, caudaloso, cheio de cachoeiras e correntezas velozes… Mas eu o admiro… pois é lindo, atraente, e transborda vida.