O ébrio
Sozinho na penumbra da madrugada fria, o homem embriagado e angustiado aceita seu destino silencioso, deixando o tempo cuidar de sua dor.
Sozinho na penumbra da madrugada fria, o homem embriagado e angustiado aceita seu destino silencioso, deixando o tempo cuidar de sua dor.
Em meio a um deserto equatorial e lembranças de chuva, o poema explora a dor, o amor passageiro e a partida, culminando numa estranha quietude final.
Poema melancólico sobre a despedida e a passagem do tempo. O vento leva as memórias da infância e do outono, deixando apenas a solidão, a ausência e a saudade.
Um eu-lírico caminha melancolicamente por memórias, solidão e dor, sentindo-se um eterno vizinho do mundo em meio a um cenário de frio e nostalgia.
Aparências e mentiras sustentam famílias que escondem vícios e falsidades. Distantes do afeto, os pais vivem na hipocrisia, deixando filhos na beira do abismo.
A tristeza alçou voo, elevou-se ao céu. Nada se compara à tristeza agora. Após um longo silêncio, alguma reminiscência ancestral ecoou no vazio. É sua; você…
Até aqui eu quis ter muitas certezas, sem exigir nada, eu quis ter muitas certezas. Até aqui entre as danças e guerras da vida, eu queria parar no teu olhar…